#Corno #Sado #Voyeur

Relato de uma esposa dedicada – Parte 4

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Juliana

Terminei o relato anterior mostrando uma conversa entre mim e meu marido no banheiro do nosso quarto de hotel em Búzios, depois da inédita noite de sexo à três, onde eu perguntei a ele se iria ter mais. E nisso ele me respondeu algo tipo:

- Não sei, depende de você, meu amor. Eu não vou lhe forçar a nada, se você não quiser mais a gente deixa esse lance como algo único e não tocamos mais no assunto.

- rsrsrsr... Tudo bem... mas, amor, olha só... tipo assim: isso que a gente fez é algo bem sério, e não é assim como você tá falando, tipo: “a gente deixa esse lance como algo único e não tocamos mais no assunto”...
Eu li a respeito disso, querido, e vi que tem casais que quando provam disso procuram repetir e alguns até viciam.

- Mas, querida, você quer ir adiante com isso?

- Pode ser... agora, o que eu não quero é fazer disso uma rotina, uma dependência pra gente sentir prazer, entendeu? Isso não pode ser a única forma da gente sentir prazer. Somos casados, temos uma vida à dois.

- Sim, sim, claro... Eu entendo, por isso que eu disse que eu nunca vou lhe forçar a nada, querida... Eu não quero comprometer a nossa relação que é maior do que tudo. Fica tranquila. Não vou exigir nada de você.

Eu peguei no rosto dele, olhando nos olhos dele com meus olhos verdes e disse baixinho e com todo o carinho e amor que eu sinto por ele:

- Escuta, presta atenção. Quando você quiser de novo, pode falar... eu entendo que é um fetiche seu e vou fazer o possível pra me acostumar. Só não quero que ele seja maior do que o seu amor por mim, ok?

Ele, me abraçando:

- Nada é maior que o meu amor por você, querida, nada, nada.

Ele me beijou me encostando na parede do banheiro, foi um beijo diferente, com tom apaixonado, eu senti isso na forma que as mãos dele acolhiam meu rosto enquanto me beijava e na forma que os lábios dele sugavam a minha língua... logo eu fui descendo os meus lábios com beijos pelo molhado corpo lisinho dele até me agachar diante dele, que acariciava meus molhados cabelos loiros enquanto eu segurando o pau duro e molhado, meio ensaboado dele, abocanhei o rosado e graúdo falo e comecei um gostoso e caprichado boquete... e claro, eu gemi o tempo todo enquanto chupava, pois chupar rola me faz gemer e revirar meus verdes olhos, adoro a sensação de sentir meus lábios deslizando pela lisa cabeça da rola do meu marido... adoro sentir aquelas veias enquanto desço ainda mais meus lábios ao tentar engolir mais centímetros... e com a minha mão ali segurando, onde meus pequenos e delicados dedos quase não abarcam conforme eu masturbo na direção da minha boca... e nesse movimento de rosto pra frente enquanto chupava, fiquei até que ele gemeu agoniado... onde puxei um pouco meu rosto para trás e de boca aberta estirei minha língua para fora e assim recebi uma... duas... três... quatro... cinco esguichadas de esperma...

E depois de engolir tudinho... pois adoro sentir o sabor da porra do pau do meu maridinho escorregando pela minha garganta... eu voltei a abocanhar e chupei mais um pouco enquanto ele em pé diante de mim meio cambaleava sofrendo os espasmos do gozo. Lembro que coloquei minhas mãos apoiadas nas costas molhadas dele e fiquei ali, agachada e olhando de frente o pau dele pulsando, se mexendo sozinho, ainda sob o efeito do gozo... adoro olhar pro pau do meu marido espasmando pós esporrada.

Saímos molhados e pelados desse banheiro e assim mesmo fomos pra cama, onde ele deitou por cima de mim, por entre as minhas pernas, e me meteu o pau ainda duro na buceta e me comeu num ritmo suave... me dando muito beijo na boca e comigo abraçando ele, sentindo o corpo avantajado dele no meu... a rola dele tão dura se mexia suave e gostoso arregaçando minha bucetinha cor de rosa e carequinha por dentro... gozei gostoso em questão de segundos conforme eu sentia essa rola se mexendo dentro de mim.

Ele continuou deitado em mim, por entre minhas pernas, onde não parávamos de nos beijar sentindo um amor intenso um pelo outro... onde aqui e ali ele chupava a minha orelha e sussurrava dentro: “Te amo... Te amo... Te amo...”

Eu movimentava minhas pernas abrindo e fechando, dando uma chave de pernas ao redor dos quadris dele... num ato de fazer a minha buceta apertar o pau dele dentro... adoro fazer pompoarismo no pau dele.

Até então fazíamos amor... com doçura e muito carinho... mas eis que ele me manda virar de quatro... e quando viro a minha loira bunda de quatro pra ele, toda empinada e aberta mostrando minha buceta rosada e careca em formato de concha ali embaixo entre coxas e o meu rosado cuzinho piscando entre nádegas redondas arreganhadas, ele não resiste e se transforma num bicho... fica mais louco e impõe toda a sua virilidade enquanto me empurra sem gentileza o pau na buceta, me pega pelos quadris e me come.

Meus gemidos se juntaram aos sons da virilha dele espancando minha bunda, onde as carnes tremiam e eu era arremessada para frente, fazendo meus enormes peitos loiros por baixo de mim de quatro balançarem... gozei agoniada sentindo o vai e vem da rola dele me fodendo a buceta sem sair de dentro... sendo puxada e socada freneticamente... contudo, ele nunca resiste quando tá me comendo assim de quatro, pois ficar olhando pra minha loira bunda aberta, não tem como ele não se deliciar com a imagem do meu cuzinho... ali... à mostra... piscando enquanto ele me fode a buceta...

E nisso ele parou apenas pra puxar sua rola da minha buceta... dar uma cuspida do alto que acertou certeiro no meu cu... que se contraiu bebendo o cuspe e logo ele com seu pau duro e melado do suco da minha buceta na mão, encostou seu rosado e graúdo falo bem em cima do nadadinho em formato de asterisco rosadinho e foi empurrando.

Toda vez que a cabeça da rola do meu marido cutuca meu cuzinho... ele se abre na hora... adoro, adoro sentir a rola do meu querido homem vindo dura e tesuda pra dentro do meu loiro rabo virado pra ele de quatro... eu até empino ainda mais a minha bunda só pra rola entrar ao máximo, direta e reta... daí em diante eu sustentei meu corpo aqui de quatro e dei... dei muito a minha bunda pro meu maridinho, que me puxava pelos quadris e socava variando o ritmo e a intensidade, mas nunca parando... pois ele sabe que eu fico maluca de tesão, em êxtase quando sinto a rola dele se movimentando freneticamente enfiada no meio do meu rabo. E o meu esposo sabe que uma loira rabuda que nem eu, merece muito rola no cu.

Gozei gritando de dor e prazer... Adoro... foi uma bela e gostosa enrabada matinal. Adoro tomar na bunda de manhã.

Meu marido e eu seguimos normalmente a nossa estadia em Búzios e assim curtimos o nosso último dia, um domingão. Aproveitamos o sol gostoso e passeamos por praias paradisíacas sem pressa, sempre juntinhos, namorando e tal... num gostoso clima de romance que mais parecia uma lua de mel.

Aliás, o que um fetiche realizado não faz, hein? Não que o meu casamento estivesse uma merda e que eu estivesse reclamado do meu esposo, longe disso, ele sempre foi maravilhoso comigo, mas... depois dessa foda à três ele tava muito, muito, mas muito feliz. Eu notei no comportamento leve e solto dele, no sorrisão estampado no rosto dele, e no senso de humor elevado me fazendo rir com bobagens e brincadeiras. E claro, o carinho, o zelo por mim, a atenção e a proteção estavam ainda mais ressaltados. Eu me senti praticamente a musa dele.

E em todos os lugares que fomos era comum encontrarmos pessoas igualmente curtindo e tal, gente de todo tipo... e depois que provamos tal loucura, o meu marido, o dono do fetiche, aqui e ali ficou observando meu comportamento diante os outros homens, principalmente aqueles mais bonitões e tal que chegavam perto da gente em alguns momentos... tipo: garçons, funcionários de bares e hotéis, turistas, garotões sarados de sunga na praia, grupinho de rapazes... ele ficou prestando atenção nos meus olhos verdes para ver se eu demonstrava interesse.

Mas eu me mantive discreta, normalmente, sem ficar dando em cima de ninguém. E foi assim até o momento em que voltamos pro nosso quarto do hotel, fizemos nossas bagagens e viemos de volta pro Rio.

A segunda-feira teve seu curso normal, comigo e ele em nossos respectivos trabalhos, cumprindo nossas obrigações e tal... Ao fim do dia nos reencontramos em casa, fomos juntos pra academia dar aquela revigorada e de volta a nossa casa aquele jantar gostoso e logo mais o namoro de sempre pra encerrar a noite da melhor forma. E o fetiche dele foi mantido em total discrição, nem conversamos sobre a transa à três que provamos em Búzios.

Só que na terça-feira eu fui sozinha pra academia, pois ele se ocupou em casa com coisas do trabalho dele... e eu ali, de aparelho em aparelho, com as minhas faces loiras coradas de tanto me exercitar, cabelos loiros amarrados e o suor escorrendo na minha nuca, espinha, entre meus fartos peitos, cujo decote do tope estava encharcado, sentindo meu coração batendo forte e saudável, minhas coxas torneadas formigando, sentindo aquela vibração gostosa tomando conta do meu metabolismo, do meu corpo por dentro e por fora, as carnes da minha loira bunda sofriam súbitos espasmos enquanto a malha preta da minha calça colada estava bem molhada de suor e se enfurnando no meio a cada movimento meu, eu tava bem molhada principalmente na região entre nádegas e indo pra baixo, ali no ânus e na buceta... Afinal, cientificamente é comprovado que o corpo feminino age de forma diferente quando está em constante movimentação em todos esses aparelhos de academia, pois todos aqueles movimentos repetitivos, tipo: abrindo e fechando pernas, tendo que virar a bunda pra cima, deitar de costas aqui e ali... estimula e libera endorfina provocando uma sensação de prazer. Com homem também rola tudo isso, mas no corpo feminino é bem diferente e é mais forte. Dizem até que algumas mulheres chegam ao orgasmo quando estão malhando. Comigo nunca rolou, mas eu sinto sim um puta prazer em pegar pesado na academia.

... pois bem, e eu aqui malhando, sentindo meu corpo produzindo a endorfina e tal e ao mesmo tempo olhando pra alguns rapazes transitando ou malhando perto de mim, com seus corpos sarados, exalando masculinidade em seus shorts, camisetas cavadas, calças em malha transparecendo os seus volumes... nossa... comecei a lembrar da transa à três lá em Búzios... eu segurando nas barras do aparelho imaginei segurando o pau do meu marido e daquele moreno, aí quando eu me agachei de quatro na esteira pra movimentar minha perna e trabalhar a bunda, lembrei daquele moreno me pegando nessa mesma posição e me comendo justamente a bunda... e em outro aparelho, eu sentada abrindo e fechando as pernas lembrava das vezes que recebi o moreno entre as pernas, com ele me bombando forte, cheguei a fechar os olhos enquanto abria e fechava minhas pernas no aparelho e vi mentalmente a rola morena dele naquele entra e sai na minha rosada e careca buceta... eu ia ofegando, meus peitos por baixo da minha blusa tope incharam, meus mamilos endureceram, meu ventre gelava por dentro, o grelo da minha buceta começou a pipocar dentro da minha calcinha e calça em malha... nossa... nossa... foi uma junção explosiva, a malhação liberando endorfina, minha libido estimulada e a lembrança do sexo à três.

E pra piorar as coisas, quando eu deixei a academia, e já no estacionamento, antes de entrar no meu carro eu fiquei parada pra ajeitar o elástico dos meus cabelos e eis que chega um dos instrutores pra entrar no carro dele, estacionado ao lado do meu... e ele é um gato, um moreno, garotão, bem alto e malhado, onde conversamos um pouco sobre algo aleatório da academia e tal, e ele bebendo água numa garrafinha, nisso enquanto eu mexia nos meus cabelos ajeitando o elástico, desci meus olhos verdes do rosto a virilha dele em sua calça em malha... nossa... bastava eu esticar um pouco só a minha mão e eu pegaria na rola dele. Eu tava louca de tesão e sobretudo motivada pelas lembranças da transa à três lá em Búzios.

O instrutor se despediu de mim, entrou no carro dele e se foi, eu então entrei no meu, deitei minha testa no volante e fiquei pensando que definitivamente iria ser complicado lidar com isso depois de termos experimentado tal fetiche. Com certeza se eu tivesse aqui com o meu esposo, eu teria convidado meu instrutor para uma transa à três.

Em casa, ao passar pela sala, vi pela porta aberta do escritório do meu marido que ele ainda tava lá, trabalhando... Eu passei direto pro quarto, me livrei da roupa suada da academia e fui peladinha pro banheiro tirar o suor da malhação do meu loiro corpo... aliás, ao passar as mãos em meu loiro corpo e assim que passei na minha buceta, senti aquele melado... enfim, pura reação da excitação que me tomou durante toda a malhação enquanto eu espiava os machos e relembrava da transa à três lá em Búzios.

E enquanto eu me banhava debaixo do chuveiro, conforme eu me ensaboava, eu masturbava meus loiros peitões com uma mão e com a outra abaixada eu toquei uma siririca no grelo... e na minha mente eu lembrando de mim chupando duas rolas, lembrando do moreno lá de Búzios me pegando de quatro, comendo a minha bunda, eu chupando um e sendo fodida pelo outro, e junto comecei até mesmo a me imaginar pelada lá na academia, sendo fodida por todos aqueles machos que malham comigo... também me imaginei dando pro instrutor no banco traseiro do meu carro no estacionamento... nossa, acelerei a siririca com uma mão friccionando o grelo e com a outra mão socando dedos na buceta... Gozei... Gozei que bambeei as pernas... soltando um puta gemido agoniado.

Alguns minutos depois, já na mesa do jantar, ao lado do meu marido, eu não disse pra ele que as lembranças da transa à três lá em Búzios vieram forte na minha cabeça durante a malhação, nada disso, conversei sobre vários assuntos com ele, menos isso... afinal, o fetiche era dele e certamente ele poderia ficar bem excitado e iria acabar saindo comigo nessa hora ali pra me ver foder com outro homem.

Contudo, bastou a gente ir pro quarto mais tarde, pra dormir, que eu tirei minha camisola por cima e fui com tudo pra cima dele, empurrando ele na cama, puxando o short dele pelas pernas dele, subindo de quatro nele onde agarrei o pau dele e cai de boca numa mamada feroz.

O homem se contorceu e gemeu de tesão com a faminta chupada que eu dei nele.

E ao deixar o cacete dele todo tesudo de tão duro, fui pra cima me sentando montada e rebolando fiz ele escorregar todinho na minha buceta... onde eu comecei uma cavalgada desenfreada... Imaginem uma loira nua num cavalo, correndo em disparada por um verde campo... pois era eu aqui montada na pica do meu macho, galopando como se corresse pra longe... e ele se acabando de gemer, se deliciando com os meus peitões saltitando e batendo fazendo barulho, e por falar em barulho, eu gemia mais que uma puta... uma putinha bem manhosa... tanto bati a bunda nas coxas dele, como requebrei meus quadris numa malemolência surreal, pois se tem uma coisa que eu sou boa na cama é no remelexo de quadris... e nisso eu fazia a minha buceta foder a rola do meu marido da cabeça ao tronco bem veloz, tacando minha xota no saco dele... jogando minha cabeça para trás, meus lisos cabelos loiros pra um lado e outro... e parando bruscamente num orgasmo avassalador, que me destruiu os sentidos... me fez tremer toda enquanto me faltou a voz conforme eu sufocava com a minha respiração ofegante.

E o mais gostoso é que quando desabei do corpo dele, sob o puro efeito desse orgasmo, em convulsões, ele veio todo tarado pra cima de mim e por entre as minhas pernas, me meteu a pica na buceta e começou a me bombar forte. Eu só fiz virar os pés pra cima toda arreganhada e me deixei tomar surra de virilha no meu meio, pedindo aos berros agoniados:

- Mee fooodeee, mee foodeee, me fooodeee...

Ele bombou e meteu tanto que parou de uma vez, se tremendo e urrando enquanto seu pau duro dentro da minha buceta esguichava tiros e mais tiros do seu esperma... e de virilha pressionada na minha ele desabou por cima de mim.

Aí trocamos alguns beijos e fomos transformando esse ímpeto tão repentino, possessivo e selvagem em algo mais sutil e sem pressa, sem força e violência. Onde voltamos a fazer amor.

Pela manhã começamos tudo de novo, rotina, rotina, rotina... e assim seguimos até o final de semana... E olha, vou confessar uma coisa, eu passei essa semana todinha num fogo dos infernos dentro de mim, todos os dias foram calcinhas que se melavam horrores, onde eu não só relembrava do sexo à três, como fantasiava em determinados momentos e lugares, sendo comida por outros homens, bonitos ou feios, tanto faz, a minha libido me fez pensar cada coisa safada.

Se eu ia num banco eu olhava pro segurança ali fortão de calça aberta e eu ajoelhada diante dele, chupando o pau dele... se eu ia pro estacionamento pegar meu carro e dava gorjeta pro moleque que vigiou ele, eu logo me imaginava com a porta detrás aberta, meu corpo pra dentro no banco traseiro e com a minha bunda loira pra fora enquanto esse moleque me pegava por trás e me metia a rola dele no cu.

E voltando pra casa eu ia passando pela orla, ao lado do calçadão da praia... onde eu ia vendo um monte de gente bonita fazendo caminhada... e entre eles alguns homens e garotões só de short ou sunguinha... nossa... e eu de buceta babando diante do meu volante.

E assim, em vários momentos nessa semana os meus dedinhos me deram muito prazer a cada siririca que eu toquei enquanto imaginava tais coisas safadas com outros homens além do meu esposo. Da mesma forma que a noite, toda noite, meu esposo teve que dar conta desse meu fogo, me pegando de jeito e me metendo a rola com gosto. Aliás, eu aqui estou falando de mim, mas com ele foi a mesma coisa, a libido dele tava bem alta também. Por isso que o couro tava comendo em casa toda noite.

Tudo por conta do fetiche realizado e que despertou na gente uma libido intensa.

E então chegou a sexta-feira, e que geralmente a gente faz alguma coisa juntos, e aqui nesta sexta a gente se arrumou a noite e fomos pra um barzinho se encontrar com casais de amigos e tal.

O curioso, é que durante a conversa entre amigos, eu conversando com as esposas e ele conversando com os maridos delas, a gente meio que se sentia peixes fora do aquário, pois a rotina deles se tratando de diversão e planos a dois, em comparação a nós dois, era completamente diferente. Eles geralmente se planejavam incluindo os filhos e alguns parentes, enquanto eu e meu marido, por não termos filho, podíamos planejar coisas só entre nós dois mesmo, e depois da experiência à três, aí é que nos sentíamos ainda mais distantes desse padrão pré-concebido de casal. Não é que a gente se sentisse melhor ou mais evoluído como casal, nada disso, a gente apenas se sentia mais livre e mais unido.

Quando tava perto da meia noite, nossos amigos aqui foram embora pras suas casas, pois todos tinham filhos pequenos e tal... já meu marido e eu demos uma esticada. Fomos numa balada e nos jogamos, dançamos, bebemos uns uísques pra dar aquela animada a mais, sentamos num cantinho e trocamos uns beijos bem gostosos, eu cheguei a puxar o pau dele pra fora da calça e fiquei alisando, ele enquanto me beijou meteu uma mão por entre as minhas pernas e por baixo do meu vestido bolinou minha rosada bucetinha diante minha calcinha puxada para um lado. E claro, aqui e ali eu olhei pra alguns caras... e ele notou e me deixou a vontade.

Quando então, num determinado momento dessa curtição na balada, eu ele sentados juntinhos, começamos a conversar algo, tipo:

Eu: - Amor?

- Oi.

Eu: - Eu... eu tava pensando...

- Pensando em quê?

Eu: - Você ainda vai querer mais, né?

- Porquê? Você quer?

Eu: - É queee... sei lá... se você quiser…

- Tá de olho em alguém?

Eu: - Não, não... não tô de olho em ninguém não... só tô perguntando see... você vai querer mais ou see, ficou já saciado só com uma foda à três mesmo.

- O fetiche ainda tá em mim, querida. Não vai se acabar assim só porque provei. O que eu quero é controlar ele, pra você não se machucar e tão pouco eu abusar de você.

Eu: - Sim, eu entendo você. Mas é quee...

- Você tá com vontade, né?

Eu: - Sim.

- Bom... fica a vontade... dá uma voltinha por aí, escolhe algum cara, explica pra ele nosso lance eee... a gente sai daqui pra um motel.

Eu: - Você quer?

- Eu sempre quero, querida... mas... eu dependo da sua vontade. Só não quero que se sinta obrigada.

Eu: - Tudo bem. Eu quero sim.

- Safadinha. Tá com vontade de sentir outra rola, né?

Eu: - aaiii, amoorr, paaaraa... não fala assim não rsrsrs...

- Relaxa. Aliás, já que tocou nesse assunto... me tira umas curiosidades... tipo: do que você mais gostou de fazer comigo e com o cara lá em Búzios?

Eu: - Ah... rsrsr, nossa, rsrs, no começo eu tava sem graça, tensa, travada... mas depois... ai ai ai, rsrsrs, foi tudo muito gostoso.

- Então me fala, o que você achou mais gostoso então de fazer com nós dois juntos.

Eu: - Chupar.

- Gostou de chupar aquele puto, né, cachorra?

Eu: - Sim. Mas eu tô falando que gostei de poder chupar dois juntos.

- Eu notei que você chupou mais ele.

Eu: - A rola dele era inédita pra mim, rsrsrs, acho que foi pela empolgação da primeira vez com outro, rsrsr...

- E agora? O que mais você tá com vontade de fazer com outro homem?

Eu: - AAhh, amor... tudo.

- Tá com vontade de mamar numa vara, né, safada.

Eu: - aaii, amor, não fala assim, rsrsrs, já disse, me sinto uma puta quando você fala nesse tom, rsrsr...

- Eu fiquei impressionado e muito louco vendo essa tua boquinha linda chupando a rola daquele cara.
Nossa... e o fato da rola dele ser grossa, deixou tua boquinha cheia... foi lindo ver.

Eu: - Lindo?

- Sim.

Eu: - Achou lindo ver a rola de outro homem na boca da tua esposa? Essa mesma boca que tu beijou quando a gente casou?

- Sim... me refiro ao desenho dessa sua boca linda tão bem encaixada na rola dele... aaii, noossa, amor... eu tô de pau duro aqui só de olhar pra tua boca enquanto relembro.

Eu: - Caralho, tu falou de um jeito que me deu até água na boca rsrs... Aliás... posso te revelar uma coisa?

- Deve.

Eu: - Quando ele gozou na minha boca... eu me assustei... pois foi muita porra saindo de uma vez só da rola dele... e encheu a minha boca, sabe? Foi esquisito sentir o esperma de outro na minha boca... Mas aí eu fui engolindo... eee... nossa, o esperma dele desceu na minha garganta assim de uma vez... e era bem gostoso.

- Safada.

Eu: - Amor.

- Fala.

Eu: - Eu tô com vontade de chupar outra rola.

- aaaii, amor... caralho, meu pau tá pra rasgar a minha calça aqui, rsrssr... Você tá me deixando louco. O que mais você quer fazer com outro? Fala.

Eu: - ah... um monte de coisas.

- Fala mais uma. Fala.

Eu: - Eu quero... eu quero ser comida por trás.

- De quatro?

Eu: - Sim.

- É a sua posição preferida, né?

Eu: - É.

- E o que é que te dá tesão em ser comida assim, de quatro?

Eu: - Ah... é queee... de quatro eu fico mais... obediente... eu me sinto umaa... uma cachorra... uma cachorrinha adestrada. E assim pode meter em qualquer lugar... na buceta... no meu cu... e se meter no meu cu, aí é que eu fico ainda mais cachorra.

- Você gosta de dar o cu, né?

Eu: - Claro... e foi você quem me ensinou a dar o meu cu. Lembra que foi você quem quebrou o cabaço do meu cuzinho? Lá na casa da mamãe, quando a gente namorava ainda... Meu pai e a minha mãe no terraço e você me pegando de quarto dentro do meu quarto, na cama... metendo no meu cu e pedindo pra eu não gritar. Lembra?

- Claro... seu cu sangrou.

Eu: - Claro. Meu cuzinho rosado era virgem... apertadinho... e essa tua rola malvada... entrou rasgando ele... me arrombou toda.

- E agora, que você pode dar o cu pra outros homens... Te excita mais?

Eu: - Dar o cu é sempre gostoso.

- Nossa... nossa, amor... caralho, que tesão da porra.

Eu: - Quer comer a minha bunda agora? Vem. Aqui, em cima dessa mesa, anda. Eu só faço levantar meu vestido e descer a minha calcinha... quer?

- aah, paaraa, rsrsr, sua puta.

Eu: - Olha a boca suja, para. Não sou puta, sou sua esposa.

- Vamo lá pro banheiro agora e eu te como por trás. Anda.

Eu: - Não, eu não quero em pé, eu quero dar minha bundinha de quatro e aqui, bem em cima dessa mesa, pra todo mundo ver como que você me enraba.

- Amor, não fala assim, sabe que não dá pra fazer isso aqui... Anda, se levanta e vai logo atrás de algum cara e vamo pra um motel. Lá eu vou encher seu cuzinho de rola. Aliás, duas.

Eu: - Ok, eu vou... mas é o seguinte... se eu não encontrar nenhum que me agrade, ou se quem eu escolher não topar... a gente vai pra casa sem sexo nenhum... e tu não vai tocar um dedo em mim. Ok?

- Não, não, que é isso? Tá maluca? Kkkk... Mesmo que você não encontre um cara, eu vou te comer de qualquer jeito, tô com tesão.

Eu: - Não, não vai tocar em mim não, rsrsrsr...

- Eu posso comer você a força.

Eu: - rsrs, vai estuprar a sua própria esposa? Que feio.

- Vai logo, vai. Eu sei que você vai convencer algum.

Nisso eu me levantei... dei um beijo na boca dele e fui... fui caminhando balada a dentro... caçar... caçar uma rola.

Continua...

Obrigada e comentem, assim posso contar mais.

Comentários (5)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Sansão: Devia levar essa história para outros sites de contos eróticos. Essa história daria um filme pornô

    Responder↴ • uid:19f65f3c27xl
  • Sansão: Eita! Eu queria estar nessa festa e ser caçado por essa predatora. E pelo visto a fome dela esta aumentando e vai chegar um momento que esse fogo 🔥 vai aumentar bastante e ela não vai esperar o marido para permitir que um macho apague seu fogo junto com ele..

    Responder↴ • uid:19f65f3c27xl
  • Nãoimporta: Tesão de contos, muito bem escrito e erótico.

    Responder↴ • uid:1dkyqe64pury
  • Ana Moreira: Excelente continuação e uma maravilhosa cumplicidade do casal! Parabéns!

    Responder↴ • uid:1dddn1gjk7dn