Submundo Evangélico Parte I
Os nomes nesse conto são fictícios, mas os fatos relatados são verdadeiros, espero que se divirtam, curtam e comentem o que acharam!
Primeiramente quero deixar claro que o objetivo deste conto não é denegrir a imagem de qualquer instituição religiosa.
Meu nome é Railton, sou moreno de estatura baixa mas tenho um corpo em forma, estou com 40 anos e meu apetite sexual é muito intenso.
O que vou relatar é o compilado de 5 anos presenciando os bastidores de uma denominação evangélica da qual faço parte.
1 - O conselheiro
Os primeiros meses naquela nova denominação foram complicados, a igreja passava por um esvaziamento de fiéis, o novo dirigente era um cara sem muito apreço pelos irmãos, ele basicamente cobrava dízimos, falava de ofertas, pregava sobre o dever dos irmãos em contribuir com a obra e as necessidades das pessoas era deixadas de lado. Aos poucos as famílias foram deixando de ir, as poucas que ficavam, ficavam por amor genuíno a deus, não no pelo líder. O começo da nossa história começa em uma reunião onde o pastor presidente se descabelava pela queda de arrecadação da igreja, o dirigente havia pegado uma congregação com mais de 100 pessoas que agora não passavam de 30. A solução veio do departamento de ação social, o responsável comentou que era tarde pra remediar a situação, que deveriam oferecer aos irmãos algo além dos cultos e campanhas, ele falou que estava coordenando um projeto que acolhia os irmãos em suas necessidades, oferencendo aconselhamento para adolescentes, jovens e casais, e quentinha dado bons resultados em trazer os membros de volta eanter os que estavam, sem alternativa o presidente aceitou. Naquela mesma semana divulgaram na congregação e muitos procuraram os conselheiros, eram problemas pessoais e de família na maior parte dos casos, em especial um conselheiro se destacou, ele aconselhava os adolescentes e casais, os casos eram de adultério, falta de sexo, namoro dos adolescentes, etc. Após dois meses as pessoas voltavam pra igreja e as coisas pareciam bem.
Em outro cenário, Kecya, uma mulher de 32 anos, branca, coxas grossas e bunda saliente, estava tendo outra discussão sobre sexo com o marido, após dois anos de casados a coisa tinha esfriado, o marido não a procurava, não manifestava desejo por ela, mesmo ela sendo uma das mulheres mais atraentes da Igreja, sempre bem vestida, cabelo tratado esbanjando beleza com seus olhos verdes. Desde que casou, ela assumiu a liderança do grupo de adolescentes, eram jovens de 14 a 16 anos e no meio estava Ana, sua sobrinha, uma jovem de 15 anos que estava no auge dos hormônios, frequentemente era repreendida pelas roupas, Ana tinha um corpo avantajado, um qudril largo, pernas grossas e seios como pêras que se destacavam nos vestidos de alcinha que usava, ela gostava no efeito que causava nos homens e os garotos ficavam doidos, há tempos Kecya vinha tentando que a sobrinha se comportasse mas a rebeldia da Ana sempre vinha com respostas que faziam Kecya questionar a si mesma.
Ana lembrava a tia que quando jovem ela era uma verdadeira vadia, tinha muitos namorados, saia escondido, usava roupas até mais depravadas e por sorte não engravidou. Kecya ouvia aquilo e se questionava se não estava sendo hipócrita, ela havia tido relacionamentos abusivos com homens ruins, apanhou, foi abusada, e muitas vezes humilhada como uma verdadeira puta, ela tentava dizer que aquilo não era vida e que Ana deveria se cuidar. Ana retrucava dizendo que se fosse pra ela casar com uma cara que nem a comesse como o marido dantia fazia, ela preferiria ficar com quem ela achasse bom.
Por fim, Kecya a colocou no aconselhamento, Ana não quis, mas após uma bronca da avó ela foi, a contra gosto.
As sessões de aconselhamento aconteciam na sede da denominação, Ana começou a ir e, pra surpresa de Kecya, ela vinha mostrando melhora no comportamento, após um mês ela já não respondia a tia, se vestia mais discreta e até melhorou na escola. Kecya e família estavam felizes com a evolução e Ana fazia questão de não faltar às sessões. Tudo ía bem, exceto pelo relacionamento com o marido que não dava sinais que fosse melhorar, sexualmente, Kecya estava infeliz, stressada, qualquer coisa era motivo de briga entre o casal.
Certa tarde, Kecya estava na igreja arrumando um material da escola dominical quando ouviu duas irmãs conversando, ela andou na direção das vozes mas parou ao perceber a conversa, ficou na ante sala da recepção da igreja e ouviu a conversa que a levaria a um rumo totalmente inesperado...
- pois é irmã, tô fazendo aconselhamento na sede, é ótimo, depois que comecei as brigas com meu marido pararam, eu nem ligo mais pras doidices dele, estou tranquila!
- ah irmã, já me falaram que o conselheiro é excelente!
- é irmã, o homem é de deus mesmo!
- mas irmã, me diga uma coisa, o cajado é forte como dizem!
- irmã, a sra vai nas alturas, o jeito que ele pega na gente, me deixa louca, ele bate forte com o cajado!
Kecya entendia o que falavam, ela não era uma menin tola, quase que na hora ela lembrou da Ana, que estava fazendo aconselhamento...
- pois é irmã, se a sra for lá, de primeira tem toda uma conversa, oração, leitura da palavra, aí se a sra deixar ele faz uma benção depois que a sra fica molinha molinha!
- ah irmã, não queria conversa não!
- então a sra faz assim, vai, diz que quer a benção especial, vai de vestido solto, esse é o método rápido!
Kecya apareceu interrompendo a conversa, cumprimentou as irmãs e foi embora, a curiosidade se instalava na mente dela, ela não sabia quem era o conselheiro, mas sabia o efeito que ele teve sobre Ana, em uma tarde, ela resolveu investigar.
Ana se preparava pra ir quando Kecya chegou...
- oi tia!
- oi Ana, vai sair?
- vou pra sede, pro aconselhamento, já tô atrasada!
- eu vou lá, preciso levar umas uns papéis pra secretária, quer carona?
Ana assentiu que sim, Kecya pegou um punhado de papéis aleatórios e foi, chegando na sede, Ana se despediu e foi na direção do prédio de escritório, Kecya pegou os papéis e foi pra secretaria, conversou com a secretaria sobre coisas aleatórias, perguntou coisas que já sabia só pra ganhar tempo, em aeguida saiu e foi na direção dos escritórios, subiu os lances de escada e no final do corredor viu a sala do conselheiro, essa parte do complexo era vem vazia a essa hora do dia, ao chegar na porta não ouviu vozes, pensou em bater mas isso interromperia o que quer que estivessem fazendo, após alguns minutos sem ouvir nada, ela forçou a maçaneta, a porta abriu e ela olhou pra dentro, ninguém, olhou todo o escritório e notou o corredor ao lado, os escritórios tinham um banheiro e um pequeno quarto pra hospedar membros de outras cidades, Kecya andou na direção do corredor e começou a ouvir a conversa...
- como foi sua semana, Ana?
- foi bem, mas eu fiz de novo, irmão?
- fez o que de novo?
- eu e meu namorado estávamos ficando, ele me apertava forte, e me pediu pra chupar!
- vc chupou?
- um pouco!
- só um pouco?
- sim, depois ele colocou a mão dentro da minha calcinha e me dedou?
- vc gostou?
- sim! Kecya ouviu a voz chorosa de Ana.
- entendo, o que mais ele fez?
- depois ele me colocou de costas pra ele, levantou meu vestido e colocou o penis na minha bunda, tava gostoso e eu deixei, mas não deixei ele acabar, eu saí e ele brigou comigo, disse que eu era uma puta recatada por não deixar ele fazer!
- entendo, Ana, vem cá, senta aqui, vc acha que vc é uma puta?
- não!
- vc não é, vc é uma jovem linda, e jovens lindas como vc são perseguidas pelo espírito de jesabel, por isso vc faz essas coisas!
- tá mas e agora?
- agora nós vamos purificar esse corpinho lindo e vc vai fucar limpa de novo!
Kecya ouvindo aquilo não conteve a curiosidade, abriu a porta devagar, sem fazer barulho, o bastante pra tentar ver algo, pela brecha ela viu, a cena que mudaria de vez sua cabeça. Ana levantava o vestido, abaixando a minúscula calcinha, o conselheiro alizou a testa da boceta, os pelinhos pretos contrastavam com a pele branca da Ana, Kecya exitava em aceitar o que via, os olhos vidravam ao ver o conselheiro se inclinar e beijar a penugem da Ana, ela fechou os olhos no momento que a boca do conselheiro tocou sua pele, ele beijava e alizava, passava os dedos embaixo tocando os labios, Ana suspirava...
- ele tocou vc aqui?
- sim!
- ok, vou começar aqui!
Ele a sentou no braço do sofá, puxou uma cadeira e sentou diante da boceta da Ana, agora Kecya via a boceta da sobrinha, uma racha entre lábios gordinhos e lisos, branquinha como o resto da pele dela, no meio o brilho do mel que escorria, ela estava com muito tesão, quando o conselheiro encostou a boca, tapando a visão da Kecya, Ana enclinou a cabeça pra trás e soltou um gemido...
- calma, vc tem que se controlar! Disse o conselheiro.
- humrum! Balbuceou Ana.
E ele continuou, era uma chupada lenta, carinhosa, gostosa. Kecya lembrou que nunca havia sido chupada assim, nem pelo marido ou pelos caras que ela tinha transado, foram vários minutos de chupada e Ana parecia perto de um orgasmo, revirava a cabeça, jogava o cabelo, se contorcia. Kecya nunca imaginou que aquela menina de 15 anos tava tendo uma chupada como ela mesma nunca tinha tido. O conselheiro chupou até Ana dizer que não tava mais aguentando....
- irmão, eu tô chegando!
Ele então parou, se colocou entre as pernas dela e a beijou...
- vc sabe que pra limpar seu corpo, vc tem que resistir!
- sim, tô tentando!
- aqui é seu fraco, vamos tentar por dentro agora, vem!
Ele abaixou a calça e a cueca, Kecya assustou quando o membro saltou pra cima, era comprido, fino na cabeça mas grosso na base, do tipo que abre caminho, ele sentou no sofá e mandou Ana vir por cima. Naquele momento uma sensação tomou conta da Kecya, tesão, sentiu a calcinha humidecer, sentiu a vagina contrair, a mesma indignação por ver aquele homem prestes a comer a sobrinha de 15 anos dividia espaço com o tesão de ver aquele pénis ereto, com a cabeça vermelha encostando na bunda branca da Ana.
- vc vai colocar e massagear devagar, tem que resistir o máximo que puder!
- tá, mas o sr sabe que não aguento muito!
- se vc aguentar bastante eu prometo fazer daquele jeito que vc gosta, ok?
Ana acenou que sim. Kecya percebeu que não era a primeira vez e já havia até um jeito preferido. Ana ajeitou a boceta na cabeça do pau do conselheiro, começou a baixar, os lábios abocanhavam o pau, a cabeça sumiu dentro dela, agora cada centímetro que entrava fazia ela gemer, ela subia e descia novamente engolindo cada vez mai, quando chegou no limite que aguentava ainda tinha um terço do penis fora...
- agora rebola, amor! Disse o conselheiro.
- assim?
- isso, devagar, sem pressa, sente ele em vc!
- eu sinto ele dentro de mim!
- tá gostoso?
- muito!
- isso, agora aperta ele com sua boceta, desce, aperta e sobe, assim, isso, vc tá passando todo o espírito de jesabel pra mim, continua!
Ana descia na pica do conselheiro, cada vez mais perto de receber ele todo, o pau do conselheiro brilhava com o mel da vagina da Ana, deslizava suave até a base, logo ela pulava em cima dele, os seios já saltavam pra fora do vestido, foi então que finalmente ela colocou as mãos nela, agarrou os peitos adolescentes dela e mamava um de cada vez...
- ai amor, assim eu não aguento, tá vindo, tá vindo!
Nisso ele deu um tapa no rosto dela...
- aguenta piranha, mete esse pau na boceta!
- aiiii não aguentooooo!
Ana caiu no peito do conselheiro, extasiada, dormente, Kecya já apertava a vagina por cima da roupa, ela queria ir embora, mas não conseguia mover nada alem da mão em cima da vagina, parecia que tinham acabado, mas...
- e então, aguentei mais que a ultima vez?
- aguentou sim, vc foi otima!
- vou ganhar a benção?
- vai sim, mas vc vai ter que colocar isso na boca!
Ele deu a ela um pedaço de corda...
- morde isso pra não fazer tanto barulho!
- ok!
Ana levantou e ficou debruçada no braço do sofá, a bunda empinou, Kecya viu a bocetinha dela antes fechadinha e agora aberta, vermelha e escorrendo liquido que ía até o tornozelo. O conselheiro se livrou do resto de roupa, kecya notou o corpo forte, mãos grossas e fortes, por um momento ela quis que fosse ela alí, prestes a ser comida de quatro, ela só não imaginava o que seria a benção que ele daria a sobrinha...
- Ana, meu amor, agora vc pode gozar o quanto quiser, não precisa segurar, eu vou purificar vc por dentro e dar minha unção dentro das suas entranhas!
Kecya se excitava com o palavreado evangélico do conselheiro, ele realmente era bom, sabia fazer e convencer as mulheres a darem pra ele, Ana apesar de jovem não era bobinha, sabia o que tava fazendo e meio como quem valida algo errado, Kecya entendia o efeito daquilo, o alívio de um bom sexo fazia as irmãs deixarem os maridos em paz, sem brigas, sem cobranças, uma estabilidade na convivência de casal que só uma mulher bem comida pode dar, o custo era aguentar as investidas daquele conselheiro pirocudo.
Logo ele se pôs atras da Ana, teve que abaixar um pouco pela diferença de altura, besuntou o pau com saliva e encostou a cabeça no cuzinho da Ana, segurando firme na anca da garota a cabeça passou, Ana arqueou, mordendo a corda, o vai e vem começou imediatamente, de início a cabeça entrava e saía, depois um pouco do pênis entrava, Ana gemia, se contorcia, ele a segurava e ía um pouco mais fundo, logo Kecya percebeu aquele membro enorme sumir no meio da bunda da sobrinha, ela não aguentou, a mão dentro da calcinha já deslizava livre entre os lábios, apertava o grelo, descia até a vulva, um dedo, depois dois e voltava ao grelo, era uma dança que ela conhecia, nas suas transas com homens que não a excitavam ela conduzia o próprio orgasmo, sempre alimentando o tesão de quem a comia olhando aquela boceta recebendo a siririca.
Ana sofria copiciosamente na pica do conselheiro, quando ele chegou no rítmo, não havia mais uma adolescente, era uma fêmea, uma putinha que gozava mais e mais, a boceta escorria, pingava, em alguns momentos ele tirava do ânus e metia na vagina, eram poucas estocadas, o bastante pra causar tesão, mas logo voltava a entrar no reto, alargando o esfíncter, o conselheiro era um comedor experiente, sabia dominar, conduzir, extrair tesão da dor e fazer aquelas mulheres carentes de sexo se pederem na unção grossa de um homem de deus.
Já havia sido três orgasmos da Ana, ela agora era suspensa na ponta dos pés com a bunda empinada, segurada pela barriga e pescoço, o conselheiro metia sem dó, a corda caída no sofá, Ana com os olhos revirados era sacudida pra frente e pra trás empalada no pau do conselheiro, sem dizer nada ele estocou mais forte e parou, o pau pulsando, golfando dentro da Ana.
Quando a soltou, as pernas não aguentaram ficar em pé, ela lentamente dealizou até o chão, cabelo emaranhado, suor, lágrimas, era uma menina provando o sexo bruto, muitos orgasmos. Kecya sentiu inveja. Quando deu por si, tratou de sair sorrateiramente, andou rápido até o carro e foi embora.
Um sentimento conflitante se apoderou da Kecya, ela sabia que aquilo era errado, mas não teve coragem de fazer algo, em casa ela olhava pro marido e pensava em como seria a vida, seria daquele jeito, transando fora pra manter a paz em casa, o marido fiel a doutrina da igreja não esboçava mudança, na realidade dessas pessoas aquilo era o normal, aquilo era o certo, uma semmente germinava na mente da esposa, velhos hábitos eram relembrados, pensamentos revisitavam a cena da sobrinha, o que viria a seguir, passou um tempo até que a Kecya voltasse completamente pra realidade, só que não aquela realidade normal, agora havia tesão, possibilidades e tudo com a benção da denominação.
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Comentários (3)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkJoe: Bem excitante. Continua.
Responder↴ • uid:7xbz1xspv3O Professor FTZ: Delícia de relato a r r o b a l e o 2 0 1 4
Responder↴ • uid:gp1ft720c