#Gay #Sado

O trato de mijo, reescrito

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Thiago puta

Eu sendo privada de macho alfa, adoro ser usado e esculachado por macho

Tudo começou numa noite qualquer, enquanto eu rolava o feed de um app de encontros focado em fetishes. Eu estava com tesão acumulado, procurando perfis de machos dominantes, quando vi o anúncio dele: “Macho dominante procurando privada discreta para uso pesado. Watersports, throat fucking, humilhação total. Sem enrolação.”
Meu pau deu um pulo só de ler. Mandei mensagem na hora, coração acelerado:
— Oi, Mestre. Vi seu anúncio. Sou um viadinho submisso que adora ser usado como mictório. Topo beber tudo, sem limite. Quer conversar?
A resposta veio rápida:
— Boa noite, puta. Então você quer virar minha privada? Me conta direito: até onde você vai? Eu gosto de mijar na boca, encher a barriga de mijo quente e depois foder a garganta até fazer vomitar. Sem papo furado, sem beijo, sem carinho. Chego, uso e vou embora.
Eu já estava duro só de imaginar. Respondi quase tremendo:
— Eu vou até onde o Senhor quiser. Pode me usar como lixo, como capacho, como mictório humano. Pode mijar tudo na minha boca, me fazer engolir cada gota, e depois socar esse pau fundo na minha garganta até eu engasgar e chorar. Sou seu para obedecer todas as ordens. Pode me chamar de privada, de vadia, de porra nenhuma. Meu limite é o seu desejo.
Ele mandou uma foto do pau grosso, pesado, cheio de veias, e escreveu:
— Olha o que você vai engolir hoje. Eu guardei mijo o dia inteiro pra testar se você é de verdade. Quero ver você de joelhos, boca aberta, virando meu urinol particular. Vai engolir tudo ou vai derramar no chão como uma puta inútil?
Eu respondi com uma foto minha de joelhos, nu, boca bem aberta e língua para fora:
— Esse é o seu mictório, Mestre. Pode mijar forte, pode mijar muito. Quero sentir o gosto salgado e quente enchendo minha boca e descendo até minha barriga ficar cheia. Depois pode foder minha garganta até eu vomitar o mijo de volta e engolir de novo. Sou seu capacho. Use-me e jogue fora depois.
A conversa esquentou rápido. Ele perguntou:
— Você já bebeu mijo antes? Quer que eu pare no meio ou quer tudo de uma vez? E na garganta: quer que eu segure sua cabeça e force até o fundo, mesmo se você engasgar?
Eu respondi sem hesitar:
— Já bebi algumas vezes, mas nunca tanto de uma vez. Quero tudo, Mestre. Não para. Quero engolir cada jato quente, sentir o sabor forte e amargo acumulando na boca, engolir com dificuldade, deixar encher as bochechas e forçar goela abaixo. E na garganta... pode segurar minha cabeça com força, socar até bater no fundo, me fazer chorar, babar, escorrer ranho e até vomitar o mijo de volta. Eu vou engolir tudo de novo como boa privada.
Ele gostou da resposta:
— Perfeito. Amanhã às 20h na sua casa. Sem roupa quando eu chegar. Vou chegar com a bexiga cheia pra caralho. Vou mijar direto na sua boca, você vai beber tudo como um bom mictório. Depois vou foder essa goela até gozar fundo. Sem beijo, sem conversa mole. Só uso. Combinado?
— Sim, Mestre. Combinado. Vou deixar a porta encostada. Estarei de joelhos, nu, boca aberta esperando o Senhor. Pode me tratar como quiser. Eu sou seu lixo.
Naquela noite eu mal dormi. Ficava imaginando o gosto forte do mijo dele, o calor queimando a garganta, o volume enchendo minha barriga vazia, o medo de não conseguir engolir tudo e sujar o chão, a humilhação de ser a primeira privada dele. Meu pau latejava o tempo todo.
No dia seguinte limpei a casa, não comi nada para deixar espaço, tomei um banho rápido e fiquei esperando ansioso. Quando a campainha tocou às 20h em ponto, meu coração disparou. Abri a porta já de joelhos, completamente nu, olhando para o chão como um bom escravo.
Ele entrou, fechou a porta atrás de si e olhou para mim com um sorriso satisfeito.
— Olha só… a privada já está no lugar. Boa putinha.
Sem mais palavras, ele abriu o zíper da calça, puxou aquele pau grosso ainda meio mole e parou bem na minha frente. Eu não esperei ordem. Minhas mãos tremiam de excitação enquanto eu segurava ele e colocava na boca, sugando devagar, sentindo o pau crescer e endurecer contra minha língua.
Ele soltou um gemido baixo e falou com a voz rouca:
— Porra, que boquinha gulosa… Mas hoje você não vai chupar de graça, não. Eu guardei um mijo bem carregado pra você, sua vadia. Abre essa boca direito.
Eu tirei o pau da boca, segurei ele firme com uma mão e mirei a cabeça inchada bem no centro da minha boca aberta, língua estendida como um tapete para o meu dono.
— Isso mesmo… vira meu mictório de verdade. Abre mais essa boca nojenta.
O primeiro jato veio forte, quente e direto na minha língua. O gosto explodiu na minha boca: bem salgado, levemente amargo, com um toque metálico forte e aquele cheiro característico e penetrante de urina concentrada que invadiu minhas narinas e fez meus olhos arderem. Era grosso, quase viscoso, como se ele tivesse segurado o dia inteiro só para me usar.
Eu engoli o primeiro gole com dificuldade, sentindo o líquido quente descer queimando levemente pela garganta.
Ele segurou minha cabeça com uma mão e ordenou, olhando nos meus olhos:
— Bebe, caralho. Engole tudo que eu te dou. Olha pra mim enquanto vira meu urinol humano. Quero ver essa cara de puta desesperada.
O fluxo aumentou. Forte, constante, implacável. O mijo jorrava em jatos longos e pesados, enchendo minha boca repetidamente. Eu deixava acumular um pouco nas bochechas, sentindo o volume crescer até quase transbordar, o sabor ficando cada vez mais intenso, mais salgado, mais amargo, quase insuportável. O cheiro forte subia pelo nariz enquanto eu engolia em grandes goles, o barulho molhado e obsceno ecoando na sala.
Meu estômago já começava a inchar visivelmente. Eu não tinha jantado nada — agora estava sendo alimentado exclusivamente com a urina dele. O medo me consumia: “E se eu não conseguir engolir tudo? E se derramar no chão? Ele vai me humilhar ainda mais.” Mas o jato não parava. Às vezes o mijo quente subia de volta pela garganta por causa da quantidade absurda, e eu tinha que forçar a descer novamente, tossindo e engasgando contra o pau dele.
— Tá gostando do sabor do meu mijo, hein, sua privada nojenta? É bem forte hoje… Eu bebi pouca água o dia todo pra você sentir bem o gosto concentrado. Olha como sua barriga já está inchando. Parece uma cadela prenha de mijo.
Eu só conseguia balançar a cabeça afirmativamente, olhos lacrimejando, sem tirar o pau da mira da minha boca. Engolia, engolia, engolia. Meu nariz ardia com o cheiro forte, baba e mijo escorriam pelo queixo, pingando no chão. Ele ria baixo.
— Olha o estado que você tá… já sujando tudo como uma puta inútil. Continua engolindo, vadia. Quero ver você beber até a última gota.
Depois de vários minutos intermináveis, o fluxo diminuiu um pouco. Ele perguntou com tom de deboche:
— Quer que eu pare ou quer o resto todo, sua mictório barato?
Eu tirei o pau da boca só por um segundo, a voz rouca, molhada e humilhada:
— Não para, Mestre… Mija tudo. Quero ficar bem cheio da sua urina. Quero minha barriga inchada e pesada só com o que o Senhor guardou pra mim.
Ele sorriu satisfeito, enfiou o pau de volta e soltou o resto. O jato final veio ainda mais quente, mais concentrado e volumoso. Eu engasguei forte, tossi, lágrimas escorrendo, mas forcei a garganta a relaxar e continuei bebendo como o bom mictório obediente que sou. Quando enfim o fluxo acabou, minha barriga estava bem visivelmente inchada, pesada, estufada só da urina dele. Eu me sentia completamente degradado, usado e absurdamente excitado.
Mas ele ainda não tinha terminado.
— Agora a segunda parte do trato, sua vadia nojenta. Vou foder essa garganta até o fundo. E você vai aguentar tudo como a puta barata que é, entendeu?
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos, dedos cravados no cabelo, e enfiou o pau já meio duro bem fundo. A primeira estocada foi brutal. Senti a cabeça grossa bater violentamente contra o fundo da minha garganta e a ânsia veio imediata e forte. Meu estômago revirou e uma onda de mijo quente subiu de volta, misturando-se com a baba grossa que escorria da minha boca. Ele não tirou. Segurou minha cabeça com força ainda maior e empurrou mais fundo.
— Engole meu pau inteiro, porra! Quero sentir sua garganta apertando como uma boceta barata.
Cada estocada era mais violenta e profunda. Ele metia sem piedade, batendo fundo, segurando minha cabeça para eu não conseguir recuar. Eu babava demais, ranho escorrendo do nariz em fios grossos, lágrimas descendo pelo rosto sem parar. O mijo que estava no meu estômago voltava em ondas fortes toda vez que ele socava, me obrigando a engolir de novo aquele gosto salgado, quente e azedo misturado com baba e ranho.
— Olha pra você… chorando, babando, escorrendo ranho como uma vadia nojenta. Seu estômago tá cheio do meu mijo e mesmo assim você ainda engole meu pau. Que puta depravada você é!
Ele acelerou, fodendo minha garganta com força bruta, fazendo meu corpo todo tremer. Eu engasgava, tossia, vomitava um pouco do mijo de volta que escorria pelos cantos da boca e pelo queixo, sujando meu peito e minhas coxas. O cheiro de mijo, baba e ranho enchia a sala.
— Isso, vomita um pouco… e engole de novo, sua privada inútil. Quero que você sinta o gosto do meu mijo subindo enquanto eu destruo essa goela.
Depois de longos minutos de garganta sendo completamente destruída, ele anunciou com a voz rouca de prazer:
— Vou gozar, sua puta. E vai ser direto no fundo dessa goela nojenta.
Ele segurou minha cabeça com toda a força, deu as últimas estocadas violentas e profundas. Senti o pau pulsar fundo na minha garganta e o jato grosso e quente de porra descer direto, misturando-se com o mijo que ainda estava lá dentro. Nem consegui sentir o gosto da gozada — desceu tudo de uma vez, alojando-se no meu estômago já inchado e cheio.
Quando ele finalmente tirou o pau, eu estava um desastre absoluto: baba, mijo, ranho e porra escorrendo pelo queixo, pelo peito, pela barriga e pelos joelhos. Meu rosto estava vermelho, olhos inchados de tanto chorar, nariz escorrendo, garganta destruída. Tinha vomitado bastante do mijo durante o boquete agressivo, sujando meu corpo inteiro. Mas eu não me importava. Estava em casa.
Ele olhou para mim, satisfeito, enquanto guardava o pau na calça.
— Caralho, que privada boa. Primeira vez que mijo na boca de um cara… e você tomou tudo como um campeão. Adorei usar esse viadinho como mictório.
Eu, ainda de joelhos, respondi com a voz completamente destruída e rouca:
— Obrigado, Mestre… Pode me usar sempre que quiser. Eu sou seu lixo, seu capacho, sua privada particular.
Ele riu, deu um tapa leve no meu rosto sujo e molhado e foi embora, exatamente como combinamos: mijou, fodeu minha garganta até ficar satisfeito e saiu sem enrolação.
O trato foi cumprido perfeitamente. Eu obedeci cada ordem, como o bom escravo que sou.

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