#Lésbica #Teen #Virgem

Experimentando minha filha

675 palavras | 0 | 3.00 | 👁️
Sandra

Quando eu tinha 38 anos, meu marido 42 e minha filha 16, ele recebeu uma proposta irrecusável em seu trabalho em termos monetários para ficar fora de casa três semanas e uma semana em casa. Na terceira viagem que ele fez, só chegaria na segunda feira após um feriadão e naquela quinta feira por força do hábito acordei às seis horas da manhã, sem meter a quase três semanas, todas minhas células gritavam pedindo rola e entrei embaixo do chuveiro na esperança de diminuir aquela agonia, o que não adiantou, saí do box e me olhei no espelho, instintivamente acariciei meus seios e logo estava com um dedo em meu avantajado grelo duro, ainda não tinha começado minha siririca quando Suzi, minha filha entrou no banheiro envolta em uma toalha e vendo-me nua admirando minhas próprias curvas, parou a meu lado e dada a liberdade que sempre tivemos, substitui minhas mão que acariciava meus seios pela dela causando um arrepio que percorreu todo o meu corpo, não sei o que ela pensou na hora quando percebeu que seu ato havia causado em mim e colocou minha mão que estava sem função em seus próprios belos seios, deixando a toalha que a envolvia cair no chão, olhando-me com aquela paixão que só existe entre mãe e filha. Acho que naquele instante ele percebeu minha carência, pois ofereceu seus lábios sensuais para eu beijar, perdi a cabeça e nos abraçamos ao mesmo tempo que trocamos um beijo lascivo e entendi que seus hormônios estavam em ebulição, provavelmente mais violenta que os meus e levei meus dedos ao meios de suas pernas, ao tocar aquela bucetinha virgem, ouvi aquele hamm delicioso, em seguida senti seus dedinhos massagearem meu grelo, não pude mais parar. Ali em pé sozinhas passamos a ser duas mulheres tesudas e não mais mãe e filha, em poucos minutos aquele banheiro ecoava nossos gemidos levando-nos a um profundo gozo incestuoso em que a menina/mulher choramingou como um bebe e eu desesperada chupei seu pescoço sem me preocupar com marcas que certamente ficariam. Entramos as duas embaixo da ducha, sem conseguirmos nos separar e fazendo nossas mãos percorrerem uma o corpo da outra, não mais como mãe e filha e sim como duas lésbicas famintas. Usando os conhecimentos adquiridos com minhas amigas de adolescência, ajoelhei diante de Suzi, coloquei uma de suas coxas em meu ombro e abocanhei aquela rachinha virgem arrancando de minha filha gritinhos de prazer e pude constatar que seu grelo quando duro é tão grande quanto o meu e a levei a seu segundo orgasmo, durante o qual pude constatar que sua grutinha golfava tento liquido vaginal quanto a minha, concluindo que a safadinha estava pronta para algo mais. Apenas passamos as toalhas em nossos corpos e deitamos em minha cama de casal. Coloquei minha menina coladinha na xaninha inexperiente e ensinei a ela o movimento, Suzi aprendeu rápido e esfregamos nossas bucetas como eu não fazia a tantos anos, graças a tamanho do grelo de Suzi, certamente herdado de mim, tive o mais delicioso sexo de toda minha vida sofrendo ou melhor usufruindo uma verdadeira convulsão orgástica que arrastou minha filha mais uma vez aos domínios de Ártemis a deusa lésbica.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos