O Professor King E A Cura
Depois Do Jogador Luciano Do SPFC E Do Cantor Seal Agora Será A Vez De Professor King Em Uma História Erótica
Olá leitores desse site tudo bem com vocês.Aqui estou eu de volta com mais UM conto Erótico especialmente pra vocês e Hoje vou escrever UM conto, Que olha Querido,vai Dar O Que Falar é sobre UM casal e UM terapeuta.Vai ter sexo tântrico Que Eu não sei que porra é essa,e tudo o que tem direito.mas a história erótica é daqui a pouco.mas antes de começar O relatório erótico,Eu preciso comentar Dois assuntos importantes. Essa semana Eu Tava Olhando Umas revistas contigo Que estavam guardadas no Meu guarda-roupa de Meu quarto e Eu achei duas reportagens interessantes que eu vou escrever Esses Dois assuntos com vocês leitores.O Primeiro Assunto que Eu Quero comentar com vocês é o seguinte:O Que tem Em comum O Clodovil,Fernando Vanucci e o Rogério Cardoso?.Eles eram Três artistas de TV.Clodovil Era costureiro famoso e apresentava Programa de televisão.fernando Vanucci Era locutor esportivo e o Rogério Cardoso Era Um ator de televisão.pois bem.Em 19 de abril de 1994,a Revista contigo trouxe uma notícia sobre Os Sustos que Esses três artistas infelizmente passaram.vamos começar com o Clodovil.Em 9 de abril de 1994, De Noite,O BMW do Clodovil Foi abordado por UM assaltante no bairro do Jardim Paulista na cidade de SP. O Clodovil Tinha ido num restaurante famoso Que Tinha lá, Eu Acho Que Era francês,Não me recordo O nome,Vou ficar devendo a informação pra Vocês,Acompanhado de Dois produtores do Programa dele.Na época O Clodovil Tinha UM Programa de TV na Manchete.Aquele típico Programa que O Clodovil Fazia,Com Uma Uma platéia pequena e Muitas Alfinetadas.Pois bem:Bem agressivo, O ladrão atirou no Carro de Clodovil e roubou Um relógio Dele, avaliado segundo palavras do Clodovil na época, Em 3 mil dólares.na manhã seguinte após registrar a ocorrência no distrito policial, O Clodovil Estava Ainda bastante assustado,Pois a bala disparada,atravessou o vidro do Carro dele e se alojou no volante.os estilhaços feriam a mão e o pulso do clodovil.Agora vamos falar do Fernando Vanucci.dois Dias antes do acontecido com O Clodovil no dia 7 de abril de 1994,O Fernando Vanucci sofreu Um acidente de carro no Leblon no Rio de Janeiro e foi levado pro hospital.Vanucci sofreu Um corte profundo na cabeça,várias fraturas no braço direito e intensas dores nas pernas.o caso do Vanucci foi tão grave que Ele Teve de ser transferido de hospital Onde Foi submetido a Uma cirurgia no cotovelo.felizmente Alguns meses Depois O Vanucci saiu do hospital e Tudo terminou bem com Ele. E por último Rogério Cardoso. O Rogério Cardoso no finalzinho de 1993 começou a sofrer de angina Uma doença cardiaca e Ele Foi internado no Incor Em SP, Onde colocou duas Pontes de safena e sabe quem operou Rogério Cardoso?.Adib Jatene que Era O ministro da saúde do Fernando henrique.ele mesmo. Gente Como Esses três famosos passaram cada Susto. Deixem nós comentários qual desses três famosos aí Você O Mais curtia?.Bom:E Pra terminar, Pois Daqui a pouco Vocês vão ler a história do Professor King. Eu Quero comentar Sobre Um cara que Eu particularmente Gostava Dele e que infelizmente Ele Já nos deixou. Esse Cara se chamava Tom Jobim. Aquele cantor lá da águas de março. Acredite se quiser. Você sabia que o Tom Jobim Já foi acusado de plágio?.Pois é.O Tom Jobim Tinha Uma musica chamada Anos Dourados,música Muito boa por sinal e Uma compositora chamada tita,Que era evangélica,Tinha Uma música chamada Meus amigos e o Tom Jobim teria plagiado a música dela.a tita disse na época que as sete primeiras notas da música do Tom Jobim Eram idênticas a primeira sequência da música dela.Um rolo na época.ai veio o advogado do Tim Jobim dizendo que absurdo,que as semelhanças da música dela são insuficientes para acusar o plagio e o advogado do Tim Jobim chamou a compositora de oportunista. Infelizmente Eu não sei como terminou essa história do plágio do Tom Jobim,mas olha Tom Jobim sendo acusado de plágio.Isso pra mim é inédito.Esse arquivo da contigo que eu tenho em casa é um baú do mal.abriu àquele arquivo da contigo lá tem tudo de errado que os artistas fizeram.eles negam,mas temos o arquivo da contigo pra desmascarar Esses artistas de sorrisinhos falsos de Instagram. E olha aguardem,Eu tô lendo uns negócios do passado dos artistas e nos próximos contos do conversas deliciosas,A máscara de muito artista vai cair. Se preparem. O negócio vai pegar. Bom Chega de Passado e vamos a história erótica do professor king. Bora!!!!!!
Sou Uma mulher bem Fiel ao Meu marido, não sou do Tipo “dondoca”, só me interessando Em comprar e usar roupas de grife famosas como a Guggi por exemplo, Ir a festas badaladas, embora goste de Ir à praia (moramos, Eu e o Meu Marido, Aldo, no recreio Dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro), mas uso maiô inteiro, não Gosto de Usar biquínis, Pois deixava O corpo todo da mulher Quase à mostra (Principalmente, a bunda). Faço academia Uma ou duas Vezes por semana, amo ler Livros de Ficção científica e de Assistir filmes da sessão da Tarde. Tenho estatura mediana, sou morena clara, seios pequenos, mas coxas grossas e bem torneadas, e UM bumbum bem grandinho, durinho, e Que Sempre mereceu elogios (Sempre Que Eu não estou presente) de Meu Marido e dos amigos Dele. Meu Marido, Aldo, é UM engenheiro químico bem-sucedido, e faz Todas às minhas vontades. Entretanto, O Nosso casamento de Nove Anos não Estava Muito bem das pernas, O Que, Falando O português Bem Claro, significava Que Eu não abria Mais às pernas pro Aldo, se é Que Vocês me entendem... Tenho 28 anos e Aldo, 38. Rolava UM cansaço normal, Um desgaste Em Nosso Casamento, sobretudo Principalmente na Hora do sexo. Pois Eu não encontrava Mais prazer Em fuder com O Aldo, Que nunca saía da VELHA e Manjada posição Sexual de papai-mamãe Desde Que nos dois Juntos casamos (Pois casei Virgem, de buceta e de cu, imaginem!). Como temos interesse Em mantermos a chama do Nosso Casamento, Nem pensava Em Alguma possibilidade de divórcio, Pois Jamais às nossas famílias aceitariam O escândalo,Nós Dois resolvemos Fazer Uma terapia de casal com UM especialista Que Era Muito famoso no Rio de Janeiro.
Em Um determinado dia, dirigimo-nos até ao local,Em UM luxuoso consultório na Barra da Tijuca, Onde tínhamos combinado com hora marcada. Já havíamos conversado a respeito desse terapeuta comportamental famoso com alguns casais amigos Nossos, Que haviam se consultado com Esse terapeuta famoso e falavam maravilhas do tratamento.Quando Eu e o meu marido Aldo chegamos até ao local, fomos Muito bem recebidos por Uma secretária, cerca de 23 anos, Ruiva, magra, peituda e UM belo traseiro bem redondo, vestindo Uma minissaia Branca tão curta Que Dava para ver a polpa da bundinha. Linda, Era a tal menina.
O consultório, localizado Em Uma cobertura na Avenida Delfim Moreira, Tinha Uma vista magnífica para o mar Que se descortinava da espaçosa varanda, decorada com plantas orientais, Palmeiras e samambaias, e gaiolas de pássaros silvestres. Simplesmente Um verdadeiro luxo. Claro Que O preço da consulta custava O Olho da Cara, mas achavamos que Não custaria a Pena Tentar.
Após nos acomodarmos Numa excelente Sala de estar Que nos foi destinada, e a tal secretária de minissaia Branca nos servia Vários drinques (Passport Scotch, uísque doze Anos). Educadíssima, apesar da aparência vulgar, a moça nos explicou Uma Tal de “regra de ouro”: deveríamos obedecer cegamente ao terapeuta, Uma espécie de líder espiritual, a quem O chamavam de O Professor, e Fazer Tudo O Que Ele mandasse, Pois, senão, O “tratamento” não Faria efeito. Soubermos, também, Que a clientela Dele Era formada de políticos, empresários e celebridades do Futebol, ou Seja, Pessoas Muito ricas e Que podiam pagar e Fazer vultosas doações à fundação para tratamento de dependentes Alcoólicos, mantida pelo Professor.
Depois de Um Certo tempo, a tal secretária pediu-nos Que nos dois dirigíssemos à Sala da consulta, para conhecer o tal Doutor. Fomos conduzidos a Uma antessala, e após Uma curta apresentação feita por UM “assessor”, UM Rapaz bastante afeminado, O Doutor adentrou a sala e acomodou-se Numa confortável poltrona preta, e nós, finalmente, pudemos conhecê-lo ao vivo e a cores. Era um homem Negro alto, de forte compleição física, com Um bigode Fininho Muito bem aparado, devia ter cerca de Uns quarenta e três Anos. Vestia Uma túnica com motivos africanos, Muito bonito e bem estampado. Em resumo, O Doutor expôs Em rápidas palavras a teoria comportamentalista Que Ele aplicava Em seus pacientes e Que aprendeu Tudo Em uma renomada universidade norte-americana, Falou de meditação,ioga, transcendência, espiritualidade, e Que O principal Era Que todos Os pacientes acreditassem nele e no poder de CURA Dessa Suposta “terapia”. Terminada a apresentação, estávamos Eu e O Aldo Muito bem impressionados com o tratamento VIP Que estávamos recebendo. O terapeuta Disse chamar-se Dr. King - Professor. King, emendou, ficou Alguns segundos Em Uma espécie de meditação e, Em seguida, pediu-nos para ficarmos descalços e Muito bem à Vontade, e Que nos acomodássemos nas confortáveis almofadas Que Estavam dispostas no chão da Sala do Professor africano.
O Aldo Estava vestindo Uma Bermuda Jeans, Uma camiseta polo da Armani na cor Branca e Um sapatênis da Opaloken, e Eu, UM short (“muito curtinho, Parece Como de Uma piranha!”- reclamara Aldo), Uma camiseta amarela e sandálias de couro.
–Bem-vindos, Aldo e Isabela. O Que Os trazem por Aqui? Por quê Vocês Querem a Minha ajuda?” – começou, Numa voz macia e pausada, Quase mastigando às palavras.
Eu, então, Passei a contar Os Nossos Problemas do Nosso casamento, O desgaste da relação, a falta de Vontade Que Eu Tinha de Fazer sexo, O medo de que O Aldo me traísse por causa Disso, Minha Vida fútil etc. Etc. A princípio, Eu Estava Muito nervosa, mas, Aos poucos, Fui me soltando, e mostrando-me Mais à Vontade na presença do Professor africano. Aldo permanecia bastante calado, mas, Parecia concordar com Tudo O Que Eu expunha para aquele Professor africano.
O Professor King Africano escutou-me atentamente, Disse Que gostaria de ouvir-me outras Vezes, e perguntou a Meu Marido se Ele estaria de acordo com o Que Eu Havia Narrado. Aldo fez Que sim,mexendo a Sua cabeça, Que Era Mesmo àquilo e Que estávamos dispostos a seguir às recomendações daquela suposta terapia espiritual. O terapeuta, então, pediu-nos Que fizéssemos Tudo O Que Ele passaria a ordenar e Que não poderíamos contrariar Sob Em Nenhuma hipótese Qualquer recomendação sua. Então Eu e o Meu Marido Aldo Concordamos.
Pediu-me, então, Que viesse me sentar, ao seu lado, à Sua direita, Numa poltrona de cor Roxa. Fui. O Professor King então pediu-me para começar a relatar vários fatos de Minha infância e da Minha adolescência Que haviam me perturbado sexualmente.
Foi com alguma dificuldade Que Eu comecei a me lembrar:
– Professor King – falei.
– Eu me lembro de que, Quando Tinha de Quartoze pra quinze anos, UM primo, Já com dezessete Anos, Com quem Eu Gostava Muito, Muitas Vezes me mandava sentar no colo Dele, e Fazia perguntas Sobre Como Eu Estava na escola, Quais às músicas de Que Eu Mais Gostava, etc. E recordo Que Eu ia sentindo Alguma Coisa crescer na calça Dele, e Ficar Bem dura, e Isso me Dava UM prazer enorme, Porque a “coisa” ia roçando Em Minha bundinha, e até a Minha calcinha ficava bem molhadinha, Depois diminuía de tamanho e Eu Sentia UM Molhado na calça Dele. E Ele Sempre procurava esconder a mancha com algum objeto, Geralmente Um Jornal ou Uma Revista.
O Professor King ouvia atentamente O Meu Relato. Mas avançou a mão direita Sobre O Meu joelho, alisando levemente a Minha coxa e me mandou Que Eu prosseguisse Com O Meu Relato. Aldo assistia a Tudo passivamente Muito bem excitado.
–Em Uma Outra ocasião este Mesmo primo mandou Que Eu mostrasse Os Meus peitinhos Para Ele. E tocou neles, nas minhas rodelinhas. Naquela fase, Eu Tinha duas “azeitonas”, Meus peitinhos Sempre Foram Muito pequenos – confessei, rindo timidamente.
O Doutor africano King então pediu-me que fôssemos representando àquelas cenas emblemáticas, “para Dar Mais realidade Aos relatos”, justificou O Professor King Africano.
Assim, mandou Que Eu tirasse a camiseta e O short, para expulsar Melhor às “energias negativas”. Olhei para o Meu marido, Como a pedir consentimento, e Ele fez UM sinal positivo com a cabeça de Que sim, Eu devia livrar-me das roupas. Nossa:Que vergonha! Fiquei apenas de calcinha fio-dental (pois nunca usei sutiã) mostrando toda a Minha beleza e juventude para o Doutor africano King. Vi brilharem Os Olhos do Professor King, Que procurou disfarçar, pedindo a Aldo Que viesse sentar-se Numa outra poltrona, ao lado esquerdo Dele, e Que contasse fatos de Sua adolescência Que O haviam perturbado sexualmente.
Aldo confessou, Muito envergonhado, Que, Quando Ele Era Garoto, Os Seus colegas de escola passavam a mão Em Sua bunda, e Que Alguns colegas da escola Muito abelhudos roçavam O pau na bundinha Dele, Quando Estavam no chuveiro do vestiário da escola, Depois Das aulas de educação física, e Que Ele não só deixava, como sentia Muito prazer com Isso. Alguns até gozavam, e a porra Deles escorria pelas pernas Dele, Aldo.
Ordenou, então, Que O Aldo também se livrasse Das Suas roupas. Ficamos, então, Eu e O Aldo, Quase Que despidos... Aldo vestia Uma Cueca Tipo slip Na Cor Azul, Que mostrava a polpa de Sua bunda e destacava o volume de Sua “mala”, Que, notei, Estava Ficando bem Dura. Nós Dois Estávamos ambos excitados, Quase Que pelados, Frente a Frente com o Nosso terapeuta Sexual Africano. Comecei a sentir Que a Minha bucetinha Estava Ficando cada vez Mais molhadinha...O Professor King avisou-nos de Que nos iniciaria no sexo tântrico, Um método de ioga infalível para a nossa CURA, e Que afastaria de vez o fantasma de Minha frigidez no sexo, afim de Que O Nosso Casamento se fortalecesse, buscando Mais união Entre nós.
Em seguida O Professor King, ordenou-me Que alí, na Frente Dele, começasse por beijar na boca e massagear O Cacete de Meu Marido Aldo, e acariciasse a Sua bunda. Fiquei,a princípio, com Muita vergonha, Mas logo que comecei a tocar no Aldo, e notei O seu pau crescendo como Uma Rocha, Eu relaxei. Aldo, com os Olhos fechados, recebeu, durante Alguns minutos, minhas carícias, mas Eu, bolinando O Meu Marido, não demonstrei Qualquer tesão ou desejo Sexual... Por Ele! O Professor King Africano, então, mandou Aldo acomodar-se de novo na poltrona, e Disse Que mostraria Como Fazer corretamente Esse exercício... Em Mim!O Professor King Ordenou-me Que Eu tirasse a calcinha dela. Desfiz-me da minúscula peça, Que Ainda escondia a buceta inteiramente depilada dela e a Sua bunda Gostosa, e Fiquei completamente nua! Nua na Frente de Um Estranho e de Meu Marido Aldo! O Aldo esboçou Um movimento Como se estivesse interferindo, mas O Professor King advertiu-o de Que precisaria confiar nele e não procurar atrapalhar O processo da “cura”; Falou Que Eu e O Aldo, antes de Tudo, precisaríamos de nos livrarmos Das “energias negativas”, se quiséssemos salvar o Nosso Casamento! Mesmo contra a Vontade, Aldo acabou Concordando.
Eu permaneci impassível, Pois, Mais do Que O Meu Marido, Sempre acreditei Nas curas “espirituais”. O terapeuta, então, despiu-se da túnica africana estampada, e vimos Que Ele Estava completamente peladão. Tinha Um membro Muito Maior e Mais Grosso Que O do Aldo, e seus pentelhos Eram negros, cobrindo Todo O Baixo ventre. Começou a me alisar Primeiro no rosto, Depois nas Costas e abaixando-se Passou suas mãos no Meu sexo (Que Estava cada vez Mais úmido) e na Minha linda e rechonchuda bunda, procurando com o dedo anular a entrada do Meu Cuzinho. Seu pau, a esta altura, Já Estava completamente rijo (Era ligeiramente curvado), e devia medir, Acho, Uns vinte e Três centímetros! Notei Que Aldo esboçava Um ligeiro tremor no corpo e levava a mão ao seu pau, começando Uma Punheta, devido à visão das tórridas carícias Que O Professor King Africano Fazia Em Mim. Logo entreguei-me completamente! Sempre de Olhos fechados, obedeci Quando O Professor King delicadamente empurrou a Minha cabeça pra Baixo, Em direção ao seu membro avantajado. Obrigou-me a ajoelhar e fez com que Eu abrisse a boca, e chupasse e abocanhasse O seu pau, Já pulsante de tesão. Para O Meu espanto, comecei a Chupar gulosamente O pênis Daquele Macho, e O Fazia (Dava para se notar) com Uma Vontade e volúpia Que Eu nunca O Havia demostrado com o Meu Marido nas nossas transas de antigamente. Pra Ser sincera, devo confessar Que, no Fundo, Estava Amando Em Fazer àquela cena com o Meu Marido e pensando Assim:Nossa Eu, tão Fiel, chupava a Pica de Um outro Homem bem na Frente Dele!
Em seguida, O Professor King ordenou que Eu parasse com O boquete e me deitasse, com às pernas bem abertas, e O sexo bem exposto, no felpudo tapete Persa da Sala do Professor africano. Penetrou-me na buceta, não sem antes lamber a Minha vulva, com Uma língua bem áspera, parecendo Uma lixa Daquelas serra Makita sabe, e massageando O Meu clitóris, Que, a Essa altura, Já Estava bem esticadinho (Tenho Um grelinho bem grandinho...). Ficamos fudendo bem Uns Cinco minutos, Quando comecei a agitar-me convulsivamente e arqueando O Meu corpo, Eu gozei Como nunca Gozava Antes, Em sucessivas ondas, emitindo gemidos Muito altos, Enquanto O terapeuta Africano também urrava e esporrava gostosamente Em Minha xaninha!
Recuperando O fôlego, O Professor King parabenizou-nos pelo Nosso comportamento. Disse Que faríamos Uma pausa e interfonou para a “secretária”, pedindo Que Ela trouxesse Alguns petiscos e bebidas. Veio a tal ruivinha, vestindo só apenas de calcinha e sutiã, ambos na cor vermelha, viu-nos Eu e O Professor King nus (Aldo Ainda Estava de Cueca, mas notei Que nela Havia Uma mancha, possivelmente Ele Tinha gozado vendo-me Ser penetrada por UM outro Macho), e Ele não manifestou Qualquer Surpresa. Deixou a encomenda e retirou-se rebolando bem àquela bunda linda, com UM sorrisinho meio Que disfarçado. Devia Já estar acostumada com Os “hábitos” do Professor King Africano.
Meu marido (agora corninho...) bebeu duas doses do uísque doze Anos, e Eu servi-me de Uma taça de champanhe. O Professor King não bebeu nada alcoólico, apenas Água mineral. Passados cerca de vinte minutos, Nosso terapeuta prosseguiu a sessão do tal “sexo tântrico”. Antes, ordenou Que Eu e O Aldo nos ajoelhássemos e beijássemos Os Seus pés Em sinal de irrestrita obediência. Meio ressabiados, Assim O fizemos. Eu Estava curiosa pra Saber O Que viria por aí...
O Professor King, Já inteiramente recuperado, ordenou-me Que ficasse de quatro e abrisse bem às nádegas, Pois Ele Iria me penetrar por trás, e com O seu sêmen purificando às minhas entranhas. Obedeci e, dobrando-me, abri Bem O Meu cu para a Pica Já dura do Professor King. Este acariciou O Meu traseiro, e começou a penetrar-me com firmes estocadas Em Meu Cuzinho... Virgem!, Pois nunca Havia consentido Em Dar a bunda! Eu gemia alto, Enquanto àquele Macho me penetrava com estocadas contínuas e ritmadas. Parecia Que Ele Estava Em transe, Pois Tinha Os Olhos fechados e Uma baba lhe escorria no canto da Sua boca. Olhei para O Meu Marido, para ver a Sua reação. A Essa altura do campeonato, não aguentando Mais, Aldo Havia despido a Cueca, e começou a masturbar-se com sofreguidão, Enquanto me via Ser enrabada Na Sua Frente! Gozei Quase ao Mesmo tempo Em Que O Professor King, urrando, enchia de porra O Meu cu, enquanto me dirigia palavras intraduzíveis, que deviam Ser xingamentos, Numa língua misteriosa, Tipo “porca imunda”, “cadela vadia”, e por aí vai...
Finalmente, veio a Surpresa Maior. O Professor King ordenou ao Aldo Que lambesse toda a porra Que escorria do Meu Arrombado cu, e, pasmem!, Que Ele lhe lambesse O pau e O deixasse bem limpinho! Para a Minha Surpresa, Aldo não só Deixou O Meu cu limpinho Como, rebolando Muito a bunda, Mamou gulosamente e durante Muito tempo na Pica do Nosso Professor africano, limpando-a, deixando-a “sem Nem Uma gotinha”, Como Falou com Uma voz meio efeminada... Portou-se Como UM autêntico viado, e pareceu-me Que apreciou Muito Esse papel de viado safado...
Depois desse episódio, O Professor King mandou-nos Que nos retirássemos da Sala e avisou Que falássemos com a "secretária" para marcarmos outras sessões. Tive Que arrastar O Aldo do Quase transe Em Que Ele se encontrava, e decidimos partir de volta para a nossa casa. Ele Ainda relutou, Disse Que não poderíamos interromper a Tal “cura”, mas Eu O obriguei a vir Comigo Embora pra casa. Afinal, O Meu Marido Tinha sido obrigado a bancar O corno e a Chupar Uma Pica!
Passamos na recepção e pagamos Uma conta “extra” astronômica Pela “sessão de cura”. A ruivinha bunduda nos desejou boa sorte, com um discreto risinho de mofa! Voltamos para a nossa casa e nas semanas seguintes nada de treparmos! Conversamos muito a respeito e decidimos.quem sabe melhoraria o sexo no nosso casamento?. Passar a nos relacionar com Homens solteiros ou casados. Mas, Isso Já é Uma Outra história...
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Comentários (17)
Thiago: Eu não sei o que foi mais pior o assalto ao Clodovil ou o assalto a casa da Hebe Camargo? Antes de assaltarem o Clodovil,A Hebe Camargo Também Foi assaltada Na época roubaram o dinheiro e as Jóias dela A Hebe morava no Morumbi Com o Lélio Já falecido em 2000
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Responder↴ • uid:pisn9rec260S.Couto: Meu Maior Tesão é de Chupar Uma pica de casado
Responder↴ • uid:pisn9rec260hulk: Todo Homem Tem Vontade de Dar O cu
Responder↴ • uid:pisn9rec260Hetero bi casado: Foda-se Que tesão de conto.imaginei-me na pele de ambos e Fiquei cheio de tesão
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