#Coroa #Gay #Sado #Teen

Gael E os maconheiros :maré de azar, maré de sorte

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Fabio M.

Gael faz programas e é quase destruído, mas um protetor inesperado aparece. Dr Humberto é rico e quer exclusividade.

Eu sou Gael 15 anos, prostituído pelos maconheiros da esquina.
Eles tem vídeos meus até dando pra cachorro. Fazem chantagem comigo pra eu me vender.
E essa é a minha história, eu era vendido pela Internet todos os dias.
​O leilão nos grupos de Telegram não parava. Meu celular vibrava de madrugada com prints que o Chef mandava, mostrando os lances subindo. Eu não era mais o Gael da escola; eu era o "Loirinho do Galpão", um produto que gerava engajamento e lucro rápido para os quatro maconheiros.

​Na terça-feira seguinte, o aviso veio seco pelo WhatsApp. Duas mensagens do Baiano: “Duas da tarde na oficina. Dois cliente fixo do atacado. Fica esperto.”

​Quando cheguei, o galpão estava abafado pelo calor do meio-dia. O cheiro de óleo queimado misturava-se com o da maconha que o Gordinho fumava deitado no sofá velho. Dessa vez, não houve conversa na calçada. O Neguinho já me pegou pelo pescoço na entrada, empurrando-me para os fundos.

​— Tira a roupa rápido, puta. Os caras têm horário e não gostam de esperar — ordenou, desferindo um tapa estalado na minha bunda antes mesmo de eu abrir o zíper.

​Fiquei pelado no colchão sujo, encolhido. Em poucos minutos, o portão de ferro correu e os dois primeiros clientes entraram. Eram homens comuns, com roupas de trabalho — um parecia mecânico de caminhão, forte, com as unhas sujas de graxa preta; o outro era mais velho, magro, com hálito forte de cigarro barato e dentes podres. Eles não queriam saber meu nome. Eles tinham pago 1.500 reais pelo combo e queriam usar cada centímetro do meu corpo.

​— Olha a carinha de choro do viado — disse o mecânico, rindo enquanto tirava o cinto de couro pesado. — O vídeo do Telegram não mentiu. O cu dele já tá até aberto.

​O mais velho me agarrou pelos cabelos longos e me puxou de joelhos. Enfiou o pau torto e veioso direto na minha boca, sem nenhuma preparação, batendo no fundo da minha garganta. Eu engasgava, o nariz escorrendo, os olhos vermelhos lacrimejando enquanto o Chef posicionava a câmera do celular bem perto do meu rosto para pegar o som do meu sufocamento.

​Enquanto eu era obrigado a engolir o pau do mais velho, o mecânico se posicionou atrás de mim.
Tirou o cinto e começou a dar cintadas na minha bunda, cada uma fazendo eu berrar com o pau na boca.
Cerca de 20 chibatadas depois ele mirou o pau a seco no meu cu e empurrou de uma vez. O impacto me fez soltar um gemido abafado na carne do primeiro homem. O pau dele era grosso, áspero, e entrou rasgando a pele que mal tinha cicatrizado da semana passada.

​— Isso, aperta, sua cadelinha! — o mecânico roncava, desferindo tapas violentos na minha bunda marcada enquanto me estocava com força brutal. O som de pele batendo com força preenchia o galpão escuro.

​Eles se revezaram por trinta minutos naquela violência mecânica. Quando o mais velho gozou na minha cara, sujando meus olhos e meu cabelo, o mecânico me virou de frente, levantou minhas pernas e meteu ainda mais fundo, fazendo meu quadril bater contra o colchão até ele despejar tudo dentro do meu cu destruído. Eles saíram limpando os membros nas minhas roupas caídas no chão, rindo e comentando com o Baiano que o produto era de primeira.

​Eu ainda estava tentando recuperar o fôlego, limpando a porra dos olhos com o dorso da mão, quando o Chef me deu um chute na costela.

​— Levanta daí e vai se limpar na torneira dos fundos, bicho porco. O terceiro cliente tá chegando e esse é o cara que manda na porra toda. Não vai me aparecer sujo de porra de mecânico na frente dele.

​A água fria da torneira do galpão ardia como ácido quando tentei lavar meu cu sangrando., havia hematomas na minha bunda. Eu chorava baixo, soluçando, mas a submissão já estava impregnada na minha mente; o medo do vídeo explodir na minha escola e na minha casa me transformava em um robô obediente.

​Às quatro da tarde, uma caminhonete preta de luxo, blindada, parou na porta da oficina. Os maconheiros mudaram de postura na hora. O Chef jogou o beck no chão e se arrumou; até o Tizil foi preso na corrente curta para não fazer barulho.

​O homem que desceu do veículo era diferente de tudo que eu já tinha visto ali. Devia ter uns 50 anos, vestia uma camisa de grife clara, relógio de ouro pesado no pulso e exalava cheiro de perfume importado caro misturado com fumo de corda de alta qualidade. Era o Dr. Humberto, um fazendeiro rico, dono de uma chácara imensa na região industrial da cidade. Ele entrou no galpão com o olhar frio de quem estava inspecionando uma cabeça de gado que acabara de comprar.

​— É esse o loirinho que vocês estão leiloando no canal privado? — a voz dele era calma, imponente, o tom de quem está acostumado a mandar e ser obedecido.

​— É ele mesmo, Doutor. Gael, a puta oficial da firma — o Neguinho respondeu, curvando-se um pouco, mostrando o dinheiro que o homem representava. — O pacote que o senhor fechou por 5 mil tá garantido. Pode fazer o que quiser, o corpo é seu.

​O Dr. Humberto caminhou até onde eu estava agachado, cobrindo minha nudez com os braços. Ele parou na minha frente, ergueu meu queixo com a ponta de uma bota de couro legítimo e me encarou.

​— Olhe para mim, garoto — ordenou.

​Eu levantei os olhos, tremendo. O rosto dele não tinha o deboche dos maconheiros ou a luxúria barata dos mecânicos; tinha uma crueza senhorial, uma autoridade absoluta.

​— Você é muito bonito para ser desperdiçado nessa espelunca — disse ele, tirando o relógio de ouro e colocando no bolso. — Mas os vídeos mostram que você gosta da dor. Mostram que você funciona bem como propriedade.

​Ele abriu as calças. O membro dele era enorme, comprido e espesso, com as veias saltadas pelo estímulo do ambiente. Ele não me mandou chupar; ele simplesmente segurou minha cabeça com uma força descomunal e forçou para dentro. O cheiro de perfume caro misturou-se com o gosto amargo do membro dele. Ele fodeu minha boca com estocadas lentas e calculadas, sufocando-me até eu quase perder os sentidos, enquanto o Chef gravava tudo em silêncio, sabendo que aquele material valia ouro.

​Depois, o Dr. Humberto me pegou pelos braços e me arrastou para fora do colchão, jogando-me de quatro no concreto duro e sujo de graxa do galpão, exatamente onde a luz do sol nas frestas da telha iluminava meu corpo.

​— Eu não gosto de colchão mole. Quero ouvir o som do seu corpo batendo no chão — rosnou ele.

​Ele se posicionou atrás de mim. Sem usar saliva, sem usar lubrificante, ele pressionou a cabeça enorme do pau contra o meu cu que já estava rasgado e sangrando dos clientes anteriores. Ele empurrou com todo o peso do seu corpo.

​O grito que soltei ecoou por todo o quarteirão da General Osório. Foi uma dor que fez minha visão ficar preta por alguns segundos. Senti o tecido interno se rompendo completamente.

​— Grita, sua puta. Grita para o seu dono — Humberto murmurou no meu ouvido, segurando meus pulsos finos e puxando-os para trás das minhas costas, imobilizando-me por completo.

​Ele começou a meter, eram estocadas fundas, pesadas, violentas, que empurravam meus órgãos para dentro. Cada golpe fazia meus joelhos ralarem no concreto áspero, arrancando pele e misturando sangue do cu e dos joelhos no chão da oficina. O Chef dava zoom nas feridas, capturando cada detalhe da destruição para o leilão do Telegram.

​— Você é minha puta agora, Gael. Entendeu? Eu vou te alugar para o fim de semana inteiro na minha fazenda — ele dizia, acelerando o ritmo, desferindo tapas pesados que deixavam a marca dos seus dedos grandes na minha bunda já cheia de hematomas e vermelha com várias manchas roxas.

​— Aaaahhh! P-por favor... dói muito... o senhor tá me matando... — eu choramingava, a voz fina e quebrada, a boca colada na poeira do chão.

​— É para doer mesmo. É assim que você aprende quem manda em você — ele respondeu, dando uma estocada final tão profunda que me fez arquear as costas e soltar um gemido agudo de puro sofrimento.

​Ele gozou dentro de mim por quase um minuto, um líquido quente que encheu meu cu arrombado e começou a transbordar pelo concreto. Quando ele se afastou, eu caí de lado, em posição fetal, soluçando de dor e humilhação, com a porra dos outros misturados no meu corpo.

​O Dr. Humberto limpou-se calmamente com um lenço de pano, fechou a calça e tirou um maço de notas de 100 do bolso. Ele jogou o dinheiro no chão, bem na frente do meu rosto sujo de lágrimas e poeira.

​— Está aqui os 5 mil, Chef. O garoto é bom. Sábado que vem eu quero ele na minha chácara. Vou dar uma festa para uns sócios e ele vai ser o entretenimento principal da noite. Preparem o cu dele, porque os meus amigos jogam pesado.
E não vendam ele até o dia, quero que ele sare.

​Os maconheiros recolheram o dinheiro com os olhos brilhando, o Neguinho veio até mim, chutou minhas costelas de leve para eu virar de costas e jogou três notas de 100 reais amassadas e sujas na minha cara.

​— Teus 30% da diária, puta. Trinta por cento de cinco mil dá mil e quinhentos, mas a gente cobrou a taxa de uso do galpão e da gravação, então fica com esses trezentos e não reclama. Sábado tu vai pra chácara do Doutor. Se tu se comportar bem lá, a gente não vaza o vídeo na tua escola. Agora limpa essa porra do chão com a língua igual ontem.

​Ajoelhado e quebrado, passei a língua no concreto sujo, engolindo a porra do fazendeiro ricaço misturada com a graxa, sabendo que meu corpo agora pertencia aos machos da General Osório e aos ricos da cidade. O leilão tinha me transformado em um objeto sem volta.

O concreto frio do galpão ardia contra minha bochecha. Eu ainda estava encolhido, tremendo, com o cu pulsando em dor lancinante, o líquido quente do Dr. Humberto escorrendo devagar pelas minhas coxas misturado com sangue. Meu corpo inteiro doía — costelas, joelhos ralados, garganta inflamada, bunda destruída. Eu mal conseguia respirar sem soluçar baixo.
Os maconheiros contavam o dinheiro animados, rindo entre si. O Neguinho já tinha me mandado lamber o chão, e eu obedeci, a língua raspando na graxa misturada com porra, o gosto salgado e amargo me fazendo engasgar. Eu era só um objeto agora. Um buraco pago.
Mas o Dr. Humberto não saiu logo.
Ele ficou me observando enquanto eu lambia o chão como um cachorro. Seus olhos não tinham mais só aquela frieza senhorial. Havia algo diferente. Um brilho de interesse genuíno, quase... fascínio. Ele se agachou ao meu lado, as botas de couro caro rangendo. Uma mão grande, pesada, mas surpreendentemente gentil, tocou meu cabelo loiro sujo de porra e poeira.
— Calma, garoto — murmurou ele, a voz baixa, quase carinhosa. — Respira devagar. Você aguentou como um campeão.
Eu levantei os olhos vermelhos, surpreso. Ninguém nunca tinha falado assim comigo ali. Nem o Chef, nem o Neguinho, nem os clientes. Todos só usavam, batiam e jogavam dinheiro. Ele passou o polegar no meu lábio inferior inchado, limpando um resto de porra.
— Levanta. Devagar.
Ele me ajudou a ficar de pé. Minhas pernas tremiam tanto que eu quase caí, mas ele me segurou pela cintura com firmeza. O cheiro dele — perfume caro, fumo de corda, suor limpo — contrastava com o fedor de óleo e maconha do galpão. Ele me levou até um canto mais limpo, perto da caminhonete, e pegou uma garrafa de água mineral gelada do carro. Abriu e me deu.
— Bebe. Tudo.
Eu bebi com as mãos trêmulas, a água descendo pela garganta dolorida como um milagre. Enquanto eu bebia, ele tirou o próprio lenço de seda do bolso e começou a limpar meu rosto com cuidado. Limpou os olhos, as bochechas, o queixo. Depois desceu para o peito e a barriga, tirando o grosso da sujeira.
— Você é lindo pra caralho, Gael — disse ele, quase para si mesmo. — Pele clara, cabelo loiro, corpo pequeno e apertado... mas com resistência. Isso é raro.
Ele me virou de costas devagar e se agachou. Abriu minhas nádegas com as duas mãos grandes. Eu gemi de dor quando o ar tocou o cu destruído.
— Shhh... calma. Tá bem inchado e rasgado. Mas vai cicatrizar. Vocês, putinhos novos, se recuperam rápido.
Ele não enfiou dedo nem nada. Só observou, como quem avalia uma mercadoria valiosa. Depois me virou de frente novamente e me puxou contra o peito dele. Meu rosto encostou na camisa cara. Ele era quente, sólido. Por um momento, eu chorei silenciosamente contra ele. Ele acariciou minhas costas, descendo até a lombar, massageando leve.
— Você odeia isso tudo, não odeia? — perguntou baixinho, só para eu ouvir.
Eu assenti, soluçando.
— Eles te filmam. Te ameaçam. Te tratam como lixo.
Outro aceno.
Ele ficou em silêncio um tempo, só me segurando. Depois falou perto do meu ouvido:
— Eu gostei de você, loirinho. Gostei pra caralho. Da forma como você geme, como seu cu aperta mesmo quando tá doendo, como você obedece mesmo morrendo de medo. Você tem potencial.
Ele se afastou um pouco, pegou o celular do bolso e digitou algo. Depois me entregou o aparelho na mão.
— Esse é o meu número direto. Salva como “H”. Só você e eu vamos ter esse contato. Ninguém mais.
Eu olhei para a tela, confuso. Ele continuou, a voz firme mas calma:
— Eu tenho uma proposta de exclusividade. Quero você só pra mim. Nada mais de galpão, nada mais de leilão no Telegram, nada mais de maconheiros te passando pra qualquer um. Eu pago bem. Muito bem. O suficiente pra você sair dessa merda. Mas tem condições.
Ele segurou meu queixo e me fez olhar nos olhos dele.
— Você, nos fins de semana, vai ser meu. Eu e alguns amigos muito seletos. Nada de público. Nada de violência gratuita como esses animais fazem. Eu gosto de dor, sim... mas dor controlada. Dor que vem com prazer depois. Depois da foda, vem o carinho. Banho quente, comida boa, cama limpa. Remédios. Pomada. Proteção.
Ele passou a mão no meu cabelo novamente, quase afetuoso.
— E tem a parte da vingança... se você quiser.
Meu coração acelerou.
— Vingança?
— Esses quatro maconheiros. O Chef, Neguinho, Baiano, Gordinho. Eles te destruíram. Te humilharam. Te transformaram em puta barata. Eu posso acabar com eles. Devagar. Sem pressa. Posso comprar as dívidas deles, destruir os negócios, fazer os vídeos desaparecerem... ou pior. O que você quiser. Mas pra isso, você tem que ser meu. Totalmente.
Ele me beijou na testa. Um beijo estranhamente paternal, possessivo.
— Pensa. Sábado que vem eu te quero na chácara. Vou mandar alguém te buscar. Nada de galpão. Você vai direto pra mim. Se aceitar a exclusividade, eu já começo a resolver as coisas com esses filhos da puta.
Ele guardou o celular, mas antes me deu mais um maço grosso de notas — bem mais que os trezentos do Neguinho.
— Isso é só pra você. Compra pomada, comida, o que precisar. E guarda meu número.
O Dr. Humberto entrou na caminhonete blindada. Antes de fechar a porta, olhou para mim uma última vez, com aquele sorriso frio mas satisfeito.
A caminhonete saiu. Eu fiquei parado no meio do galpão, nu, sujo, dolorido, mas com o celular na mão e o número dele salvo.
O Neguinho se aproximou, já com o tapa na cara pronto, mas eu levantei os olhos. Pela primeira vez em semanas, havia algo diferente no meu olhar.
— O Doutor gostou de mim — eu disse, a voz rouca mas firme.
O rosto do Neguinho mudou. Medo. Ganância. Respeito.
E pela primeira vez desde que tudo começou, eu senti um fiapo de poder.
Talvez a vingança estivesse mais perto do que eu imaginava.

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