Dei o meu cu por umas goiabas
O seu Dico era tio do Zé João um dos meninos da rua que comia o meu cu (leia o meu conto: Como virei putinha do meu primo e seus amigos) e também era compadre do meu pai; padrinho da minha irmã. Ele morava do outro lado do rio, era viúvo acho que já a uns 6 anos e devia ter já uns 40 e poucos de idade. Tinha um pequeno sítio com vários pés de manga, jaqueira, pitombeiras, goiabeiras, carambolas e outras frutas que a gente sempre ia lá pedir. Tinha dia que ele estava de bom humor e dava as frutas para a gente numa boa, mas tinha outros que ele dizia não ou dava de mau gosto, resmungando. Era na época de manga que mais a gente ia lá perturbá-lo. Só que teve uma vez fora da época de manga que eu resolvi ir lá pedir goiaba e não encontrando nenhum colega para ir comigo resolvi ir sozinho. Chegando lá bati palmas ele não ouviu, então gritei algumas vezes e ele veio lá do meio do mato com uma cara nada boa, mas quando ele viu que era eu, até abriu um sorriso e perguntou o que eu estava fazendo ali. Eu logo lhe disse que tinha ido pedir-lhe umas goiabas e ele então muito prestativo já entrou para buscar uma bacia e me chamou para o fundo do sítio onde ficava as goiabeiras e foi puxando conversa, perguntado dos meus pais e de minha irmã. Eu até estranhei ele estar muito bonzinho comigo, mas o que eu ainda não sabia é que a conversa de que eu andava liberando a bunda para o seu sobrinho já tinha chegado até ele e com foi certeza foi o safado do Zé João que lhe tinha falado isso. Sem saber de nada eu o acompanhei. Chegando lá ele me falou: “pode subir aí e pegar o quanto você quiser!” Como eu sempre fui ruim para subir em arvores, tentei em uma que tinhas umas goiabas bem grandes e bonitas, mas não consegui, fui tentar em outra e foi também a mesma coisa. Vendo a minha dificuldade ele veio por trás de mim e falou: “eu vou te levantar e aí você se vira.” Antes que eu dissesse qualquer coisa ele já colocou a mão esquerda na minha cintura e a direita ele apoiou bem na minha bunda e deixou o dedo polegar entrando no meu rego e indo direto no meu cuzinho. Enquanto ele me levantava, o seu dedo forçava o meu calção que era bem molinho e a cabeça do dedo dele tentava entrar no meu cu. De proposito ele não me levantava até o galho onde eu poderia me segurar e com isso ele tentou umas três vezes e viu que eu estava sentindo o dedo dele no meu rabo e não dizia nada. Só que enquanto ele fazia isso o meu pinto ficou duro e na terceira vez que me colocou no chão ele percebeu o meu tesão e então perguntou com um sorrisinho debochado: “ah, é verdade que tu anda liberando a bundinha para os meninos lá da tua rua, não é?” Eu não disse nem que sim, nem que não, mas quando olhei para a bermuda dele e vi que o pau dele estava duro, o meu cuzinho deu aquela coceirinha gostosa que só quem já deu o cu sabe como é boa e tomando coragem naquela hora eu só falei baixinho: “o senhor que um pouquinho também?” Eu nem precisei perguntar de novo, ele só me pegou pela mão e falou: “vamos ali!” E rapidamente me levou para dentro de sua casa. Entramos pela cozinha; ele me deixou lá e foi trancar a porta da frente, pois de onde estávamos, se olhássemos pela janela do jirau de lavar louças dava para ver o caminho e do outra lado se chegasse alguém teria que bater na porta ou dar a volta. Quando ele voltou de fechar a porta, tomou até um susto, pois eu já tinha abaixado o meu calção e estava com a bundinha empinada e me segurando no batente da janela. Ele não falou mais nada, apenas tirou de uma vez só a bermuda e a cueca, veio por trás de mim, cuspiu na mão lambuzou o meu cuzinho, passou um pouco no pau dele e foi pincelando na entrada do meu rabinho que já piscava desejando ser arrombado sem demora. Quando senti o cuspe dele no meu cu, me arrepiei todinho e senti ele com a mão esquerda abrindo um lado da minha bundinha eu me segurei só com uma mão no batente e com a outra puxei o outro lado deixando o caminho livre para que ele me penetrasse mais facilmente. Ele forçou o pau e a cabeça passou e nessa hora foi que eu lembrei que eu não tinha tido tempo de ver o tamanho da pica que entrava agora no meu cu e torci para que não fosse igual o pau do meu irmão Valdir. Ainda bem que não era... talvez chegasse a ser mais da metade! Era só um pouco grossinho, mas deu para me preencher bem gostoso, não me machucou e ele meteu devagar e de um jeito delicioso. Quando senti os pentelhos dele batendo em minha bunda me segurei com as duas mãos no batente porque sabia que agora vinham as estocadas mais fortes. Seu Dico segurou com as duas mãos no meu quadril e passou a meter forte em meu rabo. Nossa que delícia sentir aquele pau no meu cu! Pena que não demorou quase nada, pois quando eu estava começando a sentir o meu pinto ficar bem duro e o meu cu esquentar com o entra e sai da pica, ele deu uma estocada bem fundo, gemeu alto e gozou dentro de mim. Eu fiquei bem paradinho esperando o pau dele pulsar dentro de mim e derramar toda sua gala. Quando ele se recuperou da gozada, puxou o pau de uma vez só e com isso escorreu um bocado de gala em minhas pernas e melecou todo o meu rabo. Ele pegou sua cueca e limpou minha bundinha, esperou eu me vesti aí sim fomos pegar as goiabas. Quando voltamos lá ele nem deixou mais eu subir; ele mesmo subiu e fez questão de pegar só as grandes e mais bonitas. Só que enquanto íamos de goiabeira em goiabeira, a gala que escorria do meu cu ia me melecando todo e aquilo foi me deixando de novo com tesão, até porque o meu cuzinho não estava totalmente saciado e ardido do jeito que os meus irmãos e os outros meninos deixavam quando me fodiam. Sem contar que só o fato de estar ali sozinho com ele naquele mato já me deixava com tesão e vontade de dar e isso foi só me deixando de pinto duro o tempo todo. Levamos quase uma hora pegando as goiabas e quando acabamos ele arrumou um saco para que eu as levasse e enquanto ele se despedia e dizia: “fala para o meu compadre que nesse final de semana eu passo lá para ver ele, a comadre e minha afilhada, pois sempre que eu vou na cidade eles estão no roçado...” Nessa hora eu o interrompi perguntando: “o senhor que mais um pouquinho?” Ele não entendeu e perguntou o que eu havia falado e eu disse novamente: “o senhor quer mais um pouquinho de cu?” Surpreso ele perguntou se eu queria dar a bunda novamente para ele e eu sem responder nada só entrei, abaixei meu calção e já fiquei na mesma posição de antes. Quando abaixou a bermuda o seu pau já estava duro e aí ele cuspiu na mão novamente lambuzou meu cuzinho, mas nem precisava, pois já estava lubrificado com a sua própria gala; pincelou um pouquinho, se ajeitou e meteu o pau no meu rabo. O pau entrou tão gostoso e dessa vez ele me segurou firme e meteu bem forte. O meu cuzinho esquentou, ardeu e o meu pinto babou de tanto tesão. Eu fechei os olhos e gemi gostoso me sentindo uma putinha. Eu agora era a puta de um homem bem mais velho que sabia meter com força e vontade. Gemi gostoso e adorei ouvir ele gemendo em meu ouvido e se entortando todo para gozar bem fundo dentro de mim. Foi uma das gozadas mais gostosas que recebi no meu rabinho. Quando ele tirou o pau de dentro de mim eu fui lá no quintal atrás de umas bananeiras e acocorado tentei pôr para fora o máximo da gala dele que pude e depois fui embora prometendo voltar. Só eu sei a delícia que foi ir caminhando até em casa com o meu anelzinho pegando fogo de tão arrombadinho que ficou e todo melecadinho com o restinho da porra dele que teimava em descer. E enquanto eu ia sentindo tudo isso me vinha o pensamento gostoso de que agora eu tinha mais um macho para me comer, pois ele disse que eu agora podia ir pegar frutas na casa dele a hora que eu quisesse.
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Comentários (6)
Cris Rodrigues: É, as vezes a gente sai com alguém achando que vai ser legal e pode ser uma roubada, não é?
Responder↴ • uid:1d2m6jrkeliaNascimento Silva: Muitos acham que porque você curte fazer uma chupeta e dar uma sentadinha, você tem gastar a rodos com eles
• uid:1e9pqdsavge7Cris Rodrigues: É verdade, viu Nascimento eu sou casado mas sempre que posso saio pra dar, até porque minha esposa nem desconfia que eu curto isso
Responder↴ • uid:1d2m6jrkeliaNascimento Silva: Eu também sou casado viu Cris, mas hoje prefiro sair com trans porque é mais seguro, sabe. Já tive umas experiências não muito boa com pessoas que conheci, por isso hoje eu escolho o trans pelo site de acompanhantes e vou no AP dele e lá rola tudo o que eu quero e só que eu quero também.
• uid:1e9pqdsavge7Cris Rodrigues: Eu dei a primeira vez pra ganhar uma pipa, só que eu gostei e passei a dar por prazer
Responder↴ • uid:1d2m6jrkeliaNascimento Silva: Depois que a gente prova uma pica fica difícil parar, não é Cris?
• uid:1e9pqdsavge7