Cama familiar
Com quinze anos eu surpreendi meu irmão de dezessete esfregando o ventre na bunda de minha mãe, enquanto ela lavava a louça encostada na pia rebolava naquele cacete como uma colegial. Quando os dois perceberam minha presença separam-se, mas ainda tive tempo de ver aquele canudo dentro do shorts de Sergio que sai pela porta para o quintal, indignada fiquei olhando para minha mãe que na época tinha quarenta e dois e ela completamente sem graça e com o rosto vermelho como eu nunca tinha vista. Com os olhos cheios de lágrimas ela falou: "Seu irmão não tem jeito, sempre com essas brincadeiras..." Não conseguindo me controlar respondi: "Brincadeira? Ele estava praticamente lhe comendo". Ela sem argumento diz: "Você não entende". Percebendo na voz de minha mãe algo diferente perguntei: "Vocês já colocaram chifre no meu pai?". Mamãe perdeu o controle e começou a chorar e desabafou: "Não. Mas está difícil resistir e se você disser para seu pai ele é capaz de fazer uma besteira". Entendendo a situação dela vi a oportunidade de realizar minha fantasia e disse: "Acho que tem um jeito...". Abraçadas e ainda sentindo minha mãe tremer em meus braços traçamos os planos. Assim que meu pai chegou, eu disse a ele que mamãe havia ido a casa de meus avós e coloquei o jantar para ele, já vestindo meu baby dool azul de alcinha naquela mesma posição que tinha visto meu irmão atrás de minha mãe mais cedo, pude ver meu pai com os olhos grudados na minha bunda, pois o shortinho de pano fininho além de dar a ele a visão de eu estar sem calcinha, mostrava-lhe perfeitamente o contorno de minhas nádegas e quando virei de frente para papai sua ereção era indisfarçável e me aproximei aproveitando que ele estava sentado, aproximei meus seios de seu rosto vendo seu esforço sobre humano para não me agarrar fiz um carinho em seu rosto e o puxei pela mão e o fiz caminhar no sentido da sala como se fosse para assistir televisão, mas assim que chegamos na sala eu parei antes dele fazendo com que a mão de papai que eu segurava envolvesse meu seio direito e encostei minha bunda em seu cacete duro como pedra, ele se perdeu e abocanhou meu pescoço enquanto segurava meu seio esquerdo com a outra mão, eu gemi gostoso sentindo e pressionei meu corpo em direção ao quarto, não foi preciso usar força, papai sem tirar sua boca do meu pescoço empurrou meu corpo, caminhamos juntinhos, já no quarto, virei de frente para o macho que baixou as alças do meu baby dool e abocanhou um de meus seios, eu já estava com a bucetinha ainda virgem completamente encharcada enquanto era mamada e ele me deitou delicadamente meu corpo em sua cama sem parar de mamar em mim, aproveitei para tirar o shorts de minha vestimenta e ele mesmo se encarregou de puxar a parte de cima, deixando-me nuazinha e muito tesuda vendo a piroca dura apontando para mim. Enquanto papai admirava meu corpo deitado de ladinho na cama, eu segurei o caralho duro, quente, grosso e cabeçudo, fazendo-o babar, minha vontade naquele instante era colocar aquele roliço cheio de veias na boca mas papai mostrando ser o excelente comedor que sempre achei que ele fosse, me virou de bruços e esfregou aquela cabeçorra no meu rego e cochichou no meu ouvido com aquela voz de homem tesudo : "Você ainda é virgem filha?". Não respondi, tendo entendido as intensões dele puxei os dois travesseiros e os coloquei embaixo de minha virilha e arrebitei e implorei: "Arromba meu cuzinho papai". Naquele instante pela primeira vez meu pai nervoso, mas sua ereção não diminuiu e ele colocou o dedo médio na boca em seguida penetrou meu rabinho virgem com o dedo babado, arreganhei mais as pernas deixando meu anelzinho o mais relaxando possível e senti a primeira pressão, mas a rola de papai é bem mais grossa que meu furinho e escapou, papai puxou meu quadril fazendo-me ficar de quatro, fez nova pontaria, nós dois já estávamos tremendo muito, ambos por tesão, mas eu também um pouco por medo, mas ter aquele cacete dentro de mim era tudo que eu queria naquele momento e senti nova pressão e o esfíncter não resistiu a nova investido, a dor que senti naquele momento ao ter esticado as beiras do cu esticada pela primeira vez é indescritível e trinquei os dentes e cerrei os punhos na tentativa de aguentar a dor sem chorar e pedi: "Tira um pouquinho papai, está doendo muito. Aí que dor..." Papai não tirou nem um milímetro mas parou de pressionar dizendo: "Nossa filhinha que cuzinho apertado você tem". Eu me distrai ouvindo aquelas palavras e papai puxando meu quadril com as mãos, empurrou o seu corpo contra o meu, minha reação foi tentar deitar ou sentir que parte da piroca estava entrando e caímos na cama, o peso do corpo de meu pai fez com que sua piroca arrombar meu canal e eu gritei já chorando em desespero mas meu comedor segurou forte meu corpo. Ficamos naquela posição por um bom tempo, tentei fazer meu cuzinho piscar mas foi impossível e nesse instante ouvi a voz de minha mãe atrás de nós: "Rebola filha, seu pai adora". Papai olhou para trás ao mesmo tempo que eu e vimos minha mãe nuazinha com uma expressão de tarada que até me deu medo. Papai estava paralisada com a pica enterrada em mim e ela sentou-se a nosso lado, virou o corpo e tirou do criado mudo um vibrador, dobrando o joelho encostou o "brinquedo" na própria buceta e insistiu: "Rebola filha". Papai deve ter pensado que era hora do tudo ou nada, pois passou a fazer movimentos para cima e para baixo, mamãe depois de lambuzar o consolo com seu liquido vaginal falou: "Coloca o vibrador em cima do grelo para você ver como é gostoso". Ela tinha razão senti aquela vibração com uma pica no cu é uma das melhores coisas que uma mulher pode experimentar e quando eu começava a sentir uma sensação gostosa surgir no meio daquela dor toda, papai encheu meu rabinho com seu leitinho uivando como um lobo. Vi mamãe beijar meu pai sem ele tirar o pau de meu buraquinho dolorido e mamãe falou: "Só falta o Serginho nessa cama". Os olhos de meu pai brilharam e pude perceber que não era de raiva e sim de tesão e sua pica pulsou no meu canal e ele voltou a movimentar o quadril mas eu pedi para ele parar. Mamãe interviu pedindo para ele ir tomar um banho para ela ensinar-me a chupa-lo, papai nem discutiu. Enquanto papai estava se banhando, ouvi o som na fechadura da porta de entrada, era meu irmão chegando, puxei o lençol e cobri meu corpo no instante que mamãe gritou: "Sergio venha aqui". Assim que ele entrou no quarto mamãe que estava sentada na cama deitou de bruços e Sergio e meu pai entraram juntos no quarto e meu pai falou: "Tira a roupa filho, sua mãe quer você". Assim que Sergio começou a tirar a roupa ainda com cara de quem não estava entendendo nada eu corri enrolada no lençol e entrei no banheiro. Assim que a água bateu no meu cuzinho, senti o ardido em volta de meu anelzinho arrombado que só não era maior que a dor que eu estava sentindo dentro do canal, me lavei o melhor possível e quando cheguei no quarto meu irmão estava segurando os tornozelos de minha mãe que estava com as duas pernas no ar e em pé na lateral da cama, estava com a pica todinha enterrada no cu de minha mãe que segurava os peitos gemendo como uma louca, enquanto meu pai masturbava sua rola linda deitado no meio da cama. O clima familiar era de muito tesudo e eu corri para fazer o que queria fazer desde de início, só que ao ver o consolo que ainda estava jogado sobre a cama, liguei o vibro e o apertei no sentido longitudinal da minha buceta abocanhando o cobra de meu pai e nessa posição de joelhos usando uma das mãos para abrir meus lábios vaginais e com a outra segurando o vibrador com a piroca de papai na boca, vendo minha mãe dar o cu para meu irmão, gozei pela primeira vez acompanhada, um gozo bem diferente dos que eu tinha tido até então só me masturbando. Meu irmão gozou junto com minha mãe em uma sinfonia maravilhosa de gemidos e ambos foram ao chuveiro enquanto eu e papai mudamos a posição de nossos corpos para assumirmos a posição de nosso primeiro sessenta e nove, logo eu estava rebolando com uma língua dentro de minha buceta e chupando forte a caceta descobrindo outra modalidade de prazer.
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