Cão louco
Na adolescência, tipo 14-15 anos brinquei com cães. Um dia o cão da casa soltou-se, já era noite. Cão castanho porte médio e rafeiro. Era um cão louco. Entrou dentro de casa e esperou que fosse levado para ser preso e cumprir a sua função - dar sinal se alguém quisesse entrar no quintal. Parecia que tinha vida própria e quando queria soltava-se, era indiferente a hora. Naquele dia foi à noite, noutros durante o dia.
Naquele dia em casa todos já dormiam. Pensava eu!
Noutros dias, sobretudo à noite e aproveitando o luar, às vezes ia até ao quintal e brincava com o cão. Masturbava. Sentia o pau a crescer. Via o nó bem do tamanho de um limão médio. Às vezes metia na boca. Sorvia o liquido que saia sem grande preocupação.
Mas naquele dia em que se soltou e pensando que todos dormiam. Decidi fazer o usual de forma mais confortável, masturbei-o.
Aconteceu na sala e com luz via melhor o pau e senti-o crescer no meio da minhas mãos. O pau cresceu bastante e rápido. O nó ficou coberto com a pele do animal. Como achava que estava desconfortável e não via todo o pau do cão, decidi forçar um pouco, puxando a pele para trás. Para mim era um prepúcio gigante. Mas eu sabia que lhe iria causar desconforto, o fez com que o cão ganisse.
Não se passaram minutos e a porta da sala abriu. Mal ouço o ruído da maçaneta a rodar, paro de mexer no cão, empurro-o para fora. Mas não contei com duas coisas. Que o cão era louco, logo não obedeceu e não parou quieto, e que não havia como esconder o pau do cão, bem duro e parecia uma terceira perna traseira. Quem abriu a porta foi o pai, para ver se tudo estava bem ou o que se passava. Olhou. Observou. E nada disse até hoje.
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