#Grupal #Lésbica #Voyeur

Confundida com uma puta

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Sandra

Eu já estava casada a dois anos e não sabia o que é gozar, meu marido assim como eu, era virgem até nosso casamento. No início do casamento, eu atribuía a nossa falta de pratica ou ao fato de meu marido ser gordinho, nossas dificuldades na cama, comecei a achar que poderia ser o tamanho de seu pintinho, mas também desconfiava que ele tivesse algum problema pelo fato de que mesmo conseguindo me penetrar, seu pau amolecia antes dele ejacular. Como ele era uma ótima pessoa, a decisão foi difícil, mas as vezes eu via homens interessante, sentia alguma coisa por dentro, mas quando me deitava a noite rezava para ele não tentar nada e muitas vezes que ele tentava não conseguia. Casamento não é só sexo, eu tentava me iludir com isso. Eu morava em um sobradinho que é o último imóvel de uma rua sem saída e uma noite eu estava debruçada na janela do meu quarto, quando uma motocicleta parou bem embaixo de mim e o casal desceu, a mulher ajoelhou e puxou de dentro da calça do cara uma vara enorme que ela não conseguia por nem a metade na boca e ele levantou a saia dela, a fez deitar no banco da motocicleta com as pernas abertas, com um pé no banco e outro no chão. Vi o cara enfiar em um tranco só aquela puta caceta na buceta arreganhada da mulher que fez uma cara de extremo prazer, pela primeira vez na vida minha buceta babou e eu levei o dedo ela, encontrando aquele caroço, nunca tinha sentido meu grelo duro. Vendo aquela foda animal me manipulei sem saber exatamente como e do nada gozei em meu próprio dedo, não foi nada excepcional, mais acelerou minha respiração e foi gostoso. Corri para o banheiro e vi que eu tinha fiapos de babas entre meus lábios vaginais, sentindo-me excitada lambuzei meus dedos e os coloquei na boca, acho que foi a virada de chave, nem me lavei, queria sentir aquilo novamente e deitei, meu marido para variar me deu um beijinho, virou de lado e dormiu. Passei a noite em claro e pela manhã, assim que ele saiu, liguei para o colégio informando que não poderia dar aulas naquele dia. Joguei minhas roupas dentro de três malas, liguei para minha advogada que ficou de notificar meu marido do pedido de divorcio e fui para um hotel do outro lado da cidade. Naquela noite mesmo procurei um barzinho perto do hotel, encontrei um bem acolhedor e sentei-me em uma mesa de canto. As pessoas começaram a chegar e em pouco tempo não havia mais mesas vagas. Um casal elegante, ambos altos e bonitos que estava de pé ficou olhando para mim, por educação, sorri para eles, a mulher desfilou até onde eu estava e me perguntou se eu podia dividir a mesa com eles, concordei. Mal eles sentaram Mauro me tirou para dançar uma seleção de música lenta e já na segunda ou terceira música senti aquele espeto cutucando minha pélvis, meio sem graça olhei para Marly que continuava sentada e ela fez uma cara de tesuda e passou a língua pelos lábios entre aberto, o que devia ser um sinal para seu marido pois ele me puxou contra o seu corpo, me permitindo sentir a forma cilíndrica de um pau bem maior e mais grosso do que o pau que eu conhecia e devo ter rebolado, pois Mauro virou a cabeça e passou a ponta de sua língua em meu pescoço, parecendo um fio elétrico, fez meu corpo tremer exatamente quando acabou a seleção, voltei para mesa completamente desnorteada e fui surpreendida por um selinho de Marly que simplesmente olhando nos meus olhos falou: "Vamos?". E fiz a maior loucura da minha vida, peguei minha bolsa e ela passou a me conduzir puxando-me pela mão e embarcamos no carro deles, eu e ela no banco de trás, enquanto Mauro dirigia, assim que batemos a porta, a mulher me grudou e trocamos um beijo lascivo, claro que eu já tinha ouvido falar em casais liberais e fiquei empolgada que em minha primeira noite de descasada eu tinha sido escolhida por um. Entramos na suíte do motel já semivestidas, pois Marly estava enlouquecida me apalpando e deixando-me excitada como eu nunca tinha estado e ela me jogou na cama quando eu estava só de calcinha e sutiã, o que não atrapalhou aquela taradinha que afastou minha calcinha e grudou sua boca na minha buceta e em minutos sua língua mágica me fez descobrir o que era um gozo forte e me debati como uma epilética durante minha descoberta, ainda enquanto corriam lágrimas pelo meu rosto de uma emoção que eu tentava esconder, Mauro soltou meu sutiã e enquanto mamava em mim, me puxou para o meio da cama, forçando aquela cabeçorra enorme na minha rachinha, foi como se eu estivesse sendo desvirginada novamente, mas engoli todo aquele cacete com minha buceta e passei a senti aquelas cabeçadas gostosas lá no fundo e tive uma verdadeira convulsão de prazer. Mauro ficou deslumbrado e comentou de como eu era apertada, quando percebi que Marly não era tão liberal assim, tentando esconder os ciúmes, Marly ficou de quatro e abriu as nádegas com as mãos, fiquei maravilhada ao ver como a mulher conseguia aguentar aquela rola no cu, fazendo só algumas caretas. Tesuda vendo aquele anal, senti Marly puxar meu corpo para debaixo do dela e em instantes, eu estava vendo aquelas bolas baterem na bucetona de Marly e senti novamente aquela língua habilidosa me chupando, a intenção era clara. Sem qualquer preconceito tentei chupa-la como ela estava me chupando e passei a fazer um sessenta e nove com ela enquanto ela era empalada por aquele cacete lindo. Participei de um gozo coletivo cheio de sons ao sabor de uma buceta que esguichou liquido vaginal em minha boca. Exausta adormeci nuazinha. Já na madrugada acordei sozinha e na cabeceira da cama um papel com um número de celular e algumas notas que somadas era o que em ganhava em dois dias dando aulas nos dois períodos. O casal tinha me confundido com uma puta.

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