#Coroa #Grupal #Traições

Vadia fogosa no trabalho

874 palavras | 0 | 3.67 | 👁️

Desde novinha eu tenho um fogo incontrolável, comecei me esfregando em bonecas e travesseiros e vendo pornos no celular do meu tio, fui assediada quando novinha por um primo bem mais velho, mandava nudes e fazia ligações com garotos de outros lugares e tudo isso foi me transformando na putinha assanhada que sou hoje.

Tenho 18 anos e recentemente comecei a trabalhar em uma fábrica pequena que distribui para todo o país, lá não é muito organizado mas todos se esforçam bastante.

Logo na entrevista não consegui me conter, fiquei babando pelo meu futuro patrão. Leandro é branco, alto de uns 1,82 e forte. Infelizmente não malha pernas o que deixaria ele o dobro de gostoso mas mesmo assim faz as mulheres babar por ele. Fora que é extremamente objetivo e inteligente.

Eu como a ótima taurina que sou, passei toda a entrevista conversando com ele olho no olho o que foi deliciosamente tentador. Leandro me apresentou a fábrica e meus colegas incluindo o Jonas que puta merda que Deus grego.

Jonas é negro negro negro e todo musculoso alto de uns 1,90 e todo comediante. Tem 36 anos e é corredor, trabalha lá só pra fazer um extra.

Se só no primeiro dia eu já tava com a calcinha exarcada por causa desses dois, o que seria de mim durante os próximos meses?

Mas eu não podia fazer nada, pois eu namoro já a 2 anos com Caíque. O que, quando quer me faz delirar na cama. Mas naqueles dias tava só gozando e me deixando na mão, fora que não tava durando tanto tempo, então eu ficava de mau humor mas era só chegar no trabalho e ficava mais leve.

Não conseguia controlar minha mente suja, era só pisar os pés no trabalho que imagina sendo fodida como uma puta em todos os lugares daquela empresa.

Mas eu não podia trair o meu namorado, ele era ótimo pra mim e morávamos juntos.

Os meses foram passando e eu segurando aquele fogo, aguentando cada cantada que Jonas me dava ou cada olhada que Leandro me dava de cima a baixo como se eu estivesse nua.

Até outros caras da empresa que não são tão gostosos estavam me deixando louca de tesão, como o Pedro. Usa óculos, alto, meio esquisito, tem uns 43 anos, casado com filhos, mas tá sempre me elogiando e me olhando como se estivesse esperando só uma oportunidade pra me enrabar.

Eu sabia de todos os boatos que tinha sobre eles, das tentativas de comer umas funcionárias e sim, eu estava louca pra que tentassem comigo.

Até que chegou maio, esse maio de 2026...

Lá a loucura começa sempre pouco antes das datas comemorativas, corre corre pra lá, produção a mil pra entregar tudo no prazo e por aí vai.

Era sábado, eu tava na academia ainda quando recebi uma mensagem do patrão dizendo que precisaria que eu fizesse hora nesse fim de semana pra ajudar na produção, ele pagaria extra mas não saberia dizer a hora que acabaria o serviço mas ele precisava entregar a remessa na segunda feira, coisas que alguns incompetentes ( assim ele disse ) não fizeram na semana toda.

Eu tava querendo um dinheiro extra sem precisar comprometer meu salário, então aceitei e enviei um print ao Caíque, ele resmungou mas sabe que se eu quero não tem quem impeça.

Finalizei meu treino e fui tomar um banho quente, como sábado era dia livre de farda, coloquei um vestido azul soltinho que cobre pouco antes do meio das minhas coxas e calcei uma sandália.

Fui andando e chegando lá estranhei pois não tinha mais ninguém do meu setor, passado alguns minutos Leandro chegou e veio me cumprimentar. Parou no batente da porta e me chamou, fui até ele e me recebeu com um beijo no rosto, o que por mais incomum, eu adorei.

- Bom dia mel ( foi o apelido que eles me deram por conta dos meus olhos castanhos claros )

- Bom dia chefe! Cadê o pessoal?

Fiquei surpresa ao saber que muitos receberam folga naquele sábado

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos