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Mãe Permissiva é Outra Coisa (Início)

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PapaiSafado

Muitas mães desejam ver suas filhas fazendo sexo dentro de casa em segurança, mas lhes falta coragem para conversar sobre isso com elas... e com o homem certo.

Por questões de privacidade e segurança, os nomes foram trocados. Sou Leonardo, moro com Janaína, minha companheira há 8 anos. Tenho 47 anos, ela fez 35 no mês passado. Janaína tem dois filhos de um relacionamento anterior. Um rapaz adulto que faz faculdade em outra cidade e uma adolescente que mora conosco. Rebeca é uma boa menina: estudiosa, obediente e carinhosa. Ajuda a mãe nas tarefas domésticas limpando a casa, lavando pratos, colocando roupas para lavar e secar no varal. Mas tem preguiça de arrumar o próprio quarto, por isso temos que chamar sua atenção quando a bagunça é demais. Como toda adolescente, às vezes questiona os limites que impomos. Procuramos sempre explicar nossos motivos para que ela entenda que não são arbitrários. Às vezes ela aceita, outras vezes fica com sensação de injustiçada. Nós passamos por isso em nossas famílias, por isso tentamos ser compreensivos e mais permissivos do que nossos pais foram conosco.

Conversei com Janaína sobre como, hoje em dia, os adolescentes descobrem a própria sexualidade mais cedo do que na nossa época. O corpo muda e a vida acontece de um jeito mais rápido. Tem a ver com o ambiente em que se está inserido (conversas entre pessoas mais velhas que acaba ouvindo), com o que consome pelas redes sociais e na mídia. Na nossa época, artistas seminuas já apareciam em comerciais e programas de auditório, mostrando que a sensualidade feminina sempre teve grande destaque. Há quem diga que é sexualidade precoce, mas nós discordamos. Precoce significa algo que aconteceu antes do desenvolvimento normal, mas isso varia de pessoa para pessoa. "Normal" não deve ser visto como algo padronizado: é o normal para cada época, para o momento cultural em que estamos inseridos.

Cresci numa família em que minha mãe usava apenas sutiã e calcinha, enquanto meu pai vivia de cueca. Educação sexual hoje é ensinada nas escolas, mas faltou em nosso currículo escolar. Por um lado é importante para ensinar aos jovens sobre mudanças biológicas e como se defenderem de abusos sexuais. Por outro lado, aumenta a curiosidade deles sobre sexo. Isso é inevitável e muita gente considera um efeito colateral bem-vindo. Em nossa família cada um decide o que vestir dentro de casa, e se quiser pode ficar completamente nu. Aqui não temos cobranças moralistas, valorizamos nossa privacidade em família. Janaína e eu não vemos qualquer motivo para usar roupas dentro de casa, a não ser uma camiseta em dias frios. Foi essa liberdade, associada à maior curiosidade da Rebeca pela própria sexualidade, que nos trouxe ao que vivenciamos.

Rebeca gosta de vestir-se com roupas sensuais, como short curto e top, para valorizar suas formas femininas. Nós deixamos que ela saia de casa vestida como gosta apenas quando saímos juntos, para zelar por sua segurança. Sabemos que há gente mal-intencionada que pode querer assediá-la, se for vista sozinha usando roupas provocativas. Ficamos excitados em exibi-la, prestamos atenção principalmente nos homens que olham fixamente para ela. De vez em quando nós a chamamos para dizer "Olha lá aquele cara, não tira os olhos de você". Ela adora atenção masculina: quando recebe, fica mais exibida, faz poses e empina o bumbum.

Em casa ela gosta de fazer dancinhas sensuais, rebolando na nossa frente. Eu costumo incentivar e aplaudir, digo que ela leva jeito, que tem um corpo lindo e ela se sente gatíssima. De vez em quando dou uns tapinhas no bumbum, que ela adora. Às vezes ela ri e sai correndo; outras vezes pede "bate mais". Uma vez, por brincadeira, falei para ela deitar no meu colo para ser "castigada". Aquele bumbum carnudo e lindo ficou apontado para o meu rosto, enquanto eu lhe aplicava palmadas leves. Ela riu e me desafiou: "Nem doeu, você bate fraquinho". Eu aumentei um pouco a intensidade das palmadas, não o suficiente para machucar, mas para fazê-la sentir a pele arder e ouvir o estalo. A cada duas palmadas, eu fazia uma massagem breve e depois dava mais duas palmadas, alternando entre punição e carinho. Ela realmente gostou das sensações e de vez em quando me pede para brincar de levar palmadas. Janaína comentou sobre como a filha está mais assanhada a cada dia.

Antes da adolescência, ela ficava nua constantemente; conforme foi pegando corpo de mocinha, passou a usar calcinha nos dias em que está menstruada. Ela não adquiriu vergonha por causa de suas mudanças corporais, muito pelo contrário: gosta de se mostrar, especialmente para mim. Janaína acha graça e diz não ver problema: "é normal da adolescência", diz. Ela me confessou que fica excitada com o comportamento da filha, que ao que parece, está tentando seduzir o homem da casa. Janaína me contou que quando tinha a idade da Rebeca, também gostava de se exibir para homens mais velhos e receber elogios de como era bonita e gostosa. Ela contou que, embora tivesse vontade de aceitar convites para sexo com homens adultos, tinha muito medo de ser violentada. Mas se houvesse uma forma segura de transar, ela teria aproveitado. A partir desta conversa, tive a ideia de usar o antigo desejo da Janaína durante nossas transas.

Comecei a fantasiar com Janaína que eu sou um daqueles homens, e ela é adolescente da idade da Rebeca. A gente brinca que a "Janaína teen" me seduz como a menina safadinha que foi um dia, e eu sou um dos homens que não resiste. Outras vezes fingimos eu sou um dos homem que mexiam com ela, que se comporta como uma menina assanhada que cede ao assédio. O sexo ficou maravilhoso, a gente goza intensamente. Foi uma descoberta incrível para nós, uma ousadia que não havia passado pelas nossas mentes. Com o tempo, fomos criando cenas mais elaboradas e ainda mais excitantes. Um dia, conversamos sobre como teria sido perfeito para Janaína se sua mãe tivesse sido permissiva como ela própria. Se a mãe dela fosse mais compreensiva, elas poderiam ter combinado para que Janaína trouxesse seus parceiros para transar dentro de casa, com a mãe sabendo e sempre atenta para ajudá-la, se fosse necessário. Assim, sua mãe a teria orientado a usar camisinha e não engravidar aos 15 anos.

Conversa vai, conversa vem, nos entreolhamos já sabendo o que o outro pensou: por que não dar essa liberdade a Rebeca? Nossas mentes são abertas, com pensamentos alinhados em relação a muitas coisas. Janaína me disse que estava tranquila com o comportamento da filha em relação a mim. Ela sabe que a menina tenta atrair minha atenção para que eu elogie seu corpo. Janaína me disse para aproveitar e tirar casquinha da filha, passando a mão em seu corpo mais vezes, em vez de ficar só na brincadeira das palmadas. Sugeriu que eu faça comentários do tipo "Minha enteada cresceu e apareceu, está gostosinha e já merece experimentar um macho". A garota é uma delicinha e a mãe sabe que é difícil para um homem tarado como eu resistir. Janaína é completamente submissa no sexo, valoriza um homem que domina e se impõe sobre a fêmea. Fica muito molhada imaginando cenas em que faço com Rebeca o mesmo que faço com ela. Depois de muita conversa, minha companheira me deu autorização para ceder aos encantos da filha e também tomar iniciativa, desde que tudo seja feito com consentimento da menina.

Janaína afirmou não ver problema algum na filha fazendo sexo comigo, desde que eu use proteção quando penetrá-la na vagina. Seria extremamente problemático se Rebeca engravidasse na adolescência, assim como aconteceu com ela. Além disso, um exame de DNA do bebê revelaria que eu sou o genitor, o que me colocaria em sério risco de ser preso. Janaína me conhece e confia em mim, sabe que eu jamais obrigaria sua filha a fazer algo que não quer. Perguntei como ela responderia caso Rebeca a procurasse para relatar minha mudança de postura. Isso é motivo de preocupação para mim: se a menina estranhar, Janaína precisará tranquilizá-la. Respondeu para eu manter a calma e deixar isso com ela, pois sabe como deixar Rebeca à vontade para aproveitar a nova realidade, mantendo sigilo entre nós. Ninguém deve saber o que acontece dentro de casa, nem mesmo o irmão mais velho. Janaína fará tudo para ajudar, tirando as dúvidas da filha para que ela possa explorar sua sexualidade em segurança comigo. Claro que Janaína quer que eu sinta muito prazer transando com uma adolescente sexy e disponível. Isso se chama cumplicidade, um protegendo o segredo do outro. Depois de alinharmos os limites a que eu estaria submetido, recebi sinal verde para "deixar rolar".

Até então eu costumava ficar apenas de cueca. No meu primeiro dia de folga, decidi ficar nu o tempo todo dentro de casa. Rebeca chegou da escola e se surpreendeu ao me ver pelado, sentado no sofá. Eu estava vendo TV enquanto acariciava suavemente meu pau, que estava parcialmente rígido. Ela passou por mim, olhos fixos no meu pau e deixou escapar um "Huuummm, olha ele todo à vontade" com risadinha. Rebeca foi tomar banho e saiu enrolada numa toalha, enxugou-se e voltou nua. Da sala, pude ouvi-la conversando com a mãe sobre eu estar sem cueca e como isso era diferente do meu normal. Janaína a tranquilizou, dizendo que todos na família sempre tiveram liberdade de usar ou não roupas dentro de casa. Disse que antes eu preferia usar cueca, mas hoje eu decidi ficar nu e tudo bem. Janaína perguntou o que ela achou de ver meu pau pela primeira vez, se gostou, se achou bonito, mas a filha só riu.

Janaína é uma mulher muito safada: em pouco tempo estava fazendo propagando da minha pica para a filha. Disse que adorava me chupar e ser fodida de várias formas, que eu sou um macho gostoso. Ela contou à filha que quando tinha a idade dela, vivia querendo transar com homens que mexiam com ela na rua, mas tinha muito medo de algum deles fazer maldades. Embora tivesse muita vontade, não se sentia segura para fazer sexo; além disso, sua mãe jamais teria aceitado ajudá-la. Janaína acrescentou que ela decidiu ser uma mãe diferente para sua filha, mais compreensiva e permissiva. Rebeca não é boba, logo captou o que a mãe quis dizer. Ainda um pouco insegura se havia compreendido direito, ela perguntou se a mãe deixaria ela transar. Janaína respondeu que isso depende: se ela conhecer bem o parceiro escolhido pela filha e confiar que ele não faria maldade com ela, então sim, ela poderia transar. Mas que isso deveria acontecer dentro de casa, onde estaria segura. Há meninas e meninos que fazem sexo fora de casa sujeitando-se a riscos enormes. Como não podem legalmente entrar em motéis, acabam fazendo sexo em locais ermos, nas casas de outras pessoas, dentro de carros.

Janaína explicou à filha que o tesão atrapalha o melhor julgamento da pessoa e por isso, muitas vezes a situação pode sair do controle. Por isso, o ideal para adolescentes é terem suas experiências sexuais no local onde sentem-se mais à vontade e em segurança. De preferência com um responsável por perto para ajudar, se necessário. Rebeca ficou encantada com a mente aberta de sua mãe. Ela comeu um lanche e depois veio para a sala, sentou-se ao meu lado e puxou conversa.

– Léo, por que você usa cueca? Eu nunca te vi pelado.
– Eu tenho costume de usar cueca pra segurar meu saco no lugar. A tua mãe usa sutiã pra segurar os seios, senão eles ficam balançando e isso a incomoda. Comigo é mais ou menos a mesma coisa, porque meu saco é grande, tá vendo?
– Uhum. Aí hoje você resolveu deixar tudo de fora?
– Pois é, hoje me deu vontade de deixar meu pinto e saco respirarem. Você gosta de ter o teu corpo visto e admirado, né? Eu também gosto. O que você achou do meu pau e do saco?
– Os dois são bonitos, cheios de pelos. Eu só tinha visto homem nu em fotos, é a primeira vez que eu vejo de perto. Já vi meu irmão quando a gente tomava banho juntos, mas ele ainda era criança.
– Pode olhar mais de perto. Se quiser pode pegar neles, eu deixo. Eu não fico com vergonha, meu amor.

Diante da oferta, Rebeca começou a me apalpar suavemente, com um sorriso. Janaína apareceu discretamente na entrada da sala, para acompanhar o primeiro contato de sua filha adolescente com o pau de um homem maduro. Ela, que estava de sutiã e calcinha, não resistiu ao tesão e também ficou nua. Foi incrível ver a mãe da Rebeca se masturbando devagar, em silêncio, enquanto espiava sua filha explorando meu pau e saco. Ela ficou vários minutos mexendo no meu pau, fazendo perguntas sobre ele e o saco. Queria saber como eu gostava de receber carinho, se ela estava fazendo direito. Eu a incentivava com palavras carinhosas e afagos, inicialmente na cabeça e depois em outras partes do corpo. Peguei nos peitinhos crescendo e apertei os mamilos, o que a fez tremer de tesão. Uma gatinha deliciosa entregue à curiosidade, me deu toda liberdade para tocar em seu corpo.

Pedi que Rebeca deitasse a cabeça no meu colo, de forma que seu bumbum ficasse ao alcance da minha mão. Ela me obedeceu, deitando-se de frente para mim, sem tirar as mãos do meu pau. Isso facilitou para que eu pudesse acariciar e apertar seu bumbum redondinho. Eu sempre perguntava se ela estava gostando dos meus carinhos e se podia continuar. Depois de acariciar e apertar aquela carne macia, meu dedo começou a rondar o cuzinho e fiz cócegas nele. Perguntei em tom de brincadeira se meu dedo poderia entrar no cuzinho dela, pois estava fugindo e precisava de esconderijo. Ela sorriu e acenou que sim, em silêncio, sem parar de mexer no meu pau. Cuspi no dedo indicador e fui enfiando devagar, o que tirou gemidos da gatinha. Janaína, que até então estava em silêncio numa lenta siririca, soltou um "aaahn" que foi ouvido por Rebeca. Ela virou a cabeça e viu a mãe nua na entrada da sala, observando a cena e se tocando. A menina entendeu que estava tudo bem e continuou a explorar meu pau e saco.

Perguntei se ela não queria sentir o cheiro de um macho. Ela enfiou o rosto na minha virilha e respirou fundo, várias vezes. Que delícia pôr ideias na cabecinha da menina e vê-la agir. Eu disse a Rebeca: "Você falou que acha meu pau bonito. Não quer dar uns beijinhos nele?" Ela deu risadas e respondeu que tinha vontade de fazer muito mais do que dar beijinhos. Eu lhe disse para não se reprimir, que ela podia fazer o que tivesse vontade, sem medo. Assegurei que ela não estaria quebrando nenhuma regra, pois eu já havia conversado com a mãe dela e estávamos de acordo. Rebeca sorriu, feliz por ter sua autonomia reconhecida e pela liberdade que recebeu de nós. Lembrei a ela que qualquer coisa que fizéssemos, teria que ficar somente entre nós. Ninguém de fora da família poderia saber de nada. E isso incluía seu irmão Renato, que não convive conosco há algum tempo. Ela entendeu a necessidade de sigilo absoluto, para segurança de todos.

Rebeca começou a dar beijinhos no meu pau, que a esta altura estava duríssimo e majestoso. Janaína a incentivou, dizendo "Isso, filha... Beija esse pau lindo, ele merece muitos beijinhos." Ouvir a mãe instruindo sua filha adolescente a me agradar com carinhos orais foi extremamente excitante. Tenho pena dos casais que não têm este nível de cumplicidade e problematizam sexo consensual em família. Rebeca pegou gosto por beijar minha piroca, fazendo isso enquanto conversávamos. Meu dedo estava completamente inserido em seu cuzinho. Ela se ajeitou, empinando o bumbum para facilitar meu acesso e eu comecei a fazer vaivém devagar, fodendo o cuzinho com o dedo. Ela gemeu e disse que estava gostoso; eu pedi que lambesse meu cacete como se fosse um picolé. Rebeca obedeceu ao meu pedido e passou sua língua pequena, molhada e macia na minha rola inteira. Janaína gemeu alto, dizendo "Aaaiii... que delícia... Isso, filha, faz tudo o que ele te pedir... É muito bom agradar ao nosso homem..."

Rebeca estava investida na brincadeira. Lambeu meu caralho devagar, com calma, apreciando cada milímetro. O tempo todo conversando sobre a minha vida sexual com a mãe dela. Janaína aproximou-se para acompanhar a brincadeira mais de perto. Ela sentou no braço do sofá e ficou afagando minha cabeça, enquanto admirava sua filha adolescente saboreando meu caralho. Pedi a Rebeca que levantasse uma perna, expondo a bocetinha. Que xaninha linda, com pelos ralos e toda molhadinha. Passei um dedo na xereca da menina e o lambuzei com seu caldinho. A sensação de ter sido tocada deste jeito fez Rebeca estremecer. Chupei o dedo melado e disse "Hum... Que delícia. Preciso desse caldinho de xereca na minha boca." Comecei a masturbá-la devagar. Ela gemeu alto, disse que estava muito gostoso. Eu dei a ordem: "Chupa meu pau, sua putinha." A menina abocanhou a glande e mamou com vontade, enquanto eu manuseava o grelinho. Ela gemia de desejo e remexia os quadris. Janaína ensinou a filha a bater punheta: com uma mão apoiando minhas bolas, com a outra mexendo para cima e para baixo e chupando a cabeça.

Que sensação maravilhosa ser mamado pela minha enteada, com a mãe ao lado ensinando como ela deveria fazer para me dar o máximo de prazer: "Nós somos fêmeas, filha. Nascemos para sermos putinhas. O nosso dever é agradar aos machos, servir a eles da forma que eles quiserem. Eu faço tudo o que o Léo manda, amo obedecer a cada ordem dele. Ele é o meu macho, o meu dono na cama. A minha satisfação é dar enorme prazer a ele. Isso me faz gozar muito! Ele também pode ser o teu macho, se você quiser. Eu empresto ele pra você, filha. Vou adorar se você aprender sobre sexo com o Léo, porque nele eu confio. Vocês dois podem fazer todo o sexo que quiserem, eu deixo." Rebeca ficou ainda mais animada ao receber aval explícito da mãe durante seu primeiro boquete com punheta. Janaína ajoelhou-se ao lado da filha e começou a acariciar sua cabeça. Deu beijos na bochecha enquanto a menina me chupava e disse que a amava, que tinha muito orgulho por ela ser uma menina tão safadinha e curiosa por sexo, como ela mesma foi na adolescência.

Acelerei os movimentos com o dedo no grelinho, o que fez Rebeca gemer mais alto, até gozar. A menina tirou a boca do meu pau para soltar gemidos altos durante o orgasmo, enquanto se tremia toda. Quando as ondas de prazer diminuíram, ela voltou-se novamente para meu pau, concentrada em me fazer gozar também. Janaína era fonte de incentivo constante: "Continua, filha, faz o teu macho gozar. Ele merece, é um homem muito gostoso. Faz o macho encher a tua boca de leite, filha. Esse tem que ser o teu maior desejo. Você precisa, necessita de leite de pica, amor. É um presente pra nós putinhas, quando o macho dá leitinho na boca. A gente toma tudo e agradece." A menina entendeu o recado e começou a pedir para que eu gozasse em sua boca, porque ela precisava de leitinho do meu pau. Ouvir isso delas foi demais para mim. Eu estava tentando manter o controle para prolongar a brincadeira, mas não consegui mais me segurar: explodi num orgasmo intenso, gemendo muito alto. Foram vários jatos de porra na boca da menina, que chegou a engasgar e afastou o rosto. Meu pau continuou a pulsar, cuspindo sêmen no rostinho lindo da Rebeca.

Janaína recolheu meu gozo com os dedos e delicadamente os levou à boca da filha, para que ela os chupasse. Não sobrou nem uma gota de porra, Rebeca comeu tudo. Depois espremeu meu pau para lamber o restinho que escorria. Ela sorriu, feliz pela sua primeira experiência sexual. Que aconteceu em família, como deve ser.

F I M

Se você é mulher de mente aberta que simpatiza com minhas ideias e está disposta a passar por cima dos moralismos para ser feliz, venha conversar comigo no Telegram @papaisafado4. Sou um homem solteiro, maduro e sem filhos. Quero conversar com mulheres que simpatizam com família liberal e nudista. Tenho fetiche de brincar de pai e filha, dentre outros. Mulheres que simpatizam com um relacionamento assim, vamos trocar ideias. Ofereço apenas trocar ideias, não "conteúdo". Homens, não insistam!

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