Estuprei e engravidei minha enteada
Pra quem não me conhece, sou dentista dom em diversas redes, loiro, 28 anos. Esse conto ocorreu ano passado.
Conheci a Beatriz, 28 pelo Instagram. Ela era linda, loirinha e magrinha e bem gostosinha, do jeito que sempre foi meu fraco e, pelas histórias que contava, bem putinha, pois engravidou com 14 anos e tinha uma filha que já tinha 14 anos quando as conheci.
Pois bem, logo que a conheci me apaixonei, namorei e já a chamei para morar comigo e, por consequência, Isabelle (a filha dela) viria junto.
A convivência sempre foi ótima. Tratava a menina como uma filha, a princípio sem malícia nenhuma. Ela já estava se transformando em uma mulher, com personalidade própria, corpo se desenvolvendo com seios redondinhos, bunda empinada e redondinha e uma xaninha que já marcava nas roupas que usava e sua própria forma de enxergar a vida.
Sempre fomos muito próximos; nós três. Assistíamos filmes juntos no sofá aos finais de semana. Mas, conforme o tempo foi passando, fui percebendo que ela começou a se insinuar, estava mudando. Tornava-se mais confiante, mais ousada, provocativa nas roupas e, por vezes, parecia querer chamar minha atenção de forma diferente.
Certa vez, durante uma conversa, ela me disse:
— Henry, sabe… às vezes eu ouço você e minha mãe transando durante horas. Acabei pesquisando vídeos porno na internet, até de incesto, comecei a me tocar os vendo, mas ainda tenho muitas dúvidas. Minha mãe não gosta muito de falar sobre isso. Você poderia me explicar melhor?
Fiquei sem saber exatamente o que responder. Disse que talvez fosse melhor conversarmos sobre aquilo junto com a mãe dela, para evitar mal-entendidos.
Ela sorriu de lado e respondeu:
— Será? Acho que você está apenas tentando fugir da conversa.
Por alguns segundos, ficamos em silêncio. Eu procurava as palavras certas, enquanto ela aguardava uma resposta.
O clima ficou estranho, mas não por causa do assunto em si. Era a sensação de que ela estava crescendo e enxergando o mundo de uma forma diferente, minha pica ficou dura pra caralho e eu precisava sair dali, corri pro banheiro e comecei a bater uma, eu estava alucinado, quando menos esperava, ela abre a porta do banheiro e fica me olhando com a pica dura na mão. Como eu estava com os olhos fechados, apreciando a bronha, nem tinha reparado. quando estava quase gozando, ouço ela perguntar.
- Tudo isso foi porque eu comecei a te perguntar sobre sexo?
Com a pica dura na mão, respondo.
- Caralho garota, o que você está fazendo aqui? Fecha a porta.
- Não, deixa eu te ajudar. Afinal, fui eu que te deixei assim.
- Que ajudar o que?! Fecha.
Depois de alguns instantes, ela simplesmente fechou a porta do banheiro, agachou no chão e começou a me chupar, mas ela não sabia como chupar, ela mordia, passava os dentes e machucava:
- Quer saber, foda-se. Chupa como se fosse um pirulito. Isso, assim.
Caralho, começou a ficar muito bom. Ela chupou até que gostosinho. E gozei pra caralho. Fui levantar ela pra começar a meter, mas ela disse:
— Tudo bem. Já vi o que eu queria ver.
- hahaha nem fudendo, tu vai dar pra mim e muito.
- Não vou não. Não quero perder a virgindade.
- Foda-se, quem mandou tu começar com gracinha, vou te fuder inteira.
Ela começou a se desperar e querer sair dali, mas já peguei ela pelo cabelo, coloquei de quatro com a bunda empinada, rasguei a roupa, cuspi na buceta e na minha pica e meti tudo sem dó na buceta.
- Não Henry, por favor. Tira, você está me rasgando. Por favor.
Ela chorava e gritava muito, e eu não queria nem saber. Como ela queria escapar, segurei a bunda com as duas mão, depois de dar muito tapa na bunda dela e fazer ela gritar e chorar muito mais, fui e pisei na cabeça dela, pra dominar muito mais.
Ela se desesperou muito mais, mas ficou mais contida. Continuei metendo muito mais forte. Acabei gozando bem no fundo da buceta, ela se acalmou um pouco.
Mas meu pau não abaixava nunca, afinal comendo aquela putinha, não tinha como.
Cuspi bem na entradinha do cú dela e na minha pica. Quando ela percebeu:
- Não Henry, por favor. Eu faço tudo o que você quiser, mas aí não. Você vai me matar. Por favor.
Eu nem liguei. Eu dei um tapa na bunda dela que estralou tudo. Encaixei e meti, ela gritou que acho que a cidade toda ouviu. E comecei a meter e meter muito. Ela só chorava e gritava. Quando eu estava quase gozando de novo, tirei do cu e meti na buceta até gozar… bem no fundo de novo.
Quando terminei de gozar… virei ela pra mim, cuspi na boca dela, dei dois tapas na cara e mijei nela toda. Beijei ela bem gostoso e disse.
- Agora você é minha putinha, sempre que eu quiser, você vai me dar. Entendeu?!
Ela só balançou a cabeça, concordando.
A partir daí, passamos a fuder sempre que tínhamos oportunidade.
3 meses depois, descobrimos que ela estava grávida. Ela nunca contou pra mãe que a filha era minha. Disse que tinha sido estuprada por um cara quando voltava de uma balada a noite e ficou com vergonha de contar pra gente.
Fiquei com a mãe dela até a criança ter uns 5 meses, mas acabamos terminando. Mas prometi que sempre cuidaria dela e da criança, afinal a criança era minha e perante a mãe dela “criei” um laço de pai com a Isabelle e de Vó com Giovana. (Minha filha com a Isabele)
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Comentários (1)
Secreta: Que merda de conto
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