Betinha, vocação para puta
Betinha vira puta aos 15 anos, seguindo os passos da mãe... No caminho, encontra Wellington...
Laís foi mãe aos quatorze anos.
Quando Roberta nasceu, muita gente disse que aquilo não daria certo. Alguns falavam por preocupação, outros por crueldade. Em uma cidade pequena, as histórias cresciam mais rápido que as pessoas, e a de Laís já circulava pelas ruas antes mesmo de sua filha aprender a andar.
A vida nunca foi simples para as duas.
Laís enfrentava dificuldades, fazia escolhas erradas, tentava recomeçar e, às vezes, tropeçava de novo. Havia dias em que parecia determinada a mudar o rumo da própria história; em outros, parecia cansada demais para lutar. Roberta cresceu observando tudo isso sem entender completamente o que acontecia ao seu redor.
Na escola, as crianças repetiam o que ouviam em casa.
— É filha da drogada.
— Igual à mãe.
Palavras ditas por crianças, mas nascidas na boca dos adultos.
Roberta fingia não se importar. Aprendeu cedo a erguer o queixo e responder com ironia. Por dentro, porém, cada comentário deixava uma marca.
Ela era uma menina bonita, inquieta e inteligente, aos 15 anos, aprendeu que se deixasse um rapaz bolinar dela, ganhava algo . Gostava de conversar, de estar cercada de gente, de sentir que pertencia a algum lugar. Mas pertencer nunca foi fácil.
Conforme crescia, passou a andar com grupos diferentes. Sempre havia meninos ao seu redor. Alguns eram amigos de verdade; outros apenas companhias momentâneas, aqueles que supostamente a usavam mas na verdade ela sabia exatamente o que fazia
A fama veio antes que ela pudesse impedir.
Bastava ser vista conversando com alguém para surgirem histórias. Bastava sorrir para um rapaz para que inventassem outra versão sobre ela.
Algumas vezes as histórias eram verdadeiras, outras, puramente inventadas.
Na cidade, ninguém perguntava quem Roberta era. Todos acreditavam já saber.
O apelido "Betinha" surgiu nessa época. Ninguém lembrava exatamente quem o inventou. Alguns usavam de forma carinhosa. Outros, como provocação.
Ela ria quando ouvia.
Mas, à noite, deitada em seu quarto, encarava o teto e se perguntava por que era tão difícil ser vista de verdade.
A mãe continuava travando suas próprias batalhas. Às vezes desaparecia por dias. Às vezes voltava prometendo que tudo seria diferente. Roberta queria acreditar. Sempre queria.
Porque, apesar de tudo, amava a mãe.
Amava a mulher cansada que às vezes a abraçava chorando. Amava a mãe imperfeita que fazia promessas que nem sempre conseguia cumprir.
Só que amor não apaga solidão.
E a solidão acompanhava Roberta por toda parte.
Ela a carregava para a escola, para as festas, para as conversas na praça. Carregava até mesmo quando estava cercada de pessoas.
Com o tempo, descobriu que chamar atenção era mais fácil do que pedir ajuda.
Se falassem dela, pelo menos significava que a enxergavam.
Se comentassem seu nome, pelo menos ela existia para alguém.
Betinha descobriu que o que falavam da mãe era verdade.
Não foi uma revelação suave. Foi uma confirmação que ele tinha a quem puxar.
Uma noite, Laís chegou em casa mais maquiada que o normal, cheirando a perfume barato misturado com cigarro e suor alheio. Roberta estava na sala vendo televisão quando a mãe sentou ao lado dela, nervosa, enrolando os dedos na barra da blusa curta.
— Filha... a gente precisa conversar.
Roberta já sabia. No fundo, sempre soubera. As ausências longas, o dinheiro que aparecia do nada, as roupas novas que a mãe usava uma ou duas vezes antes de sumirem. Mas ouvir da boca dela foi diferente.
Laís contou tudo. Como começou por necessidade. Como um cliente virou dois, depois três. Como aquilo pagava o aluguel, a comida e as parcelas do remédio que ela tomava pra segurar a ansiedade.
Roberta ficou em silêncio, olhando para o chão. Quando finalmente falou, a voz saiu rouca:
— E você nunca pensou em me contar?
— Eu queria proteger você, Betinha.
Dois dias depois, o homem apareceu.
Ele se chamava Sandro. Uns quarenta e cinco anos, cabelo engomado, corrente de ouro no pescoço, carro importado estacionado na frente da casa simples do bairro. Laís o recebeu na sala como se fosse um velho conhecido. Roberta estava no quarto quando a mãe bateu na porta, voz baixa e tensa.
— Ele quer conhecer você.
Roberta franziu a testa.
— Me conhecer como?
Laís não respondeu de cara. Entrou no quarto, fechou a porta e sentou na cama ao lado da filha. Seus olhos estavam vermelhos.
— Ele viu sua foto no meu celular... achou você linda. Disse que paga bem. Muito bem. O suficiente pra gente sair dessa merda de cidade, pra você fazer um curso, pra gente recomeçar.
Roberta sentiu o mundo girar.
— Você tá me vendendo, mãe?
Laís baixou a cabeça. Uma lágrima escorreu.
— Não é vender, filha. É... sobreviver. Ele é limpo, paga adiantado. Só uma vez. Depois a gente vê.
O silêncio que se seguiu foi pesado. Roberta olhou para a mãe — a mesma mulher que um dia a carregou no colo, que chorava pedindo desculpas por não ser suficiente. E, pela primeira vez, sentiu raiva misturada com uma estranha pena.
— Quanto? — perguntou, a voz fria.
— Dois mil. Só pra ele ficar com você hoje.
Roberta riu. Um riso amargo, sem alegria. Depois se levantou, tirou a blusa velha e vestiu uma mais justa, que marcava o corpo jovem e cheio. Passou batom vermelho. Olhou no espelho e, por um segundo, não reconheceu a própria expressão.
— Manda ele entrar.
Sandro era grosso. Não só de corpo — mãos grandes, barriga proeminente, mas com dinheiro suficiente pra se achar irresistível. Entrou no quarto cheirando a colônia forte. Fechou a porta e sorriu, avaliando Roberta de cima a baixo como quem avalia mercadoria.
— Porra, Betinha... você é ainda mais gostosa pessoalmente.
Não houve romance. Não houve conversa fiada. Ele pagou o dinheiro na mão de Laís na sala e voltou pro quarto. Empurrou Roberta contra a cama, beijou seu pescoço com boca molhada enquanto apertava os seios por cima da blusa.
— Sua mãe disse que você é nova nisso — murmurou, descendo a mão entre as pernas dela. — Mas eu vejo na sua cara. Você nasceu pra isso, garota.
Roberta não resistiu. Deixou ele tirar sua roupa, deixou ele chupar seus seios com fome, deixou ele enfiar dois dedos grossos dentro dela sem delicadeza. Doía um pouco, mas também despertava algo. Um calor estranho. Uma sensação de poder invertido.
Quando Sandro baixou a calça, o pau dele estava duro, grosso, veioso. Ele a colocou de quatro na cama velha que rangia e cuspiu na mão antes de empurrar. Entrou de uma vez, fundo. Roberta soltou um gemido alto, segurando o lençol.
— Isso... geme pra mim, putinha — grunhiu ele, segurando os quadris dela com força enquanto metia forte. — Sua mãe te vendeu pra mim e você tá molhada pra caralho. Sabia que ia gostar.
Ele fodeu ela com vontade. Estocadas pesadas, suadas, o som de pele contra pele enchendo o quarto pequeno. Roberta sentia cada centímetro, a dor misturando com um prazer inesperado. Quando ele a virou de frente, segurou suas pernas abertas e meteu olhando nos olhos dela, ela gozou pela primeira vez — um orgasmo forte, quase surpresa, o corpo tremendo enquanto apertava o pau dele.
Sandro riu, satisfeito.
— Tá vendo? Você tem talento, Betinha. Talento pra caralho.
Ele gozou dentro dela, gemendo alto, o corpo pesado caindo sobre o dela por alguns segundos. Depois se levantou, vestiu a calça, deixou mais dinheiro na cômoda e saiu.
Roberta ficou deitada, nua, sentindo a porra escorrendo entre as pernas. Olhou para o teto rachado e, pela primeira vez em muito tempo, não se sentiu invisível.
Sentiu-se poderosa.
Naquela noite, enquanto tomava banho, pensou na mãe dormindo no sofá com o dinheiro na mão. Pensou na cidade que sempre a julgou. Pensou em quanto mais dinheiro aquilo poderia trazer.
No dia seguinte, quando Laís perguntou, envergonhada, se ela estava bem, Roberta respondeu com um meio-sorriso:
— Estou ótima, mãe. Melhor que nunca.
Passaram-se algumas semanas desde aquela primeira vez com Sandro. O dinheiro havia ajudado, mas Laís sabia que não duraria. A fome e as contas voltavam sempre. Foi ela quem tocou no assunto uma noite, enquanto as duas tomavam café na cozinha pequena.
— Tem um cliente... ele é diferente. Gosta de coisas mais pesadas. Paga muito bem. Quatro mil pra sessão com as duas.
Roberta ergueu uma sobrancelha, o cigarro entre os dedos.
— As duas?
— Ele quer mãe e filha. Juntas. Quer mandar na gente... bater, humilhar, amarrar. Disse que é experiente e não passa dos limites que a gente combinar. Quer?
Betinha deu um trago longo e soltou a fumaça devagar. Sentiu um frio na barriga misturado com algo quente, proibido.
— Tá bom. Mas eu não vou fingir que sou boazinha.
O cliente se chamava César. Uns cinquenta anos, alto, corpo mantido na academia, cabelo grisalho curto e olhar de quem estava acostumado a comandar. Chegou de terno escuro, carregando uma mala preta discreta. Pagou adiantado, em dinheiro, e exigiu que as duas o chamassem apenas de Senhor.
O quarto da casa foi preparado: colchão no chão, lençóis pretos, luz baixa. César mandou as duas ficarem nuas diante dele.
— Olhem pra mim — ordenou, voz grave e calma. — Hoje vocês não são mãe e filha. São duas putas. Minhas putas.
Laís e Roberta se ajoelharam lado a lado. César abriu a mala e tirou algemas, cordas, um cinto de couro, pinças de mamilo e um chicote fino.
Começou com Laís. Amarrou os pulsos dela atrás das costas e a colocou de quatro. Deu o cinto para Roberta.
— Bata na sua mãe. Forte. Quero ouvir ela gemer.
Roberta hesitou por um segundo, depois acertou o primeiro golpe na bunda de Laís. O som ecoou. Laís soltou um gemido agudo.
— Mais forte, Betinha — mandou César, já com o pau duro na mão. — Mostra pra ela quem você é.
Roberta bateu mais forte. As marcas vermelhas surgiam na pele clara da mãe. Laís choramingava, mas empinava a bunda pedindo mais. César se aproximou, segurou o cabelo de Roberta e enfiou o pau na boca dela enquanto ela continuava batendo.
— Isso... chupa enquanto castiga sua mãe. Que família linda.
Depois inverteu. Amordaçou Laís com uma bola e amarrou Roberta de pernas abertas numa cadeira improvisada. César usou as pinças nos mamilos de Roberta, apertando até ela gritar. Em seguida, pegou o chicote e começou a bater nas coxas, nos seios e na boceta exposta dela.
— Olha como a putinha nova gosta de dor — ria ele, vendo Roberta se contorcer e gemer, a boceta molhada brilhando. — Sua mãe te vendeu pra isso, não foi? Diz.
— Sim... Senhor... — gemeu Roberta, voz tremendo.
César mandou Laís lamber a boceta da filha enquanto ele fodia a boca de Roberta. Depois colocou as duas de quatro, lado a lado, bundas empinadas.
Ele meteu primeiro em Laís, forte e fundo, enquanto dava tapas brutais na bunda dela. Depois passou para Roberta, enfiando o pau grosso sem piedade.
— Duas putas da mesma família... que delícia — rosnava, alternando entre as duas. Metia em uma, tirava molhado e enfiava na outra.
Mandou que se beijassem enquanto ele as fodia. Mãe e filha se beijavam com língua, gemendo, saliva escorrendo, enquanto César alternava as estocadas. Depois ele as colocou uma por cima da outra, Roberta por baixo, Laís por cima, e fodeu as duas bocetas quase ao mesmo tempo, trocando de buraco.
O clímax foi pesado.
César amarrou as duas juntas, costas com costas, e as fez ficar de quatro no colchão. Usou o cinto em ambas, marcando a pele. Depois cuspiu no cu de Roberta e meteu seco, rasgando.
— Grita pra mim, Betinha.
Ela gritou. A dor era intensa, mas o tesão era maior. Ele fodeu o cu dela com força, depois passou pro cu da mãe, alternando, cada vez mais bruto.
— Vocês são minhas cadelas agora — rosnava, puxando o cabelo das duas.
Quando gozou, tirou o pau e jorrou na cara das duas, que estavam ajoelhadas, línguas para fora, recebendo a porra quente misturada com cuspe.
César se vestiu calmamente, olhou para as duas marcadas, suadas e ofegantes no chão.
— Vocês são boas. Vou voltar. Da próxima vez trago brinquedos maiores.
Quando ele saiu, Laís e Roberta ficaram em silêncio por um tempo. Depois Laís limpou o rosto da filha com os dedos e perguntou baixinho:
— Tá tudo bem?
Roberta sorriu, o corpo dolorido, a boceta e o cu latejando, mas com um brilho estranho nos olhos.
— Tá ótimo, mãe. É estranho, mas gozei com vocês.
Aqui vai a continuação explícita e detalhada:
Alguns dias depois, o celular de Betinha tocou. Era César.
— Quero só você hoje. Sem sua mãe. Esteja na casa às nove. Tem uma surpresa pra você.
Betinha chegou pontualmente, vestindo uma saia curta preta e uma blusa decotada. César abriu a porta com um sorriso frio, já em modo Senhor. Levou-a direto para o quarto grande que usava para as sessões — paredes escuras, luz vermelha baixa, cheiro de couro e lubrificante.
No centro do quarto, já ajoelhado e completamente nu, estava um rapaz da idade dela. Magro, mulato, pele morena clara, cabelo cacheado curto e corpo definido mas delicado. Parecia nervoso, o pau semi-duro entre as pernas.
— Esse é o Wellington — apresentou César, passando a mão no cabelo do garoto como quem acaricia um animal de estimação. 15 aninhos, vocês tem a mesma idade. Virgem de cu até hoje. Paguei pra ele vir aqui e aprender a ser putinha. Hoje ele vai servir a gente.
Wellington olhou para Betinha com uma mistura de vergonha e excitação. César mandou:
— Começa chupando a boceta dela, garoto. Mostra serviço.
Betinha tirou a saia e a calcinha, sentou na beira da cama grande e abriu as pernas. Wellington engatinhou até ela, hesitante. César deu um tapa forte na bunda dele.
— Chupa direito, porra.
O rapaz encostou o rosto entre as coxas de Betinha e começou a lamber. Era desajeitado no começo, mas foi melhorando. Língua quente passando pela boceta molhada, chupando o clitóris, enfiando a língua dentro. Betinha segurou o cabelo cacheado dele e gemeu, rebolando devagar no rosto do garoto.
César assistia, já com o pau duro na mão. Ele se posicionou atrás de Wellington, cuspiu no cu do garoto e começou a enfiar os dedos. Wellington gemeu contra a boceta de Betinha.
— Calma, putinho... vai doer mais daqui a pouco — riu César.
César alinhou o pau grosso e meteu devagar no cu de Wellington. O garoto soltou um gemido abafado de dor, mas não parou de lamber Betinha. César começou a foder ele com estocadas firmes, cada vez mais fundo, enquanto o garoto comia a boceta dela com mais desespero.
— Isso... come a putinha da Betinha enquanto eu arrombo seu cu virgem — rosnava César, segurando os quadris estreitos de Wellington.
Betinha estava excitada pra caralho vendo a cena. Gozou na boca do garoto, tremendo e apertando o rosto dele contra sua boceta.
César puxou o pau, ainda duro e brilhando, e olhou para Betinha.
— Sua vez agora.
Ele abriu um armário e tirou uma cinta enorme — tamanho GG, preta, veias grossas, quase 25cm de comprimento e bem grossa. Betinha sentiu um frio na espinha de tesão quando vestiu a cinta, apertando as tiras na cintura. O pau de borracha balançava pesado entre suas pernas.
Wellington olhou para trás, olhos arregalados.
— Por favor... isso é muito grande... — murmurou, voz tremendo.
César riu e empurrou a cabeça dele contra a cama.
— Cala a boca. Hoje você vai virar putinha de verdade. Betinha, fode ele. Sem piedade.
Betinha se posicionou atrás do garoto, cuspiu na cabeça da cinta e pressionou contra o cu já arrombado por César. Empurrou devagar no começo. Wellington soltou um grito abafado quando a grossura começou a abrir ele.
— Ai caralho... tá muito grosso... para!
Mas Betinha não parou. Empurrou mais, sentindo o garoto se contorcer. Quando estava quase toda dentro, começou a meter. Primeiro devagar, depois com mais força. O som molhado e obsceno enchia o quarto.
Wellington gritava de desespero, o corpo magro tremendo:
— Ahhh! Tá rasgando! Por favor... tá doendo muito!
Betinha segurou os quadris dele e meteu mais fundo, cada vez mais rápido. A cada estocada o garoto berrava, lágrimas escorrendo pelo rosto, o corpo inteiro suado. César assistia excitado, batendo punheta.
— Isso, Betinha! Arromba ele! Olha como o putinho grita... enfia tudo!
Betinha estava possuída. Metia com força, o pauzão entrando e saindo quase todo, abrindo o cu de Wellington sem dó. O garoto soluçava e gemia, o próprio pau duro babando no lençol apesar da dor.
— Eu sou sua puta... — choramingava ele entre gritos.
Betinha meteu mais fundo ainda, rebolando, sentindo o poder absoluto. Gozou de novo só de ver o garoto destruído debaixo dela. César se aproximou e gozou na cara de Wellington enquanto Betinha continuava fodendo.
Quando finalmente tirou a cinta, o cu de Wellington estava vermelho, aberto, piscando e escorrendo lubrificante. O garoto ficou deitado na cama, ofegante, destruído e tremendo.
César acariciou o cabelo de Betinha, satisfeito.
— Boa garota.
Betinha olhou para Wellington, depois para César, com um sorriso frio e excitado.
— Quando quiser repetir... é só chamar.
Betinha olhou para Wellington, depois para César, com um sorriso frio. Andou até o garoto, limpou uma lágrima do rosto dele com o polegar e o beijou de forma possessiva. Ele seria dela.
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