#Grupal #Incesto #Teen #Virgem

Sozinho com minha filha!

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Carlos Moya

Meu nome é Manoel, sou senegalês, tenho 35 anos. Vim para o Brasil em busca de uma vida melhor. Minha esposa faleceu na pandemia, ficamos apenas eu e minha filha Jéssica de 26 anos . A viagem de barco foi difícil, viajamos clandestinos , mas conseguimos chegar em segurança. Fomos acolhidos em um abrigo em São Paulo.

Depois de alguns meses, as autoridades começaram a ameaçar minha deportação e a separação da Jéssica. Sou um homem forte, de boa compleição física, e no meu país atuava na contrução civil. Minhas característica físicas chamavam a atenção. Foi quando recebi a visita do Dr. Ricardo renomado advogado, viúvo de 52 anos, e muito poderoso, com fortes conexões no meio jurídico e político de São Paulo.

Ele me ofereceu moradia, comida, salário e a regularização completa da nossa situação no Brasil, desde que eu e minha filha trabalhássemos em sua mansão nos arredores da capital paulista. Aceitei a proposta com gratidão.

Chegamos à propriedade, uma bela e isolada mansão rodeada por altos muros e extensos jardins. Fomos recebidos por uma empregada discreta, que nos mostrou nossos quartos — separados, mas próximos. Colocamos os uniformes: eu como caseiro e jardineiro, e Jéssica como empregada doméstica.

Jéssica é uma jovem negra típica do Senegal: pele escura, coxas grossas, uma bunda grande e empinada, e seios relativamente pequenos, firmes e bicudos. Seu corpo chamava atenção naturalmente.

Nos primeiros dias, o Dr. Ricardo nos tratava com certa distância, apenas observando. Durante o dia, realizávamos os serviços da casa normalmente. À noite, ele nos chamava ocasionalmente para conversas breves.

Certa noite, após o jantar, o doutor me chamou sozinho em seu escritório particular. Fechou a porta e foi direto ao assunto, com voz calma, mas firme:

— Manoel, eu sei de alguns costumes do seu país. Sei que, entre vocês, as mulheres são educadas para serem muito servis aos homens, especialmente às filhas em relação ao pai. Quero que você me mostre isso. Amanhã à noite, você vai comer sua filha na minha frente. Quero ver tudo. Principalmente o sexo anal, que sei ser comum na sua cultura.

Fiquei paralisado. Senti um misto de choque e vergonha.

— Doutor… ela é minha filha. Eu não posso…

— Você pode e vai fazer — interrompeu ele, com tom autoritário. — Ou prefere que eu cancele o acordo e as autoridades sejam notificadas amanhã mesmo? Você sabe muito bem o que acontece com quem está em situação irregular.

O medo da deportação e de perder Jéssica me dominou. Depois de alguns minutos em silêncio, baixei a cabeça e aceitei.

— Sim, doutor. Farei o que o senhor está pedindo.

Na noite seguinte, na sala principal iluminada, o Dr. Ricardo sentou-se confortavelmente em sua poltrona de couro. Ordenou que nos despíssemos. Quando Jéssica ficou nua, ele lambeu os lábios ao contemplar sua bunda enorme e a buceta levemente peluda.

— Comece, Manoel. Mostre-me como você comeu essa garota desde o Senegal.

Aproximei-me de minha filha. Ela me olhou com uma mistura de vergonha e excitação — vergonha de ser vista por um estranho, mas sem qualquer resistência em foder o próprio pai. Beijei-a na boca com possessividade, desci chupando seus seios e depois devorei sua buceta, enfiando a língua fundo enquanto ela gemia baixinho. Deitei-a no sofá e, com meu pau grosso e latejante, penetrei sua buceta molhada, abrindo-a lentamente como fizera na primeira vez no Senegal.

— Ahh… pai… — gemeu ela, cravando as unhas em meus ombros.

O Dr. Ricardo masturbava-se devagar, assistindo com olhos famintos.

— Agora o cu. Quero ver você arrombar essa bunda preta grande.

Virei Jéssica de quatro, expondo completamente sua nádegas volumosas. Cuspi na mão, lubrifiquei meu pau com os sucos da buceta dela e pressionei contra o anel apertado. Devagar, mas sem piedade, forcei a entrada. Jéssica soltou um gemido alto, misturando dor e prazer profundo:

— Ai, pai… está tão grosso… ahhh… fode meu cu…

Comecei a estocar cada vez mais fundo e forte, fazendo sua bunda grande balançar obscenamente a cada investida. O Dr. Ricardo levantou-se, enfiou o pau na boca de Jéssica e começou a foder sua garganta enquanto eu continuava arrombando seu cu sem parar. Fodemos Jéssica por mais de 1h gozando e enchendo o cu e a garganta dela de leite.

A partir daquela noite, os encontros tornaram-se frequentes e cada vez mais depravados. O doutor exigia que eu fodesse minha filha em todas as posições possíveis, sempre destacando o incesto. Mandava que eu gozasse dentro do cu dela e depois o fizesse limpar meu pau com a boca. Participava ativamente: enquanto eu fodia o cu de Jéssica, ele comia sua buceta, ou vice-versa, transformando-a em um brinquedo sexual. Às vezes, ordenava que Jéssica cavalgasse meu pau analmente enquanto ele batia em seu rosto com o dele.

Jéssica, educada na submissão cultural do Senegal, entregava-se cada vez mais. Em particular, confessou-me que sentia um prazer intenso e doentio em ser usada sexualmente pelo próprio pai na frente de outro homem. O tabu a excitava profundamente.

Durante o dia, éramos empregados exemplares. À noite, tornávamo-nos os brinquedos sexuais mais degradados do Dr. Ricardo. Ele nos usava sem limites — fazendo-me foder minha filha até ela implorar, gozando em sua boca enquanto eu enchia seu cu, ou mandando que ela chupasse meu pau enquanto ele a fodia.

Uma noite, após uma sessão especialmente intensa em que gozei profundamente no cu de Jéssica e o doutor ejaculou em sua boca, ele declarou satisfeito:

— Vocês são perfeitos. Um pai fodedor de filha e uma filha puta do próprio pai. Enquanto continuarem assim, nunca lhes faltará nada.

Com o passar do tempo, tornou-se evidente que o Dr. Ricardo não operava sozinho. Ele era o pivô central de uma sofisticada rede de corrupção que envolvia autoridades migratórias, policiais, juízes e políticos influentes de São Paulo. A mansão servia não apenas como residência, mas como local discreto para encontros onde favores eram negociados. Imigrantes em situação irregular eram “protegidos” em troca de serviços sexuais, informações ou subornos disfarçados. O doutor mantinha arquivos detalhados de compromissos comprometedores, utilizando gravações e fotos para garantir lealdade.

Jéssica e eu fomos gradualmente integrados a esse sistema. Em algumas ocasiões, o Dr. Ricardo recebia visitantes importantes — delegados, assessores parlamentares e empresários — que assistiam ou participavam das sessões. A submissão cultural de Jéssica e o incesto explícito tornavam-se atrações exclusivas que reforçavam os laços da rede, criando cumplicidade através do silêncio e do prazer compartilhado. O medo inicial deu lugar a uma dependência perigosa: enquanto obedecêssemos, estávamos protegidos; qualquer recusa poderia significar não apenas deportação, mas exposição pública ou pior.

Deitado ao lado de Jéssica, seu corpo suado e marcado colado ao meu, eu sabia que nossa nova vida era irreversível. O medo da deportação havia sido trocado por um vício profundo que nos garantia um futuro tranquilo "protegidos" pelo Dr.Ricardo l

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Comentários (1)

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  • Mac: 35 anos com uma filha de 26? Foste pai aos 9 anos? Nem no Senegal isso acontece| Nem sequer li a estória.

    Responder↴ • uid:1dlia2lydg3c