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Submundo Evangélico Parte III

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Railton40

Os nomes nesse conto são fictícios, mas os fatos relatados são verdadeiros, espero que se divirtam, curtam e comentem o que acharam!

Primeiramente quero deixar claro que o objetivo deste conto não é denegrir a imagem de qualquer instituição religiosa.
Meu nome é Railton, sou moreno de estatura baixa mas tenho um corpo em forma, estou com 40 anos e meu apetite sexual é muito intenso.
O que vou relatar é o compilado de 5 anos presenciando os bastidores de uma denominação evangélica da qual faço parte.

3 - Sofia e o Diacono.

Sofia é uma jovem adolescente, sua mãe casada com um homem mais jovem, ambos têm um mercadinho no bairro, Sofia tem cabelos pretos lisos, corpo esguio, seios pequenos e um par de pernas grossas pra idade, tem um rosto que chama atenção pelo ar de inocência, daquele tipo que seduz sem precisar fazer muito, ela é a única da família dela a frequentar a igreja, os pais não são evangélicos, coisa incomum naquele bairro, geralmente os adolescentes iam a igreja obrigados pelos país, os que não tinham pais na igreja iam com tios, tias ou avós. Sofia era a exceção.
A conversa que rolava era que ela havia sido abusada por um tio que sumiu no mundo depois de ser descoberto, outros rumores diziam que o padrasto a aliciava, uma terceira versão dizia que ela tinha perdido a virgindade com um primo, ninguém sabia com certeza se essas histórias eram verdadeiras, na igreja, qualquer sinal de rebeldia gerava falatório. A única coisa que todos sabiam era que ela é uma garota carente, apesar da mãe estar sempre por perto, todos notavam que ela não tinha carinho em casa, sendo muitas vezes rotulada de grudenta.
Naquela semana ela estava bem triste pois a mãe e o padrasto tinham viajado e a deixado com a avó, ela estava pra baixo, as amigas tentavam animar ela mas a falta de um contato mais humano a fazia sentir abandodonada. E pra quem entende a malícia das coisas, ela era um alvo fácil pra qualquer um que quisesse se aproveitar, e essa oportunidade caiu de bandeja no colo do Elias, um diacono responsável pela manutenção da igreja, um dos poucos obreiros que faziam parte da panelinha formado pelo presidente e alguns outros membros de congregações diversas, ele inclusive era quem divulgava o aconselhamento, falei sobre em um conto anterior.
Elias se aproximou dela, começou a tratá-la com atenção, logo ela passou a ajudar ele em tarefaz variadas, ele lhe dava carona, até ajudava com pequenas quantias quando tinha que pagar roupas e eventos da igreja, ninguém maldava pois ele fazia isso com varias pessoas, inclusive outras adolescentes. A relação deles era normal.
As coisas tomaram corpo quando pelo boca-a-boca, sofia soube de um retiro que era feito no sítio do pastor presidente, garimpando essas informações ela descobriu que alguns jovens se reuniam de vez em quando nesse sítio, ela então começou a indagar...
- irmão Elias, ouvi dizer que os vai ter um retiro de jovens no sítio do Pr. Presidente, como a faz pra ir nesse retiro?
Elias olhou surpreso, visivelmente tentando desconversar...
- ah menina, isso é coisa da sede!
- é? A vitória e a Eduarda disseram que foram e teve até premiação em dinheiro pros jovens!
Elias assustado e respondeu...
- elas te disseram só isso?
- foi!
- eu vou ver quando e se vai ter outro e te falo!
Naquele dia ao final do encontro de jovens, Sofia viu o Elias falando com a vitória e a Eduarda, parecia dar uma bronca nelas, de longe ela conseguiu ouvir ele dizer a elas que não deviam falar do retiro, aquilo aguçou a curiosidade dela, os jovens sempre gostam desses retiros, e saber que tinha dinheiro envolvido a fez pensar mais ainda nisso. Dias depois ela perguntou às amigas a respeito mas elas desconversaram, ela insistiu mas a Eduarda mandou ela esquecer isso.
Algumas semana depois as amigas foram novamente nesse retiro, sofia novamente indagou vitória, dessa vez, percebendo que Sofia não desistiria, Vitória a chamou no canto e falou pra ela do que se tratava...
- Sofia, isso é altamente sigiloso, vc não pode se oferecer pra ir, alguém tem que te convidar, aqui da igreja só o diácono Elias pode convidar, foi ele que levou a gente!
- vai muita gente nesse retiro?
- não, umas 20 pessoas só, mas eu não posso te dizer mais nada, vc tem que falar pro irmão te levar!
- mas ele não quer nem falar disso!
- Sofia, amiga, deixa eu te perguntar, tu namora né?
- sim, escondido, mas sim!
- tu já fez coisa com teu namorado?
Sofia arregalou os olhos, surpresa com a pergunta...
- mas o que isso tem a ver?
- se tu não tiver feito nada com teu namorado, tu não pode ir!
Sofia sabia que ela falava de sexo e sim, ela já tinha feito coisas, muitas coisas, não com o namoradinho, um adolescente da mesma idade que ela, mas já tinha tido sua iniciação, mesmo conservando boa parte da sua ingenuidade, nesse campo ela sabia o que era sexo e no que homens e mulheres faziam na prática, sentiu naquele momento um tesão típico da idade. Depois disso ela passou a se produzir mais, usava rvestidos mais colados na igreja, usava maquiagem mais pesada, nada indiscreto, mas o bastante pros homens notarem, e notaram.
Elias foi perguntado sobre ela por um dos obreiros da sede, ele desconversou, disse que ela não era eletiva pra ir nesses encontros, o obreiro perguntou se ele tinha certeza pois tinham achado ela muito bonita, Elias respondeu apenas que ía sondar a menina.
Na última vez que foi Sofia perguntou ele falou...
- eu não queria que vc soubesse disso!
- por que, irmão?
- por que não queria que vc fosse que nem as outras garotas!
Sofia não entendeu...
- mas eu sou que nem as outras, sou nova, gosto de me divertir, queria ver coisas novas!
Elias sentiu o calor das palavras dela, tentou se convencer que não, mas ele sabia que no fundo ele nutria uma paixão por ela, por isso a manteve longe do radar. Ela então deu seu ultimo tiro, com ele olhando, ela deu dois passos pra trás, soltou o cabelo e numa performance quase adulta, ela abaixou as alças do vestido, o deixando cair, Elias sentado na cadeira na frente dela olhou aquele corpo adolescente se revelar, uma pele morena meio pálida, colo queimado de sol, um sutiã de renda branca fina marcado pelos bicos dos seios, a barriga chapada, pelinhos ralos que começavam no umbigo e desciam em linha até o cós da calcinha, provavelmente se juntavam a penugem escondida pelo tecido sobre a testa da boceta, as pernas torneadas e compridas, as coxas grossas ressaltavam o triângulo formado pel calcinha. Ele levantou, foi em direção a ela e a beijou, ela se esticou na ponta dos pés, o abraço foi forte, cheio de paixão, Elias sentia o corpo quente dela e não conteve a ereção, ela sentiu e levou a mão tentando apertar o pênis por cima da calça. Elias a desejava, mas a desejava como mulher, companheira, muito mais do que se pode esperar de uma adolescente, ele quis continuar, mas se conteve, afastando ela e dizendo...
- eu sou apaixonado por vc, menina!
Ele mandou ela se vestir e foi embora, Sofia foi seguida. A partir dali as coisas ficaram estranhas entre eles, Sofia se afastou e a verdade cruel viria rápido e com uma dose alta de frustração.
Na sede, os homens marcavam o próximo retiro, o presidente ressaltava a importância da escolha das meninas, todos sabiam como a banda tocava, nessa conversa o nome de Sofia apareceu...
- obreiro, tem uma mocinha na sua congregacão que queremos apresentar no encontro! Disse o presidente.
- vou tentar levar ela, mas acho que esse fim de semana ela vai viajar com a família! Disse Elias.
- tente, as meninas do grupo 2 não vão dessa vez, estão pra um congresso, precisamos de mais garotas!
- sim, Sr!
- nesse fim de semana, iniciaremos na sexta a noite, ficaremos o sábado e voltamos no domingo após a EBD.
Todos levantaram e Elias mais uma vez tentava manter Sofia fora, ele não falava direito com ela há algumas semanas então acreditou que nem teria trabalho em mentir que tentou levá-la.
Na sexta a noite, ele e outra obreira passaram ora buscar Vitória e Eduarda, por volta das 19h chegaram no sítio, os outros já haviam chegado as 17h, então já deveria estar rolando a festinha, a mulher no carro deu as diretrizes...
- meninas, escutem bem, hoje estão presentes dois obreiros de outro campo, são homens de deus muito importantes, então sejam boas meninas, outra coisa, vcs vão chegar e não vão trocar de roupa, vcs vão colocar esses biquínis aqui mesmo no carro, vcs vão logo comer alguma coisa e depois vão pra area da piscina!
- ok, irmã! Diseram as duas.
Elias olhava pelo espelho as meninas se despirem, Vitória era mais corpulenta, quase gordinha, seios grandinhos com marcas de sol, as pernas eram grossas e a bocetinha gordinha que quase não cabia no biquíni. Eduarda era magrinha, pele branca com varios sinais pelo corpo, cabelo cacheado ruivo e um rosto de boneca, seus seios pequenos eram redondos e durinhos, ela era motivo de muito feitiche entre aqueles homens.
Chegando no local, rápido as meninas se misturaram, havia mais de 15 homens, todos obreiros casados, na mesa ao lado da piscina eles bebiam whisky e fumavam, conversando coisas aleatórias, misturadas a eles, varias meninas, todas com biquínis minúsculos, Elias tomou acento e serviu uma bebida, algumas garotas já sentadas nos colos de alguns homens, o ambiente era escuro, com iluminação de festa, no salão uma mesa com comida, uma tv exibindo clipes, algumas meninas coxixavam sobre com quem queriam ficar, Elias olhou pra elas e pensou em Sofia, sentiu pela prineira vez remorço, nenhuma daquelas garotas estavam alí obrigadas, todas tinham experiência apesar da pouca idade, por um segundo ele se sentiu mal, até que uma jovem se aproximou dele e se ofereceu, ele foi pro quarto com ela, depois foi com outra, e outra. Ao voltar pra beira da piscina ele perguntou pelo presidente, alguém disse que ele e os obreiros visitantes haviam levado 3 meninas pro quarto, nada estranho, mas ao olhar na direção dos quartos todo o sangue parou no corpo, um dos visitantes agarrado com duas meninas, uma era Sofia, imediatamente ele levantou indo em direção aos quartos. Parou na porta paralizado, um dos homens o chamou pra entrar, ele apenas disse que queria olhar, alí não havia portas fechadas, tudo era exibição, um show. Elias observou as meninas sendo agarradas, beijando, os homens apalpavam as bundinhas, outro mamava os pequenos seios, um deles sentado em um puff segurava a perna de sofia no ombro enquanto chupava a boceta, ela ainda de biquíni, afastava a parte da frente empurrando o quadril na boca do homem, ela ria, reclamava de cócegas, o homem apertava seus seios, logo ela mesmo soltou as amarras da parte de cima, logo outro chegou e abocanhou o sei direito, nessa hora, Sofia suspirou e gemeu, a mão do outro cara procurava o rego pressionando o ânus.
Na cama ao lado o presidente já metia forte em outra garota, ela de quatro, nua, mordia e agarrava o lençol, grunindo a cada estocada, o homem que chupava Sofia levantou, ele e o outro colocaram os paus pra fora e Sofia junto com outra menina se alternavam chupando os paus, um dos homens tinha um pau normal, mas o outro era um cavalo, a jeba era mais grossa que o braço da Sofia, ela o chupava olhando nos olhos com carinha de safada...
- essa aqui gostou de mim, vou começar com ela!
- essa é novata, vai com calma! Disse o presidente.
- pode deixar, se ela não gozar de pressa na minha rola a gente vai se divertir bastante!
O homem sentou numa cadeira e puxou sofia pro colo dele, ela sentou com as pernas abertas, o pau do cara chegava quase na costa dela...
- vamos tirar isso! Disse ele puxando a parte de baixo do biquini.
Sofia estava totalmente nua, o homem a beijva lacivamente e ela retribuia, as mãos cerradas nas nádegas dela, logo ele ajeitou a pica e mandou sofia sentar, ela ajeitou com a mão a cabeça na entradinha da boceta, olhou pro homem sorrindo, dizendo...
- meu deus, não vou aguentar!
- vai até onde vc conseguir!
A cabeça se alojou, Sofia abriu a boca em sinal de dor, deu uma piscada forte com os olhos e começou a tentar descer!
- caralho, que grande!
- nunca sentou num desse tamanho né?!
Ela com cara de dor e tesão fez que não com a cabeça, o pau entrou um terço e ela parou...
- aaaahhhh, que pica gostosa! Disse ela.
Elias já com o pau na mão olhava a cena, Sofia subiu lentamente e pra surpresa de Elias, a boceta dela babava deixando aquele cacete brilhando, o homem tentou puxar ela pra baixo mas ela tomou o controle...
- espera! Disse ela se erguendo e colocando os pés no chão, ela mesma encaixou o pau na boceta, apoio as mãos no peito do cara e começou o movimento de desce e sobe...
- ei gente, essa aqui entende das coisas!
Ela começou a sentar, engolia o pau até onde dava e subia, o cara começou a chupas os peitinhos dela, que franzia o rosto de tesão, ela estava num ritmo bom quando começou a se tremer....
- ai, ai, que issooooo!
O corpo esguio dela se tremeu, convulsionando, as pernas enfraqueceram e sem querer ela se deixou sentar de uma vez no pau do homem, ela desfaleceu por um segundo no peito do cara e pela primeira vez enxergou Elias, os olhares se fixaram por um instante, Elias se dividiu entre o tesão e a paixão que tinha pela garota, logo os olhos dela se reviraram e um balanço tornou a sacudir ela, o cara pegou na cintura e novamente tava enfiando e pica nela, Sofia estava entregue, totalmente dominada pelo êxtase, o homem se levantou com a pica enfiada na menina, a sustentou pela bunda e agora ele mesmo controlava as bombadas, Sofia só gemia, respirava forte, franzia a testa quando a pica ía fundo, em alguns minutos outro orgasmo, as pernas tremiam e a força pra se segurar no cara acabaram...
- tu tens que me segurar agora, não aguento mais, tô fraca! Disse ela manhoss.
- tá, vamo pra cama!
O cara a colocou deitada de barriga pra cima, chupou a boceta lacerada dela, punhetou o pau a recolocou, ela se esticava aguentando o pau, naquela posição de frango assado as pirocadas eram profundas e ela gozava de tempo em tempo já sem muita reação.
- ei cara, deixa eu meter nela! Disse o outro homem.
Eles trocaram de lugar, o outro cara era mais velho, pau menor, foi metendo sem muita cerimônia...
- porra mano, tu arregaçaste a menina, ta larga a coitada!
Eles riaram...
- teu pau que é pequeno, porra!
- que merda, cara, tu tens que serno último a comer essas novinhas!
- para de reclamar, come esse cuzinho que nele eu nem trisquei!
- porra, é o jeito!
Elias olhava, escutava o deboche daqueles caras, lembrou de quando ele começou a ir nesses retiros, o seu jeito cativante sempre rendia boas garotas, por isso o presidente o incluiu naquilo, a promessa era de que aquelas meninas seriam testadas pra se casarem com os rapazes da igreja, pura balela, todas que passaram naquele sítio foram usadas e usadas e reusadas, até que a beleza da juventude acabava e então eram substituídas por novas, algumas casavam, outras íam pra outras igreja procurar um ambiente onde poderiam arrumar um parceiro que não soubesse o que tinham feito, no final era só pelo sexo.
Na cama, de pernas abertas, o velho tentava sem sucesso penetrar o ânus da Sofia, sempre reclamando que ela estava quase desmaiada, nisso o presidente tomou o lugar dele...
- porra cara, vai ficar só reclamando, precisa tomar um viagra pra levantar esse macarrão molhado!
Todos riram do velho, o presidente apontou a chapeleta no rego da menina, besuntou de cima a baixo e começou a enfiar, Sofia de olhos fechados só suspirava forte ao sentir o pau invadindo o cuzinho...
- é, esse é apertado, do tipo que o cara goza rápido!
O presidente ergueu as pernas dela até encostar nos ombros e cravou a jeba, Sofia lagrimava mas não esboçava reação, as estocadas eram rápidas, sem aguentar muito ele gozou, enchendo o cuzinho de porra. Rápido ele se levantou, olhou pros outros comendo as outras meninas, olhou pra Sofia apagada na cama, ao ver Elias na porta ele chamou... - Elias, vem cá, leva essa guria pra se recompor, pede pra obreira dar um banho nela, faz ela comer alguma coisa, depois a gente vê como ela fica se aguenta mais alguma coisa!
Elias sabia que as meninas que não aguentavam a orgia não recebiam o mesmo valor em dinheiro que as que aguentavam, talvez aquela fosse a chance dele tirar Sofia disso. Ele a pegou no colo enfoi com ela pra parte da casa onde ficavam os banheiros e quartos privativos, evitou a obreira, era comum a mulher dar bebidas energéticas pras meninas. No meio do caminho Sofia despertou e ele a pôs no chão, ela andava cambaleando...
- nossa, irmão, minhas pernas tão bambas! Disse ela rindo.
- vc tá achando graça disso?
- tô, eu nem consigo andar direito, aquele homem é muito gostoso!
- vc sabe que tá aqui sendo abusada?
- que abusada que nada, irmão, desencana, eu quis vir, o sr que não queria me trazer, as meninas me falaram onque fazem aqui!
- eu não queria te colocar nessa situação, não queria que fisessem nada contra sua vontade!
- ah não? Então por que não impediu quando aquele cara comeu meu cu sem eu poder me mexer? Eu vi sua cara, irmão, vi vc bater punheta me olhando, quer me comer, aproveita tô nuazinha ainda!
Elias já com raiva segurou forte no braço dela...
- o que, vai me bater agora? Eu já disse que dou pra vc!
Elias num gesto sadicamente paterno a puxou pelo braço de novo, sentou no vaso colocando Sofia no colo com a bunda pra cima e começou a estapear, Sofia ria e debochava...
- bate bastante, eu gosto, depois vc me come, tá?!
Elias deu varias palmadas até a bunda começar a ficar vermelha, Sofia desafiava, se insinuava...
- isso, seu safado, me bate, aí vc me come, antes de eu voltar pra rola grossa daquele cara!
Elias a empurrou contra a pia, em uma ação rápida abaixou a calça, o pau em riste foi colocado entre as pernas dela, roçando a boceta molhada...
- assim que vc gosta vadiazinha?
O pau do elias não era longo, mas era grosso como uma lata de cerveja, a cabeça redonda como uma bola de tênis, mesmo estando besuntada, Sofia sentiu a cabeça entrar com dificuldade, ela se arqueou segurando no balcão, assustada, não era um estranho, era Elias, o cara que lhe tratava com carinho e atenção que a família não dava.
Ele segurou no ombro dela, forçando pra baixo, o pau invadia as entranhas dela preenchendo a boceta, Sofia soltou um grunindo dendor...
- ai, seu safado, tá me rasgando!
Elias tinha um pau grosso até npra mulheres adultas, Sofia agora tinha mais um comedor, tão grande quanto o de minutos atrás, a boceta ardia, o pau entrava e saía dolorosamente, Elias agarrou a cintura e bombou com vontade, sofia, gemia, gritava, suspirava, Elias deu um tapa, depois outro, aquilo reacendeu a mente dela...
- isso, me bate, do jeito que meu padrasto faz comigo!
- ele te come assim é?
- é, assim mesmo, mete na sua filhinha seu cachorro!
- toma vadiazinha, toma pica!
- isso, me dá pica, come e me bate que eu gozo!
Elias batia, metia forte, Sofia pedia mais, Elias anunciou o gozo...
- vou te encher de porra!
- isso, dá leitinho na boceta da sua filhinha!
- ahhhhh, toma leita putinhaaa!
- isso, goza e não pára, vou gozar, vou gozar, vou gozar, caralhoooo!
O corpo dela tremeu como vara verde, ele a segurou pra não cair, agarradinho nela ele a levou pra cama, adeitou de bruços e tornou a comê-la, com força e compassado, agora não era o Elias apaixonado, era o homem comendo uma puta, o pau não amoleceu, Sofia gemia como uma gata no cio, ele a pôs de quatro e continuou, teve a visão do pau alargando o lábios da boceta, viu o cuzinho, entreaberto, vermelho e lacerado, dominado pelo tesão, Elias apontou o pau, empurrou e o anel se abriu, as primeiras metidas foram apertadas e difíceis, Sofia agora chorava, mais metidas, o pau entrava pouco e a pressão era grande, mais metidas, o pau entrou até a metade, nessa hora Sofia encostou o peito na cama, a bunda empinou do jeito que as profissionais faziam, as mãos grandes por pouco não se fechavam na cintura da menina, agora as metidas eram profundas, sem piedade, sem cuidado, apenas entrando e saindo, Elias cuspia na base do pau e penetrava, Sofia gritava...
- fode meu cu, safado, fode que eu vou gozar de novo!
Mais uma vez a tremedeira, Elias usou força pra ela não sair da penetração, com ela já quase desacordada ele continuou, bombou segurando na cintura dela já sem sem reação, meteu mais fundo e despejou o que ainda tinha de um esperma ralo.
Deitou em cima dela e deixou o pau amolecer dentro do reto da menina, quando o ânus dela expulsou o pau, Sofia suspirou, os dois dormiram por varias horas.
Quando despertou, sofia olhoubpro lado e viu suas roupas, um lanche em uma bandeja e o biquíni, passou a mão na vagina e no ânus, sentindo arder, tomou banho, comeu e olhou na cama pra roupa e pro biquíni. Lá fora, a festa continuava, olhou pela janela e viu as meninas nuas na piscina, alguns homens bebiam e conversavam enquanto outros agarravam as garotas, Elias não estava a vista, ponderou sobre o que tinha feito, lembrou de como o padrasto a abusava sempre com o consentimenro da mãe, às vezes até participava, pensou que tudo aquilo era uma loucura e como Elias parecia realmente querer evitar que ela fosse alí. Sabia que não foi obrigada, poderia vestir a roupa e se recolher, esperar até a hora de ir pra casa ou poderia vestir o biquíni e voltar pra festa, o olhar se esmaeceu com a imagem do Elias na mente, ela suspirou e pegou o biquíni de cima da cama.

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