#Corno #Coroa #Grupal

Nosso sábado

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Cláudia

Meu marido é quinze anos mais velho que eu. Após vinte e cinco anos de casados ainda somos bem safadinhos na cama e sabemos tudo um sobre o outro, sei que ele como a maioria dos homens, além de pular a cerca algumas vezes, também tinha feito troca-troca quando criança e ele sabia que quando jovem, eu tinha feito sexo com algumas amigas. Claro que aos cinquenta anos eu já não tinha aquele corpinho que ele comeu muito em nossos primeiros anos de casados, por outro lado, o pau de Arthur já não tinha aquela firmeza de anos atrás, mas ainda era um belo caceta, já tínhamos cogitado de encontrar alguém para levar para nossa cama ou mesmo encontrar um casal liberal para fazermos uma boa sacanagem, mas nunca tivemos coragem, ele falava enquanto me comia que queria ver um dotadão comendo meu rabo e coisas assim que nos levava a gozar mesmo eu tendo cinquenta e sessenta e cinco anos mentíamos muito. Nossos dias preferidos sempre foram os sábados, a tarde e naquele em particular estávamos os dois nus brincando de correr um atrás do outro, em volta da piscina, quando dou de cara com Lourdes minha empregada e seu marido, eu havia esquecido que eles iriam pegar naquela tarde um fogão usado que eu tinha dado para ela. Lourdes é uma mulata magra, de bunda grande, cintura fina e bonita de rosto, seu marido um negro alto forte e muito bonito. Por reflexo, escondi com eu dos braços meus dois seios e com uma das mãos minha buceta, Arthur riu no exato momento que olhei para a calça do Sergio e vi a marca daquele cano grosso que ia até quase o meio de suas coxas. Calmamente Arthur pegou uma toalha e me deu, rapidamente enrolei meu corpo e o filha da puta do meu marido sem se preocupar com sua nudez convidou o casal para nos acompanhar em um banho de piscina. Lourdes olhou para o marido meio ressabiada, mas Sergio abrindo um sorriso maravilhoso alegou que eles não tinham trajes de banho, Arthur safado abriu os braços e disse: "Nós também não, vai lá tira tudo e vamos cair na agua". Sergio já mostrando uma cara de tesudo, não se fez de rogado, tirou a camisa, mostrando seus peitos fortes de macho acostumado ao trabalho pesado e em seguida tirou a calça, exibindo aquela piroca de dar inveja aos mais dotados dos filmes que eu e Arthur costumávamos ver e sem cerimonia pulou na piscina seguido por meu marido. Lourdes certamente notando que eu não tinha conseguido tirar os olhos daquela ferramenta linda que seu marido tinha nos meios das pernas falou: "É grande né. Você não imagina como é difícil receber aquilo tudo por trás". Ela também estava lendo meu pensamento sem saber da fantasia de Arthur. Eu já tesuda, vendo a oportunidade que o acaso estava oferecendo, perguntei: "Você tem ciúmes dele?". Lourdes na maior cara de pau responde: "Nosso sonho é encontrarmos um casal para sabermos como é essa coisa de troca". Aquelas palavras me tiraram do sério e falei: "Por que você não tira a roupa?". Vendo que os dois machos conversavam baixinho dentro da piscina com cara de safados, tirei a toalha que estava enrolando meu corpo, quando vi os belos par de seios de Lourdes e falei: "Tenho certeza que Arthur vai querer mamar em você". A safada olha para mim e diz: "Tenho certeza que você vai querer apagar seu fogo com a mangueira do meu bombeiro". Rimos e vimos os dois saírem de dentro da agua, Arthur exibindo uma ereção que a muito eu não via e Sergio estava com meia ereção com o pau torto para o lado, dirigiram-se para nós. Arthur sem a menor cerimônia fez o que eu previ, abocanhou um daqueles belos seios e Sergio aproximou aqueles lábios grossos do meu rosto, vendo que eu não ofereci resistência, colou seus lábios nos meus e encostando aquela piroca na minha barriga, sentindo aquela língua volumosa na minha boca eu chupei e minha buceta babou, mesmo que Arthur mandasse eu parar, eu não pararia, todos meus músculos estavam tremendo e eu ajoelhei na espreguiçadeira de costas para o mulato e achando melhor medir aquela pica com a buceta, peguei com uma mão aquela trolha e dirigi a minha racha, o fodedor segurou minha cintura com uma mão em cada lado e empurrou, rebolei e senti a diferença de grossura mas encarei e empurrei minha bunda para trás, quanto mais entrava, mais eu queria, estava uma delícia, quando ouvi o uivo de Arthur, lembrei de olhar para ele que estava com os olhos fixos em mim com o corpo grudado na traseira de Lourdes e passei a receber aquelas cabeçadas maravilhosas lá no fundo, cada uma era um novo arrepio que percorria meu corpo e tive um orgasmo maravilhoso, ao fim do qual, tanto meu marido quanto Lourdes estavam ao nosso lado. Arthur cochichou no ouvido de Sergio, ele tirou aquela tora toda lambuzada com meu liquido vaginal, já bem mais dura que antes, separou minhas nádegas e empurrou, a dor que senti foi a mesma que senti quando perdi as pregas no pau de um de meus namorados, segurei nos braços da espreguiçadeira, travei os dentes e senti cada um daqueles mais de vinte e cinco centímetros arregaçando meu anel. em seguida a cobra pulsou dentro de mim esguichando leite lá no fundo do meu canal anal. Enquanto meu marido enchia a boca de Lourdes com seu suco de macho. Depois daquele sábado, passamos a usufruir os fins de semana a quatro.

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