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Leozão (Parte 3) - A estratégia de um macho para completar sua dominação.

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Dominado

Leozão era um pervertido total e aplicou sua estratégia de dominação que usou em todos os seus escravos sexuais.

Andei pela rua feito barata tonta após Leozão me largar no centro de cidade.
Sentia vergonha por ter permitido que ele fizesse aquilo comigo.
Fiz força para odiá-lo, mas não conseguia atribuir culpa somente a ele.
Suas palavras faziam total sentido pra mim e minha indole não me deixava cometer a injustiça de atribuir culpa somente a Leozão.
Ele apenas cumpriu seu papel de mcho comedor. Era a sua natureza.
Eu tive tanta culpa quanto ele, e minha natureza permitiu que ele fizesse o que fez comigo.
Como Leozão falou, nenhum homem de verdade permitiria que outro introduzisse seu membro dentro do cú sem lutar.
Tive a chance de demontrar indignação quando ele tirou seu pau do meu cú e foi para a janela do quarto, no entanto acabei de alguma forma incentivando que ele completasse seu roteiro de dominação.
Eu me perguntava, por que? por que eu não aproveitei a chance para para com aquel loucura enquanto podia?
Não importava mais, Leozão havia feito o que fez e eu nada fiz pra impedir.
O fato de não conseguir odiar aquele homem me deixava intrigado.
Fui pra casa e tive um resto de dia péssimo.
Lembrava apenas que tinha o seu celular e sua instrução. Pensei em jogar fora mas fraquejei várias vezes.
Não consegui, apesar de ter jogado ele no lixo e tentado dormir, não consegui consumido pela culpaa.
Levantei da cama e corri até a lixeira e peguei aquele pedaço de papel e coloquei na minha agenda no celular para não ser tentado a me livrar dele.
Mas uma coisa me atormentava, a vontade de ligar pra ele que durou a noite toda.
Não conseguia dormir direito, apenas breves cochilos, mas acordava assombrado pelas lembranças vivas de sexo intenso com Leozão.
Cada estocada dele em meus pensamentos faziam meu cú pulsar em reação. Estava em completo estado de excitação.
Suas palavras duras me faziam chorar de desespero. Como eu pude permitir tudo aquilo.
Ao amanhecer, eu estava um lixo. Enquanto tomava café recebi uma mensagem no wattsapp.
Era Leozão, dando um Oi. Não sabia o que fazer, mas tremendo como vara verde respondi com um oi com medo de represálias.
Eles mandou instruções para encontrá-lo naquela noite. Mandou o endereço exato de forma seca e disse para não me atrasar de forma alguma.
Eu passei um dia horrível, não sabia o que fazer. Faltei ao trabalho de tão nervoso que eu fiquei.
Quando faltavam duas horas para encontrá-lo, eu tomei um banho.
Eu estava estranhamente preocupado com a higiene das minhas parte intimas, principalmente meu cú.
Isso me fez sentir um ódio de mim mesmo.
Ia encontrar o homem que me fodeu no dia anterior contra a minha vontade e estava preocupado em estar limpinho pra ele me foder novamente.
Sabia que não estava indo pra um encontro romantico. O safado queria comer meu cú novamente e eu preocupado se meu cú ia estar limpinho pra ele.
Que merda que Leozão tinha feito comigo. Como ele tinha conseguido me mudar assim apenas com uma foda?
Me arrumei e fui para o lugar marcado.
Chegando lá, Lezão se mostrou muito pontual.
Abriu a porta do carro e secamente falou, entra aí seu viado de merda.
Eu obedeci e fui levado dessa vez direto a uma motel na estrada que passa em frente a cidade.
Foi mais uma noite alucinante de sexo degradante até ser levado e largado no centro da cidade como da prmeira vez.
Esse rotina se repetiu mais dois dias e no quarto dia Lezão nã me ligou mais.
Foi uma ausência de 12 dias que me deixaram muito intrigado e desesperado.
Foi comido por Leozão intensamente durante quatro dias consecultivos e sem mais nem menos tive doze dias de ausência completa.
O pior foram os primeiros três dias dos doze. Parecia estar sofrendo de abstnência.
Eu chorava sem entender o qe se passava, porque Leozão estava sendo tão cruel comigo? O que eu tinha feito de errado? Eu nõ entendia.
Apenas sofri calado durante esse período.
Resolvi fazer a unica coisa que Lezão teimava em me instruir sempre que me deixava no centro da cidade após me foder.
Nunca igar pra ele, mas não aguentei. Mandei mensagem perguntando se tinha feito algo errado?
Pra minha surpresa eu tive resposta dele logo em seguida.
Seu viado de merda, eu disse que não me procurasse nunca. Viado meu tem que aprender que eu decido quando quero foder.
Quero que você vá ao centro naquele mesmo lugar as 18h em ponto. Vc merece uma lição para aprender a ser um viadinho menos rebelde.
Eu apesar e assustado estava feliz de pelo menos ele ter retornado, mas sabia que ele ia me punir de alguma forma.
As 18h ele me pegou no centro e ao entrar no carro fui cruelmente esbofeteado no rosto sem direito a me defender.
Ele havia falado para eu colocar os braços pra trás e não tentar me defender.
Obedeci e ele começou a desferir tapas no meu rosto com um força que nunca tinha usado antes.
Foram mais de 30 tapas na cara antes de eu cair pro lado quase desmaiado.
Não consegui ficar totalmente lúcido, Só conseguia ouvir resquícios de conversas ao celular, como se ele pedisse alguém para deixar a casa pronta que ele estava indo pra lá.
Viajamos durante quase toda a noite e chegamos a uma região de praia, numa casa grande e bonita, mais bem isolada.
As outras casas ficavam distante umas das outras.
Ele saiu do carro e deu a volta e como da primeira vez me pegou pelo braços e praticamente me arrastou pra dentro.
Ele me atirou num sofa enorme, nada falou.
Parecia estar furioso e foi até a cosinha. Voltou com um xícara de café expresso e me ofereceu. Esperou eu tomar, pegou a xícara da minha mão e colocou na mesinha de centro em frente ao sofá que eu estava sentado.
Sentou na mesinha de centro em frente a mim. Olhou fixo nos meus olhos e de forma séria e seca me perguntou.
Você é uma bichina burra ou surda?
Eu olhei de volta sem entender nada e como nada respondi, Leozão inadvertidamente desfirou o tapa mais forte que eu havia levado dele.
Caí para o lado no acento do sofa.
Levantei e assustado falei que não precisava daquilo.
Ele repetiu como se nem tivesse me ouvido.
Você é uma bichina burra ou surda.
Eu deixei cair uma lagrima dos meus olhos e levei outro tapa.
Além de burra e surda você ainda é uma bichinha fresca.
Ele perguntou se por acaso eu estava ouvindo a pergunta dele?
Respondi sim apenas balançando a cabeça, pois o choro impediu que eu conseguisse responder, parecia que tinha um nó na garganta.
Ele falou, se acalma então e me responda direito, você é uma bichinha burra ou surda.
Eu reuni forçar e respondi que era uma bichinha burra.
Ele então falou. Mas então você não é surda, então você ouviu todas a vezes que eu disse que não era pra você ligar para o seu macho?
Sim ouvi.
Outro tapão foi desferido mefazendo cair de novo no sofa.
Volteu a me sentar, chorando muito.
Ele mandou eu me controlar.
Eu balancei a cabeça em afirmação.
Leozão falou então que eu sabia que ia ser punido pelo meu macho?
Eu balancei a cabeça de novo, mas Leozão deu utro tapa, dessa vez mais fraco.
A bichinha tá muda agora, não tem lingua?
Respondi chorando que tinha lingua.
Leozão então advertiu: Então responde seu macho direito.
Ah esqueci que você é burra. Então vou te ajudar um pouco.
Quem é o teu macho?
É você Leozão.
Muito bem bichinha burra. Se eu sõu seu macho e pra fazer sexo tem que ter o macho e uma?
Respondi: Fêmea.
Muito bem minha bichinha burra.
Então, se tem que ter um Macho e uma fêmea pra ter sexo, e eu sou o seu macho, o que você é minha?
Eu olhei pra ele, completamente humilhado e respondi baixinho. Eu sou a sua fêmea.
Não houvi direito, você é um bichinha burra, que não é surda, mas tá muito tímida. Fala alto pro seu macho ouvir direito.
Eu sou sua fêmea Leozão.
Ah! Agora sim. Tudo foi elucidado.
Você é um bichinha burra, mas não é surda e nem tímida.
Eu sou seu macho.
Temos então o macho, a fêmea, a casa, e falta o sexo, não é?
Sim Lezão.
Mas sexo precisa de duas pessoas quererem fazer sexo, não é?
Sim Leozão.
Uma saraivada de tapas na cara me foi dada or Leozão.
Tentei me defender de alguma forma , mas ele era muito forte e me dominou segurando os meus braços e com o rosto exposto levei mais de 20 tapas na cara.
Aiiiiiii Lezão para, para,para por favor, não me bata mais, por favor Lezão.
Ele parou e falou: Então não me faça ter que bater em você.
Qual parte você não entendeu que eu sou seu macho, você é minha fêmea e comer seu cú não não nada a ver com voc~e estar com vontade ou não?
Então me responda certo dessa vez.
Sexo precisa de duas pessoas quererem fazer sexo?
Não Leozão, éo macho quem decide se quer sexo ou não.
Muito bem minha bichinha burra, muito bem.
Então, o que eu devo fazer com você que me desobedeceu e mandou mensagem atrás do seu macho?
Ali o comportamento dele fez sentido pra mim. Tudo era uma questão de eu ter contrariado sua instrução de nunca ligar pro meu macho.
Eu pedi desculas e disse que não voltaria a acontecer e eu havia aprendido a lição.
Ele disse, eu não quero bater em você,mas se me obrigar eu vou te bater quantas vezes for preciso para o seu bem, me entende.
Eu respondi que sim.
Então você entende que você me obrigou a ser rude com você , certo?
Respond, sim Leozão.
Muito bem, tira essa sua roupa agora.
Eu tirei e fiquei nú na frente do Leozão.
Ele me olhou e disse. Seu corpo já é bem lisinho e tem uns pelinhos bem ralinhos. Eu tenho lá no banheiro, um produto para clareamento de pelos. Vai lá, e pega dentro do armário um biquine rosa e coloque.
Mas Leozão, biquini?
Você já está passando dos limites. vai logo porra. E quando voltar trás a pora do produto de clareamento.
Fui correndo até o banheiro, peguei o tal biquini e vesti. Era minusculo.
Pegeui o produto e voltei pra sala.
Fui até Leozão e ele pediu o produto.
Começou a passar por todo o meu corpo.
Ele falou que eu fosse pra área da piscina.
Falo pra eu não me preocupar que não tinha muita gente nessa época nas casas vizinhas, que era seguro.
Eu fui muito constrangido e me sentei numa cadeira de piscina.
O sol ja tinha despontado.
Ele me seguiu e disse pra eu deitar de costas. Veio deu uma ajeitada na parte de trás do biquini fazendo a cortininha ficar menor que ja estava e subiu bem a alça de amarra do biquini.
Fiquei ali exposto por quase três horas e o sol das 11h da manhã estava escaldante mesmo pro outono.
Quando ele mandou eu tomar banho, eu fui correndo pra tirar aquele biquini e o produto do meu corpo.
O resultado foi desastroso. Meu pelos estava russos, completamente brancos e a marca do biquini muito forte.
Como Leozão levantou a alça de amarra do biquini, inevitavelmente ele ficou acima da marca da calça e me causaria muitos problemas na minha vlta pra casa.
Estava dentro do banheiro quando Leozão gritou.
Deixei também um shortinho pra você dentro do armário onde estava o biquini. Pode usar ele.
Eu fui lá e procurei mais só tinha o que parecia outro biquini de laicra.
Mas na verdade era um shortinho mesmo, só que tão apertado que parecia uma calcinha de biquini.
Assim mesmo preferi usar que ficar pelado na frente dele com auela mrquinha de biquini e os pelos descoloridos.
Para esconder a marquinha da alça lateral da amarração do biquini eu tive que tentar subir bem o shortinho
Mas ele era pequeno de mais, e por mais que eu subisse ele ainda sobreva muito da marquinha exposta acim da cintura.
Eu estava muito constrangido e quando sai ele falou que eu estva muito bem.
Olhei pra ele e falei: Para Leozão, eu estou enverganhado.
Não precisa, tá realmente maravilhoso.
Mas não precisa esconder a marquinha. abaixa mais o shortinho, pra expor essa marquinha linda.
Eu fui obrigado a descer um pouco o short e Leozão elogiou.
Vai la pro quarto e me espera lá.
Subia escada e entrei num quarto grande e luxuoso.
A famíliade Leozão era de políticos poderosos da cidade e até envolvido com gente barra pesada.
Sentei da cama e fiuei me olhando contra um espelho. Fiquei de pé e vi como aquela marquinha estava forte e muito alta.
Teria que me cuidar muito para não me expor uando Leozão me levasse de volta.
Quando Leozão entrou no quarto, já estava nú e apenas se aproximou e mandou eu chupar seu pau.
Ajoelhei para chupar o pau dele e já senti ele abaixando pra alcançar meu short e começar a tirá-lo.
Leozão disse que não tinha mandando eu fazer a marquinha pra eu esconder.
Ele abaixou até o joelho mais eu tive que acabar de tirar.
Foi um pouco dificil pois já estava chupando o pau dele.
Mas consegui me livrar do short e deixar a visão desobstruída da marquinha de biquini que tinha feito a mando de Leozão.
Ele tinha o seu pau chupado por mim mas não parava de alisar minha bunda, pasando o dedo indicador no desenho da marquinha. Dava pra eu sentir perfeitamento o encanto daquela marquinha diminuta nele.
Ele tava com tanto tesão que seu pau parecia até maior que das outras vezes.
Ele mandou eu levantar e deitar com a bunda alinhada aos pés da cama.
Erga as pernas. eu ergui e ele as pegou apoiando-as em seus ombros.
Pegou na minha cintura e a alinhou com o seu pau. Usou uma das mãos para pelgar o pau e pincelar entre a minha bunda procurando pela entrada do meu cú.
Quando a cabeça achou o ponto de entreada ele deu a forçada e garantiu que o pau entrasse, alojando um pouco além da cabeça.
Eu slotei aquele gritinho de dor, mas aguentei firme torcendo o lençol da cama enquanto meus esfincter era destentido pela grossura da cabeça do pau dele.
O anel da cabeça enorme do pau de Leozão distende meu esfíncter anal e provoca muita dor mesmo, mas assim que a cabeça se aloja, o esfincter relaxa um pouco e a dor diminuí bastante.
A dor só volta a ficar grande de novo, porque o pau de Leozão e daqueles que tem o meu do corpo mais grosso que a base, então toda a penetração é sofrida.
Tem que tentar facilitar a pentração para que Leozão provoque menos dor na gente.
Eu aproveitei o apoio das pernas em seus ombros para relaxar bem e deixar o pau deslizar o mais suave possível.
Não quer dizer que não gemi ou chorei no pau de Leozão nesse dia, mas estou sofrendo um pouco menos com certeza.
Em poucos minutos Leozão estava inteiro dentro do meu cú.
Ai foi só me ajeitar um pouco melhor para começar a levar as estocadas mais fortes dele.
Ele mudou a posição, me virando de ladinho.
O safado me ensinou a empinar a bunda para evidenciar a marquinha com certeza. Ficou metendo devagarzinho enquanto passava a mão na minha bunda.
Então ele começou a foder forte e bater na minha bunda sem parar. Logo vieram os xingamentos.
Chegou a hpra que ele ficou mais afoito. Me colocou de quatro, me mostrou como empinar bem a bunda pra ele. Enquanto ele me fodia de quatro ele ficava mais bruto.
Apanhei muito enquanto levava pica de quatro, e em determinado momento Leozão subiu na cama e me fez engatinhar de quatro até o meio da cama sem tirar o pau de dentro um minuto sequer.
Já no meio da cama, ele fodia meu cú de quatro, apenas com as pernas flexionada para ajustar a altura coma minha bunda.
O pau realmente ia mais fundo e me fazia gritar de tanta dor.
Quem já levou pica de quatro de um cara dotado com Leozão saberá do que eu estou falando..
Suas mãos apertando minha cintura, estabilizavam meus quadris de forma a não me dar nenhuma chance de escapar da vigirosas estocadas.
Acho que a marca do biquini provocavam nele seus instintos mais primitivos.
Ele fodia meu cú de forma alucinante e eu gritava e mordia um dos travesseiros d cama e torcia o lencol da cama para conseguir aguentar aquele massacre anal.
Mesmo assim fui forçado a ir me deslocando pela cama até que já podia colar o rosto na cabeceira para impedir que meu corpo desmoronasse sem forças para se sustentar na posição de quatro tamanha a força das estocadas.
Assim mesmo ele ia fazendo com que meu corpo fosse projetado para um dos lados, o que permitiu que meu pescoço virasse e ele entrasse no meu campo de visão finalmente.
Assim, pude finalmente olhar para Leozão martelar meu cú de forma impiedosa e mesmo sentindo muitas dores, eu olhava pra Leozão com admiração.
Ele estava tão altivo atrás de mim, estocando aquele pau durissimo dentro do meu cú, sem demonstrar nenhuma compaixão, apenas exercendo seu papel e me desconsiderando completamente, como se entendesse que receber seu pau dentro do meu cú não passasse de uma obrigação minha.
Mesmo minhas reclamações, tentativa de fuga, pedidos pra ele parar um pouco de me foder o cú, nada o demoveu de me foder até estar completamente saciado do meu cú.
Eu já esperava uma leitada a qualquer momento mas ela não veio.
E pra minha surpresa, Leozão tirou o pau do meu cú e deitou-se na cama com aquela estaca pro ar e ordenou que eu o cavalgasse.
Seria a primeria vez que eu ia sentar num pau.
Mas naquela altura eu estava louco de tesão também.
Então fui por cima dele e peguei seu pau e levei até a entrad do meu cú e sentei.
Engolir cada centímetro do seu pau me enxeu de orgulho.
Após isso, eu fui erguendo o corpo e por falta de experiência deixei o pau escapar.
Leozão não gostou e me deu um tapa no rosto emechamou de viado escroto.
Pedi desculpas e fui atrá do pau dele e agora com ele todo dentro de novo, fiz com mais cuidado e consegui foder seu pau direitinho até finalmente receber seu leite dentro de mim.
Leozão completamente saciado me tratou secamente e foi tomar seu banho sozinho.
Me senti tão desvalorizado e num rompante pedi para entrar no banheiro.
Ele ainda seco deixou achando que eu iria ao sanitário mas eu fui até o boxe e com cara de cachorro pidão e olhei para seu pau e ele riu safadamente e entendeu o que eu queria.
Ele virou o pau pra mim e eu bati um punhetinha gostosa nele e ele pediu que eu o lavasse.
Peguei o sabonete, mas antes eu paguei mais um ultimo boquete até ele gozar de novo na minha boca.
Depois de tomar meu leitinho de macho, lavei seu pau com todo carinho e enxuguei seu corpo musculoso.
Ele saiu e me deixou no banheiro sozinho.
Eu senti qu precisava gozar também.
Pegeui um escovão com cabo roliço e passei um creme condicionador nele e enfiei dentro do cú.
Não consegui enfiar inteiro pelo tamanho, mas foi suficiente para me excitar de novo e pegeui meu pauzinho e bati uma punhetinha bem gostosa.
Me enxuguei e fui me vestir. Precisava testar como cobri a marquinha alta da alça de amarra do biquini, para não ser apanhado em situação vexaminosa.
Vi que com a camisa por dentro da calça ia ser dificil alguém perceber que eu tinha uma marquinha de sol de biquini.
Voltei para o quarto mas Leozão não dirigiu nenhuma palavra a mim até que ele me deixou na centro da cidade como sempre.

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