#Gay #Teen

Fiz chantagem com novinho comedor

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Ramon

MANOEL tinha um encanto para comer todos os meninos da rua até eu descobrir um segredo dele. Mas ele não achou ruim, pois virei um dos meninos dele

Eu já tinha passado aquele fogo das descobertas, do troca-troca, de bater várias punhetas no dia, o que não me impedia, como não impede, de vez por outra sentir uma coceira no rabo que só passa com “cacetiol” ou “rolanela”, hoje resolvo com trans, minha preferência para isso. E fiquei muito curioso quando lá na rua onde eu morava descobri, pelos comentários até de amigos, que MANOEL, apelidado de RATO, um novinho de 15 anos talvez, era o terror das pregas dos outros meninos, ele tinha um talento para conseguir enrabar os amiguinhos. Ele não destoava fisicamente dos meninos da sua idade, da sua turma, a sua fama era que “ele era feito rato, entrava em qualquer buraco”, daí o apelido, olhando para todos os meninos, ele era comum, nem forte, nem muito magro, nem lindo, nem o mais alto, nada, totalmente normal.

E para minha sorte e meu espanto, descobri o “motel” predileto de RATO para estourar as pregas de suas vítimas: era no quintal da casa dele, atrás de um muro inacabado do que iria ser um quarto separado da casa; RATO entrava com a vítima, a família dentro de casa se fosse à noite e mandava ver com a segurança de um muro entre eles e a casa, tendo árvores protegendo dos olhares dos vizinhos. O que ele não percebeu é que podaram as árvores na minha casa e a visão do quintal da casa dele (onde era o “motel” dele) ficou fácil para mim, que morava no primeiro andar ao lado. Descobri por acaso, fui para a janela por algum motivo e olhei para baixo (à direita da janela): estava RATO comendo um menino gordinho que eu conhecia, que era outro “maloqueiro”. Pensei: “porra, RATO come até CEUBOLA”, o apelido do gordinho (mistura de cebola com bola)

Eu fiquei viciado nesse voyeurismo. De outra janela onde eu ficava perto estudando dava para ver quem entrasse na direção do motel; se eu percebesse movimento ou alguém passando, ia na outra janela e, se estivesse certo, via RATO agindo. Ele levava os passivinhos à tarde também e às vezes um à tarde e outro à noite. Não contei a ninguém essa descoberta, tive medo que meus amigos quisessem ir lá para casa para ver ou tirassem uma brincadeira que acabasse com meu “vídeo ao vivo pornô”, pois eu batia muita punheta. As “sessões de cinema” depois perderam seu encanto e eu às vezes só olhava para ver quem era a vítima (tinha menina também, mas era raro aparecer, e lembro de uma que relutou para dar a bunda por conta da dor, mas RATO terminou o serviço).

Por acaso, um dia uma senhora já idosa que morava lá na rua, que me conhecia desde que eu era pequeno, estava no portão de sua casa e me perguntou se eu poderia fazer o favor de trocar o botijão de gás da casa dela, o que concordei sem pestanejar. A casa dela era pequena, toda arrumadinha, e o quintal tinha muitas plantas. DONA MARIA (vou chamá-la assim) me disse que o botijão estava no quintal, fora de casa, pois o entregador do gás deixou lá porque ela não estava em casa. “Nem se preocupe, DONA MARIA, a senhora manda”. Era começo de noite e vou ligeiro buscar o botijão, quando percebo uma movimentação entre as árvores. Vi que tinha algo ali e fui investigar, não antes de levar o botijão para dentro, fazer a troca e me despedir de DONA MARIA pedindo que ela fechasse a porta de casa, de tal maneira que eu pude não ir embora e voltar no quintal dela (qualquer coisa eu diria que tinha deixado algo cair e estava procurando).

Voltei o mais silencioso e discreto possível. Identifiquei que estava certo e fui me aproximando de maneira que não fosse notado. Quando consigo chegar perto, a cena era um moleque (era da vizinhança mas eu não sabia quem era) metendo na bunda de RATO! Sim, RATO estava de quatro no chão levando bilolada na bunda. “Boa noite”, falei. Os dois tomaram um susto, o moleque levantou o calção e saiu em disparada, RATO meio que caiu, levantou o calção e ia correr também mas eu o segurei.

- Calma, RATO, pode correr mas eu já vi tudo
- Viu o quê? Viu nada
- Eu só quero tirar uma dúvida e a gente vai embora
- O que é?
- Calma. Soube e vi que você era o comedor, só não sabia que gostava também de ser comido
- Foi só hoje, eu apostei com ele e perdi. Só hoje, foi até bom você ter chegado, estava doendo
- Eu não vou contar para ninguém, pode ficar tranquilo. Tem uma condição para ficar calado
- Não e não, não vou dar a bunda para você, nunca, falou com voz de pavor e ameaçou correr de novo se eu não o segurasse
- Eu pedi isso? Escute. Você ainda é comedor ou a partir de hoje mudou de lado?
- Claro que sou comedor, já lhe disse o que foi o que ocorreu
- É, mas se todo mundo souber do que eu vi e o moleque confirmar a história, você tá lascado
- O que você quer?, falou quase chorando e desesperado
- O contrário do que você imaginou: eu quero que você me coma, agora se alguém souber disso já sabe, não é?

Ele mudou o semblante, a ponto de querer me comer ali mesmo, o que não aceitei. Para ele não ter dúvidas, meti a mão no cacete dele e punhetei até ficar duro e fui embora. Havia um grande risco para mim: se RATO levasse um amigo como testemunha para nos flagrar. Fiquei com medo mas o tesão no cu, aumentado pelo perigo, me levou a arriscar. O plano era RATO aparecer na casa dele perto da minha janela e eu dizer para onde ele deveria ir; como era muito mais fácil não ter ninguém na minha casa à tarde, assim foi a minha primeira vez. Ele pulou o muro que separava as nossas casas, para não entrar pela frente e entrou. Ele não estava nervoso, eu sim! Lembrei do nosso acordo, fiz umas ameaças e ele já foi tirando o calção com o pau já quase duro. Fiz uma cara de aprovação e fui chupar o cacete dele, estava meio fedorento e exigi que ele fosse se lavar, ele ficou meio envergonhado mas foi e, claro, fui com ele para ajudar nessa missão. Foi ele sair do banheiro e já quis me comer. Chupei o cacete limpinho dele, lambi os ovos, abri as pernas e a bunda para esperar a rola, não antes de passar um creme no cu. RATO sabia comer um cu e foi enfiando com cuidado. Entrou tudo com alguma dificuldade mas sem maiores dores, ele enfiou como se tivesse mais para entrar e começou a me comer. E me comeu gostoso enquanto eu me masturbava. Ele gozou rápido, era o costume dele. “Não tira agora não”, pedi, eu queria gozar com a rola dentro e não deu tempo, o que não atrapalhou meu gozo vez que a puxada da rola dele, o vazio do cu e logo em seguida o leitinho saindo me garantiram uma boa gozada. Ele foi se limpar enquanto eu limpei o banheiro.

RATO não podia demorar para não chamar a atenção e então dei a ele uma ferramenta para que, se alguém perguntasse, ele diria que foi buscar comigo emprestada para consertar a bicicleta. Ou que estava indo devolver a ferramenta se fosse quando ele estivesse indo me comer. A ferramenta virou o passaporte. RATO não deixou de comer os outros meninos, acontece que ele me dava preferência porque eu o chupava, dava uns trocados ou um lanche quando podia e porque era um lugar seguro onde a gente transava. E quando a gente foi se acostumando aí é que a trepada ficou melhor, RATO me comia de um jeito sensacional, parou de gozar rapidamente, curtira a trepada, a gente trocava de posição, ele gozava na minha boca muitas vezes, ficava impressionado com a quantidade de porra que eu gozava e até gozei na bunda dele algumas vezes, mas sem penetrar, só no sarro e no máximo a cabecinha na entrada, na porta do cu. Algumas vezes, fui dar a bunda a ele no “motel” na casa dele, ao ar livre, nervosismo demais, e outras vezes ele me comeu dentro da casa dele. Sem contar que a conversa da gente era boa.

Ele me confessou que ainda comia os outros meninos (até porque eu via de casa) e me disse que ainda dava para o moleque daquele dia, o único que o comia e que era a maior rola de todos. “Aquele magrinho pequeno?”, eu me espantei. “Sim, ele é da minha idade, é baixinho mas o pau dele é maior que o meu, e por isso que perdi a aposta”, explicou e não soube explicar porque só tinha tesão de dar a bunda ao moleque, era quase um fetiche, nem nunca me disse quando tinha sido a perda do lacre do cu dele. Dessa conversa surgiu a maior imprudência que fiz: convenci RATO a me apresentar o moleque, JONAS. RATO riu e disse que ia reclamar se perdesse o posto de meu comedor.

Alguns dias depois, entra JONAS na minha casa com a minha ferramenta na cintura. “Eu vim devolver a ferramenta”, disse ele com cara de marginalzinho mesmo, olhando com cara de “abre o cu, bicha safada”. “Para eu pegar a ferramenta, só se ela estiver limpa, vá tomar banho”, mandei e fui com ele. Fiquei impressionado com o pau de JONAS. Era maior do que de RATO, não muito, porém JONAS era mais novo e muito mais franzino, parecia até mais novo do que era, então o cacete parecia transplantado de um cavalo. Uma beleza para mamar, o que fiz e levei uma gozada na boca sem aviso, gala rala ainda dele. Ele limpou o pau e uns 15 minutos depois eu já tinha deixado aquele cacete duro de novo com um boquete; fomos para o quarto, fiquei de quatro e me submeti ao sacrifício. JONAS sabia o pau que tinha, aprumou, deixou entrar um pouquinho e enfiou de vez. Doeu e reclamei. “Cala a boca, isso é para você não esquecer da minha rola nunca mais”, falou enquanto mandava pica em mim. Gozei horrores com ele me comendo e ele demorou mais porque tinha gozado pouco antes, como eu disse. Uma trepada violenta e muito gostosa. Ele gozou, limpou o pau na minha cueca que estava na cama, pegou o dinheiro e foi embora com o mesmo riso cínico. “Se quiser mais, é só chamar”, falou e saiu.

Eu quis mais e o chamei outras vezes, quando queria uma pegada mais forte. RATO, entretanto, era meu predileto, ele me comia de uma forma que eu aproveitava muito e a gente curtia. Perceberam que JONAS “pegou o dinheiro e foi embora”, como escrevi antes? É que o safado só vinha se eu pagasse a ele um cachê, ao contrário de RATO, a quem eu dava as coisas de forma voluntária e sem ele nunca ter pedido.

Por sorte minha, pois até acho que a entrada de RATO e de JONAS (algumas vezes) na minha casa já devia estar na boca do povo, mesmo meus amigos nada tendo comentado comigo, minha família se mudou e meu esquema com RATO/JONAS acabou.

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