#Gay #Incesto #Teen

Esfrega esfrega com o papai

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Grok_o_perv

Quando meu pai se separou começamos a dividir cama e a esfregar nossos pintos. Agora que cresci quero fazer de novo.

Eu tinha uns 10 ou 11 anos quando meus pais se separaram. Meu pai arrumou um apê pequeno, de um quarto só, e toda vez que eu ia passar o fim de semana com ele a gente dividia a mesma cama de casal. No começo era só sono mesmo, mas eu já sentia um tesão estranho por ele. Ele era forte, cheiro de homem, voz grossa... e eu, moleque ainda, ficava com o pinto duro só de deitar do lado dele.

Quando eu já estava com 14, mais assanhado, eu esperava um tempo e começava a me esfregar devagar na cama. Roçava a virilha no colchão, apertava a pica por cima da cueca e ia mexendo o quadril até gozar seco, tremendo baixinho pra ele não perceber. Um dia ele não tava dormindo. Eu tava no meio do movimento quando senti ele se mexer. Em vez de bronca, ele só respirou fundo e começou a se esfregar também. Nenhum de nós falou nada. A partir daquela noite virou nossa cumplicidade secreta.

Toda vez que eu dormia lá, a gente deitava de cueca, apagava a luz e começava. No começo era só roçar na cama, mas logo virou roçar um no outro. Eu sentia a coxa dele contra a minha, a barriga dele roçando na minha, e a pica dele endurecendo por baixo do tecido. A gente se apertava, quadril contra quadril, pica marcando volume na cueca do outro. Gemíamos baixo, quase sem som, só o barulho da respiração pesada e do tecido roçando. Quando gozava, eu sentia meus jatos secos pulsando e ele também gozava logo depois, o corpo tremendo contra o meu. Às vezes a porra dele vazava pela cueca e sujava minha perna. A gente ficava ali, melado, ofegante, sem dizer uma palavra. Era nosso segredo.

Isso rolou até eu fazer uns 15 anos. Depois ele arrumou uma mina, mudou pra um apê maior e a gente nunca mais falou do assunto. Mas eu nunca esqueci. Hoje, com 24 anos, tenho namorada, sou hétero pra caralho, mas toda semana bato punheta pensando nisso. E ultimamente a fantasia tá mais forte: voltar pra casa dele, deitar na cama como antigamente e fazer tudo de novo, só que agora como homem.

Ontem eu decidi ir. Liguei pra ele dizendo que tava com saudade e queria passar a noite lá. Cheguei no apê novo, a gente jantou, conversou besteira, assistiu jogo. Quando deu hora de dormir, ele disse: “Cama é grande, pode ficar aqui”. Meu coração tava disparado. Fui pro banheiro, tirei a roupa e fiquei só de cueca preta, aquela bem justa que marca tudo. Voltei pro quarto e ele já tava deitado, só de cueca cinza, a mesma que eu lembrava de quando era moleque.

Apagamos a luz. O quarto ficou escuro, só a luz da rua entrando pela janela. A gente ficou um tempo em silêncio. Meu pau já tava meio duro só de estar ali. Eu me mexi devagar, encostei minha coxa na dele. Ele não se afastou. Respirei fundo e falei baixo, quase sussurrando:

— Pai... lembra quando a gente dormia junto e... fazia aquilo?

Ele ficou quieto uns segundos. Depois a voz dele saiu rouca:

— Lembro, filho.

Não precisei dizer mais nada. Ele virou de lado, de frente pra mim, e eu fiz o mesmo. Nossos corpos se encostaram. Senti o calor dele, o cheiro de homem maduro. Minha pica endureceu na hora, marcando forte na cueca. A dele também. A gente começou devagar, como antigamente: só roçando a coxa, a barriga. Depois o quadril. Pica contra pica, por cima do tecido. O volume dele era grosso, quente, pulsando contra o meu.

— Porra, pai... tá duro pra caralho — eu murmurei.

Ele soltou um gemido grave e apertou mais. A gente começou a se esfregar de verdade. Quadril mexendo, roçando forte, a cueca deslizando no pau um do outro. Senti o pré-gozo dele molhando o tecido e o meu também. A fricção tava gostosa pra porra, o tecido fino deixando sentir cada veia, cada latejo. Eu passei a mão na cintura dele e puxei mais pra perto. Nossas picas se encaixaram, uma ao lado da outra, roçando de cima a baixo.

O ritmo foi aumentando. A gente tava se apertando, gemendo sem vergonha agora. Meu pau babava tanto que a cueca tava encharcada. A dele também. Eu sentia a cabeça grossa dele roçando na minha, o saco dele batendo no meu. De repente ele segurou minha bunda com uma mão e me puxou com força. A gente tava se fodendo por cima da cueca, esfregando desesperado.

— Vai, filho... se esfrega no pai — ele rosnou.

Eu perdi o controle. Comecei a gozar primeiro. Jatos grossos, fortes, quentes, explodindo dentro da cueca e vazando pelas laterais. A porra voou com força, sujando a barriga dele, a cueca dele, até pingar na coxa. Ele sentiu e gemeu alto. Dois segundos depois ele gozou também. Senti o pau dele pulsar forte contra o meu, jatos grossos de porra saindo pela cueca dele e me melando inteiro: barriga, peito, cueca, tudo lambuzado com a porra quente do meu pai misturada com a minha.

A gente continuou se esfregando devagar, prolongando o gozo, o barulho molhado da porra entre a gente. Cuecas completamente encharcadas, meladas, o cheiro forte de sêmen no quarto inteiro. Quando parou, ficamos ali, colados, respirando pesado. A porra escorria pela minha barriga, pingava na cama. Eu passei a mão na barriga dele, senti a meleca quente e espalhei um pouco.

Nenhum de nós falou nada por um tempo. Depois ele só apertou minha nuca e disse baixinho:

— Pode vir sempre que quiser, filho.

Eu sorri no escuro, pau ainda latejando dentro da cueca melada.

— Pode deixar, pai. Agora eu venho mais vezes....

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Comentários (3)

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  • Segurança: Muito bommmmm

    Responder↴ • uid:1efwdlzrqysj
  • J m: Hummmm pai e filho não tem coisa melhor

    Responder↴ • uid:1coyole4zrj
    • John: Já fez?

      • uid:1eb8ojqsxpb2