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Minha enteada evangélica e gostosa - parte 2

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evangelico37

Quando Maria chegou do encontro de senhoras, eu estava um pouco tenso, mas tentava não demonstrar. Tinha medo que Laura comentasse sobre o que havia acontecido ou que Maria percebesse algo estranho. Felizmente ela não notou nada. O resto da noite passou normalmente.

Mais tarde, quando fomos para a cama para dormir, lembrei da tarde deliciosa com Laura. Tocar em seu corpo, ainda que por cima de sua calcinha, foi uma experiência maravilhosa. Meu pau ficou duro e não deu outra: aliviei todo aquele tesão com Maria! Dei uma surra de pica bem dada naquela cachorra. Botei ela de quatro e enchi a buceta de minha esposa de porra.

Maria adorou minha performance e comentou que fazia tempo que a gente não fodia gostoso daquele jeito. Se ela soubesse no que eu estava pensando enquanto a comia...

Passei os dias seguintes com meus pensamentos voltados para Laura. Durante a semana, tivemos pouco contato físico; ainda assim, trocamos alguns olhares que poderiam parecer suspeitos para outras pessoas. Queria que chegasse logo o sábado para poder, ao menos, ficar abraçado naquele corpo juvenil e sensual. Quanto mais eu pensava nela, mais o tempo demorava a passar.

No sábado de manhã, quando Maria ainda estava em casa, falei a ela que ia levar minha filha e nosso filho para ver a avó deles. Disse que minha ideia era passar o sábado lá. Ela nem ligou, apenas disse “ok”.

Porém, eu deixei os meninos na casa da avó, que não era muito longe de casa, e voltei para passar o resto da tarde com Laura.

Quando cheguei de volta, Maria já tinha saído para o encontro de senhoras da igreja. A TV estava ligada, mas não tinha ninguém na sala. Sentei no sofá e, pouco tempo depois, minha enteada saiu do banheiro e veio me fazer companhia. Ela estava com os cabelos amarrados em um rabo de cavalo, vestia uma blusa branca e um short de malha vermelho; era raro ela usar short em casa. Ela me deu um abraço e, sem eu dizer nada, veio logo sentando em meu colo, e eu pensei: “Será que ela quer?”. Laura, então, perguntou:

— Pensei que o senhor ia passar o dia todo na casa da sua mãe.

— Eu até ia, mas deixei os meninos lá e voltei aqui pra te fazer um pouco de companhia.

— Ah tá, ainda bem que não vou ficar aqui sozinha.

Só de ouvir aquilo, meu pau já ficou duro. Acariciei seu rosto angelical e perguntei:

— Você gostou da nossa brincadeira da semana passada?

E ela, meio que desentendida, perguntou:

— Qual?

Então falei bem perto dos seus ouvidos:

— Aquela brincadeira dos meus dedos em você...

Ela ficou encabulada e falou olhando para baixo:

— Ah assim, foi gostosinho, pai.

— Você fez sozinha em você depois?

— Fiz não.

— Por quê?

— Ah, sei lá.

— Ficou com vergonha de tocar nela?

— Acho que sim.

— Você deixa o pai fazer em você de novo?

Ela só sorriu, olhou para mim meio que com vergonha e não disse nada.

— Deixa eu fazer aquele carinho bem gostoso?

Minha enteada apenas consentiu com a cabeça, envergonhada, olhando para baixo.

Fiquei segurando sua cintura com meu braço esquerdo e, com minha mão direita, comecei a alisar suas pernas. Fui subindo, acariciando com a ponta dos dedos, sentindo sua coxa firme, sua pele quente. Ao chegar mais em cima, fiz um carinho com minha mão entre as suas pernas, por cima de seu short. Ia revezando movimentos firmes com delicados, e percebia que minha enteada gemia abafadamente.

Como minha boca salivando, perguntei:

— Tá gostando, Lalá?

— Arram... Esse carinho é tão bom...

— Você deixa eu colocar minha mão dentro do seu short?

Ela deu um sorriso de garota sapeca e não disse nada. Interpretei aquele silêncio como um sinal positivo e, lentamente, fui enfiando minha mão dentro do seu short. Passei meus dedos por sua xana, em cima da calcinha, e notei ela levemente molhada. Eu simplesmente não resisti: subi um pouco minha mão, tateando, tentando encontrar a borda da sua calcinha. Quando encontrei, minha mão embrenhou-se por dentro...

Fui descendo por seu ventre, indo até a testa de sua buceta, até sentir os pelos ralinhos dos seus grandes lábios. Senti nesse momento minha enteada apertar minha perna com uma de suas mãos, mas permaneceu sem dizer nada. Dei um beijo em sua testa e lhe disse:

— Abre mais as pernas.

Minha enteada estava um pouco nervosa. Percebi sua respiração mais forte e um leve tremor em seu corpo. Mas sem nenhuma objeção ou receio, ela obedeceu, abrindo mais as pernas, liberando o caminho...

Pousei meu dedo médio e indicador em cima do volume entre as suas pernas. Meus dedos roçaram os pelos de sua pequena buceta intocada por outro homem. Acariciei suavemente e senti a maciez de seus grandes lábios. Meu coração batia acelerado e meu pau, que já estava teso, parecia que ia estourar!

Com muita calma e carinho, estimulei os grandes lábios e o pequeno botãozinho no meio, como se estivesse fazendo aquilo pela primeira vez na vida. Ouvindo os gemidos de tesão de Laura, lhe indaguei:

— Tá gostoso, Lalá?

— Tá sim, pai, muito, nossa...

— Se eu te pedir uma coisa, você faz?

— O que é?

— Você faz em mim também?

— Acho que vou ficar com vergonha, pai.

— Vai não, você vai gostar...

— Mas eu não vou saber fazer.

— Tem problema não, princesa. Eu te ensino.

Nesse momento tirei minha mão de dentro do short de Laura. Passei meus dedos em minha boca, sentindo o sabor suave de seu mel. Em um só movimento, abaixei minha bermuda e cueca até os pés, deixando meu pau duro à mostra para minha enteada. Ela olhou para ele, deu um sorriso cobrindo a boca com as mãos, e exclamou:

— Meu Deus! Minha nossa! — falou com os olhos arregalados, sem parar de olhar para meu pau.

Então eu perguntei acariciando seu rosto:

— O que foi, Lalá? Não gostou?

— Parece tão grande...

Peguei sua pequena mão e levei até ele, e disse:

— Pega nele pra você sentir como ele tá.

— Nossa, pai, como tá duro! — ela suspirou espantada e sorrindo.

— Fique segurando nele e fazendo assim — ensinei como ela devia fazer.

Sua mão pequena e macia ficou acariciando meu pau, movimentando para cima e para baixo, lentamente, do jeito que eu havia lhe ensinado.

Coloquei novamente minha mão direita dentro do seu short e eu fiquei com dois dedos atolados em sua bucetinha. Laura gemia de prazer, mas não parava de fazer os movimentos.

Enquanto ela me punhetava, eu, embriagado de prazer, fazia o possível para manter o ritmo da siririca em sua buceta.

Estávamos com os nossos corpos colados, ela estava quase em cima de mim. Extasiado pelo prazer, acariciei seus cabelos e peguei em seu rabo de cavalo com minha mão esquerda e fui aproximando seu rosto do meu. Dei um cheiro em seu pescoço, em seguida alguns beijos nele e em sua bochecha. Dei um selinho em sua boca e ela retribuiu fazendo biquinho, então trocamos vários selinhos até minha boca ficar colada na dela. Eu ficava sugando seus lábios, e ela ficava ainda sem saber o que fazer. Mesmo assim, nosso beijo parecia tão natural.

Após nosso primeiro beijo e diante da sua inexperiência, perguntei baixinho em seu ouvido:

— Já tinha beijado na boca antes?

— Não, pai.

— E o que achou?

— Sei lá, meio esquisito.

— Com o tempo você vai gostar.

Dei outro beijo nela enquanto nossas mãos estavam entretidas com a punheta. Laura segurava meu pau com toda a sua delicadeza... À medida que eu ia acelerando os movimentos que eu fazia na buceta dela, ela também acelerava a velocidade da punheta. Poucos segundos dali, eu estava gozando.

Jorrou muita porra, fazia tempo que eu não gozava assim. Sujei de esperma minha perna, barriga e as mãos de Laura. Mandei ela ir se lavar no banheiro.

Quando ela voltou, eu ainda estava sentado no sofá, com meu pau ao vento, mas esmorecido. Ela sentou novamente em meu colo e, sem cerimônia, fui logo lhe dando um beijo na boca. Laura ia seguindo o meu ritmo nos beijos, estava aprendo a beijar. Não demorou muito e meu pau subiu outra vez.

Depois dessa troca de beijos, fiquei beijando o pescoço dela e perguntei:

— Posso te perguntar uma coisa, Lalá?

— O que, pai?

— Você quer ser a namoradinha do pai?

— Mas e a mamãe?

— Ah, meu amor, isso é um detalhe. A gente pode ficar namorando. Ela não precisa ficar sabendo. Você quer ser namoradinha do seu pai de criação também?

Ela olhou para baixo e disse:

— Não sei.

Acariciei seu rosto e disse:

— Vem cá namorar comigo que eu vou te dar muito carinho, vou fazer você sentir muita sensação boa. Você quer sentir uma coisa bem gostosa agora?

— Tipo o quê?

— Levanta que vou te mostrar.

De pé à minha frente, tirei a blusa e o short de Laura, deixando-a só de calcinha. Por alguns segundos, fiquei admirando as curvas de seu corpo e, logo depois, posei minha mão eu sua calcinha e fui baixando bem devagar, pendurando-a no braço do sofá.

Suas mãos instintivamente cobriram suas partes, e eu suavemente peguei em suas mãos e as deixei alinhadas à sua cintura. Pude então desfrutar da bela visão de seu corpo à minha frente.

Sua bucetinha era perfeita, com os grandes lábios bem carnudos. Era a segunda vez que eu a via toda pelada em minha frente, e eu não saberia dizer em qual das vezes senti mais tesão.

Minha cara ficou praticamente de frente para seu sexo. Abracei seu pequeno corpo e dei alguns beijos em sua barriga, enquanto eu acariciava sua bunda e suas nádegas.

Passei minha mão em sua buceta com todo cuidado, como se fosse algo bem frágil e delicado. Então eu disse para ela deitar no sofá. Ela deitou e eu fiquei de joelhos no chão. Abri suas pernas e beijei muito sua coxa e sua buceta. Logo após, comecei a deslizar minha língua entre seus grandes lábios.

Chupei seu buceta sem pressa, sentindo todo o sabor de seu néctar. Laura se contorcia e gemia no sofá, não sei quem de nós dois estava gostando mais daquilo. Eu acelerei o ritmo da língua, focando bem em seu grelinho, e de repente escuto ela dizer:

— Ai pai, o que é isso!?

— Eu acho que você tá gozando, meu amor. Aproveita, pode gemer e gritar a vontade que não tem mais ninguém aqui pra escutar.

Ela abriu mais as pernas, parecia querer mais, e eu a chupei com muita vontade! Minha enteada ficava rebolando sua buceta em minha boca. Entre gritinhos e gemidos de prazer, ela teve seu primeiro orgasmo. Senti muito tesão em saber que minha enteada estava aprendendo a sentir prazer comigo.

Após seu gozo, sentei ao lado dela e perguntei:

— O que você achou Laura?

— Nossa, pai, que negócio diferente.

— Mas você gostou?

— Gostei. Quase morri de vergonha, mas gostei.

Eu sorri e perguntei:

— Você faz no pai também?

— Fazer o quê?

— Isso que eu acabei de fazer em você.

— Ah não, pai, parece nojento.

— Tem nada de nojento, Lalá, é bom demais. Faz no pai também.

Ela balançou a cabeça e disse:

— Mas ele ainda tá melado!

— E se eu colocar leite moça nele, você faz?

— Pode ser.

Levantei do sofá e fui até o armário da cozinha pegar uma caixa de leite moça. Abri e voltei para o sofá. Laura ainda estava deitada. Coloquei uma almofada no chão e falei para ela se ajoelhar em cima. Ela ficou de cara pro meu pau duro e falou baixinho:

— Nossa!

— O que foi, Lalá?

— Ele tá tão duro.

— Tá, e é você que tá deixando ele assim. Vem cá!

Trouxe-a para perto de mim e lhe dei outro beijo, fazendo meu pau duro tocar em seu corpo. Após nossos lábios se tocarem outra vez, coloquei leite moça na cabeça do meu pau e espalhei nele todinho. Olhei para Laura e falei:

— Pronto, Lalá. Ele tá bem docinho agora. Pode chupar!

Ela pegou no meu pau meio desconfiada e começou a lamber a base. De início ela começou meio que com nojinho, mas depois foi ficando mais a vontade, passando a língua nele todo.

— Coloca mais leite e moça, pai.

A cachorrinha tinha gostado e queria chupar mais, então coloquei mais leite moça para ela. Fui dando instruções para ela ir chupando devagar. Depois disse para ela colocar a cabeça do meu pau dentro da boca e ir fazendo movimentos bem lentos de tirar e colocar. Ela obedecia e fazia tudo direitinho.

— Isso, vai chupando devagar... assim...

Enquanto a danadinha estava entalada com meu pau na boca, eu acariciava os seus cabelos e com a outra mão ficava roçando seus peitinhos.

Ver Laura com meu pau dentro da sua boca me deixou mais excitado ainda. A mãe dela nem sonhava com uma loucura daquelas, então o fato de ser proibido e errado me dava mais tesão ainda.

À medida que Laura ia lambendo o leite, eu ia colocando mais na cabeça do meu pau, deixando escorrer para baixo. Nessa brincadeira, foi quase meia caixa de leite moça...

Eu acho que ela já estava ficando com o pescoço doído, porque ela parou, olhou para cima e perguntou:

— Tá bom já, pai?

Eu ainda não estava satisfeito, mas disse que ela podia parar e deitar no sofá. Ela deitou e eu fiquei sentado no sofá ao seu lado.

Passado o momento de êxtase, me dei conta da loucura que estávamos fazendo. Sua mãe poderia chegar a qualquer momento. A ansiedade veio e mandei ela ir tomar um banho, se arrumar e ficar no seu quarto.

Novamente deixei claro para ela que aquele devia ser um segredo só nosso. Ela já sabia, mas na minha cabeça eu tinha que reforçar isso.

Ela foi pro banheiro e eu fui me recompor no meu quarto. De sorte, quando sua mãe chegou, a sala estava intacta. Ninguém imaginaria o que havia acontecido ali...

(continua)

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