A filha esposa
Fernanda é a filha mais velha daquela casa. Ela faz tudo: arruma, lava, cozinha. Os deveres domésticos básicos de qualquer mulher. Depois de cumprir os serviços da casa, como se fosse a mãe daquele lar, também cumpria os deveres de esposa na cama.
— Papai, eu estou pronta. Vesti a camisola que mamãe sempre usava.
Adalberto entrou no quarto e viu a filha mais velha deitada na cama, com uma fina camisola transparente que destacava os enormes seios, cujos mamilos, bem duros, podiam ser vistos com clareza.
— Tive um déjà vu... Por um momento, achei que fosse a minha esposa.
— Ah, pai, eu dou tão parecida com a mamãe?
— Óbvio que não, você é a versão mais jovem e bonita dela.
— Oh, pai, desse jeito você me deixa sem graça com tantos elogios... Eu sou muito mais bonita que a mãe? — perguntou ela, enquanto enrolava os longos cabelos castanhos entre os dedos.
Adalberto tirou o roupão, ficando só de cueca. Engatinhou pela cama. Ele puxou as pernas da filha e começou a beijar os pés.
— Esses pés são tão bonitos e delicados... Não lembram nem um pouco os pés da minha falecida esposa. Essas canelas, esses joelhos, essas coxas são obra-prima da natureza.
— Paizinho, já estou ficando com a pepeca molhadinha com esses elogios...
Ele passou a mão pelas coxas macias dela até entrar dentro da camisola e tocar algo quente e úmido.
— Essa é a buceta mais bonita que já vi...
— Então existe buceta feia?
— Óbvio, a da sua mãe. Mas também a buceta da sua mãe foi bastante usada durante anos. Já a sua, filha, está bem novinha e parece que nunca foi usada.
— Acertou, pai, eu nunca usei essa buceta... sou virgem.
— Mentira, sério? Quase vinte e cinco e ainda com a buceta intacta? Eu achava que você já tinha dado pro bairro todo.
— Ora, pai, por que acha uma coisa dessas?
— Tal mãe, tal filha. A genética de puta nunca falha.
— Não é porque a minha mãe foi uma puta que eu sou também. Nesse caso, eu sou muito mais conservadora. Só irei dar a minha buceta depois que casar.
— Que orgulho, filha, ouvir isso. Uma mulher de respeito só dá a bucetinha depois de casada. Mas óbvio, isso não significa que as outras coisas não possam ser usadas por prazer.
— Como assim?
— Uma bela masturbação...
Adalberto pôs o dedo e começou a masturbá-la. Fernanda sentiu aqueles dedos mexerem em seu clitóris.
— Oh... que coisa boa... Continue...
Ele aumentou o ritmo, deslizando o dedo com mais pressão sobre o clitóris inchado de Fernanda, enquanto outro dedo a fundava dentro daquela carne úmida e quente. Ela contorceu o corpo todo. A cabeça virando de um lado para o outro no travesseiro, os olhos castanhos claros virando para cima, abria a boca rosada, gemendo mais alto do que o rangido da cama que se movimentava.
— Você está encharcada, filha. — ele murmurou, com voz rouca. — sua buceta está pedindo mais.
Fernanda arqueou as costas, o corpo todo tenso, os quadris se levantando instintivamente para encontrar os dedos do pai.
— Ooooh... pai... pare, por favor. Se continuar assim, vou gozar... também não posso ficar gemendo alto, os meus irmãos estão dormindo no quarto ao lado.
— O que você quer fazer?
Ela ficou de joelhos e puxou o pai para si, segurando firme a cueca dele.
— Quero ver seu pau!
Puxou a cueca, revelando o enorme pênis duro, no qual ela ficou admirada e assustada ao mesmo tempo.
— Até parece que é a primeira vez que você vê um pau.
— É a primeira vez que vejo um pau bem grande. É tão grosso e duro... — ela tocou o cacete, segurando firme, sentindo o peso e o calor pulsante na palma da mão.
Fernanda aproximou o rosto, inalando o cheiro excitante de rola. Passou o membro no rosto, na testa, na bochecha, sentindo a pele quente e macia escorregando contra a face. Em seguida, deu um beijo na enorme cabeça, a língua roçando levemente a fenda úmida.
Seus olhos fixos no rosto do pai enquanto o provocava com beijos lentos e deliberados, a boca entreaberta, a respiração acelerada.
Adalberto passou a mão na cabeça dela, enfiando os dedos nos longos cabelos lisos. Segurou firme, puxando com força o suficiente para que ela sentisse o controle.
— Quem é você?
— Eu sou Fernanda...
— Não, quem é você? — ele repetiu, a voz rouca de domínio.
— Eu... eu sou sua filha... esposa... — ela gaguejou, os lábios roçando a ponta do pênis enquanto falava.
Ele começou a bater no rosto dela com o pênis, sentindo o cacete quente e pesado tocar naquele rostinho delicado, deixando marcas do cacete molhado.
— Já recebeu quantas roladas na cara?
— Primeira vez, pai... — ela disse, sentindo o pênis bater em sua bochecha, os lábios, a testa, sujando com aquele vestígios de urina.
— Abra a boca! — ele ordenou, a voz autoritária.
Ela abriu a boca e ele penetrou com força, sentindo a boca apertada envolvendo o pênis em uma chupada intensa. Olhava para ela de joelhos, com a boca cheia de sua rola, os olhos fixos nos dele, úmidos de excitação. Parou por um instante, passando a mão no rosto dela, sentindo a saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto observava a expressão de prazer misturado a um leve desconforto.
Fernanda agarrou o pai com força, fazendo grunhidos abafados, gemendo com os olhos revirados de tesão enquanto segurava o cacete na boca.
Adalberto empurrou ainda mais para dentro da boca dela, comprovando que ela herdara da mãe a habilidade de garganta profunda. O pênis deslizava funda, quase tocando a garganta, e ela engolia instintivamente, os músculos se ajustando para recebê-lo.
— Realmente, tal mãe, tal filha. A garganta profunda nunca falha. — ele murmurou, com um sorrisinho de satisfação.
Ele encostou os testículos no queixo dela, o pênis todo dentro da boca. As bochechas dela estavam inchadas, como se fossem explodir a qualquer momento. O rosto vermelho, os olhos lacrimejando, mas ela não recuava. Respirava pelo nariz, ofegante, enquanto tentava se adaptar ao tamanho.
Ela tentou se afastar, mas Adalberto segurou firme a cabeça dela, mantendo-a no lugar.
— Calma, aguenta mais um pouco... — ele disse, com voz rouca, enquanto empurrava o quadril para frente, forçando-a a aceitar ainda mais o seu pau pra dentro da boca.
Fernanda não aguentava mais, os olhos estufados mostravam que tinha chegado ao limite. Ele forçou um pouco mais o membro dentro da garganta, e isso foi suficiente para que ela vomitasse, liberando um jorro de vômito para fora. Ele tirou a vara toda melada de saliva e vômito.
— Até que aguentou muito tempo. Bateu o recorde da sua mãe, isso já vale comemoração.
Fernanda terminou de vomitar na cama, limpando a boca com mão e olhando novamente para o pai, os lábios ainda tremendo, com um sorriso de excitação.
— Eu não estou acostumada com garganta profunda... é tão estranho e, ao mesmo tempo, tão excitante sentir a rola dura entrando na garganta... não sei explicar a sensação, só mesmo fazendo na pratica pra sentir a sensação...
Ele ajoelhou diante do vômito e puxou o corpo de Fernanda para mais perto, dando um abraço apertado. Beijou aquela boca recém-vomitada, ainda sentindo o gosto azedo e salgado, sem se importar.
— Eu te amo, minha esposa.
— Eu também te amo, meu marido! — ela respondeu, o tom de voz misturando exaustão e uma estranha ternura.
Ele puxou as pernas dela e as colocou em seu colo, deitando-se junto na cama para descansar.
Amanhã seria outro dia.
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Comentários (6)
Mathe: Tesão do krl nesse conto, amei tudo assim T Leotsowms
Responder↴ • uid:7btejnns8jMaluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkO Professor FTZ: Delícia de relato a r r o b a l e o 2 0 1 4
Responder↴ • uid:gp1ft720cRicardo tarado: Delícia demais 😋 fiz isso com uma 8 chorou bastante Ale192803
Responder↴ • uid:1dooaih3b81k50taomoreno78: Gostei até a parte que ela vomita. Perdeu a graça e tbm não falou a idade
Responder↴ • uid:2t06grd5zzrPromíscua gaúcha: O primeiro contato íntimo com nosso genitor, é humanamente impossível de esquecer! Saudades inclusive haha
Responder↴ • uid:1crhbvyib8lu