Recebendo para comer o Coroa
Hoje vou contar a história de um cliente chamado Sr. José
Naquela tarde quente, eu estava deitado ao lado da piscina do Sr. José, um homem de 60 anos, bem barrigudo e um pouco careca. Ele me chamou para passar o dia em sua casa, mas ambos sabíamos que não era apenas uma visita social. Eu estava lá por dinheiro.
O Sr. José vestia apenas uma sunga apertada demais, que deixava à mostra seu corpo flácido e peludo. Enquanto ele nadava algumas braçadas na piscina, eu observava suas costas gordas submergirem e emergirem da água. Quando voltou para perto de mim, seus olhos brilharam com desejo.
— Vem cá, garoto - disse ele, com a voz rouca. — Vem mamar esse coroa.
Eu sabia que se quisesse o dinheiro precisaria trabalhar, então não precisei de mais incentivo. Levantei-me e caminhei até o Sr. José, que já estava sentado na beirada da piscina. Ajoelhando-me diante dele, tirei sua sunga devagar, revelando seu membro murcho.
Comecei a chupá-lo sem pressa, sentindo-o ganhar vida dentro de minha boca. O gosto do Sr. José era peculiar, misto de suor e cloro da piscina. Enquanto o chupava, ele gemia alto, agarrando meus cabelos com suas mãos grandes.
Depois de algum tempo, tirei sua pica para fora e olhei para ele. Seus olhos estavam vidrados de luxúria. Mas antes que eu voltasse a chupá-lo, uma voz feminina gritou:
— José! Onde está você?
Era a empregada, procurando pelo patrão. Em um reflexo rápido, o Sr. José me puxou para dentro da piscina com ele, afundando-me junto a seu corpo quente e pesado.
No fundo da piscina, nossos corpos nus se enroscaram enquanto tentávamos ficar debaixo d'água pelo máximo de tempo possível. Os sons abafados das vozes acima chegavam até nós como um eco distante. Eu podia sentir a ereção do Sr. José pressionando meu quadril.
Quando finalmente subimos à tona para respirar, a empregada já tinha ido embora. O Sr. José me encarou com um sorriso safado.
— Você é muito bom nisso, garoto - disse ele, ofegante. — Quero mais.
Não precisei responder. Segurei seu membro ainda duro e comecei a masturbá-lo ali mesmo na piscina. Ele gemeu alto, jogando a cabeça para trás. Eu sabia que estava perto do fim quando sua respiração ficou pesada e entrecortada.
Com um gemido final, o Sr. José gozou dentro da própria mão, espalhando seu sêmen nas águas cloradas da piscina. Quando terminou, me puxou para mais um beijo molhado e sujo.
— Ficamos por aqui hoje? - perguntou ele, com a voz já rouca de novo.
Eu sorri, sabendo que aquele dia ainda não tinha terminado. E nem meu trabalho com o velho barrigudo na piscina.
Depois daquele primeiro round na piscina, o Sr. José me levou para dentro de casa, parecendo ansioso pelo próximo capítulo de nossa aventura. Enquanto caminhávamos pelas salas luxuosas, ele não parava de tocar em mim, apertando minha bunda e passeando suas mãos por meu corpo.
Chegamos ao quarto dele e eu já podia ver a cama king size convidativa. Mas o Sr. José tinha outros planos. Ele me empurrou contra a parede e começou a beijar meu pescoço com desejo, gemendo em meu ouvido.
— Quero você dentro de mim, garoto - disse ele, com a voz entrecortada. — Penetra esse velho coroa.
Eu sorri maliciosamente enquanto o afastava para trás um pouco. Tirei minha roupa, revelando meu corpo nu e tonificado. O Sr. José ficou observando cada movimento, lambendo os lábios.
Então tirei um tubo de lubrificante da gaveta da cômoda e comecei a preparar seu ânus com os dedos. Ele gemeu alto quando penetrei meu primeiro dedo em sua bunda apertada. Adicionando mais lubrificante, fui introduzindo mais um, depois mais outro.
O Sr. José gemia de dor e prazer misturados enquanto eu o preparava. Quando achei que já estava pronto o suficiente, posicionei meu pau na entrada de seu ânus e empurrei com força. Ele gritou quando fui penetrando seu corpo quente e apertado.
Comecei a fazer movimentos lentos e profundos dentro dele, sentindo cada centímetro de seu interior se contrair ao meu redor. O Sr. José gemia sem parar enquanto eu o fodia com vontade, segurando em seus quadris gordos para ter mais apoio.
— Isso... assim... - ele dizia entre gemidos. — Me fode mais forte, garoto!
Aumentei a velocidade e intensidade de minhas estocadas, sentindo meu pau duro como pedra se mover dentro do Sr. José. Ele estava completamente entregue ao prazer, os olhos revirados e a boca aberta em um grito mudo.
Eu continuava enfiando meu pau com força na bunda apertada do Sr. José, que arquejava cada vez que eu atingia seu ponto mais sensível. Seu corpo grande e pesado tremia com o impacto de minhas estocadas enquanto eu o penetrava sem dó.
— Mais... mais forte! - ele grunhia entre gemidos abafados, querendo sentir meu pau todo dentro dele.
Eu obedecia a cada pedido, aumentando ainda mais a velocidade e profundidade de meus movimentos. O quarto já estava tomado por nossos gemidos e sons de pele se chocando, criando uma sinfonia erótica que ecoava pelas paredes.
De repente, o Sr. José agarrou meu pescoço com força e me puxou para um beijo faminto e molhado. Sua língua entrava e saía de minha boca no mesmo ritmo de minhas estocadas em sua bunda. Eu podia sentir seu coração batendo acelerado contra o meu peito.
— Goza pra mim, garoto! - disse ele com a voz rouca, olhando nos meus olhos.
Aquelas palavras foram o bastante para me levar ao limite. Com um gemido alto e prolongado, eu gozei dentro dele, enchendo seu interior quente com meu sêmen. O Sr. José também alcançou o orgasmo logo depois, gozando em jatos grossos e quentes sobre minha barriga.
Ficamos alguns segundos parados, recuperando o fôlego enquanto nossos corpos nus ainda se encaixavam perfeitamente. Então, com um sorriso saciado no rosto, ele me deu mais uma piscadela safada.
— Acho que merecemos um banho agora - disse ele, começando a caminhar para o banheiro. — Depois podemos continuar por onde paramos...
Eu sorri de volta enquanto o seguia, já imaginando o tamanho do cheque que o Sr. José me daria...
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