#Grupal #Incesto #Teen

Náufragos, eu e meus filhos, e veja o que aconteceu

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Mae das Astúrias

Depois de uma tempestade, um naufrágio, e estávamos eu e meus filhos numa armadilha do destino, doce e irresistível

Era o ano de 1638. Eu e meus dois filhos vivíamos numa bela casa num vilarejo nas Astúrias. Mas a saudade e o desejo de rever meu marido, depois de anos explorando as terras herdadas por meu pai na colônia, me fez deixar minha vida para trás.

Embarcamos no Capadóccia, um galeão de três mastros que nos levaria pela imensidão do mar para encontrar meu marido no Novo Mundo. Mas uma tempestade nos afastou da nossa rota, e depois de enfrentarmos águas revoltas, duas semanas perdidos no mar, um inesperado fim selaria a nossa viagem... e os nossos destinos para sempre.

Enquanto olhava o sol se pôr no horizonte sem fim, por uma pequena escotilha, pensando no Ramon e na sua jornada de aventuras em busca de fortunas, como todos os homens, eu mal sabia que jamais tornaria a vê-lo de novo.

Em razão do atraso na nossa viagem, o capitão ordenara à tripulação que desse tudo de si, colocando o navio a todas as velas. Mas a sua pressa em chegar logo ao Novo Mundo apenas foi o que nos levou direto a uma terrível tempestade.

Depois de perdemos o mastro principal, não havia muita esperança de continuar. E quando o navio começou a afundar, depois de poucas horas de esforços inúteis da tripulação, fomos colocados, eu e meus filhos, num pequeno bote, que baixou e logo se afastou, levado pelas ondas.

Em meio à escuridão cortada pelo clarão dos relâmpagos, nossa pequena embarcação foi sendo levada, ao sabor das ondas, que pareciam querer nos tragar. Mas, por alguma razão, fomos poupados da ira dos mares e sobrevivemos.

Não sei o destino dos demais, ou que sortilégios traçaram o nosso rumo, mar adentro, mas ao amanhecer acordamos com o sol a pino. Junto conosco, dois marinheiros, que remavam, cada um de um lado, e um jovem grumete, que não passava de um garoto assustado e parecia não ter mais que 14 anos.

Como provisão, tínhamos um pouco de água e nacos de carne seca, o que não durou muito. E assim que dividimos a ração final, os dois marujos com a maior parte, não demorou e começaram uma discussão sobre quem ficaria com um naco final de carne, escondido sob os assentos.

E em meio à discussão, um deles puxou uma faca, golpeando o outro sem piedade. E então, quando em seu delírio, o homem ameaçou usar sua lâmina contra nós, meu filho mais velho o acertou com o remo e ele caiu desfalecido ao mar, sendo levado pelas ondas e ficando seu corpo estirado ao mar, que logo deu cabo de sua vida.

Mais dois dias se passaram, em nossa débil luta para não ter o mesmo fim dos outros. Sobreviver, para mim, era em primeiro lugar, tentar salvar meus filhos. Então, já meio sem forças para remar, por acaso avistei um punhado de terra no horizonte ao longe. E, como que por milagre, a correnteza se encarregou de nos levar em sua direção.

Somente ao anoitecer o nosso pequeno bote deslizou pela areia macia, encalhando na praia, onde parecia ser o nosso destino. A sorte estava do nosso lado, ou talvez nos pregara uma peça, pois não havia uma alma viva no lugar. A maré nos levou a uma praia deserta, pouco depois do cair da noite.

Cambaleamos até a terra firme e desabamos na areia. Se houvesse alguma luz por perto, teríamos investigado melhor, mas presumimos que aquela parte da ilha era desabitada. Por fim, adormecemos depois de tirar parte da roupa molhada, mas o vento e o frio nos manteve aninhados uns nos outros até o amanhecer.

Acordei primeiro. Estava com sede e muita fome. No entanto, logo encontrei outra coisa para desviar minha atenção daquela vontade. Eu estava abraçada ao meu filho mais novo, numa imitação de um abraço de amantes, sobre a areia úmida. Meus seios estavam pressionados firmemente contra as costas dele, enquanto meu vestido, já estragado, havia se rasgado todo. Meu braço cruzava o peito dele, coberto pela camisa, e minha mão repousava sobre o seu corpo jovem.

Mas o que me fez soltar um suspiro foi ver o pênis ereto do Ângelo, meu filho mais velho, despontando pela abertura da sua calça em farrapos. Era a definição perfeita de masculinidade, para um jovem moço de 18 anos. Ele tinha um membro de bom tamanho, coroado por uma glande em forma de cogumelo e não circuncidada. Imagino quantas moças do nosso condado não dariam sua herança por uma chance de serem cortejadas por ele... ou ao menos uma noite de amor.

Aquele era apenas o segundo pênis ereto que eu via em toda a minha vida; meu marido havia sido o único homem com quem eu estivera. E confesso que ver a carne dura do meu próprio filho despertou em mim sensações que eu não sentia há anos. Algo em mim queria me fazer tocá-lo. Queria senti-lo dentro de mim mais do que qualquer coisa. E tive de respirar fundo para não sucumbir à tentação que me possuía. Então ele acordou, junto com os outros.

À medida que meu desejo arrefecia, observei os arredores. Havia penhascos de ambos os lados da praia. Percebi a sorte que tivemos de chegar àquela costa; poderíamos ter sido esmagados contra as rochas. Tentei puxar meu vestido e tentar cobrir a minha quase nudez, mas não consegui mais do que esconder meus seios e minhas ancas. As pernas continuaram de fora. Acho que não havia um costureiro disponível naquela ilha inóspita.

— Mãe... pode usar isso para cobrir-se — meu filho mais velho me entregou seu casaco de noite.

— Obrigada, querido.

Primeiro, constatei que meu vestido de seda persa não me serviria como proteção contra o sol, todo rasgado, assim como os sapatos não me ajudariam a andar na areia fofa. Ao menos um par; a culpa não foi minha se o outro pé se perdeu no mar. E, o mais importante: meu filho mostrou-se o cavalheiro que eu o eduquei para ser!

Até o final daquela tarde, encontramos na praia alguns destroços do navio. Entre eles, provisões que nos seriam úteis, bem como madeiras que nos serviram para construir um abrigo. Encontramos também dois corpos de marinheiros, trazidos pela correnteza, e que meus filhos trataram de enterrar.

Por sorte, o Pipo, nosso último membro da tripulação, se revelou um ótimo cozinheiro, o que nunca foi minha prenda mais notável. O menino parecia ter fugido de casa com um amigo seu, para tentarem chegar ao Novo Mundo. Mas apenas conseguiram embarcar nos navios do porto de Sevilha como grumetes.

Decidimos então explorar a área mais afastada da praia. Depois de um tempo, encontramos uma lagoa alimentada por uma cachoeira. O cenário era lindo, mas estávamos ficando mais preocupados em garantir nossa sobrevivência.

Não pensei duas vezes e pulei na água, caminhando em direção à queda d'água. A água estava fresca não apenas matou a minha sede, mas tinha um gosto melhor do que o champanhe que tomei na cabine do capitão. Olhei pro lado e vi que os outros estavam bebendo também, meu filho mais novo quase completamente nu, feito um garoto que era, brincando na água.

— Finalmente temos algo para beber. Agora nós...

A pausa fez com que eu levantasse o olhar. O Ângelo estava me encarando.

— O que foi?

— Nada.

— Fala de uma vez! Estamos sozinhos aqui.

Como um homem feito, ele ponderou antes de responder, mas não podia esconder sua ereção sob o volume da calça.

— Você está linda.

Meu filho então sorriu de um jeito sedutor, sem tirar os olhos de mim. Percebi por que ele estava me encarando. Eu estava com a água cristalina da piscina natural batendo na cintura. Meu cabelo estava jogado para trás. A água fresca caía sobre mim e deixava meus mamilos eretos, bem visíveis sob o vestido colado ao corpo.

— Precisamos encontrar comida.

— Tem cocos nas árvores. Acho que consigo subir lá! — o Gino, meu caçula, gritou, tentando em vão subir no tronco íngreme demais.

— Melhor tentar derrubá-los sacudindo a árvore; é muito difícil subir nela — seu irmão foi mais prudente.

Algumas horas depois, estávamos sentados perto da cachoeira, saboreando cocos frescos. Não havia nada com que fazer fogo, mas meu crucifixo de prata, presente de minha mãe, servia para refletir a luz do sol, o que por fim acendeu uma pequena pilha de arbustos secos, nos dando uma fogueira.

Com algumas folhas secas de coqueiro improvisamos uma cama para dormir, e dessa vez a noite não foi tão ruim, nem fria. No dia seguinte, acordei antes dos garotos. Notei que estávamos na mesma posição da manhã anterior. Olhei para a virilha do Ângelo e vi que ele estava de novo com uma ereção matinal. Infelizmente, desta vez o volume estava bem escondido.

Decidi então me lavar na cachoeira antes que acordassem. Tirei a roupa e curti a sensação de tomar banho nua ao ar livre. Meus mamilos ficaram bem eriçados ao contato da água fresca no meu corpo.

— Mãe! — O Ângelo gritou. O tom sério em sua voz me lembrava o seu pai.

— Estou aqui, querido. Só estou me lavando.

— Não suma assim. Fiquei preocupado sem saber onde você estava.

— Desculpe, meu bem — respondi.

Notei que ele ainda estava me observando. E só agora me dei conta de que estava totalmente nua diante do meu filho, que já tinha idade de ser considerado um homem. Então saí debaixo da queda d'água e fiquei meio escondida atrás de um arbusto. Mas, apesar do calor do sol, notei que meus mamilos continuavam eriçados, o que me deixou meio embaraçada. Não sei o porquê da minha excitação.

Estávamos naufragados há menos de uma semana e minha mentalidade já havia começado a mudar. Meus sentimentos haviam se tornado mais primitivos, mais urgentes. E para não me entregar de vez, eu segurava firme meu rosário com o crucifixo de prata.

Diferente do recato da vida como senhora de minha casa, temente e devota, eu me via nesse instante acossada por sentimentos conflitantes e confusos. Talvez fosse a falta de meu marido, há anos longe de casa... e da minha cama.

Essa, aliás, era a minha falta mais intensamente sentida — e igualmente escondida. Os únicos homens à minha volta eram meus filhos e um garoto que mal acabara de sair das fraldas. Eu olhava para eles, sobretudo meu mais velho, e não conseguia me ater a pensamentos, a não ser seus músculos, revelando nos farrapos de roupas que lhe restavam. E toda manhã, ao acordar, eu notava a sua ereção matinal. Ficava imaginando que sonhos ele tinha para acordar daquele jeito.

Não sei se era o contato com a natureza primitiva da ilha, mas aquele lugar parecia mexer com todos nós de algum jeito. Dizem que, ao nos afastarmos de Deus e de uma vida casta e pura, o que sobra em nós são os desejos e as paixões mundanas. Bem, longe da civilização, da igreja e das missas, eu não poderia me sentir mais mundana. Precisava desesperadamente me confessar, para aquietar minha alma atormentada.

No entanto, mesmo cercada de tentações, havia uma parte de mim — daquela que eu era antes — que se recusava a mudar. Para cada pensamento pecaminoso direcionado aos meus filhos, eu segurava forte meu rosário e fazia três Ave-Marias. Apenas para, na noite seguinte, voltar a ser acossada por sonhos e desejos que me consumiam.

Das nossas explorações pela ilha, encontramos uma caverna que nos servia melhor como abrigo, sobretudo da chuva e do vento. Por sorte não havia nenhum animal lá. Mas acho que o Ângelo teria cuidado dele. Meu filho mais velho a cada dia se revelava um homem mais forte e seguro, que o garoto que eu vi crescer em nossa casa, e que deixamos para trás nas Astúrias.

Eu só não sabia que aqueles mesmos pensamentos que me sobrevinham, de um jeito não muito diferente, pareciam se apossar dos meus filhos. Por acaso acabei descobrindo os efeitos que a nossa ilha tinha sobre eles, numa certa manhã.

Ao acordar um pouco mais tarde, percebi que eles não estavam deitados onde sempre dormiam. Me levantei e caminhei alguns passos para fora da caverna. Havia uma cesta que usávamos para coletar frutas, e havia sumido. Presumi que os três foram passear logo pela manhã, e coletar o que podiam para o nosso café.

O Gino era apenas dois anos mais novo que o Ângelo, mas continuava puro e o mesmo adorável menino de sempre. Talvez por isso tenha se tornado mais próximo do Pipo, desde que chegamos à ilha. Não me pareciam ter muito em comum, ele e o irmão mais velho. Mas aquela manhã, os três haviam desaparecido furtivamente.

Saí da caverna e desapareci na selva, fazendo meu caminho habitual. Com pouco o que fazer ou para ocupar a mente, eu frequentemente me pegava devaneios por ali. Especialmente nos momentos em que colhia frutas sozinha.

Encontrei um lugar cercado por arbustos que não me lembro de ter visto antes. Então, ouvindo os barulhos que vinham do outro lado, me agachei atrás de uma moita, e não podia acreditar no que estava vendo. Não sei como descrever, que palavras possa usar para dizê-lo, sem corar por completo, ou me sentir diante de uma daquelas gravuras do mestre Dante e seu inferno.

Nas gravuras, o pecado da luxúria se mostra em cenas de mulheres copulando com bestas. E criaturas demoníacas sopram nos ouvidos dos homens o que fazer com elas, de forma lasciva e abominável. Era exatamente o que eu via diante de mim aquela manhã. Só que não eram bestas feras copulando entre si, eram meus filhos.

Numa pequena clareira entre as árvores, lá estavam os dois... e junto com eles, o Pipo. Num primeiro vislumbre pensei que meus olhos me pregavam uma peça, pois não os reconheci, todos completamente nus.

O grumete estava de quatro no chão de areia macia. Atrás dele, meu mais velho o segurava pela cintura, enquanto de joelhos o penetrava por trás, como se copulasse com uma meretriz do porto. E à frente dos dois, o meu caçula, também de joelhos, oferecia o seu sexo ereto para que o menino engolisse inteiro.

Já tinha ouvido falar que os garotos, quando entre si, costumam desfrutar de momentos pecaminosos como tais. Imagino que suas brincadeiras e jogos sexuais sirvam para aliviar a tensão e o desejo por moças ainda castas e inacessíveis, diante da guarda de governantas severas. Eu só não imaginava que meus filhos também pudessem ter tais desejos.

Enquanto observava os três, não podia evitar um certo sentimento impróprio de inveja, não sei ao certo do quê. Talvez a sua liberdade, ou a falta de juízo da pouca idade. O Ângelo tinha todo o seu membro enfiado no garoto, mostrando uma certa destreza no que fazia, como se não fosse a sua primeira vez. Mas até mesmo o Gino, que eu imaginava tão inocente, desfrutava com prazer de uma felação que o fazia gemer, segurando a cabeça do outro.

E o som que faziam; não estava mais aguentando ficar ali ouvindo. Eu precisava, igualmente, de algum alívio. Já estávamos ali há quase um mês, e eu não podia estar mais tomada por sentimentos escondidos, que me envergonhavam só de admitir que os guardava no peito. Isso me levava de volta à minha cama forrada de cetim, no condado nas Astúrias.

Sempre fui uma mulher recatada, mas de um desejo sexual intenso e fogoso, que meu marido custava saciar. Talvez eu tivesse uma libido mais alta que a maioria das mulheres que conhecia, mas sempre gostei de usar uma coisa que comprei numa viagem a Genova uma vez. Tinha um nome curioso... “diletto”, e era para ser usado por senhoras casadas cujos maridos estavam, como o meu, em longas viagens.

Tarde da noite, quando o silêncio reinava em minha casa, eu trancava a porta do meu aposento e o tirava de onde o escondia. Completamente nua sobre a cama, eu tinha uma noite de intenso prazer, dado por mim mesma.

Não era mais que um objeto macio e perfeito para se introduzir nos recônditos de suas intimidades, como um perfeito e silencioso amante. Contorcendo-me nos lençóis enquanto as pulsações percorriam meu corpo, eu me entregava ao meu amante imaginário, me deixando possuir secretamente.

Será que era mais triste sentir falta do meu consolo do que da minha cama? Não sei, mas adoraria tê-lo trazido; me aquietaria muitas tensões naquele momento. Depois de um mês naquela ilha, com pouca válvula de escape, era difícil manter meus devaneios sob controle... especialmente testemunhando algo tão surreal. Mas eu estava disposta a me saciar com meus próprios métodos, ou seja, com o que tinha à mão.

Depois de uma rápida olhada, para garantir que não seria vista, me mantive escondida, a salvo de ser descoberta. Entre as pernas eu estava quente e molhada, diante da cena mais louca e erótica que já tinha visto.

Meu corpo implorava por prazer; não me bastava apenas vê-lo, enquanto dele desfrutavam meus filhos, ali naquela orgia. Sentindo minhas entranhas em chamas, eu não resisti a me tocar, onde me implorava o meu corpo, e comecei a esfregar o meu clitóris. Era cruel me privar tanto assim. Não aguentei mais e enfiei os dedos lá dentro, colhendo o que doce o meu prazer me dava.

E então levava os dedos à boca, provando o mel que me escorria das entranhas. Adorava senti-lo, ainda fresco e vicejante. Eu movimentava os dedos para dentro e para fora, deixando as paredes internas macias apertarem ao redor deles. Não, não eram meus dedos, mas o sexo em riste do meu amante. Um membro forte e bem ereto, que me possuía sem piedade.

Mas antão, ao olhar no seu rosto, não era mais nenhum estranho. Era o meu filho, fazendo comigo não muito diferente do que fazia com o pequeno Pipo entre os arbustos.

Seus músculos definidos visíveis através da camisa. Seu corpo desnudo, do jeito que veio ao mundo, saído de mim. Não precisaríamos dizer nada. Ele envolvia minha cintura com os braços e nossos corpos se uniam no chão da selva. Imaginava ele vindo por cima de mim, arrancando facilmente os farrapos do meu vestido, e minha roupa íntima, resumida a um mero fiapo de renda.

E antes mesmo que eu ousasse tentar escapar, ele já estava com aquela coisa dura e enorme para fora da calça. Enquanto me olhava nos olhos, ele me penetrava. Primeiro com seus dedos, substituindo os meus, depois ele já estava completamente dentro de mim. Com estocadas fortes, ele pressionava o meu corpo contra o chão, no ritmo de seus movimentos. Sua boca sugando meus seios, não como aquele bebê que um dia eu tive em meus braços, mas como o homem viril que se tornou.

O desejo era tanto pela sua boca me sugando, que soltei o laço do meu vestido e libertei meu seio, apertando e brincando com o mamilo como imaginei que ele faria. Meus gemidos abafados já me custavam segurar, à medida que minha mão acelerava o ritmo.

Com uma última estocada, meus joelhos se apertaram em torno da minha mão e eu me contorcia no chão da selva. Àquela altura, estava tão molhada que bem poderia ser o gozo do meu filho, que já devia ter a sua semente para irrigar o meu jardim, e torná-lo de novo florido. Podia até me imaginar mais uma vez grávida... carregando em meu ventre um filho do meu próprio filho.

Até que, deste louco devaneio, um suspiro incontido escapou dos meus lábios, quase me denunciando ali escondida. Mas continuei no mesmo ritmo frenético, aumentando a intensidade daquele prazer obsceno e proibido, que culminou no mais doce orgasmo que eu já provei.

Quando minha respiração voltou ao normal, abri os olhos e vi o céu azul através da copa das árvores acima. Minha mão estava encharcada com meus fluidos e minhas roupas, cobertas de terra. Estendi a mão e levei à boca uma ultima vez, para sentir o doce sabor do meu prazer na ponta da língua.

Enquanto fazia isso, ouvi o estalo de um galho por perto. Sentei-me de um salto, com os olhos arregalados. Havia algum animal por perto?

O som de alguém correndo pela selva chegou aos meus ouvidos. Arrastei-me de joelhos até o arbusto e espiei através dele. Podia ver a silhueta do meu filho Ângelo correndo entre as árvores, sem saber quem os estava espionando.

"Meu Deus!", gemi sussurrante, recostando-me e apoiando a cabeça no tronco de uma árvore. Será que ele tinha me visto? Será que tinha me ouvido?

Puxei minha roupa íntima e meu vestido, dando um laço mal feito em torno do meu busto. O que eu ia fazer? O que havia para fazer? Ali fora, eu não podia simplesmente me esconder no mato, envergonhada pela minha fraqueza. Não; por mais que eu temesse isso, precisava confrontá-los sobre o que acabara de ver. Na verdade, precisava ter uma conversa séria com os três. Aquilo não era decente, nem cristão, da parte deles, tal comportamento bestial e lascivo.

Dependíamos uns dos outros para sobreviver ali. Não podíamos deixar um silêncio constrangedor pairar entre nós, não importava o quão desconfortável fosse abordar o assunto. Teríamos de aprender a ser mais francos.

Uma conversa franca seria a melhor maneira de resolver o assunto. Só não sabia ao certo como entrar nos detalhes do que havia acontecido. Imagino que bastava dizer que eu não estava brava com eles, só não podia permitir que um comportamento bestial como aquele se repetisse. Mas, e o resto?

Com um suspiro, levantei-me do meu esconderijo e voltei para a caverna, pensando nas palavras e no que dizer.

Continua...

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