#Gay

O puto submisso

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darkfic69

Conheci Ruiz desde que eu era um garotinho. Ele me ensinou tudo o que sei hoje. Eu não sabia nada sobre os serviços da fazenda do meu pai. Ruiz me ensinou a montar a cavalo, a lidar com o gado, a tirar leite de vaca e muitas outras coisas. Aos poucos, fui aprendendo a fazer de tudo naquela fazenda. Ruiz era como se fosse meu segundo pai.
Quando digo que aprendi tudo com o peão Ruiz, é porque aprendi tudo, até mesmo a beijar.
— Tá fazendo errado... você nunca vai aprender a beijar na boca usando essa maçã.
— Ah, você estava aí? Que vergonha.
— Não sinta vergonha. Eu posso te ensinar a beijar. Pra aprender a beijar, tem que ser na prática.
Ele me puxou para o canto do celeiro, e eu me sentei em seu colo. Ele segurou meu rosto e me deu um beijo. No começo, achei estranho. Aquele bigode grosso roçando em minha boca, aqueles lábios se movendo contra os meus, um calor estranho subindo pelo meu corpo, até sentir uma ereção.
— Viu? É assim que se beija.
— Acho que ainda não sei... acho que vou precisar de mais prática.
Ele segurou novamente meu rosto e me deu outro beijo, mais demorado. Nunca esqueci aquele primeiro beijo. Ficou tão marcado que, mesmo dez anos depois daqueles acontecimentos, ainda me lembro do peão Ruiz.

Depois de tanto tempo estudando na capital, finalmente voltei para a fazenda do meu pai. Meu pai estava velho e precisava de mim na fazenda.
— Que bom que chegou, meu filho. Espero que use tudo o que estudou fora durante esses anos todos em que gastei dinheiro com sua faculdade aqui na fazenda.
— Claro, pai!
Se ele descobrisse que eu não me formei em nada e que todo o dinheiro que me mandou eu gastei com bebidas e putas... mas acho que não precisava saber da verdade.
— Neon, meu irmão! Seja bem-vindo. Como é a capital?
— É uma grande loucura, minha irmã. Ainda bem que voltei. Nada substitui o ar puro do campo... Parece que nada mudou durante todos esses anos. Vou explorar um pouco a fazenda.

O primeiro lugar para onde fui quando cheguei foi o celeiro. Havia alguns peões novos por lá, homens que eu não conhecia. Eu tentava encontrar algum veterano.
De repente, senti uma voz grossa sussurrando em meu ouvido.
— É o patrãozinho... voltou.
Virei e vi aquele enorme homem forte, com seu enorme bigode. Eu reconheceria aquele bigode até mesmo de olhos fechados.
— Ruiz... é você? Quanto tempo...
— O patrãozinho veio pra ficar?
— Sim, com certeza. Meu pai está doente e decidi voltar para cuidar dos negócios da família... que bom rever você, Ruiz.
— Se precisar de alguma coisa, estou às ordens, patrãozinho. — disse ele, segurando firme o cinto da calça.
— Com certeza... — quando eu já ia saindo, voltei. — Ei, Ruiz... na verdade, preciso de algo, sim...
Levei-o até um celeiro abandonado, distante da fazenda. Ao entrarmos, senti-o me agarrar por trás com força.
— Ruiz...
— Eu estava morrendo de saudade do patrãozinho. Você cresceu... virou um homem muito bonito.
Ele me abraçou forte por trás, e senti aquelas mãos fortes apertando meu peitoral, enquanto o bigode grosso roçava meu pescoço. O cheiro forte e másculo dele me trazia nostalgia. Sem falar naquela coisa dura cutucando minha bunda.
— Eu também estava com muita saudade, Ruiz...
— Podemos matar essa saudade!
Ele me levantou nos braços e me levou até o estábulo, jogando-me no chão antes de pular sobre mim e me beijar. Agarrei o peão com vontade, devorando aquela boca num beijo profundo, cheio de nostalgia. Senti nossas ereções se tocarem, enquanto o corpo dele me pressionava contra o chão. Não resisti àquela língua invadindo a minha.
— Pelo jeito, você continua o mesmo, Neon. — disse ele, segurando firme meu rosto e apertando minha bochecha. — Tive medo de que a mulher da cidade grande o tivesse pervertido de vez. Mas não tem jeito... você nasceu pra ser o meu puto submisso, não é?
— Sim...
— Diga. Diga: "eu sou seu puto submisso". — Ele apertou minhas bochechas com mais força.
— Eu... eu sou seu puto submisso.
Ele puxou meu rosto e beijou minha boca, lambendo meus lábios. Em seguida, rasgou minha blusa com força e passou a mão pelo meu peitoral.
— Realmente, meu putinho cresceu... esse peitoral de homem feito...
Arrepiei por inteiro com aquela mão apertando meus mamilos, descendo pela barriga até a calça. Ele puxou o cinto, abaixou minha calça e, em seguida, puxou minha cueca com tanta força que ela rasgou, revelando meu pau já duro.
Senti a mão do peão Ruiz segurar firme meu membro.
— O seu pênis também cresceu bastante. Isso sim é o pênis de um cabra macho... até deixou os pelos crescerem.
— Oh, Ruiz... — senti-o passar a mão em minhas bolas, apertando com força, amassando-as com seus dedos grossos.
— Se ajoelhe, meu puto submisso!
Ajoelhei-me com a boca cheia d’água. Ele tirou sua enorme pica e, sem pensar duas vezes, colocou-a dentro da minha boca. O calor e o peso daquele membro contra minha língua despertaram uma nostalgia difícil de explicar, como se eu estivesse revivendo uma lembrança enterrada no tempo. O gosto forte e íntimo me trouxe um estranho déjà-vu, enquanto eu tentava me acostumar novamente com o pênis preenchendo minha boca. Fazia tanto tempo que eu não chupava um pau que quase havia esquecido o ritmo, a pressão e a sensação de tê-lo entre os lábios.
— Abra mais a boca, puto... eu estava morrendo de saudade dessa sua boquinha.
Ele gozou a porra quente em minha boca, e acabei engolindo tudo.
— Oh, Ruiz... eu te amo!
Ele me puxou com força, levantando-me e erguendo minha calça. Em seguida, deu um tapa em meu rosto, e fiquei sem reação.
— Nunca mais fale isso.
— O quê? Que eu te amo?
Novamente recebi outro tapa no rosto. Dessa vez, senti a ardência queimar minha pele.
— Não existe amor entre a gente. Apenas uma forte amizade. Entendeu, puto submisso?
— Sim... entendi, Ruiz...
Falei tentando controlar o choro. Eu compreendia Ruiz agir daquela forma. Ele era um homem casado e tinha filhos, algo a preservar. Talvez eu tivesse sido emocionado demais. Também precisava controlar minhas emoções. Não queria perder aquela amizade com o peão Ruiz.

Saí do celeiro e entrei em casa para descansar. Depois de um bom banho demorado, batendo uma enquanto pensava no peão, fui para a cama dormir.
De repente, minha irmã entrou no quarto.
— Neon, tá acordado?
— Oi, Diana. Sim. Nem tive tempo de falar contigo direito pra matar a saudade.
Ela, com poucas palavras, foi direto ao assunto, apontando o dedo para mim.
— Olha aqui, não sei o que pensar com você voltando depois de tantos anos. Mas saiba de uma coisa: quem vai comandar isso tudo quando nosso pai bater as botas sou eu, tá entendendo? Eu não passei todos esses anos me dedicando à fazenda pra você aparecer do nada querendo roubar tudo de mim. Não me importo que você seja o primogênito e tenha isso tudo por direito. Se quiser essa fazenda, vai ter que passar por cima de mim. Tá entendendo? Boa noite, meu irmãozinho...
Disse ela, me dando um beijo de boa-noite antes de sair.
Parece que realmente nada havia mudado desde que saí daquela fazenda.

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darkfic69 #Gay

Comentários (1)

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  • Luiz: Tenho certeza que o macho dele vai ajudar ele a administrar toda fazenda e muitas fodas virao

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic