#Estupro #Gay #Teen

A história de Luan

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Fabio M.

Luan é delicado, o pai o manda pra casa da tia, e ele é secretamente apaixonado pelo primo. Além de ter um tio que não vale nada

A oficina cheirava a óleo queimado, cigarro velho e ferrugem.
Luan odiava aquele cheiro.
O pai passava o dia inteiro ali, debaixo de carro, com as mãos enegrecidas de graxa e a camiseta sempre manchada de suor. Era um homem grande, pesado, barriga dura de cerveja e braço grosso de quem passou a vida levantando motor. Falava alto até quando não estava bravo. Quando estava, parecia que a casa inteira encolhia.
Naquela tarde, Luan chegou da escola tentando entrar quieto, mochila no peito, mas o pai já estava sentado na varanda de plástico, tomando cerveja depois do expediente.
— Ô, moleque. Vem cá.
A voz rouca fez o estômago dele gelar.
Luan parou devagar.
— O que foi, pai?
O homem estreitou os olhos.
— Tão falando de você na rua de novo.
Luan ficou em silêncio.
— Hein? Vai ficar com essa cara de peixe morto? — o pai levantou, limpando a mão suja num pano encardido preso na cintura. — Tu acha que eu não escuto as coisas? Os filho dos outros falando que tu anda rebolando na escola igual mocinha.
— Eu não faço nada…
— Não faz porque é frouxo! — gritou ele, cuspindo no chão da varanda. — Anda todo tortinho, mãozinha mole, voz fina… parece que tem vergonha de ser homem!
A mãe apareceu na porta da cozinha, secando a mão no avental.
— Deixa o menino, Jorge…
— Tu cala a boca também! — ele respondeu sem nem olhar pra ela.
Luan sentiu o rosto queimando.
O pai se aproximou até ficar quase colado nele. O cheiro de graxa, suor e cerveja era sufocante.
— Escuta aqui, moleque… homem que é homem não fica de frescura. Eu com tua idade já trabalhava em oficina, já sabia trocar motor, já pegava mulher. E tu? Vive escondido dentro do quarto parecendo uma menina triste.
O primeiro empurrão veio seco no peito.
Luan tropeçou pra trás.
— Endireita esses ombro quando eu tô falando contigo!
Ele tentou levantar a cabeça, mas os olhos já enchiam de lágrima, o que só piorava tudo.
— Olha isso! — o pai debochou. — Vai chorar agora? Chora então, porra!
O tapa atravessou o rosto dele com força.
A mãe deu um passo à frente, mas parou quando Jorge virou o olhar pra ela.
Na rua, um cachorro latiu ao longe. O ventilador velho da sala fazia barulho de motor falhando.
Luan não respondeu. Nunca respondia.
Ficou parado, sentindo a ardência no rosto e aquela vergonha funda crescendo dentro dele — vergonha do corpo, da voz, do jeito de existir.
O pai pegou outra cerveja.
— Tu vai passar uns dias lá na sua tia Clara. Vai ver se teu primo te ensina a virar homem pelo menos.
Luan abaixou a cabeça e entrou pra arrumar a mochila em silêncio.
E, enquanto fechava o zíper tremendo, escutava o pai resmungando na varanda, batendo ferramenta na mesa de plástico:
— Criei filho pra isso não… criou asa pra ser viadinho agora.
Luan foi para a casa da tia Clara no começo da noite, espremido no banco do ônibus com a mochila no colo e o rosto ainda ardendo onde o pai batera.
A cidade passava pela janela em borrões laranja e cinza. Oficina fechando, cachorro atravessando rua, homem sentado em bar de esquina tomando cerveja. Tudo parecia distante. O peito dele ainda estava apertado pelas palavras do pai, martelando sem parar na cabeça.
“Parece uma menina triste.”
Ele odiava o quanto aquilo doía.
Quando desceu perto da casa da tia, já conseguia ouvir a televisão alta vindo da sala. Adriano abriu o portão antes mesmo que ele batesse.
— Aí, sumido.
Usava bermuda de futebol e uma camiseta velha sem manga. O cabelo molhado indicava que tinha acabado de sair do banho. Luan desviou o olhar rápido demais, como sempre fazia.
— Mãe falou que você vinha.
Adriano pegou a mochila dele sem esforço.
— Entrou mudo no ônibus também ou só tá com cara de enterro hoje?
Luan deu um sorriso pequeno, cansado.
Era isso que mais confundia nele: Adriano conseguia fazer tudo parecer simples. Conversava com qualquer pessoa, ria alto, ocupava espaço sem pedir licença. Ao lado dele, Luan se sentia ainda mais tímido… e estranhamente, Adriano não o ameaçava.
Na cozinha, tia Clara mexia uma panela enquanto reclamava da novela.
— Meu Deus, olha esse menino magro. Seu pai tá te alimentando ou não?
Ela beijou a testa dele com carinho automático. Luan quase estranhou. Na casa dele ninguém tocava assim.
O tio Roberto apareceu logo depois, vindo do corredor.
Era um homem parrudo, peito largo, cabelo rareando e barriga começando a crescer sob a camiseta regata. Trabalhava dirigindo caminhão e tinha aquele jeito expansivo de homem que falava alto demais e ria mostrando os dentes.
— Ô, Luanzinho! — disse, apertando o ombro dele com força. — Tá virando rapaz já, hein?
A mão demorou um pouco além do normal.
Luan sorriu sem graça e deu um passo discreto pra trás.
Durante o jantar, Adriano ficou contando histórias da escola, imitando professores e fazendo a mãe rir. Luan observava quieto, mexendo na comida.
Às vezes, sem querer, ficava olhando demais pro primo. O jeito como ele falava mexendo as mãos. A curva do pescoço quando virava pro lado. O sorriso fácil.
E então vinha a culpa.
Uma culpa pesada, funda, que ele já conhecia bem.
Porque aquilo não era só admiração. Nunca tinha sido.
Percebera fazia tempo, talvez cedo demais, que o coração acelerava diferente perto de Adriano. Não era como olhar os garotos da escola escondido no vestiário ou fantasiar com desconhecidos na rua. Com Adriano era pior. Mais profundo. Mais dolorido.
Era carinho.
E justamente por isso parecia errado demais.
Depois do jantar, os dois foram pro quarto.
O ventilador girava lento no teto enquanto Adriano jogava videogame largado na cama.
— Teu pai surtou de novo, né? — perguntou sem olhar pra ele.
Luan ficou em silêncio alguns segundos.
— Ele acha que eu tenho algum problema.
Adriano bufou.
— O problema é ele.
A resposta veio rápida, firme.
Luan ergueu os olhos.
— Você não acha estranho… meu jeito?
Adriano finalmente pausou o jogo.
— Não.
Só aquilo.
Um “não” simples, sem pena, sem deboche.
Luan sentiu um aperto estranho no peito.
Passaram um tempo conversando baixo no escuro depois que apagaram a luz. Sobre escola, música, gente da família. Adriano falava deitado de barriga pra cima, uma mão atrás da cabeça. Luan fingia prestar atenção, mas estava ocupado demais percebendo a proximidade dos corpos, o cheiro de sabonete misturado ao calor do quarto.
Quase não dormiu.
Já devia ser madrugada quando levantou pra beber água.
A casa estava silenciosa. Só a luz azulada da televisão esquecida ligada na sala iluminava parte do corredor.
Quando voltou da cozinha, viu o tio Roberto sentado sozinho no sofá.
— Perdeu o sono também? — perguntou ele.
Luan assentiu de leve.
Roberto deu tapinhas no espaço ao lado dele.
— Senta aí um pouco.
Luan hesitou, mas sentou na ponta do sofá.
O tio o observou por alguns segundos em silêncio.
— Você tá diferente… mais bonito.
Luan sentiu o corpo endurecer imediatamente.
— Cresceu rápido.
A mão pesada pousou no joelho dele.
Não parecia acidente.
Luan ficou imóvel.
— Sempre foi quietinho… sensível — continuou Roberto, a voz mais baixa agora. — Esses moleques iguais teu primo são tudo bruto. Você é diferente.
Os dedos apertaram de leve sua perna.
Um desconforto gelado subiu pela espinha de Luan.
— Eu vou dormir, tio.
Tentou levantar, mas Roberto segurou seu braço por um instante.
Só um instante.
Mas foi suficiente.
— Calma, rapaz. Tô só conversando.
O sorriso dele não alcançava os olhos.
Luan puxou o braço rápido demais, quase tropeçando no tapete.
O menino não sabia como reagir, por ser delicado nunca tinha se relacionado.
Luan tentou se levantar novamente, mas a mão pesada de Roberto segurou seu pulso com firmeza, puxando ele de volta para o sofá.
— Fica quietinho aí, rapaz — murmurou o tio, a voz grave e baixa, quase um ronronar. A luz azulada da televisão tremulava no rosto dele, destacando o sorriso satisfeito. — Ninguém vai acordar. Tá todo mundo dormindo.
Luan sentiu o coração disparar. Queria correr, mas o corpo não obedecia. O tio era muito maior, mais forte, e aquela mão no pulso dele parecia de ferro.
Roberto abriu o short de malha com a outra mão, puxando o pau já meio duro para fora. Era grosso, pesado, com veias salientes e um cheiro forte de homem — suor, sabonete barato e algo almiscarado. Ele segurou a nuca de Luan e puxou o rosto dele para baixo.
— Abre a boca, vai… só um pouquinho. Eu sei que você quer. Ninguém precisa saber.
Luan tremia inteiro. Tentou virar o rosto, mas Roberto apertou mais a nuca e empurrou. O pau quente encostou nos lábios dele. Com os olhos marejados, Luan abriu a boca devagar. Roberto não esperou. Enfiou a cabeça grossa para dentro, gemendo baixo quando sentiu o calor úmido.
— Isso… chupa devagar, garoto. Chupa que não conto pra ninguém que você é um viadinho.
Luan começou a chupar, desajeitado, os lábios esticados ao redor da grossura. O pau do tio enchia sua boca, pulsando na língua. Roberto segurava a cabeça dele com as duas mãos agora, fodendo devagar, empurrando mais fundo a cada vez. O cheiro forte subia pelo nariz de Luan, que tentava respirar pelo nariz, os olhos lacrimejando.
— Porra… que boquinha macia — sussurrou Roberto, inclinando a cabeça para trás, deliciado. Ele metia um pouco mais fundo, batendo no fundo da garganta de Luan, que engasgava baixinho, baba escorrendo pelo queixo.
Depois de alguns minutos, Roberto puxou Luan para cima, virando ele de costas no sofá. Baixou o short do sobrinho até os joelhos com um movimento rápido. Cuspiu na própria mão, passou rápido no pau e encostou a cabeça grossa no cu virgem e apertado de Luan.
— Relaxa… vai doer um pouco, mas você aguenta — murmurou ele no ouvido do garoto— meninos iguais você nasceram pra isso.
Empurrou.
Luan mordeu o próprio braço para não gritar. A dor foi lancinante. O pau grosso do tio forçava a entrada seca, abrindo seu cu à força. Sentiu o anel queimando, esticando dolorosamente ao redor da rola. Lágrimas escorriam pelo rosto dele enquanto Roberto continuava empurrando, centímetro por centímetro, grunhindo baixo de prazer.
— Caralho… tá apertado pra porra… — sussurrou o tio, segurando a cintura fina de Luan.
Quando enterrou tudo, Luan tremia violentamente, a respiração curta e entrecortada. A dor era profunda, ardente, como se estivesse sendo rasgado por dentro. Roberto começou a meter devagar, estocadas longas e pesadas, o sofá rangendo levemente a cada movimento.
Luan gemia baixinho, quase sem som, abafando a voz contra a almofada do sofá. Cada estocada fazia uma onda de dor subir pela espinha, mas também algo quente e confuso no ventre. Ele mordia o braço com força para não fazer barulho, lágrimas molhando o tecido.
Roberto acelerou aos poucos, metendo mais fundo, as bolas pesadas batendo contra a bunda pequena de Luan. Uma mão grande tampava a boca do garoto, abafando os gemidinhos sofridos que escapavam.
— Shhh… quietinho, meu bem… não acorda ninguém, só eu saberei seu segredo, que você ama uma rola— sussurrava Roberto no ouvido dele, ofegante, enquanto socava com mais força. O pau entrava e saía, abrindo o cu virgem sem piedade, o atrito seco tornando tudo ainda mais doloroso e intenso.
Luan gemia baixinho contra a palma da mão do tio, o corpo todo tremendo, suor escorrendo pelas costas. A dor era quase insuportável, ele não conseguia — ou não sabia como — pedir pra parar. Roberto metia cada vez mais rápido, grunhindo baixo, até que enterrou tudo e gozou forte, enchendo o interior de Luan com porra quente e grossa.
Ficou ali alguns segundos, pulsando dentro dele, antes de puxar o pau devagar. O cu de Luan ficou aberto, latejando, escorrendo porra lentamente pela coxa.
Roberto deu um tapa leve na bunda dele e sussurrou:
— Boa noite, Luanzinho. Isso fica entre nós, hein?
Ele se levantou, guardou o pau e foi para o quarto como se nada tivesse acontecido.
Luan ficou deitado no sofá por longos minutos, short abaixado, cu ardendo, o corpo tremendo. A dor latejava forte, misturada com uma vergonha profunda e algo que ele não conseguia nomear. Lágrimas silenciosas escorriam pelo rosto enquanto ele tentava entender o que tinha acabado de acontecer.
Luan ficou mais alguns minutos no sofá, paralisado, sentindo a porra do tio escorrendo devagar pela coxa e o cu latejando forte. A dor era constante, quente, lembrando a cada segundo o que tinha acabado de acontecer. Com as pernas trêmulas, ele puxou o short para cima e caminhou devagar pelo corredor escuro, torcendo para não fazer barulho.
Quando entrou no quarto, Adriano dormia profundamente, de bruços, respirando pesado. Luan se deitou na cama de solteiro ao lado, de costas para o primo, encolhido como uma bola. Assim que a cabeça encostou no travesseiro, as lágrimas voltaram, incontroláveis.
Chorou de medo. Medo de que o tio entrasse no quarto de novo. Medo de que Adriano acordasse e sentisse o cheiro de sexo. Medo de que o pai descobrisse de alguma forma — ele sempre descobria tudo. Chorou também de vergonha. Vergonha de ter ficado quieto, de não ter gritado, de ter sentido o corpo reagir mesmo com dor. Sentia-se sujo, fraco, exatamente como o pai dizia: “uma menina, viadinho”.
As lágrimas molhavam o travesseiro enquanto ele mordia o lábio para não soluçar alto. O cu ardia toda vez que se mexia. Demorou muito para conseguir dormir.
No dia seguinte, Luan acordou com o corpo dolorido. Adriano já estava acordado, vestindo uma camiseta limpa e bermuda, o cabelo bagunçado.
— Bom dia, dorminhoco. Tá com cara de quem não dormiu nada — disse Adriano, sorrindo. — Vamos sair hoje? Tá um sol foda lá fora. A gente pode ir pro campo atrás da casa da tia Neuza, tem um riozinho pequeno. Só nós dois.
Luan sentiu o estômago revirar. Queria dizer não, queria ficar escondido no quarto o dia inteiro. Mas o primo olhava para ele com aquele jeito animado, quase carinhoso, e ele não conseguia recusar.
— Tá bom… — murmurou, voz baixa.
Durante a manhã, Adriano não parava de provocar. Dava tapinhas nas costas dele, bagunçava seu cabelo, fazia piada de tudo. Luan ficava sem graça, corando fácil, desviando o olhar.
No caminho pro rio, andando pela trilha de terra, Adriano ficou mais quieto. De repente parou, segurou o braço de Luan e virou ele de frente.
— Ei… tá tudo bem? Você tá estranho.
Luan baixou os olhos, o rosto queimando. Adriano deu um passo mais perto. O corpo dele era quente, cheirava a sabonete e sol. Sem avisar, o primo segurou o queixo dele com delicadeza e levantou seu rosto.
— Você é bonito pra caralho, sabia? — murmurou Adriano, a voz mais rouca. — Sempre foi. Eu fico doido te olhando quietinho assim.
Luan ficou paralisado, sem graça, o coração disparado. Tentou falar, mas só saiu um sussurro:
— Adriano… meu pai… se ele descobrir…
Adriano sorriu de canto, aproximando o rosto.
— Seu pai não tá aqui. E eu não sou ele.
Então ele beijou Luan. Um beijo lento no começo, quase hesitante, mas logo ficando mais profundo. A mão de Adriano desceu para a cintura dele, puxando o corpo magro contra o seu. Luan tremia, sem saber onde colocar as mãos, envergonhado e excitado ao mesmo tempo.
Adriano sussurrou contra os lábios dele:
— Eu sei que você sente a mesma coisa. Para de ter medo de tudo, Luan.
Ele deslizou a mão para dentro da bermuda de Luan, segurando o pau dele que já endurecia. Luan soltou um gemidinho baixo, encostando a testa no ombro do primo, dividido entre o prazer e o pânico.
— E se meu pai descobrir…? — murmurou ele, voz falhando.
Adriano apertou de leve, masturbando ele devagar.
— Então a gente esconde. Mas agora… agora vamos nos divertir um pouco.
Assim que terminou de falar, ele puxou Luan com força para trás das árvores, quase tropeçando nos próprios pés. As mãos dele tremiam de tesão enquanto segurava o rosto de Luan e o beijava de novo, dessa vez com urgência bruta. A língua invadiu a boca do primo de forma desajeitada, ansiosa, batendo dente com dente. Adriano gemia baixo contra os lábios dele, apertando o corpo magro de Luan contra o seu como se tivesse medo que ele fugisse.
— Porra, Luan… eu quero isso faz tempo — murmurou rouco, a voz falhando de excitação. Ele puxou a bermuda de Luan pra baixo de uma vez, quase rasgando o elástico, e segurou o pau dele com a mão quente e desajeitada.
Luan soltou um gemido assustado, olhando para os lados, o coração disparado.
— Adriano… aqui não… e se alguém…
Mas Adriano já estava de joelhos, puxando o pau de Luan para fora e enfiando na boca com pressa. Chupava de forma bruta, sem técnica, engasgando um pouco, baba escorrendo rápido pelo queixo. Subia e descia a cabeça rápido demais, as mãos apertando as coxas de Luan com força.
— Eu quero … quero que você … — disse ele entre uma chupada e outra, a voz abafada e urgente.
Luan mal conseguia pensar. O medo do pai, do tio, de tudo se misturava com o tesão. Adriano se levantou, virou Luan de frente para uma árvore e baixou a própria bermuda. O pau dele, duro e latejante, encostou na bunda de Luan.
— Me deixa entrar… por favor — pediu Adriano, quase implorando, a voz rouca.
Cuspiu na mão duas vezes, passou correndo no próprio pau e tentou empurrar. A cabeça grossa pressionou o cu ainda dolorido de Luan (do que o tio tinha feito na noite anterior). Luan mordeu o braço e soltou um gemido abafado de dor quando Adriano empurrou com força, desajeitado.
— Ahh… tá doendo… — sussurrou Luan, lágrimas nos olhos.
— Desculpa… desculpa… mas eu tô louco — respondeu Adriano, ofegante, segurando a cintura dele e metendo mais fundo. Ele não conseguia ser gentil. Metia com urgência, estocadas curtas e fortes, o corpo batendo contra o de Luan. O cu dele ainda estava sensível e inchado, fazendo a dor ser intensa, mas Luan gemia baixinho, empinando a bunda mesmo com as lágrimas escorrendo.
Depois de alguns minutos fodendo Luan contra a árvore, Adriano puxou o pau, respirando pesado.
— Agora você… eu quero sentir também.
Ele se virou, apoiou as mãos numa raiz alta e empinou a bunda. Luan, tremendo, se aproximou. Cuspiu na mão, passou no pau e tentou entrar. Adriano soltou um gemido rouco quando Luan empurrou. Os dois estavam desajeitados, nervosos, apressados.
Luan meteu devagar no começo, sentindo o calor apertado do primo. Logo o tesão tomou conta e ele começou a estocar, segurando a cintura de Adriano. Os dois gemiam baixo, tentando não fazer barulho, o som de pele contra pele ecoando entre as árvores.
Adriano virou de novo, puxou Luan para o chão. Deitou de lado, levantou uma perna e mandou:
— Me fode assim…
Luan entrou novamente, metendo com mais força agora. Adriano gemia, masturbando o próprio pau enquanto era fodido. Depois de um tempo, ele empurrou Luan de costas no chão e sentou por cima, descendo no pau dele de uma vez. Cavalgava desajeitado, rápido, quicando com urgência, o pau dele batendo contra a barriga de Luan.
— Porra… vou gozar… — grunhiu Adriano.
Ele gozou primeiro, jatos grossos espirrando na barriga e no peito de Luan. O cu apertando forte fez Luan gozar logo em seguida, gemendo e enchendo o primo por dentro.
Os dois ficaram ali, suados, ofegantes, deitados no chão sujo de folhas. Adriano ainda com o pau de Luan dentro dele, pulsando.
Luan, ainda tremendo, murmurou com a voz fraca:
— Se meu pai descobrir… ele me mata, Adriano— mas na verdade pensava no tio.
Adriano, ainda recuperando o fôlego, virou o rosto e deu um beijo bagunçado na boca dele.
— Então a gente não conta pra ninguém.

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