Minha história real. Eu sou Fabio
Essa história não é tão intensa qto meus outros contos, essa é real, estou contando como foi minha primeira vez.
Meu nome é Fabio. Hoje, anos depois, eu escrevo contos eróticos com ajuda de IA, transformando memórias e fantasias minhas em histórias que misturam desejo, tesão e emoção. Mas esta aqui não é inventada. É a minha história verdadeira — a que guardei por muito tempo.
Eu tinha 17 anos e vivia cheio de curiosidade reprimida. Já tinha transado com garotas, mas o desejo por um homem era diferente: mais cru, mais intenso. Conheci o Iago num app. Ele tinha 28 anos, corpo malhado, tatuagens discretas nos braços e um jeito de falar que me deixava louco. Passamos quase dois meses conversando todo dia. Do papo leve fomos para os áudios safados, confissões e desejos. Ele sabia que eu nunca tinha feito nada com homem e era paciente comigo.
Quando finalmente criei coragem e fui até a casa dele numa sexta à noite, meu coração batia disparado. Ele abriu a porta só de short preto de moletom, peito definido à mostra. Sorriu daquele jeito safado e me puxou pra dentro.
O beijo começou devagar, mas logo virou fome. As línguas se enrolando, as mãos dele apertando minha bunda por cima da calça enquanto eu tirava a camisa dele. O corpo dele era quente, a pele macia sobre os músculos. A gente nem chegou direito no quarto. No sofá mesmo eu baixei o short dele e peguei aquele pau grosso na boca. Chupei com vontade, sentindo o gosto salgado, a cabeça inchada deslizando na minha língua. Iago gemia baixo, passando os dedos no meu cabelo.
— Caralho, Fabio... você chupa gostoso pra caramba — ele murmurou, a voz rouca.
— Quero te comer hoje — eu disse, olhando pra cima, meio envergonhado, eu era um rapaz timido.
Ele sorriu e me beijou de novo.
— Então vem, gostoso. Me come.
No quarto, com a luz baixa, eu tirei o resto da roupa dele. Passei lubrificante nele devagar, massageando aquele cu firme com os dedos enquanto ele gemia e empinava pra mim. Quando entrei, foi devagar no começo. O calor apertado me envolveu centímetro por centímetro. Era uma sensação incrível — quente, macio, latejante. Comecei a meter mais fundo, segurando na cintura dele, sentindo a pele bater contra a minha. Iago gemia alto, pedindo mais forte. Eu segurei nos quadris dele e fodi com vontade, alternando o ritmo, ora devagar e fundo, ora rápido e intenso.
Ele cavalgou meu pau depois, descendo gostoso, rebolando enquanto eu apertava a bunda dele. Gozei dentro dele pela primeira vez com um gemido longo, sentindo o corpo todo tremer. Não parei. Virei ele de lado, levantei uma perna e continuei metendo, mais lento agora, beijando o pescoço dele. Gozei de novo mais tarde, os dois suados, colados, o quarto cheirando a sexo puro. Dormimos agarrados, pelados, o pau dele descansando contra minha coxa.
Acordei no dia seguinte com ele beijando minhas costas e pescoço, a mão descendo devagar pela minha barriga.
— Bom dia, garoto... — sussurrou, mordiscando minha orelha.
O clima esquentou naturalmente. Tomamos café na cozinha, trocando beijos e olhares, mas logo voltamos pro quarto. Iago me deitou na cama e começou a me explorar com calma. Beijou meu peito, lambeu meus mamilos, desceu pela barriga até chupar meu pau bem molhado, devagar, olhando nos meus olhos. Depois virou meu corpo com carinho.
Sem perguntar, foi me encoxado, o pau procurando meu cu, eu não sabia, mas o cacetevdele já tava lambuzado de gel.
Eu estava apaixonado. Olhando pra ele, sentindo aquele carinho misturado com desejo,
Iago me beijou longo, profundo. Meu pau estava duro pra caralho, babando no lençol.
Quando senti a cabeça grossa do pau dele pressionando minha entrada, respirei fundo.
Eubquwria experimentar ser fodido, ter um cacete dentro de mim.
Ele beijou minhas costas, meu ombro, minha nuca.
— Relaxa pra mim, Fabio... respira fundo e empina um pouquinho.
Ele empurrou devagar. A cabeça entrou e eu senti uma queimação forte, uma pressão intensa. Soltei um gemido longo, apertando o lençol. Ele parou, só com a cabeça dentro, acariciando minhas costas.
— Isso... relaxa o corpo. Você tá apertadinho pra caralho... tão gostoso.
Aos poucos ele foi entrando mais. Centímetro por centímetro, parando sempre que eu ficava tenso, beijando e murmurando no meu ouvido.
A dor que senti foi intensa, mas tentei não demonstrar, queria ser fodido.
Quando ele estava todo dentro, eu senti uma sensação cheia, profunda, quase avassaladora. Doía , mas também era bom de um jeito que eu não conseguia explicar.
Ele começou a se mover bem devagar — estocadas curtas, suaves, saindo quase tudo e voltando. A dor foi diminuindo e virando um prazer quente, que subia pela minha coluna e se espalhava pelo corpo inteiro. Meu pau latejava contra o colchão. Eu comecei a empinar mais, pedindo em silêncio.
— Tá bom assim? — ele perguntou, a voz rouca de tesão.
— Tá... continua... mais fundo.
Iago acelerou aos poucos. As estocadas ficaram mais longas, mais ritmadas. O som de pele contra pele, os gemidos dele misturados com os meus. Ele segurava minha cintura com firmeza, metendo gostoso, enterrando tudo dentro de mim, aquilo me fazia gemer alto toda vez. O prazer era diferente de tudo que eu já tinha sentido — vinha de dentro, profundo, fazendo minhas pernas tremerem.
Eu gozei com ele me punhetando. Um orgasmo forte, que me fez apertar em volta dele, gemendo o nome dele enquanto gozava no lençol. Iago gemeu alto e gozou logo depois, derramando quente e fundo dentro de mim, pulsando, me enchendo pela primeira vez. Ele ficou lá dentro, deitado sobre minhas costas, beijando meu ombro suado, respirando pesado.
— Você foi perfeito... — sussurrou. — Obrigado por confiar em mim, amor.
Eu virei o rosto e ele me beijou, ainda enterrado em mim. Tinha lágrimas nos meus olhos. Não era só tesão. Era entrega. Eu tinha me apaixonado de verdade e, por causa disso, quis dar meu cu virgem pra ele. Quis sentir ele me possuindo completamente.
Passamos o resto do domingo na cama, alternando entre carinhos preguiçosos, beijos molhados e mais sexo. Eu o comi de novo à tarde, olhando nos olhos dele, agora com muito mais intimidade. Quando fui embora no final do dia, meu corpo ainda latejava — o cu dolorido, marcado pela lembrança dele —, mas meu coração estava transbordando.
Aquela primeira vez que eu dei pra ele, por estar apaixonado, mudou algo dentro de mim. Foi ali que eu me descobri de verdade.
E até hoje, quando escrevo contos eróticos, essa memória volta com força — quente, real e inesquecível.
Mas, Iago não estava apaixonado, só estava interessado no rapaz virgem.
Depois que conseguiu o que queria, ele sumiu.
Foi quando comecei a aprender as verdades do mundo gay, e se os outros podiam se aproveitar de mim, porque eu não me aproveitaria também?
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