O pior dia da minha mãe part.2
Após estacionar o carro na garagem, desliguei o motor e fiquei alguns segundos apenas olhando para ela. Minha mãe, estava completamente destruída. O rosto vermelho, marcas roxas de tapas espalhados pelas bochechas e pescoço. Os seios, cheios e pesados, exibiam arranhões profundos e hematomas recentes dos apertos violentos que sofreu. Entre as coxas, sua boceta inchada mostrava leves escoriações, mas ainda era a parte que menos havia sofrido.
Eu engoli em seco. Meu pau, começou a endurecer dentro da calça enquanto eu observava aquele corpo. Ela é minha mãe, pensei, mas não conseguia tirar os olhos. Com cuidado, virei seu corpo no banco do carro. Um gemido fraco escapou de seus lábios quando mexi em sua bunda. O cuzinho rosado estava vermelho-vivo, latejando, claramente arrombado. Um fio de esperma seco escorria lentamente pela fenda.
Ela murmurava, quase inconsciente: "Para... não quero mais... tá doendo... tira, por favor". Aqueles gemidos baixinhos e a visão dela tão destruída e vulnerável fizeram meu pau pulsar com força. Senti nojo de mim mesmo, mas não conseguia parar de olhar. Tirei minha camisa e vesti nela. Servia só para cobrir parcialmente os seios.
O resto — boceta, bunda e coxas — ficava totalmente exposto. Arrastei-a com dificuldade até a saída da garagem. Foi quando ouvi passos. Seu Zé, o porteiro de quase 60 anos, apareceu. Gordo, baixo, cabelos grisalhos. Sempre fora gentil conosco. Expliquei rapidamente que ela havia bebido demais na festa e vomitado em tudo, precisando de ajuda para subir até o 15º andar. Ele aceitou ajudar, mas seus olhos percorreram o corpo seminu dela sem disfarce. Um sorriso discreto surgiu em seu rosto ao ver a boceta inchada e as marcas.
— Eita... bebeu demais mesmo, hein? — murmurou. Ele
chamou o sobrinho pelo rádio. Minutos depois, Pedro apareceu: alto, moreno, cerca de 1,90m, corpo forte, vestindo regata e bermuda. Assim que viu minha mãe caída no chão, com as pernas entreabertas, soltou uma risada baixa e sem vergonha.— Caralho... que delícia de serviço hoje.
Respeita — pedi, quase sussurrando. — É minha mãe.
Pedro ignorou completamente. Puxou ela pelo braço, virando-a de bruços no chão sujo. Sem cerimônia, passou o dedo grosso entre as nádegas dela, roçando o cuzinho arrombado. Ela soltou um gemido de dor. Ele riu e a jogou por cima do ombro como se fosse um saco de carne, deixando a bunda e a boceta completamente expostas para trás. Enquanto subíamos, eu caminhava atrás, hipnotizado. A cada passo, a bunda dela balançava obscenamente. Seu Zé ia na frente, mas de vez em quando virava e dava um tapa leve ou apertava as nádegas “para ela não escorregar”. Pedro era pior: enfiava o dedo na boceta dela sem pudor, mexendo devagar enquanto subia os degraus. Minha mãe gemia baixinho, o corpo se contorcendo de dor, mas ainda bêbada demais para reagir direito. Meu pau estava latejando, dolorosamente duro. Eu me odiava por isso, mas a visão da minha mãe sendo tratada como uma vadia barata me deixava louco de excitação. Chegamos ao apartamento. Pedro jogou minha mãe no sofá da sala sem cuidado nenhum. Os dois ficaram parados, olhando para ela de pernas abertas.— Os cem reais cada, Dr. Gabriel — cobrou Pedro, já com a mão na bermuda, apertando o volume soltava.
Quando eu ia pagando, Seu Zé parou e disse:— Ela tá toda suja de vômito seco. Vamos dar um banho nela antes de deixar no apartamento.
— Não precisa… eu limpo ela em casa — falei rápido, quase desesperado.
Pedro deu uma gargalhada e estapeou forte a bunda da minha mãe.— Cala a boca, garoto. A gente decide. Eles me ignoraram completamente. Carregaram ela para dentro do nosso apartamento e foram direto pro banheiro. Colocaram minha mãe dentro do box, sentada no chão, abriram o chuveiro morno. A água escorreu pelo corpo marcado dela enquanto ela gemia baixinho, semi-inconsciente:— Para… tá doendo… não quero mais"
Pedro tirou a regata e a bermuda, pau grosso já duro cheio de veias e com uma cabeça roxa enorme,e entrou no box já apertado. Segurou os cabelos da minha mãe e enfiou o pau direto na garganta dela.— Isso, mama, sua vadia bêbada.
Eu fiquei parado na porta do banheiro, pau latejando, sem conseguir reagir. Seu Zé tirou a roupa também e entrou atrás dela. O pau dele era menos mas era muito gordo, eu não conseguiria nem fechar a mão se eu tentasse segura-lo. Abriu a bunda inchada da minha mãe e enfiou o pau inteiro no cuzinho arrombado de uma vez.
— Caralho… ainda tá folgado. Os caras foderam esse cu direitinho — grunhiu ele, começando a meter com força.
Os dois começaram a usar ela sem nenhum limite. Pedro fodia a garganta dela com estocadas brutais, babando escorrendo pelos seios. Seu Zé metia fundo no cu, estapeando as nádegas vermelhas. Depois trocaram. Pedro enfiou o pau grosso na boceta inchada dela enquanto Seu Zé continuava no cu. Os dois metiam ao mesmo tempo, de forma violenta, esticando os dois buracos da minha mãe. Ela gemia e se contorcia entre eles, o corpo tremendo, chorando e sem nenhuma força pra conseguir tirar eles de cima. Eu assistia tudo, a mão dentro da calça esfregando meu próprio pau devagar. Sentia nojo de mim mesmo, mas o tesão era maior. Ver minha mãe sendo tratada como uma puta barata me deixava louco. Eles gozaram quase juntos. Pedro a cara dela de porra, segurando a cabeça dela até o fim. Seu Zé jorrou fundo dentro do cu, gemendo alto. Quando tiraram os paus, o esperma escorreu dos dois buracos misturado com a água do chuveiro.
— Agora sim tá limpinha — riu Seu Zé, dando um último tapa nos seios dela.
Eles se vestiram, pegaram o dinheiro e foram embora rindo, comentando como “a puta da 1502 era gostosa pra caralho”.
Fiquei sozinho com ela. Luciana estava largada no box, corpo marcado, esperma seco nas coxas, bunda e seios. Respirei fundo, ainda com o pau duro, e comecei a limpá-la, coloquei-a debaixo do chuveiro morno. Lavei cada marca, cada resquício de porra dos estranhos e dos porteiros. Passei sabonete suavemente entre suas pernas, limpando a boceta inchada e o cuzinho abusado. Ela gemia baixinho de dor mesmo inconsciente. Sequei seu corpo com cuidado, passei pomada nos hematomas e arranhões, vesti uma camisola leve e a coloquei na cama, não sabia mais oque fazer pra aliviar ela desse pesadelo
Manhã seguinte, minha mãe acordou gemendo baixo, o corpo todo dolorido. Mal conseguia se virar na cama. A camisola fina tinha subido completamente até a cintura, deixando a bunda vermelha, marcada e inchada totalmente exposta, junto com a boceta ainda sensível e avermelhada.
Eu estava parado na porta da sala quando o Lucas chegou. Assim que ele viu o quarto entreaberto, seus olhos brilharam.— E aí, mano? — disse ele, dando um abraço rápido em mim como se nada estivesse acontecendo. — Caralho… olha o estado da tua mãe. Ele entrou no quarto sem nem esperar eu falar.
Pegou o celular do bolço e começou a gravar. Abriu as pernas dela com calma. Passou os dedos pela boceta inchada, abrindo os lábios grossos e filmando bem de perto. Depois abriu a bunda e aproximou a câmera do cuzinho arrombado, enfiou a ponta do dedo devagar, girando enquanto gravava o interior brilhante. Minha mãe soltou um gemidinho fraco e se mexeu um pouco, mas continuou grogue, de olhos fechados. Lucas olhou para trás, me vendo parado na porta, pau marcando claramente na calça e com cara de espanto. Ele sorriu de canto, aquele sorriso de quem entendeu tudo.— Relaxa, Gabriel…so estou vendo se ela ta bem mesmo — murmurou, ainda com o dedo dentro da minha mãe, mexendo devagar, tirou o dedo, limpou na coxa dela e veio até mim. Colocou a mão no meu ombro, apertando de leve, quase carinhoso.— Somos amigos pra caralho, né? Pode confiar. Eu não vou julgar nada. Na verdade… acho que você tá curtindo ver a sua mãe sendo tratada assim, não tá?
Eu não respondi. Só fiquei ali, respirando pesado, sem coragem de negar. Lucas riu baixinho e voltou para a cama. deu dois tapas leves na bunda dela, fazendo a carne balançar.— Olha esse cu… ainda tá piscando. Os caras devem ter gozado bastante aqui dentro — falou para o vídeo. Virou o celular para mim por um segundo e piscou. — Gabriel tá aqui assistindo tudo… e não tá fazendo porra nenhuma pra impedir, né mano?"
Ele voltou a abrir as pernas dela, enfiou dois dedos na boceta e meteu algumas vezes, devagar, filmando o som molhado. Depois tirou e cheirou os dedos, rindo.— Tá com cheiro de porra ainda. Que vadia…Terminou de tirar mais fotos e vídeos, incluindo closes do rosto marcado dela, dos seios e da boceta aberta com os dedos dele dentro. Por fim, deu um último tapa na bunda e saiu do quarto, me puxando pelo braço para a sala. Sentou no sofá ao meu lado, ainda com o celular na mão, e mandou tudo pro grupo da pelada do meu bairro com a legenda:
“Olha o que eu acabei de encontrar na casa do Gabriel kkkkkk. A mãe dele tá destruída, buceta e cu arrombados. O Gabriel tá aqui do lado assistindo tudo. Quem quiser colar aqui pra comer essa puta ta liberado”
Os comentários vieram pesados e rápidos:
Rafa: "Kkkkk porra, o Gabriel é corno e gosta? Manda o endereço que eu vou arrombar ela agora"
Matheus: "Essa vadia tá toda marcada. Quero foder a boca enquanto vocês metem nos outros buracos. Gabriel, tu vai só olhar ou vai segurar a cabeça dela pra gente?"
Bruno: "Caralho que cu lindo arrombado. Quero gozar dentro e se vacilar eu como Gabriel também kk"
Caio: "Tua mãe é uma puta registrada mesmo hein Gabriel? Vou levar mais dois pra gente usar ela o dia inteiro"
Felipe: "Manda mais vídeo com o Gabriel na frente. Quero ver a cara dele enquanto a gente planeja foder a mãe dele"
Lucas leu alguns comentários em voz alta, rindo, e deu um tapa amigável na minha perna.— Relaxa, irmão. Eles só estão zoando, tu sabe como eles gostam de brincar… mas se quiserem vir mesmo, a gente vê o que faz, né? — disse ele, com um sorriso. — Eu te protejo, pode deixar.
Eu sabia que era mentira, enquanto eu estava apreensivo e misturado com medo.
Minha mãe continuava dormindo no quarto, alheia a tudo. O celular não parava de vibrar com novas mensagens.
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