#Incesto #Teen #Voyeur

Ofereci a virgindade de minha filha a meu marido

946 palavras | 2 | 4.57 | 👁️
Cláudia

Com pouco mais de dezesseis anos, mantive minha primeira relação sexual com um namoradinho, não foi tudo o que eu imaginava, mas mesmo assim, mantive o namoro por mais dois ou três meses, fazendo sexo com o rapaz por mais uma meia dúzia de vezes, até que conheci um coroa que morava perto de minha casa e já na primeira vez gozei na língua dele, passei a frequentar o apartamento do cinquentão e aprendi a gozar gostoso. Com pouco mais de dezoito conheci Arthur, de quem acabei engravidando e casando. Aos vinte anos dei a luz a Suzi e durante a gravidez dei o prazer a minha paixão de romper minha virgindade anal, tornando-me fã do sexo anal. Enquanto minha filha crescia Arthur tentava esconder sua frustação em nunca ter deflorado nenhuma vagina, mas nem por isso nossas fantasias deixaram de se tornar realidade, só faltava a ele o que eu não pude dar a virgindade vaginal. Talvez por esse sentimento de culpa passei inconscientemente a incentivar uma intimidade maior entre pai e filha, que acabou envolvendo a nós três em um clima maior que a simples convivência familiar e quando Suzi completou quinze anos, além dos tratamentos com complementos alimentares e energéticos que eu dava a ela por recomendação médica em virtude de ser ela um atleta promissora, eu passei a dar a ela pílulas anticoncepcionais sem ela perceber e em uma das viagens que fizemos para ela competir em outro Estado, aluguei um quitinete para permanecermos no local uma semana depois das competições. Na noite que antecedeu a disputa esportiva já dormimos os três na mesma cama, onde a ereção de Arthur era indisfarçável e a carinha de tesão de minha filha era encantadora. Naquela noite depois que a menina dormiu, acendi o abajur, descobri a bundinha perfeita de Suzi e disse no ouvido de meu marido: "Amanhã depois da corrida, esse corpinho virgem poderá ser seu". Não sei o que se passou na cabeça dele, mas com certeza aquele cacete nunca tinha ficado tão duro, para resolver a situação de meu marido fiz o que sempre me deu muito prazer, uma garganta profundo recebendo no fundo da garganta fartos jatos de esperma enquanto manipulava meu grelo ao lado daquele corpinho maravilhoso que tínhamos criado para nós. Suzi conquistou uma ótima colocação na disputa e almoçamos um sofisticado restaurante, onde nossa virgenzinha nos acompanhou em vários brindes com champanhe. No meio da tarde voltamos ao quitinete em um clima de muita sedução e esfregação de corpos onde não havia diferenciação entre esposa e filha, finalmente demos vazão a todo aquele erotismo desenvolvido por tanto tempo. Logo após o banho de Arthur, entrei junto com Suzi embaixo do chuveiro e trocamos nosso beijo realmente lascivo, durante o qual esfregamos nossas bucetas uma na coxa da outra e saímos do banheiro nuazinhas para ver a expressão de felicidade do pai orgulhoso que finalmente conseguiria tornar aquela novinha gostosa em mulher. Parei no meio do quarto vendo Suzi aproximar-se da cama em que o pai estava deitado e com aquele jeitinho adolescente puxar a cueca do pai e ver aquele mastro apontar para o teto. Suzi vendo aquela maravilha olhou para mim com sua expressão indescritível de satisfação como se me convidando para participar. Sentei-me na ponta da cama vendo o brilho no olhar da minha filha que segurava com firmeza o ferro do pai , fiz aquele movimento clássico com a língua contra a minha bochecha sugerindo a ela que colocasse na boca, a menina não perdeu tempo, curvou o corpo e engoliu o que pode da piroca paterna, fazendo o macho gemer. Sem qualquer interferência minha que estava com a buceta encharcada, Suzi ajoelhou com a pélvis do pai entre seus joelhos e esfregou sua rachinha no cilindro de baixo para cima, instante em que notei os espasmos musculares em seu braço. Segurei a verga firme para cima e Suzi deslisou seus lábios vaginais na cabeçorra molhando-a com o liquido que brotava dela e em seguida parou na posição. Vi explodindo de tesão a cabeça da piroca encaixar na racha e Suzi fez pressão para baixo, naquele momento supremo em que pela primeira vez minha filha recebia em sua buceta uma piroca gozei sem me manipular e assisti meu marido empurrar o quadril para cima no mesmo instante que Suzi soltava um pouco mais o peso do corpo, ouvi aquele gritinho que Suzi tentou disfarçar e um filete de sangue escorreu pela piroca ereta e enquanto meu marido puxava Suzi pela cintura, a danada rebolava para engolir a piroca, não resisti e passei a me manipular e quando Arthur produziu aquele gruído de gozo, eu o acompanhei em êxtase. Ouvindo aquela sinfonia de gozo, o rosto da nossa filha se iluminou. Aquela foi a primeira vez que pude trocar um beijo com ela sabendo que meu marido tinha realizado o seu maior desejo, o de descabaçar uma mulher e que não poderia ser ninguém mais espacial, a nossa filha amada.

Comentários (2)

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  • Marcia: Que delícia, também foi deflorada por meu pai, mas quando minha mãe descobriu, colocou eu e ele para fora de casa

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  • Marcia: Que delícia, também foi deflorada por meu pai, mas quando minha mãe descobriu, colocou eu e ele para fora de casa

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