#Gay #Teen

O “aborrecente” e chato comeu minha bunda muitas vezes

2.1k palavras | 1 | 4.18 | 👁️
Ramon

JÚLIO é filho de uma prima minha e os dois passaram uma semana em minha casa. Deu no que vou contar, ou melhor, eu tive de dar.

Uma prima minha que mora no interior, daquelas parentas distantes, que a gente só fala uma vez por ano quando fala, perguntou se ela poderia passar alguns dias na minha casa, enquanto resolvia umas questões de uns imóveis do inventário do pai dela, tanto documentos quanto cobrança de aluguéis atrasados. Claro que concordei, até porque nessa época morava sozinho e em um apartamento antigo mas de bom tamanho. Juro que pensei até se não seria possível eu transar com ela, que se não era linda e de chamar a atenção, era uma mulher interessante nos seus 40 e poucos anos de idade, divorciada e sempre muito ativa.

Ela veio de carro e, ao abrir a porta do apartamento, vi que minha prima estava acompanhada, vinha com o filho dela, JÚLIO, um adolescente com cara de poucos amigos. “JULINHO teve de vir, não tive com quem deixá-lo”. “Sem problemas, sejam bem-vindos!”, falei por educação e já fui mostrando onde eles ficariam e onde encontrariam a casa. O apartamento tinha 2 quartos e uma dependência de empregada que eu transformei no meu escritório. Conversamos sobre o que ela vinha resolver e os dois saíram para “dar uma volta no shopping”, pois no dia seguinte iam começar “as tarefas”. Entreguei uma cópia da chave a ela.

No dia seguinte, os dois partiram para resolver as pendências. De noite, minha prima me perguntou se JULINHO poderia ficar na casa, pois ele reclamava demais e atrasava o trabalho. “Ele fica no celular ou no meu notebook, garanto”, ela disse. “Claro que sim”, disse. Minha prima saiu cedo no outro dia e JÚLIO, como eu o chamava, foi ficou no celular e depois foi para o quarto. Eu fui trabalhar no outro quarto (agora home office meu). O dia todinho foi assim e só falei com ele quando o chamei para almoçar; nem lanche ele pedia silêncio total, zero interação. À noite, eu e minha prima conversamos e eu disse que ele não tinha atrapalhado em nada.

No outro dia, perguntei a JÚLIO se ele não queria dar um mergulho na piscina do prédio. “E tem piscina aqui?”, ele mostrou interesse. “Do prédio do vizinho, ah ah ah”, respondi e ele meio que se irritou mas nada falou. “Vai dar uma volta, cara, pela vizinhança. Tem uma pracinha aqui perto, só tome cuidado com o celular”, sugeri, mas ele disse que ia pensar e ficou no quarto. Para quebrar o gelo, e porque é chato demais você dentro de uma casa com uma pessoa que não fala mesmo não sendo mudo, umas dez da manhã eu passei pelo quarto e fui oferecer um suco ou um lanche para MUDINHO, digo, JULINHO. E quando abri a porta do quarto, que estava entreaberta, vejo a cena dele com o calção nas canelas, sentado na frente do notebook e batendo punheta. O susto que ele tomou, nem reação para subir o calção ele teve, ele ficou paralisado. “Nada melhor que uma boa punheta para relaxar”, falei rindo e ia sair do quarto quando percebo que o vídeo de putaria no computador era de gay, tipo uma orgia gay. Ele viu que eu tinha notado isso e o mudo virou falador:

- Tio, eu posso explicar
- Que é isso, JÚLIO, fica tranquilo, isso fica entre a gente, nem esquente com nada. O assunto morreu aqui, como morreu o seu cacete, que estava tão animado e agora parece uma meia vazia, brinquei com ele

A referência ao cacete dele é porque o pau dele era bem grande para a idade e isso me chamou a atenção. Falei e fui para meu escritório. Não deu 5 minutos e JÚLIO vai atrás de mim:

- Eu tenho de me explicar, pedir desculpas, fazer isso na sua casa
- Que nada, a bobeira foi fazer com a porta aberta. Eu bato punheta até hoje, acredite
- E sobre o vídeo...
- Eu vi, fica tranquilo, eu já disse
- Eu posso explicar
- Não precisa
- Mas eu vou: lá na minha cidade muitos meninos já “tiraram o queijo” (perderam a virgindade) e a maioria foi com JÉSSICA, uma “bicha” de lá que ainda dá uns trocados para quem transa com ela.
- Então você estava estudando para ganhar um dinheiro de JÉSSICA. Só isso mesmo?

A minha pergunta atropelou a narrativa dele e em pouco JÚLIO me dizia que já tinha ganhado dinheiro de JÉSSICA, já tinha transado com uma vizinha dele e que apenas curtia ver putaria, incluindo filmes gays. De alguém que era um chato e calado, ele se confessou comigo, que não o repreendi (ah se ele soubesse sobre mim...) e disse que tomasse cuidado. O alívio de JÚLIO foi tamanho que ele riu e me deu um abraço.

- Cuidado, falei
- Com o quê?
- Vai para lá com essa rola de cavalo, tarado safado
- Gostasse dela? Que pegar nela?, falou como se fôssemos íntimos há tempos
- Tenho nem mão para isso, disse sem negar com veemência

JÚLIO desconfiou. “E o suco que me foi prometido?”, perguntou. “Ah, vamos lá, é em popa mas fica uma delícia”, respondi me levantando e fomos para a cozinha, onde fiz um suco de goiaba bem gelado.

- Tá bom ou não tá?, indaguei
- “O seu sucozinho da popa da sua goiaba é uma delícia, tio”, o boy falou tirando onda mesmo
- Ah ah ah, gostei, o namorado de JÉSSICA é engraçado mesmo
- Aí é foda, namorado de JÉSSICA não dá
- Conta aí os detalhes, então.

Ele contou rapidamente a trepada com JÉSSICA, foram ele e um amigo, e dizia que começou a assistir os filmes depois de ter gostado de ter comido o cu dela (ou dele, pois é um gay), mesmo tendo adorado comer buceta. “A pessoa vai decidindo aos poucos, sem arriscar nada, e sem se expor, pois tudo é colocado nas redes sociais”, disse a ele, pois é uma questão delicada.

- Mas que você (ele até então estava me chamando de tio ou senhor) deu olhada para meu pau, deu. Curte? Se quiser eu mostro de novo, falou isso simulando que ia abaixar o calção
- A sua bilola (escolhi essa palavra por maldade) é grande, reconheço; a minha é maior e mais grossa

Pela conversa já se vê onde ela foi parar. Fomos para meu quarto e medimos as rolas. A minha era maior e bem mais grossa, ele até se assustou, porém a dele para um adolescente era grande. Detalhe: claro que só se medem rolas de pau duro e na medição eu tomei a iniciativa de juntar as duas e após prometermos manter tudo em segredo. Comecei aquela punheta nos dois ao mesmo tempo e JULINHO (comecei a chamar ele assim) dizia que estava muito gostoso. Deitei ele na cama e comecei um boquete, já perguntando “quer gozar na minha boca ou no meu cu?”. “No cu. Mas eu não sei se aguento sua rola”, ele me disse que tinha feito troca-troca quando era mais novo. “Não se preocupe com isso, venha me comer”. Nem imaginei fazer troca-troca com ele!

Peguei o gel, fiquei de quatro e JULINHO veio me comer. “Enfie devagar até entrar tudo, viu, seu safado?”, alertei e ele cumpriu isso. Aquele pau duríssimo me penetrou com alguma dificuldade mas logo ficou uma delícia. JULINHO gozou logo, enquanto me dava tapas na bunda. Gozou e tirou logo, pedindo para eu botar o leite para fora do cu, como ele tinha visto na internet e eu atendi ao pedido do meu machinho, que riu muito ao ver a porra dele escorrer do meu buraco.

Ficamos conversando, liberei alguns segredos meus, e ele repetiu o seu medo de eu meter meu pau na bunda dele.

- JULINHO, eu não vou comer você, nem se preocupe, meu pau é muito grosso e se você quiser guardar as pregas para eu tirá-las daqui a uns 3 anos, tudo bem (disse isso porque realmente tive medo de estourar alguma coisa no rabo dele, mesmo ele tendo corpo que aparentava idade maior)
- Eu bem que queria tentar...
- Veja, não seja passivo no impulso, porque seus colegas dão a bunda, nada disso. Leia mais, veja as implicações, tudo isso.
- E você não gosta de ser passivo?
- Já passei da sua idade e já fiz minhas escolhas, é diferente

Almoçamos e fui trabalhar, sendo interrompido no meio da tarde. “Topa de novo agora?”, perguntou um JULINHO já de pau duro. Não pude negar, dessa vez coloquei ele deitado na beira da cama e montei de costas no pau dele, rebolando a bunda. “Vamos para o frango assado”, disse e fui explicando a JULINHO. Ele me comeu assim e meteu com muita força mesmo.

- Tarado, que rola grande e gostosa, ela entra no meu cu e eu me arrepio, falei
- Que cu gostoso, assim eu vou morar aqui
- Meu rabo já está assado de tanta pica de meu macho, será que aguento?, disso isso e gozei

Acertamos uma narrativa para que quando minha prima chegasse não estranhasse que tínhamos virado “best friends”; ela chegou tão cansada que mal notou, limitando-se a dizer que “ainda bem que vocês se deram bem”.

Minha prima e JULINHO passaram 5 dias lá em casa. Tirando o último dia, quando minha prima veio almoçar com a gente e não saiu mais, fui comido 3 ou 4 vezes por dia. JULINHO realmente deixou meu buraco bem aberto, porque o cacete dele deveria ter uns 14cm e ele metia com força. Várias posições que ele viu nos filmes pornôs tive de fazer, até golden shower, que ele ria enquanto mijava na minha boca.

Durante a estada deles, eu também saí com ele para tomar sorvete, fomos no shopping, comprei umas coisas para ele e, no dia da despedida, fiz um pix “interessante” para meu comedor juvenil. Lembrei a ele que procurasse comer logo uma buceta, para não se fixar apenas em cu de homem.

Quando estávamos levando as malas para o carro, minha prima subiu para ir no banheiro antes de irem embora, eu perguntei a ele: “E aí? O meu ou de JÉSSICA?”. “Claro que JÉSSICA é mais gostosa”, respondeu ele rindo. Trocamos um abraço e eu disse a ele que viesse de ônibus passar uns dias comigo, o que não ocorreu e isso já faz mais de seis anos, ou seja, o meu comedor é um macho da rolona (até hoje ele de vez em quando me manda nudes do pau).

🤩 Avalie esse conto 🥺
12345
(4.18 de 11 votos)

Ramon #Gay #Teen

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Mato Grosso 7: Adorei ficou muito bom conta mais

    Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0y