Meu Pai Cortou Meu Saco e Me Fez Buraco Dele
O dia estava quente pra caralho, daqueles de novembro no interior de São Paulo que faz a camisa grudar nas costas e o suor escorrer pelo meio da bunda. A gente tinha passado a manhã inteira capinando o milharal novo. Meu pai na frente, eu atrás, acompanhando o ritmo dele. Ele não falava muito – nunca falou. Só dava as ordens com aquela voz grave e tranquila, quase preguiçosa: “Puxa mais pra esquerda, filho”, “Cuidado com a enxada que tá afiada”. Eu obedecia sem reclamar. Aos vinte e dois anos, eu já sabia que a vida era aquilo: roça, sol, comida simples e o silêncio dele.
Ele era grande. Não gordo, não magro. Um homem feito de trabalho. Peito largo, braços que esticavam a camisa xadrez velha, barriga macia que formava uma curva suave por baixo do cinto de couro rachado. As coxas grossas estufavam a calça jeans surrada. Pelo preto espalhado nos braços, no peito, descendo até a virilha que eu imaginava toda vez que ele se abaixava. Eu sentia vergonha de pensar nisso, mas não conseguia parar.
Quando o sol bateu lá pelas três da tarde, ele limpou o suor da testa com o antebraço e disse:
— Vou tomar um banho. Termina essa fileira e vem pra casa.
Eu terminei a fileira em quinze minutos, coração já acelerado. Sabia o que ia fazer. Era o terceiro dia seguido. A primeira vez tinha sido acidente. A segunda, curiosidade. A terceira... vício puro.
A casa ficava no alto do terreno, uma construção simples de tijolo à vista com telhado de zinco. Atrás, ele tinha montado o chuveiro: um cano saindo da parede, registro de plástico, uma cortina de lona velha que mal cobria. Eu me escondi atrás da cerca de taquara, agachado, o pau já duro dentro da cueca. O coração batia tão forte que eu achava que ele ia ouvir.
Ele chegou assobiando baixo uma música antiga, tirou a camisa devagar. O peito largo apareceu, peludo, os mamilos escuros. A barriga macia balançou quando ele abriu o cinto. Calça e cueca desceram juntas. O pau dele caiu pesado entre as pernas grossas – meio mole ainda, mas grosso, cabeça rosada, um fio de suor brilhando na virilha. Ele virou o registro. A água fria bateu nos ombros e ele soltou um suspiro longo, quase gemido. Passou a mão no peito, ensaboou, desceu pela barriga, segurou o pau e começou a se lavar com calma, puxando a pele, deixando a água levar a espuma.
Então ele deu um passo pra trás, afastou as pernas um pouco e mijou. O jato saiu forte, amarelo-escuro, batendo na terra seca e fazendo poça. Ele segurava o pau com uma mão, a outra apoiada na parede, cabeça baixa, olhos fechados. O cheiro de mijo quente subiu com o vapor. Eu mordi o lábio até sangrar. Minha mão já estava dentro da calça, batendo punheta devagar, sincronizado com o ritmo dele.
Ele terminou de mijar, sacudiu o pau três vezes e voltou pra debaixo da água. Ensaboou de novo, dessa vez demorando mais na virilha, puxando o saco pesado, passando o dedo entre as nádegas. Eu quase gozei ali mesmo.
De repente ele parou. Virou a cabeça devagar pra onde eu estava. Os olhos dele encontraram os meus através da fresta da taquara. Não teve susto. Não teve raiva. Só um sorriso pequeno, quase carinhoso, que não chegava aos olhos.
— Entra aqui, filho.
A voz dele saiu calma, como se estivesse me chamando pra jantar.
Eu congelei. O pau na minha mão latejava. Tentei recuar, mas as pernas não obedeceram.
— Agora — ele repetiu, ainda mais baixo. — Ou eu vou te buscar.
Eu me levantei tremendo. A calça molhada de pré-gozo. Andei até o chuveiro como quem vai pro abate. Ele fechou o registro. A água parou. Ficamos os dois pingando, ele pelado, eu vestido, a dois palmos de distância.
Ele me olhou de cima a baixo. Devagar. Como quem avalia um animal.
— Há quantos dias você tá me espiando?
Engoli seco.
— Três...
Ele balançou a cabeça, como se fosse a resposta mais normal do mundo.
— E bateu punheta olhando pra mim mijando?
— Sim, pai...
Ele deu um passo. A barriga macia encostou na minha. Senti o calor do pau dele contra minha coxa.
— Tira a roupa.
Eu obedeci. Tremendo. Quando fiquei pelado, ele me olhou inteiro. Demorou nos meus ombros, na minha barriga lisa, no meu pau duro que apontava pra cima e no saco cheio logo abaixo.
— Bonito — murmurou. — Mas hoje você vai aprender que espiar tem preço.
Ele segurou meu queixo com firmeza, mas sem apertar demais. Os olhos calmos cravados nos meus.
— De joelhos.
Eu caí de joelhos na terra molhada. O pau dele estava na altura do meu rosto. Grosso, meio duro, cheirando a sabão e suor velho. Ele segurou a base e bateu a cabeça pesada na minha bochecha.
— Abre a boca.
Eu abri. Ele enfiou devagar, sem pressa. A cabeça passou pelos meus lábios, depois o resto. Senti o gosto de mijo residual, de sabão, de homem. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca com calma. Empurrava até o fundo, esperava eu engasgar, tirava, esperava eu recuperar o fôlego e enfiava de novo. Sempre com aquele olhar sereno.
— Isso... engole tudo que é do teu pai.
Depois de uns minutos ele tirou, puxou meu cabelo pra trás e mandou eu me virar. Fiquei de quatro na terra, bunda pra cima. Ele se agachou atrás de mim. Senti as mãos grandes abrindo minhas nádegas. O dedo grosso, molhado de saliva, circulou meu cu. Entrou devagar. Doeu. Ele não parou. Entrou até o fundo, girou, saiu, entrou de novo. Dois dedos. Três. Sempre calmo.
— Tá apertado — murmurou. — Mas vai aguentar.
Ele cuspiu na mão, passou no pau e encostou a cabeça na minha entrada. Empurrou. A cabeça entrou com um estalo. Eu gemi alto. Ele segurou meus quadris e foi enfiando centímetro por centímetro, sem parar, até as bolas baterem nas minhas.
— Pronto — disse baixinho. — Agora você é meu.
E começou a foder. Devagar no começo, depois mais fundo, mais forte. O pau grosso abrindo tudo. Cada estocada fazia minha barriga doer de tanto prazer. Ele não gemia alto. Só respirava pesado, as mãos cravadas na minha cintura, o corpo batendo contra o meu com som molhado de carne.
De repente ele parou, tirou o pau inteiro. Eu senti o vazio. Ele se abaixou, abriu minhas nádegas com as duas mãos e encostou a boca no meu cu. A língua quente, grossa, entrou. Ele chupou, lambeu, mordeu de leve, enfiou a língua o mais fundo que conseguiu. Eu tremia inteiro. Ele comeu meu cu como quem come uma fruta madura – devagar, com calma, mas sem piedade. A barba dele arranhava minhas nádegas. O som era obsceno, molhado, guloso.
— Delicioso — murmurou contra a pele. — Meu filho tem um cu gostoso pra caralho.
Ele voltou a foder. Agora mais rápido. O pau entrando e saindo com força, batendo fundo. Eu sentia as bolas dele batendo nas minhas. O pau dele inchou ainda mais dentro de mim. Ele segurou meu pescoço por trás, me puxou contra o peito dele. A barriga macia dele encostada nas minhas costas. A boca no meu ouvido.
— Vai gozar sem tocar no pau — ordenou, voz baixa e cruel. — Só com o pau do pai dentro de você.
E eu gozei. Jatos fortes batendo na terra, o cu apertando em volta dele. Ele não parou. Continuou fodendo mais forte, mais fundo, até que deu um gemido rouco e gozou dentro de mim. Senti o jato quente enchendo meu intestino. Ele ficou lá, pulsando, esvaziando tudo.
Quando terminou, tirou devagar. O cu piscou, vazando porra dele. Ele passou o dedo, recolheu um pouco e enfiou na minha boca.
— Lambe.
Eu lambi.
Ele se levantou, abriu o chuveiro de novo e me puxou pra debaixo da água. Lavou meu corpo com as mãos grandes, sem pressa. Lavou meu cu que ainda latejava. Depois me olhou nos olhos, ainda com aquele sorriso calmo.
— Amanhã a gente vai trabalhar normal. Mas à noite... você volta pra cá. E eu vou terminar o serviço.
Naquela noite, depois do jantar silencioso, ele me chamou pro quarto dele. Pela primeira vez. Mandou eu tirar a roupa e deitar de bruços na cama velha que cheirava a homem e lençol suado. Ele se deitou por cima, o peso do corpo inteiro me esmagando. O pau já duro entre minhas nádegas.
Mas dessa vez ele não enfiou logo. Em vez disso, levantou, foi até a cômoda e voltou com uma caixa de madeira velha. Dentro tinha uma faca de capar bem afiada, aquelas usadas pra castrar os porcos e os novilhos no sítio. Ele mostrou pra mim, girando a lâmina na luz fraca do lampião.
— Você espiou. Você quis. Agora vai perder o que não merece mais ter.
Eu tremi. Tentei me levantar, mas ele segurou minha nuca com uma mão só, apertando o suficiente pra me manter imóvel. A voz continuou calma, quase carinhosa:
— Fica quietinho, filho. Pai vai fazer direito. Não vai doer muito... se você não se mexer.
Ele me virou de costas, abriu minhas pernas e amarrou meus tornozelos nas colunas da cama com corda de sisal grossa. Meu pau e saco ficaram expostos, ainda meio duro do medo e do tesão misturado. Ele se ajoelhou entre minhas coxas, segurou meu saco com a mão grande, apertando levemente as bolas por dentro da pele enrugada.
— Olha como tá cheio... cheinho de porra que nunca mais vai servir.
Ele puxou o saco pra baixo, esticando a pele. A lâmina fria encostou. Eu senti o fio afiado roçar. Tentei gritar, mas ele colocou a outra mão sobre minha boca, firme, sem raiva.
— Shhh. Homem de roça não chora por causa disso.
O primeiro corte foi preciso. A faca entrou na pele do saco, abrindo um talho limpo de cima pra baixo. Sangue quente escorreu pela minha virilha. Dor queimando, latejando. Ele cortou devagar, separando os dois lados como quem abre um fruto. Tirou uma bola primeiro, segurando na palma da mão como se fosse uma fruta madura, mostrando pra mim antes de colocar num prato de alumínio ao lado da cama. Depois a segunda. O saco vazio sangrando, a pele solta e inútil.
Ele não parou. Passou álcool puro por cima, queimando tudo, depois costurou a pele com linha de náilon grossa, fechando o que restou num monte liso e vazio entre minhas pernas. O pau ainda duro, latejando sem as bolas pra trás. Ele limpou o sangue com um pano velho, sem pressa.
— Pronto — disse, voz baixa e tranquila. — Agora você não é mais macho. É só meu buraco.
Ele cuspiu na mão, molhou o pau grosso e enfiou no meu cu de uma vez, fundo, enquanto eu ainda sangrava. A dor da castração misturada com o prazer da foda. Ele meteu devagar, profundo, a barriga macia batendo na minha lombar, as mãos segurando meus quadris com firmeza.
— Goza agora. Goza sem saco, só com o cu.
Eu gozei seco, o pau soltando um fio fino de porra clara, o corpo inteiro tremendo de dor e tesão. Ele gozou logo depois, enchendo meu intestino de porra quente, marcando o que agora era completamente dele.
Depois disso ele me desamarrou, me limpou com cuidado, passou pomada no corte e me deitou ao lado dele na cama. Beijou minha testa com calma.
— Amanhã a gente levanta cedo pra roça. Você vai trabalhar do mesmo jeito. Só que agora todo mundo que olhar vai saber que você não tem mais o que balança entre as pernas. E eu vou usar esse cu sempre que eu quiser.
A vida no sítio continuou. De dia, capinamos, plantamos, ordenhamos. Eu andava com um pouco de dor, o passo mais curto, a calça folgada onde antes tinha volume. Ele me olhava de canto de olho, aquele sorriso sereno. À noite, ou no meio da tarde, ele me fodia contra a pia, no celeiro, no milharal. Sempre calmo. Sempre cruel. O saco cortado, costurado, vazio — um lembrete permanente de quem mandava.
Ele nunca mais precisou me vigiar. Eu não tinha mais nada pra esconder. Só um cu aberto, um corpo sem bolas, e um pai que usava os dois sem pressa e sem piedade.
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