#Gay #Virgem

Estourei as pregas do novinho. Era a primeira vez dele e eu não sabia

1.5k palavras | 3 | 4.38 | 👁️
Ramon

NADO era bem afeminado, a maioria de seus amigos também; o que me surpreendeu foi que ele era virgem quando transamos pela primeira vez.

Morar em flat para quem está solteiro é a melhor coisa, até porque muita gente do job aluga apartamentos por lá e termina fazendo preços melhores “para os vizinhos”.

EDNALDO, ou NADO, mora com a mãe no mesmo andar que eu no flat e eu conheci os dois subindo no elevador, às vezes na academia do prédio e até na piscina. Nada de muita intimidade, só educação e alguma conversa ocasional. A mãe dele viaja com frequência pelo trabalho, mas nunca grandes ausência, 3 ou 4 dias no máximo e é uma mulher bonita apesar de estar precisando de um cuidado maior com ela própria (soube que era amante de um cara casado e o relacionamento acabou).

Já NADO é uma “mocinha”, trejeitos bem femininos, os amigos deles na sua maioria também são assim, enfim, você já atribui a ele ser gay – tal qual a mãe, uma pessoa muito boa, educado e eu até gostava quando eu encontrava com ele na academia ou na piscina, porque sempre o ambiente estava animado. Por algum motivo, percebi que ele vinha puxar muita conversa comigo, mostrava-se mais “afetado” quando não havia outras pessoas e eu, tarado todo, cheguei a pensar algumas vezes em meter naquela bundinha empinada. NADO tem um corpo legal, todo sem pelos (constatei depois que o “todo” era todo mesmo) e empinava tanto a bunda que ela cresceu para trás. Ele não tinha tido conseguido a vaga na universidade e no curso que queria e estava fazendo cursinho e ia tentar novamente no ano seguinte.

Percebi que sempre havia algum problema quando a mãe dele viajava, sempre um problema pequeno e, nesse dia, NADO me perguntou se eu poderia fornecer um litro d’água a ele, pois o filtro da casa dele estava com problema. “Traga as garrafas que quiser”, respondi porque também uso filtro e não haveria qualquer problema. Ele disse que ia tomar banho e vinha em 15 minutos, o que aconteceu.

Quando vi NADO com uma garrafa entrar na minha casa, senti o clima. Ele estava com um short desses colados que as pessoas usam muito para correr, apenas que era branco e, o detalhe, usava uma cueca bem escrota (vi depois: era uma calcinha) e uma camisa bem colada, de tal modo que a bunda estava em destaque. Digo mais: aquele short era modelo feminino.

-Ai, RAMON, só você para me ajudar mais uma vez, você é um anjo na minha vida
-Com essa roupa sua, a minha parte demônio é que fica ativada, respondi rindo. - Gostou?
- Está chamando a atenção
- Eu me vesti assim para você mesmo...

Mais alguma troca de elogios e eu já alisei a bunda dele e mandei aquele beijo na boca. NADO retribuiu de forma intensa, dizendo que estava sonhando com isso, que estava me tarando há muito tempo e por aí vai. Fomos para meu quarto no sarro e no romance. Quando ele ficou só de calcinha, quase que eu gozava: a bunda era linda demais, uma visão maravilhosa. Ele se deitou e eu em pé coloquei o pau na boca dele, que mamava desesperado, adorando aquele serviço e o fazendo de forma sensacional. Partimos para um 69 e vi que o cacete dele era lindo também, de bom tamanho. Ele ficou por cima e rebolava muito quando eu passava a língua no cu dele. Um cu rosinha, em que enfiei a língua. Quando fomos nos preparando para eu meter nele, NADO diz:

- Tenho algo para revelar, RAMON
- O que foi?
- Acredite se quiser, eu nunca dei a bundinha
- Você não curte ser passivo?
- É meu sonho, apenas que nunca fiz sexo anal
- Nem quando era adolescente?
- Zero, só chupei muito os meninos na escola. Eu sabia que ia ser você o primeiro

Fiquei espantado e acreditei nele (depois confirmei que era verdade) e meu plano de meter rola e gozar naquele rabo lindo foi modificado para garantir uma tranquilidade de NADO ao perder as pregas. “Vamos devagar e sempre, você vai gostar”, falei.

Deitei-o de bruços e chupei mais o rabo e o cu dele. Com gel, enfiei dedos, abrindo caminhos enquanto eu o beijava. NADO já tinha enfiado objetos no rabo, mas nada que garantisse o relaxamento necessário. Gastei mais tempo na preparação e, com muito gel, botei ele de frango assado na cama e em pé comecei a enfiar meu pau, que é cabeçudo e meio grosso. Quando a cabecinha entrou, e não foi tão fácil, notei que NADO fechou o cu, reflexo, medo. “Nada disso, minha putinha. Relaxe, você vai sentir o cuzinho se abrindo”, reclamei. Fui devagar, a sensação de quebrar as pregas do cu de alguém é muito boa, NADO fazia cara de dor e ria, dizendo que estava adorando. Eu me dediquei a que NADO não sofresse muito. “Entrou toda, putinha, relaxe”, falei rindo e olhando para a cara dele. “Ai, amor, quero um filho seu”, respondeu NADO como uma noivinha virgem na noite de núpcias.

Fui mexendo devagar, ela reclamava, mas o buraco dele foi se acostumando e comecei a meter no rabo dele. Não com volúpia de quem come um cu acostumado a rola, mas com o ritmo necessário para ele aproveitar. O pau dele estava mole e mesmo assim saía “aguinha” de gozo dele. Quando senti que o cu dele já era meu, meti com um pouco mais de força e, confesso, perguntei se ele ia gozar, pois eu já estava me segurando. “Goza em tua mulher, meu amor, me enche de leite”, NADO falou e obedeci na hora. Litros de porra naquele cu há pouco virgem. NADO fez cara de choro de alegria ao me sentir gozando dentro dele, um sonho que se realizava. Gozei e deixei o pau dentro, o cu dele me “mordia”, NADO ria sem se conter.

Ele começou a se masturbar e eu o ajudei, de tal modo que ele gozou sobre a própria barriga muita porra. Ele literalmente chorou, disse que não imaginava que ia gostar tanto da primeira vez como gostou.

Fomos tomar banho juntos em clima de romance, NADO me beijava muito, ele se confessou apaixonado (o que me deixou até meio assustado) e só foi embora no outro dia. Trepamos várias vezes nesse dia, mesmo ele confessando que o cu estava ardido, mas disse que uma fêmea não pode perder a chance de seu macho montar nela. “A fêmea que lute”, ele dizia.

A partir daí começamos a manter um relacionamento sério, porém no sigilo. Ele já sabia que eu não saía do armário, que tinha esquemas com mulheres cis, que a mãe dele talvez não aceitasse, enfim, toda uma dificuldade.

NADO virou uma putinha gostosa e safada na cama, a gente transava de todo jeito, às vezes uma rapidinha em pé enquanto a mãe dele tinha saído para ir a algum lugar; ele até me comeu algumas vezes, o que só ocorria raramente, quando a tesão dele estava “no polo invertido”, como ele costumava dizer. A nossa posição predileta era ele de bruços, pernas abertas, o rabo empinado e eu deitado em cima, mandando rola até ele gozar na cama.

Mantivemos mais de um ano de romance tórrido, era a mãe dele viajar e NADO ir lá para casa. Paguei cursos preparatórios para ele, cobrava estudo dele e, quando ele passou na universidade, teve de ir morar em outro Estado e foi o começo do nosso fim. Eu sabia que isso ia ocorrer.

Já saímos juntos depois disso, mas não mais como namorados, quero dizer, a gente trepava sem ter mais o relacionamento, apesar do grande sentimento que rola entre a gente até hoje. Aliás, conversando com ele um dia desses, NADO me disse que eu tinha sido a pessoa mais importante na vida dele e eu lhe disse que ele merecia muito mais, pois tinha um futuro brilhante. E eu ficava feliz tanto de ter essa consideração dele, quanto ter a honra de dividir momentos com alguém tão especial quanto NADO.

Comentários (3)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Edson: Excelente! Bem equilibrado entre romance e hot!

    Responder↴ • uid:8d5f4gxyhm
  • Luiz: Ninguém consegue esquecer a primeira pica

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic
  • Kaike: Muito legal isso aí, legal mesmo.

    Responder↴ • uid:1ed2cqe7hymt