Minha filha e minha namorada
Separei-me de minha mulher quando minha filha ainda era bem pequena, desde então minha filha passava um fim de semana comigo e o outro com ela. Em um sábado, Suzi me chamou apavorada no banheiro, eu já não a via sem roupas a algum tempo, mesmo porque ela evitava, mas diante de sua primeira menstruação ela se apavorou e me chamou, minha ereção foi imediata e no desespero acabei ligando para Silvia minha namorada que morava a duas quadras do meu apartamento, expliquei rapidamente o que tinha acontecido e ela veio em nosso auxilio já trazendo as coisas necessárias e só então as duas se conheceram. Silvia, mulher esperta, bonita com um corpo deslumbrante, sacou meu pau duro que não baixava de jeito nenhum e a imagem da minha filha nua, não saia da minha cabeça, depois de socorrermos minha filha, nos trancamos no quarto e enquanto eu a comia, a filha da puta falou no meu ouvido: "Pode me chamar de Suzi". Aumentei o ritmo e ela gemendo voltou a me excitar mais ainda dizendo; "Vai papai, dá leitinho para sua filhinha". E experimentei uma das maiores gozadas da minha vida. Depois que gozei, Silvia me olhou de um modo diferente e sorriu maliciosamente e quando sai do quarto vi a carinha da minha filha, com certeza ela já entendia o suficiente para saber que eu tinha acabado de dar uma. Entrei rapidamente no banheiro ainda sem entender o comportamento de Silvia, quando saí, as duas entraram no banheiro e passei a ouvir a agua do chuveiro caindo, as duas cochichando e as risadas. Durante a semana, Silvia me explicou que quando tinha a idade da minha filha tinha uma vontade louca de dar para o pai e sempre que ouvia seu ele comer sua mãe, ela se masturbava fantasiando que ele a estava comendo. Achei loucura, mas aquilo não saia da minha cabeça e no fim de semana seguinte que era para Suzi ficar com a mãe, ela ligou perguntando se podia ir para minha casa. Ao pega-la em frente do prédio ela entrou no carro com uma sainha bem curtinha, não consegui parar de olhar aquelas coxas lisinhas e bem torneada e quando chegamos em casa, Suzi entrou no banheiro e colocou uma bermuda e uma camiseta sem sutiã e pude ver a marquinha daqueles peitinhos, parecia que ela queria me seduzir, fiquei aliviado quando Silvia chegou com as roupas para dormir em casa, se surpreendendo com a presença da minha filha e logo voltaram a cochichar e a rir e a partir daquele dia, as duas tornaram-se amigas, minha filha passou a dormir no sofá da sala de casa todo o fim de semana. Silvia continuou me sacaneando e acho que também satisfazendo sua fantasia me chamando de papai quando estava gozando. Com quinze anos, Suzi e eu estávamos planejando minha mudança para um apartamento maior para ela e Silvia irem morar comigo. Em uma tarde fria nós três estávamos usando pijama de flanela deitados em minha cama, Suzi levantou, deu a volta na cama e as duas me deixaram no meio da cama, Suzi deitou com a barriga para baixo e colocou o rosto bem perto do meu e vi aquela bundinha arrebitadinha e meu pau pulsou. Silvia descaradamente alisou meu cacete e Suzi sorriu com aquela cara de safadinha. Com duas ou três alisadas, Silvia me deixou com ereção máxima, impossível de esconder, fiquei paralisado e minha filha esticou a mão olhando dentro dos meus olhos passa a ajudar Silvia e em seguida segura firme meu cacete. Fiquei abismado até Silvia falar no meu ouvido com vozinha de criança: "Minha irmãzinha quer ver o pinto do papai". Suzi não esperou minha resposta e puxou a cintura do meu pijama para baixo e vi a alegria em seus olhos amendoados e ela pegou firme na rola em pelo. Entendi que as duas tinham combinado aquela situação e acabei por tirar o calça do pijama já com o pau babando. As passaram a brincar com meu cacete duro. Silvia me punhetou lentamente. Suzi esperou a Silvia soltar minha piroca e passou a fazer o mesmo movimento. Silvia imitando voz de criança falou: "Papai gosta que chupe o Piu-Piu dele". Suzi não perdeu tempo, inclinou o corpo e abocanhou minha cacete e chupou com força, não deu para segurar quando Silvia beijou minha boca enfiando a língua nela, gozei na boquinha da minha filhinha que não conseguiu esconder o susto, mas não parou de sugar um só instante e para minha surpresa, quando levantou a cabeça, as duas se beijaram e dividiram a porra que Suzi ainda tinha na boca. Assim que se separaram, Silvia com aquela voz imitando criança diz: "Papai ainda não tinha visto nenhum beijo das folhinhas dele" e voltaram a se beijar, em seguida minha filha troca comigo nosso primeiro beijo de língua e eu não me furtei a alisar ostensivamente a bundinha da minha filha que gemeu como mulher enquanto nos beijávamos e Silvia puxou o pijama e a calcinha de Suzi e pude olhar pela primeira vez aquela bucetinha sem precisar ficar disfarçando, abri as pernas da menina/mulher para ver melhor e Silvia falou: "Irmã deixa o papai chupar sua pombinha como ele chupa a minha". Suzi com sensualidade virou o corpo na cama enquanto eu assumia nova posição. Já tomado pela luxuria abri as pernas de minha amada filha sentindo seus espasmos musculares dei uma última olhada naquela rachinha e passei a língua, Suzi gemeu alto massageando seus peitinhos travei as coxas dela com meus braços e suguei seu grelinho duro, a menina levantou corpo empurrando a buceta contra minha boca e eu passei a devorar aquele delícia enquanto ela rebolava deliciosamente na minha boca. Minha anjinho explodiu em gozo na minha boca como gente grande enquanto Silvia gemia em sua desesperada siririca. Diante do espetáculo fabuloso de duas gostosas gozando, eu precisava enfiar meu pau em algum buraco, vi o liquido brotando da buceta da minha namorada e quando ia penetra-la ela fala: "Quero mostrar para ela que não dói como ela acha" e levanta as duas pernas fazendo o anelzinho piscar sob o olhar encantado de Suzi. Coloquei dois travesseiros embaixo da pélvis de Silvia, levante ainda mais as pernas dela, mantendo-as em "V" e minha filha com uma cara de tarada que eu nunca tinha visto, segura minha rola e a dirige para o cuzinho de Silvia, empurrei sem dó, minha namorada fez aquela careta que sempre faz e leva as duas mãos a sua buceta encharcada e enquanto toma na bunda. Suzi supreendentemente lhe dá os peitinhos e minha namorada passa a mamar em minha filha tesuda. Eu e Silvia gozamos ao mesmo tempo já com as duas com as bocas coladas. Quando soltei as pernas de Silvia e deixei meu corpo cair sobre ela, a sacana fala no meu ouvido: "Amanhã papai vai comer o cuzinho virgem da minha irmãzinha".
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Comentários (1)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk