Jason, subjugando o gogo boy
Um gogo boy hétero aceita um jogo de Bdsm por dinheiro. Ele será quebrado, será q no fundo não está começando a gostar?
Meu nome é Jason. Tenho 25 anos, preto, corpo bem torneado, músculos definidos de tanto malhar e dançar pole, hétero, Mas sem preconceitos. Sou o go-go boy principal da boate gay mais badalada da cidade. Quando eu subia no palco, o lugar parava. Eu girava, descia devagar, rebolava com precisão, o short branco justo marcando tudo. Os homens me desejavam loucamente. Notas grossas caíam aos meus pés. Mas eu nunca fazia programa. Nunca vendia meu corpo. Isso era uma regra inegociável.
Até o Roberto aparecer.
Ele era um senhor de uns 58 anos, cabelo grisalho impecável, terno caro, olhar frio e calculista. Me chamou depois de uma apresentação, quando eu ainda suava óleo e suor. Sentamos num reservado escuro.
— Dez mil reais por uma noite — disse ele direto. — Sem sexo. Só quero te chicotear. Forte. Quero ver você aguentando.
Eu ri, desconfortável.
— Tá brincando, né? Eu não faço esse tipo de merda.
Ele pegou um envelope grosso do bolso interno do terno e abriu um pouco na frente dos meus olhos. Vi as notas de cem bem arrumadas. Muito dinheiro.
— Isso é só para te mostrar que é sério. Amanhã, nesse endereço. Se você aparecer, o dinheiro é seu no final da noite. Se não aparecer, pode ficar com esse envelope mesmo assim. Mas eu acho que você vai.
Passei a noite inteira em conflito. Olhava o envelope em cima da mesa do meu quarto pequeno. Dez mil resolveriam muita coisa. Mas a ideia de apanhar... de ser chicoteado por um velho rico... me dava um frio na espinha. Eu não era submisso. Eu era o cara que dominava o palco. Mesmo assim, a necessidade falou mais alto.
Fui.
A casa era grande, isolada, cercada por mato. Entrei. Roberto me esperava sério, de camisa preta aberta.
— Tire toda a roupa — ordenou.
Fiquei completamente nu na frente dele. Ele me rodeou, passando a mão nas minhas costas largas, apertando minha bunda dura.
— Pele negra linda... vai marcar perfeitamente.
Me levou para o porão adaptado. Correntes no teto, um banco de surra, chicotes variados na parede. Meu coração acelerou. Comecei a me arrepender no instante em que ele fechou a porta.
Ele me prendeu de pé: braços esticados para cima, algemas frias nos pulsos, pés afastados e presos no chão. Eu não conseguia me mexer quase nada.
— Regras: você só para se disser “vermelho”. Fora isso, eu decido. Entendeu?
— Entendi... — respondi, a voz já mais baixa.
Ele começou com um chicote de tiras largas e macias. O primeiro golpe nas costas ardeu, mas foi suportável. O segundo foi mais forte. O terceiro...
— Porra... — resmunguei.
A dor foi crescendo rápido. Cada estalo ecoava alto no porão. Depois de uns vinte golpes, minha pele já queimava. Ele trocou para um chicote mais pesado. O barulho ficou mais seco, cruel.
— Aaaah! Caralho, isso dói! — gritei quando um golpe acertou em cheio nas omoplatas.
Meu corpo se contorceu nas correntes. O suor escorria pelo peito e pelas costas. Ele continuou, descendo devagar até a bunda. Cada golpe nas nádegas era como uma queimadura forte. Eu puxava as algemas, os músculos tremendo.
— Mais devagar... por favor... — pedi, a voz falhando.
Ele ignorou. Pegou um chicote fino, quase uma vara de couro. Esse cortava.
O primeiro golpe na bunda foi lancinante.
— Aaaahhh! Merda! Tá doendo pra caralho! — berrei, o corpo inteiro tensionado.
Lágrimas surgiram nos meus olhos. Eu mordia o lábio com força. Ele não parava. Golpe após golpe, ritmado, preciso. Minhas nádegas ardiam, inchavam. Os vergões grossos latejavam. A dor subia pelas coxas quando ele desceu o alvo. Minhas pernas tremiam violentamente.
Eu estava sofrendo de verdade. Não era excitante. Era humilhante. Doloroso. Arrependido pra porra.
— Eu não aguento mais... por favor... — solucei, as lágrimas descendo pelo rosto.
— Você vai aguentar sim — respondeu ele calmamente. — Um homem forte como você precisa sentir isso.
Ele continuou mais uns minutos. Eu gritava a cada golpe forte. O corpo inteiro suado, as costas e a bunda em fogo puro. Quando ele finalmente parou, eu estava pendurado nas correntes, cabeça baixa, respirando com dificuldade, chorando baixo.
Roberto me soltou. Minhas pernas quase falharam. Ele me ajudou a deitar de bruços num colchão grosso. Senti a pomada gelada sendo passada, mas mesmo assim ardia pra caralho.
Ele saiu do quarto por um minuto e voltou com o envelope grosso na mão.
— Aqui estão os dez mil. Em dinheiro, como combinado. Você aguentou melhor do que eu imaginava... pra uma primeira vez.
Peguei o envelope com a mão tremendo. Não falei nada. Só queria ir embora.
Saí da casa mancando, a roupa grudando nos vergões inchados. No táxi, olhava pela janela com os olhos vermelhos. O corpo latejava inteiro. Dor, vergonha e arrependimento me consumiam.
Eu tinha sofrido muito. Tinha chorado como nunca chorei na vida adulta. E, por mais que o dinheiro estivesse no meu colo, uma voz na minha cabeça repetia: “Nunca mais”
Voltei.
Eu jurei que não voltaria. Depois daquela primeira noite, passei quase duas semanas mal conseguindo sentar direito. As marcas nas costas e na bunda demoraram dias para baixar. Toda vez que tomava banho, a água quente ardia e eu me lembrava dos meus próprios gritos. “Nunca mais”, eu repetia pra mim mesmo olhando no espelho.
Mas a vida cobra. O dinheiro dos dez mil acabou rápido — aluguel, academia, comida, uma dívida antiga. Quando Roberto mandou mensagem com uma proposta nova, eu hesitei por dois dias inteiros. Quinze mil reais. Só uma noite.
Eu aceitei.
Cheguei na casa às dez da noite de novo. O envelope com as notas não estava mais na jogada — ele me mostrou o comprovante da transferência de quinze mil assim que entrei, antes mesmo de tirar a roupa.
— Dessa vez vai ser diferente — disse ele, com aquela voz calma e controladora. — Quero ver até onde você aguenta quando o prazer vira tortura.
Ele me levou para o mesmo porão. No centro tinha uma cadeira de madeira pesada, com braçadeiras e tiras de couro. Roberto me mandou tirar toda a roupa. Fiquei nu, o corpo ainda com algumas marcas leves da sessão anterior.
— Vendado — ordenou.
Colocou uma venda preta grossa nos meus olhos. O mundo sumiu. Só restou o cheiro de couro, madeira e o meu próprio medo. Ele me sentou na cadeira e começou a prender. Braços atrás do encosto, pulsos e antebraços bem amarrados. Pernas abertas, coxas e tornozelos fixados nas pernas da cadeira. Uma cinta larga na cintura. Eu não conseguia me mexer quase nada. O pau já meio duro de nervoso, exposto.
— Roberto… vai devagar hoje, tá? — pedi, a voz baixa.
Ele riu de leve.
— Hoje o foco é sua virilidade. Vamos ver quantas vezes você aguenta gozar até implorar.
Começou devagar. A mão dele, lubrificada, envolveu meu pau. Punheta lenta, ritmada, apertando na cabeça. Eu respirava pesado, tentando controlar. Sem visão, cada toque parecia mais intenso. Ele masturbava com habilidade, parando no limite, voltando. Edging.
Depois de uns dez minutos, eu já gemia, quadril tentando se mexer dentro das amarras.
— Porra… tá bom demais…
Ele acelerou. A mão subia e descia firme. Eu gozei pela primeira vez com um gemido longo, o corpo tensionando contra as tiras. Porra quente escorrendo pela barriga e pela mão dele. Ele não parou. Continuou punhetando mesmo eu estando sensível.
— Primeira — murmurou. — Agora vem a parte divertida.
A sensibilidade pós-gozo era insuportável. Eu me contorcia, puxando as amarras.
— Espera… espera um pouco! Tá muito sensível! — reclamei.
Ele ignorou. A mão continuou, mais lenta, mas implacável. Meu pau, ainda duro, latejava. A sensação era uma mistura estranha de prazer e dor. Eu gemia, a cabeça jogando de um lado pro outro dentro da venda.
Ele acelerou de novo. Meu segundo orgasmo veio mais forte, quase violento. O corpo inteiro convulsionou contra as cordas. As pernas tremiam sem parar, os braços puxavam com força, a cadeira rangia. Eu gritei, um som rouco, enquanto jatos mais fracos saíam. A respiração estava descontrolada.
— Caralho… caralho… para um pouco… — implorei, suor escorrendo pelo peito.
Roberto passou a mão na minha barriga, espalhando a porra.
— Ainda não. Falta a terceira.
Ele continuou. Meu pau estava vermelho, inchado, extremamente sensível. Cada movimento da mão era agonia. Eu tentava fechar as pernas, mas as amarras não deixavam. Comecei a entrar em pânico leve.
— Roberto… eu não aguento mais… tá doendo… por favor…
Ele acelerou. A tortura era cruel. Meu terceiro orgasmo demorou a vir, mas quando veio, foi diferente. Em vez de porra, senti uma pressão enorme na bexiga. Meu corpo inteiro entrou em desespero. Tentei segurar, mas não consegui.
— Não! Não faz isso! — gritei, em pânico total.
Jatos quentes de mijo saíram com força, misturados com o resto de porra. Eu mijava sem controle, encharcando minha barriga, coxas, o assento da cadeira. O desespero era absoluto. Lágrimas escorriam por baixo da venda. Eu soluçava, o corpo tremendo violentamente, humilhado.
— Para… por favor… eu tô mijando… caralho… — choraminguei, a voz quebrada.
Ele continuou punhetando devagar até o último espasmo. Só então parou. Eu fiquei lá, preso, vendado, suado, coberto de porra e mijo, respirando como se tivesse corrido uma maratona. O cheiro forte subia. Eu me sentia destruído. Degradado. Quebrado.
Roberto tirou a venda devagar. Seus olhos estavam brilhando de satisfação. Ele limpou meu corpo com toalhas quentes, soltou as amarras com cuidado e me ajudou a levantar. Minhas pernas mal sustentavam.
— Quinze mil já estão na sua conta — disse ele, passando a mão nas minhas costas. — Você foi muito bem hoje. Sofrido, mas bonito.
Eu não respondi. Tomei banho na casa dele, calado. No táxi de volta, olhava pela janela com o corpo dolorido, pau latejando, ego humilhado. Tinha gozado três vezes contra a minha vontade. Tinha mijado em mim mesmo de desespero. A sensação de perda de controle ainda queimava mais que qualquer chicotada.
Eu me odiava por ter voltado.
Mas, no fundo, sabia que o dinheiro estava resolvendo problemas reais. E que uma parte doente de mim, por mais que doesse admitir, já se perguntava o que ele faria na terceira sessão.
Depois da segunda sessão, passei dias me sentindo sujo. Toda vez que me olhava no espelho, lembrava do desespero de ter mijado em mim mesmo, amarrado naquela cadeira, vendado, gozando contra a minha vontade. O pau ainda ficava sensível só de pensar. Eu jurava pra mim mesmo: “Essa foi a última vez”.
Mas vinte mil reais mudam tudo.
Roberto mandou a proposta por mensagem: “Terceira sessão. Vinte mil. Vai ser a mais pesada até agora.” Eu hesitei quase uma semana. No final, aceitei. O dinheiro estava acabando de novo e eu precisava pagar fatura do cartão de crédito, além de remédios para minha mãe.
Cheguei na casa às dez da noite. Ele já tinha transferido os vinte mil antes mesmo de eu tirar a roupa — mostrou o comprovante no celular.
— Hoje você vai ser usado de verdade, Jason — disse ele, sério. — Sem escapatória.
Me levou pro porão. A venda preta grossa voltou primeiro. O mundo desapareceu novamente. Ele me deixou completamente nu e me prendeu de bruços numa espécie de banco largo de couro, com as pernas bem abertas e presas, o peito e os braços amarrados para baixo. Minha bunda ficou exposta, vulnerável, empinada. Eu não conseguia fechar as pernas nem me mexer quase nada.
— Roberto… vai com calma, por favor… — pedi, a voz já tremendo.
Ele não respondeu.
Senti o gel frio sendo passado no meu cu. Depois, o peso dele atrás de mim. O pau dele era grosso, quente, já duro. Ele não preparou quase nada. Pressionou a cabeça contra minha entrada e empurrou com força.
— Aaaahhh! Porra! Devagar! — berrei.
Ele não foi devagar. Entrou com violência, abrindo meu cu de uma vez. A dor foi lancinante, como se estivesse rasgando. Eu puxei as amarras com toda força, o corpo inteiro tensionado, gritando sem parar.
— Tá doendo! Tá doendo pra caralho! Tira! — solucei alto.
Roberto segurou meus quadris e meteu fundo, até o saco. Começou a foder com estocadas fortes, brutais. Cada vez que entrava completamente, eu sentia meu interior sendo aberto à força. A dor queimava, latejava. Eu chorava sem controle, berrando a cada estocada.
— Por favor… tá rasgando… eu não aguento! — gritei, lágrimas encharcando a venda.
Ele fodeu mais uns minutos, forte, sem piedade, até gozar dentro de mim com um gemido baixo. Senti o calor da porra enchendo meu cu. Quando ele tirou, eu ainda soluçava, o buraco latejando, aberto, dolorido.
Mas não acabou.
Ele trouxe a máquina de foda. Posicionou o dildo grande — grosso, com veias, bem maior que o pau dele — contra meu cu ainda cheio de porra. Ligou o aparelho.
O dildo começou a entrar e sair mecanicamente. Sem parar. Sem descanso.
— Não! Não! — berrei assim que o ritmo acelerou. — Tá muito grande! Tá machucando!
A máquina metia sem dó. Fundo. Rápido. Constante. Eu berrava o tempo todo, o corpo se debatendo contra as amarras. O cu ardia, queimava, inchava ao redor do dildo. A porra de Roberto servia de lubrificante, escorrendo pelas minhas coxas.
— Aaaahhh! Para! Por favor, para! Eu tô implorando! — chorava alto, a voz rouca de tanto gritar.
A máquina não parava. Os minutos se arrastando como horas de foda mecânica implacável. Eu alternava entre berros, soluços e gemidos fracos quando a dor misturava com uma sensação estranha e profunda. Meu pau roçava no banco, me machucando — só sofria. O cu estava destruído, latejando, completamente aberto.
Eu chorei o tempo todo. Berrava o nome dele, pedia misericórdia, xingava, soluçava. A venda deixava tudo mais aterrorizante. Eu me sentia um objeto. Um buraco. Quebrado.
Quando a hora terminou e a máquina parou, eu estava destruído. Tremendo. Chorando baixinho. O cu pulsava, inchado, dolorido como nunca.
Roberto tirou a venda devagar. Meu rosto estava molhado de lágrimas e suor. Ele passou a mão nas minhas costas com certa gentileza e soltou as amarras.
— Você aguentou. Foi bonito de ver — murmurou.
Eu não conseguia falar. Fiquei deitado ali por um tempo, recuperando o fôlego, sentindo a porra escorrendo do meu cu aberto. Tomei um banho quente, mas a dor não passava. Saí da casa mancando, o corpo inteiro destruído, o orgulho em pedaços.
No táxi, encostei a testa na janela e fechei os olhos. Vinte mil na conta. Mas eu me sentia vazio. Humilhado. Violentado de verdade. Tinha berrado, chorado e implorado como um animal.
E mesmo assim… uma voz baixa e doente no fundo da minha mente já sussurrava que talvez ainda houvesse uma quarta sessão.
Eu aceitaria, como recusar?
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Comentários (1)
Lex75: Eu publico aqui contos, sou mulher...na minha vida já fui acompanhante de luxo... já aqui publiquei algumas histórias dessa fase da minha vida...uma que ainda não escrevi é quase igual a esta que eu li agora...foram 11 sessões, com um casal...ganhei muito dinheiro mas ganhei ainda mais do que isso...ganhei conhecimento dos meus supostos limites... passei eles todos. Li este conto e adorei...pena não dividires isto em partes onde descrevias mais ao pormenor as sensações que dão o medo e o tesão juntos. Mas está muito bom na mesma. Nota 5 sem dúvida. Beijinhos da Lex75
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