#Incesto #Teen #Traições #Voyeur

Eu vou te dar, mas... antes, quero que coma outra - Parte 06 (FINAL)

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Provocadora

Jeferson tinha saído pra dar uma caminhada a fim de aliviar a cabeça da briga que teve com a namorada Laís, e quando retornou no final da manhã Laís simplesmente mandou ele arrumar suas coisas e sumir da sua vida... Laís estava decepcionada com ele, pois tinha algumas provas das traições dele, como as recentes saidinhas dele sem avisar e essa última em que ele retornou cheio de arranhões no peito e costas. Ele disse que tais arranhões tinham sido jogando bola na praia, mas Laís ficou surpresa dele dar essa desculpa, afinal, ele disse que foi ver o pai doente e não jogar bola na praia... e o pior, ela sabia que o pai dele não estava doente, pois ainda na noite passada, quando ele saiu falando que tinha ido visita-lo, Laís pegou seu celular, entrou em contato com pessoas próximas ao pai dele e perguntou como ele estava e recebeu a notícia que o coroa dele não estava doente coisa nenhuma.

Já a filha Luiza, aproveitou o domingo e foi atrás da namorada Andreia, tomar satisfações sobre a transa à três e se o tal “garoto de programa” que comeu elas duas na noite anterior era na verdade o namorado da sua mãe conforme a informação da irmã caçula Liana.

E para aumentar ainda mais o clima tenso na família, assim que Jeferson deixou a casa para nunca mais voltar... eis que a ninfeta Fernandinha entra em disparada na casa da vó Laís, aos gritos:

- AJUDA, AJUDA, O PAPAI TÁ MATANDO A MAMÃE...

Liana, Fernandinha e a mãe Laís correram assustadas para a casa dela nos fundos... e chegando lá elas tiveram que conter Arthur, que não parava de chamar Lara de vagabunda, vadia, mentirosa... sendo que o motivo da discussão e agressões foi uma sunga e um envelope de camisinha rasgado que estavam jogados no chão do quarto, bem no pé da cama deles... e que assim que Arthur viu, enfureceu pra cima da esposa Lara, pois tal sunga não era dele, quanto mais a camisinha, pois ele não usava preservativo pra transar com ela. Aliás, nem mesmo Jeferson quando comeu Lara duas vezes usou camisinha porque ela não quis.

Ou seja, alguém entrou escondido no quarto do casal Arthur e Lara e colocou a sunga e o envelope rasgado de camisinha ali.

Alguém com a mente sórdida e diabólica, com a intenção de dar a dica para Arthur que a esposa dele estava sendo comida por outro enquanto ele não estava em casa... e assim atiçar a ira e a desordem na sua família. E esse alguém estava bem ali, atuando como uma atriz de drama Mexicano, como se tivesse assustada com o que estava acontecendo, segurando junto com a mãe e a sobrinha o enfurecido Arthur pelos braços, contendo a ira dele pra cima da irmã Lara... e que, por sua vez, coitadinha, estava se acabando de chorar, com uma mão no olho direito após um soco que levou dele.

E por falar em conter uma pessoa brava, enfurecida... Ninguém conteve Luiza, que chegou no apartamento da namorada Andreia partindo pra cima dela aos tapas e puxões de cabelos, querendo saber direitinho quem era o tal “garoto de programa” que ela disse ter chamado para a transa à três na noite passada... ao mesmo tempo falando que tinha informações que era o namorado da mãe, o seu desafeto em casa, Jeferson, ressaltando o fato de Andreia ter inventado e armado todo o cenário da foda no escuro justamente pra não mostrar ele... E diante tamanha confusão, discussão aos gritos, empurrões e dedos na cara em tom de ameaça, Andreia acabou confessando que sim... que era o Jeferson. Luiza chorando profundamente magoada perguntou a ela:

- Mas o que te deu na cabeça? Porque ele? Justo ele?

E Andreia disse:

- Eu tava transando com ele já... E ele me pediu pra te trazer pra cama.

Que dia mais pesado nessa família. Uma simples família carioca. Onde os ânimos aflorados fizeram explodir um sentimento de dor, rancor e ódio entre irmãs e seus parceiros, fazendo inclusive a mãe se arrepender de ter arranjado um namorado novo para substituir seu falecido esposo.

Dias depois, em uma sexta-feira nublada e fria no Rio de Janeiro, a chuva batendo no telhado, na calçada ao redor da casa e nas folhas das árvores e plantas, eram os únicos sons na casa da família... pois dentro, no ambiente, o silêncio era ensurdecedor por conta da tristeza em Laís, Luiza e Lara, por ainda estarem com seus corações abalados, por terem seus relacionamentos encerrados à base de mentiras, traições e covardia. Enquanto isso, a fria, diabólica e safada filha caçula, Liana, plena e satisfeita com tudo o que causou de forma manipuladora, tal qual uma emissária do caos, se mantinha deitada num dos sofás da sala, sentindo a sua alma em festa justamente pela tristeza da mãe e irmãs... e ao mesmo tempo, com seu celular em mãos, trocava mensagens com ninguém mais ninguém menos que o motivo do ódio da mãe e irmãs... Jeferson. Isso mesmo. A descarada depois de tudo ainda mantinha contato com ele.

E no dia seguinte, Liana era pura tentação aos olhos dos marmanjos que a viam passando pelas ruas de Campo Grande, toda de tênis, uma blusinha decotada saltitando seus fartos peitos loiros e exibindo por meio de um rebolado toda a gostosura da sua bundinha numa minissaia em malha colada ressaltando suas ancas largas, sendo que a cada rebolado a danada da saia ia subindo e ela tinha que puxar as pontas para não mostrar o que esses marmanjos queriam ver. E ela ia caminhando, sorriso estampado em seu rostinho de ninfeta, adorando ser comida pelos olhares desses machos com os quais ela cruzava ao ir passando... a safada arrebitava ainda mais, rebolava ainda mais, ciente de que eles pensavam besteira com ela... Liana se alimenta disso, do desejo dos machos por ela.

Adiante ela entrou em um bar... um barzinho bem fuleiro, frequentado somente por homens, homens de aspecto rude, escroto, alguns completamente embriagados, outros jogando sinuca, cartas... todos olhando admirados com a figura deliciosa dela adentrando como se desfilasse, era como se um anjo entrasse no purgatório, sendo que o cheiro da delicada pele aloirada dela era a única coisa realmente cheirosa nesse ambiente fedido a suor e cerveja... Logo adiante ela parou diante de Jeferson, que estava encostado no balcão, tomando uma cerveja e conversando com amigos.

- Como é que tu me achou aqui?

Liana: - Eu fui na tua casa... me disseram que tu tava aqui,

- Tu não vale nada, né, menina?

- Eu tenho palavra. Vim pagar o que prometi.

Jeferson olhava pra ela, ao mesmo tempo olhava praquele monte de macho olhando pra ela por trás, toda naquele seu traje insinuante, alguns machos ali chegavam a apalpar seus paus por sobre suas calças enquanto comiam por pensamento a bundinha dela super gostosa naquela sua minissaia colada, outros de frente lambiam os beiços se imaginando mamando naqueles seus tetões loiros salientados pelo decote da sua blusinha, e ela ali dando atenção apenas e somente para Jeferson, encarando ele com uma carinha safada, riso contido por uma mordidinha no lábio inferior enquanto com seus olhos focados nele ela desafiava ele a aceitar o que ela veio dar pra ele... seu corpo.

Nisso, Jeferson pediu a moto de um amigo ali emprestado, colocou ela na garupa e a levou pro primeiro motel barato ali perto. Pois mesmo sabendo que ela ferrou com ele diante da mãe e irmãs dela, ele não negava que ainda tinha por essa diaba manipuladora dos infernos um desejo que o fazia pensar apenas com a cabeça do seu pau, apesar de que vergonha na cara e bom senso eram coisas que ele naturalmente não tinha.

E já no quarto desse motel fuleiro, ela se comportava submissa, se deixando ser beijada de todas as formas por ele, que agarrava ela quase a quebrando no meio, onde ela gemia toda manhosa entre risos, demonstrando sua total falta de vergonha na cara, pedindo toda dengosa pra ele:

- aaaaiiimmmrr, iissoo, faz o que quiser de mim, vaaiimmr, vaaaimmrr, o que quiseeerr, mmmrr, sou toda sua, todinhaaaa...

E ele, num misto de tesão e ódio dela, agarrou ela pela garganta como se fosse a esganar enquanto a chamava de puta, safada, vagabunda, vadia, cachorra, ordinária, bandida e todos os xingamentos que uma filha da puta manipuladora como ela merecia no momento... e ela reagia rindo da cara dele da forma mais provocadora possível... chegando a chamar ele de trouxa... de seu escravo... e ele sentando o tapa na cara dela... onde ele abriu o decote da blusa dela de supetão fazendo os tetões loiros dela saltarem balançando, onde ela gemeu com ele caindo de boca, lhe mamando um e outro de forma gulosa, empurrando seu rosto nas mamas e sugando forte cada mamilo rosado, ao mesmo tempo em que ele fodia a bucetinha dela com dois dedos da sua mão por baixo da saia dela erguida e por dentro da calcinha dela... Liana gemia alto de prazer:

- iiisssooo seu filho da puuutaaa, me uusaa, me uusaaa...

Os dois começaram então a se livrar de suas roupas de forma afoita, e na cama Jeferson caiu de boca no gostoso e perfeito corpo da loirinha Liana, onde a moleca se contorcia na cama feito uma cobra na areia quente, gemendo da forma mais manhosa que uma mulher pode gemer enquanto era devorada do seu pescoço, passando por seus peitos, descendo barriguinha loira abaixo, por toda a sua lisinha virilha com marquinha de biquíni até ser domada pelas coxas e ter a sua piriquitinha, a sua xaninha, aquela pombinha rosadinha que ela tinha ali entre cheirosas pernas loiras com vontade... onde Jeferson estalava seus lábios enquanto chupava com pressão, varrendo o rachado vermelhinho dela com lambidas e sugadas intensas bem no grelinho dela.

A moleca rebolava deitada dando sua bucetinha na boquinha do tarado homem que a chupava intenso:

- Me chuupaaa, me chuuupaaa, me chuupa fooorteee, vaaiimmrr, iissooo, engole minha pepeeekaaaa...

Jeferson estava fora de si, tomado por uma loucura devastadora, segurando sua musa diaba pelas suas pernas arreganhadas e metendo sua boca faminta na bucetinha rosada e carequinha dela...

- aaaii eu vou goozaaarrr, eu vou gooooozaaaaaaahhhhrrr...

Jeferson, tomado por uma tara surreal, gemia e revirava seus olhos enquanto provava do suco da xoxota dessa pilantrinha numa chupada intensa, ao mesmo tempo em que se assustava com o espetáculo esplendido e maravilhoso que era assistir por entre as pernas dela a explosão de espasmos fazendo aquele corpinho dela se contorcer daquela forma tão louca... era como se ela estivesse sofrendo convulsões...

Jeferson foi subindo nela aos beijos, chupando todo o corpinho trêmulo dela, voltando a mamar nas tetonas dela, chupando seu pescoço, beijando a sua boca, ela toda arreganhada sentindo o peso do avantajado corpo dele enquanto arranhava as costas dele. Mas logo ele de rosto por sobre o dela, perguntou:

- Tem camisinha?

Ela ali encarando ele, gargalhou, e mudando o semblante, ficando séria, disse pra ele:

- Não goza em mim, se gozar eu mando te matar... E tu sabe que eu sou ótima em convencer os outros a fazer o que eu quero.

Jeferson, por sobre ela, por entre suas pernas loiras arreganhadas, segurou seu pau e foi esfregando a cabeça rosada bem no rachado da xoxota da moleca, que gemia toda manhosa... e incitava encarando ele com seu rosto ali por baixo do dele:

- Conseguiu, né, seu safado? Finalmente vai meter esse teu pau na minha bucetinha, né? Mete, vai... mete beeem devagar... eu quero sentir cada pedacinho dela entrando dentro de mimmmrr, rraaammmrr... calma... iissooo... aaii caraalhooo, que cabeção, mmmrrr... iissoo, vem mais, veemmm...

Jeferson por cima dela e por entre as pernas dela estava praticamente hipnotizado com as expressões de tesão no rosto dessa safada... ela tremia o rosto ofegando de boquinha aberta e olhos esbranquiçados de tanto revira-los. E os gemidos dela... nossa, gemidos rouquinhos e falhados... a coisa mais manhosa do mundo gemendo. Jeferson sentia como se o seu pau fosse explodir enquanto ele o metia sem pressa na bucetinha da sua musa... uma bucetinha carnuda por fora e por dentro super apertadinha, onde ele sentia com a cabeça do seu pau as paredes vaginais molhadinhas se abrindo conforme ele ia empurrando mais e mais até chegar no fundo... e ela ali embaixo dele completamente trêmula, manhosa e louca... pedindo:

- Me foodee, me fode bem gostoso, vaaiimmrr...

Jeferson começou então a impor ritmo a malemolência dos seus quadris enquanto ia socando rola na bucetinha da ninfeta... ao tempo em que ele também gemia tal qual um animal, se esforçando em manter seus olhos bem abertos enquanto encarava a danada ali por baixo, pois as reações faciais da carinha bonita dela eram qualquer coisa de maravilhoso de assistir. Um anjo, um anjo safado e com um linguajar de puta:

- Me fode, vaaii... me fode com força, filho da puta, tá com dó da minha buceta, é?

Ele apoiou uma mão e outra na cama, de um lado e outro do corpo dela deitado e suspenso por sobre ela começou a mexer mais e mais veloz os quadris e assim foi dando mais e mais velocidade a sua rola enfiada na bucetinha dela... fazendo então a safada quicar de costas na cama enquanto sapecava a virilha no meio dela sem dó... Jeferson socava, mandava ver no meio dela em puro estado de tesão e admiração por ela enquanto assistia por cima as reações dela... os sons de virilhadas ecoavam no quarto... e tome rola, tome rola... já fazendo a rechonchuda xoxota carequinha cor rosa da filha caçula da sua namorada se arregaçar toda por dentro com cada socada forte e veloz que ele desferia com vontade... ao mesmo tempo se deliciando com a visão que tinha por sobre ela, dos peitões loiros e naturais dela chacoalhando no ritmo da bombada dele e o rostinho lindo dela de pirralha, de safada se enchia de expressões faciais de agonia, dor e tesão... onde ela gemia toda chorosa, assustada e falando de forma ofegante:

- Não paaraa, não paaraa, não paaraaa, aaaiimmrr, aaiimmrr, aaiimmrr...

O som do rangido das molas enferrujadas da fuleira cama batendo na parede, se juntava aos sons dos gemidos urrados de Jeferson, mandando ver no meio das pernas loiras dela, e aos gemidos e gargalhadas dela... isso mesmo, a safada misturava gemidos de dor, prazer em sentir a rola petrificada de Jeferson estocando forte a sua bucetinha, com suas risadas de deboche... pois ela ria do quanto ele era gostoso lhe comendo e do quanto ele era o seu brinquedinho, o seu animalzinho adestrado... e o sorriso no rosto dela deixava ele ainda mais enfurecido, assim ele mandava ver uma paulada no meio das pernas dela aos sons de batidas secas de carne que ecoavam nesse quarto... socando-lhe a rola na buceta sem dó e gentileza feito uma britadeira ligada no máximo... e nisso ele parou de uma vez, se ergueu dela empunhando seu pau melado e assim deu uma jorrada de porra aos disparos por sobre o corpo dela, dando um banho em sua virilha e chegando a bater até entre seus peitos... ela ali deitada olhando pra ele, de olhos embriagados... ria e falava:

- aaii que porra quentiinhaa... vem aqui, vem.

Ele saiu da cama ficando em pé no chão, puxando ela pelos cabelos, onde em pé na cama diante dela ajoelhada ele empurrou o seu pau na boquinha dela e se tremeu dando um grito de rosto pro alto:

- RRRRAAAAAAAAAHHHHRR...

Liana lacrimejou sufocada pelo imenso e veiúdo membro grosso e enrijecido enfiado em sua boca, tanto que bateu nas coxas dele, empurrou ele... e soltou o ar golfando tufos de baba.

E pelos cabelos ele a puxou da cama e saiu arrastando ela pelo quarto desse motel enquanto a xingava... levantou ela a pondo de costas numa parede e enforcou ela com uma mão e com a outra abaixada meteu a dedada na bucetinha dela e socou veloz... socando, socando, socando... até que a danada gemeu se tremendo, dobrando os joelhos e só não desabou porque ele ainda a esganava ela pelo pescoço e impediu ela de cair enquanto a mão dele se chocava na virilha dela, com dedos socando sem sair de dentro, arrancou um esguicho de suco da xana dela... ele a largou, mas antes dela desabar, ele a virou de costas pra ele, ela se apoiou de mãos na parede enquanto ele a pegou metendo-lhe a rola por trás, onde segurou ela pelos quadris e a comeu em pé socando forte, fazendo a safada ter que aguentar os solavancos dele lhe batendo na virilha por trás... e boquiaberta a gemer feito uma cadelinha cansada e revirando os olhos ela sentia a rola dele lhe socando a buceta de baixo pra cima por trás... ele parou de uma vez, deu um tapa na bunda dela, virou ela de frente pra ele e deu-lhe um tapa na cara que ela ficou tonta e desabou de joelhos.

- Sua vadiazinha... vem cá, vem.

Ele a pegou no colo, e antes de chegar na cama a arremessou por sobre a mesma que ela quicou... logo ele a pegou pelos tornozelos, a puxando até a beirada da cama, a virou de costas pra ele, dando uns tapas na bunda loira dela e mandou:

- De quatro, porra. Fica de quatro.

Liana ofegante, olhando para ele por sobre um ombro enquanto se colocava de quatro bem na beirada dessa cama fuleira de motel de quinta categoria, onde ele, parado em pé ali atrás dela ficava com seus olhos fixos na delícia que era tudo aquilo virado para ele de forma arrebitada... nossa, que bunda essa safada tinha... tantas e tantas vezes ele viu essa bunda gostosa em shorts apertados e aqui estava peladinha, se mostrando ainda mais gostosa do que ele imaginava... Jeferson em estado de tesão constante, de pau doendo de tão duro em sua mão enquanto homenageava a bunda dessa diabinha... ele gemia ofegante na punheta... e ela, usando de toda a sua vocação de safada, rebolando pra ele, onde pediu a ele com um certo sorriso malicioso em seu semblante:

- Vem... você não me queria assim? Vem, anda!

Nem era preciso pedir. Jeferson pegou essa danada pelo rabo caindo de cara no meio e fez ela se tremer todinha de quatro... gemendo manhosa de agonia, tamanha a chupada que ela tomava em seu cuzinho... pois ele não só puxava a bundinha loira dela ao encontro do seu rosto, como empurrava seu rosto no meio, usando de uma certa pressão nos lábios, como se mamasse, ora movimentando seu rosto pra cima e pra baixo conforme lambia o rego dela como se lambesse um delicioso sorvete... atiçando o cu dela que entrava e estufava no sobe e desce da lambida... levando Liana a se tremer toda enquanto sustentava seu corpo de quatro e mantinha a sua bunda bem arrebitada na cara dele.

O oral anal se estendia por conta da loucura que era para Jeferson poder ficar segurando a bunda gostosa dessa moleca assim por trás e poder provar desse seu cuzinho tão tesudo. Quanto mais ele ali olhava pra raba dela toda aberta diante dele, mais ele tinha vontade de meter a língua no cuzinho dela. E ela estava adorando, por ela ele ficaria chupando seu cu o dia todo... mas ele então ergueu seu corpo, em pé no chão diante da cama, diante dela de quatro, domou ela com uma mão em cima da loira bunda gostosa dela e com a outra segurando seu pau duraço foi encaixando na bucetinha dela ali por trás e foi empurrando... Liana gemeu se tremendo ao sentir o tamanho, a grossura e a dureza do mastro lhe apartando o canal vaginal... e gemeu mais ainda quando começou a ser puxada pelos quadris conforme ele ia fazendo todo esse cacete se mexer dentro da sua bucetinha para frente e para trás... ela de quatro apoiou firme suas mãos na cama pra poder aguentar os solavancos impostos pelas lapadas da virilha dele em sua bunda loira que tremia as carnes e até doía... onde revirando seus olhos e boquiaberta a gemer ofegante, ela reagia descontrolada:

- aaaiimmrr, aaiimmrr, aaiimmrr, aaii caaraalhooo, aaiimmrr, aaiii filho da puutaaa, me foodee, me fooodee, rraaaahhhhrrr...

Quanto mais Jeferson olhava pra baixo e reparava na beleza e gostosura da bunda loira da safada entre suas mãos, mais ele sapecava com toda a força a sua virilha, socando gostoso seu pau na bucetinha dela... fazendo a putinha gritar aos berros nesse quarto de motel... gemidos juntos a sons de virilhadas e tapas na bunda dela... onde ele usava de toda a velocidade dos seus quadris para poder socar o mais veloz na bucetinha dela... Liana era arremessada pra frente descontroladamente, seus loiros peitões balançavam rápido chegando a se arrastar na cama... ela chegou a colocar uma mão atrás em cima de uma mão dele a segurando por uma quadris enquanto a puxava, ela fazia cara de dor, pois a rola dele fodendo a buceta dela em alta velocidade lhe dava uma puta sensação de arregaço constante... parecia um ferro lhe fodendo a buceta... ele chamando ela de fresca pegou forte ela pelos cabelos e puxou fazendo ela gritar de dor no seu couro cabeludo e assim ela deu uma arrebitada ainda maior para ele continuar tacando-lhe a virilha na bunda que estremecia as carnes a cada batida frenética... com ele a puxando e socando com tanta força que ela começou a perder o fôlego de tanto gemer, gritar, chorar, berrar, e ele ali atrás, batendo virilha, batendo, batendo, batendo, batendo... colocando para fora toda a vontade que ele tinha de botar essa putinha de quatro e socar a rola nela. Pois ela merecia isso, merecia ser fodida que nem uma cachorra e gemer que nem uma puta sendo estuprada.

- RRAAAHHHHRR, RRAAHHHRR, RRAAHHHRR, RRAAMMMRR...

Ele parou de uma vez largando ela, onde na última virilhada ela foi lançada pra frente quase sendo jogada pra fora da cama... caindo debruçada e entre espasmos lhe destruindo o corpo todo... ela chegou a deitar de conchinha com uma mão na xoxota, xoxota latejando, ardendo toda desbeiçada, avermelhada e lambuzada de suco... enquanto Jeferson, segurando seu pau pulsando numa sutil punheta, deu a volta na cama, parou diante dela deitada de bruços e jorrou o restante de seu esperma momentâneo no rosto dela ali deitado na cama, ele ainda bateu com o pau na carinha dela.

Houve então um descaso sem penetrações, com eles deitados se agarrando e trocando beijos intensos de língua... Jeferson não queria parar de provar do corpinho tesudo dessa ninfeta, sempre agarrando, beijando sua boca com muita força, chupando intenso sua língua, devorando os lados do seu cheiroso pescoço cheio daquelas pelugenzinhas aloiradas, e as mãos dele percorrendo o corpo dela todinho, dando gostosas apalpadas por entre as pernas dela, bem na sua molhada, careca e macia bucetinha... escorregando mãos pelas costas dela ao abraça-la, agarrando a bunda gostosa dela, agarrando seus peitões e os massageando... ora ele descia sua boca e mamava gostoso em cada um, ora ela ficava segurando no pau dele e o masturbando suavemente, onde ela mordia o peito dele... aqui e ali ele apertava a garganta dela enquanto encarava as feições do rostinho lindo dela ficando sem ar... onde também vinha nele uma vontade louca de surrar essa carinha safada dela, pois a diabinha de repente ria, e ela ria de forma provocativa... nossa, Jeferson se segurava pra não dar umas porradas na cara dessa putinha.

Liana deitou em cima dele invertida, dando início a uma troca de oral num 69, ele por baixo dando gostosas lambidas na xoxotinha dela... e ela segurando a rola dele em pé, onde ela descia seus lábios engolindo num gargarejo barulhendo. Jeferson não queria largar essa safada, queria aproveitar cada segundo provando dela todinha, e ela fogosa mantendo o ritmo, se deixando ser toda beijada, mordida, lambida e chupada por ele... logo ele a domou pelas coxas e deitou de cara entre as pernas dela e abocanhou com tanta pressão a bucetinha dela, levando ela a loucura, a gozar e a se contorcer feito uma possuída nessa cama fuleira de motel.

Jeferson deu um tempo, chegando a vestir sua sunga, calça e camiseta, falando que estava morrendo de sede e ia sair pra comprar algo, afinal, a merda do motel fuleiro sequer tinha um barzinho no quarto.

Uns 20 minutos depois e ele estava de volta trazendo consigo algumas latinhas de cerveja, dando uma para ela. E enquanto bebiam, se refrescando, revigorando, eles conversavam:

- Como é que tá a tua mãe?

Liana, rindo dele enquanto dava um gole na sua latinha de cerveja:

- Não quer te ver nem pintado de ouro.

Ele: - Me ajuda a voltar pra ela?

Liana: - Tu ama a minha mãe?

Ele: - Sinto falta dela. Por alguma razão eu gostava de viver com vocês.

Liana: - Claro que gostava. Tinha comida, roupa lavada e mesada... e ainda metia rola nas filhas e na netinha dela. Qualquer macho safado ia sentir falta disso.

Ele: - Foi você quem me fez comer elas.

Liana: - O pau é seu, queridinho... você mete ele em quem quiser... aliás...

Liana foi virando de quatro, dando uma bela arrebitada em sua bunda loira apontada para ele ali em pé fora da cama... e rebolando enquanto olhava para ele por sobre um ombro, disse toda safada:

- Eu vim aqui pra cumprir minha promessa e não pra conversar. Anda, vem me comer.

O pau de Jeferson que estava descansando, enrijeceu em questão de segundos enquanto os olhos dele encaravam a bela raba loira da filha da sua ex namorada... Puta que o pariu, essa diabinha de quatro era coisa de louco, a tentação em curvas e recheios, era sem dúvida a posição que mais deixava ela gostosa, que mais mostrava toda a sensualidade devassa dessa safada. A bunda dela ficava super selada, arrebitada, com uma curva bem acentuada no dorso lombar onde subia morros acima evidenciando nádegas super redondas e bem feitas de pele loira dourada e um monte de pelugenzinhas esbranquiçadas, e ela deixava as pernas bem abertas, onde se via a buceta carnudinha dela em formato de concha ali por baixo e logo acima um cuzinho que... nossa, que cu essa safada tinha... As ninfetas são assim, são como um sonho, parecem que foram moldadas pelo diabo pensando justamente em atiçar o mal na cabeça dos homens...

E essa ninfeta aqui em questão, Liana, além de ficar perfeita de quatro, ainda oferecia sua bunda para ele rebolando, chamando ele... E ele chegou pondo suas mãos na bunda dela, massageando, alisando, arreganhando, sempre olhando pra ela com desejo, babando, e por ele estar em pé atrás dela, ele tinha uma visão por cima, era tipo um coração aberto virado para ele de tão perfeito desenho, com dois morros tão arrebitados... e ela rebolando nas mãos dele... O que deixava ele hipnotizado enquanto olhava, era saber que essa bunda que ele estava aqui vendo peladinha e tocando nela, era a mesma que ele tantas vezes viu em shortinhos safados que deixaram ele babando... As mãos dele em cima arreganhavam e ele podia ver de pertinho o cuzinho rosado dela... Ele chegou a colocar acariciar as preguinhas dela com um dedo só, sem meter, só pra sentir aquelas suas rosadas preguinhas... e na hora que ele encostou esse dedo a safada fez:

- aaaiimmrrr...

Se excitando toda, se arrepiando, até olhou pra ele por sobre um ombro e disse toda manhosa:

- Quer comer meu cuzinho, é, tarado?

Nossa, essa pergunta dela era a cereja no bolo, era a realização de uma vontade de muito tempo... e nisso, ele perguntou:

- Deixa eu comer essa bundinha linda, deixa?

E ela apenas jogou seus lisos cabelos loiros para um lado enquanto virava seu rosto para ele por sobre um ombro e arrebitou ainda mais, falando:

- Só se chupar meu cu bem gostoso.

Nem precisava ela pedir, pois uma bunda perfeita como essa, não tem como o cara não ter vontade de beijar, chupar, morder e lamber todinha... e foi o que ele fez, agarrando com as duas mãos e caindo de cara. Fazendo a ninfeta gemer se tremendo numa puta agonia de tesão... enquanto sentia a língua dele lhe varrendo o rego e estocando seu cu... Os minutos iam passando e Jeferson domando a bunda gostosa da safada Liana e fazendo do cuzinho dela um gostoso sorvete, e assim ela colocou uma mão sua por baixo do seu corpo de quatro, encaixou seus dedos bem no grelo da sua buceta e começou a tocar uma siririca... enquanto sentia a sexo oral que ele lhe dava no meio da bunda... Liana chegou a um orgasmo rapidinho... e assim ele se ergueu se ajeitando melhor por trás dela, onde segurando seu pau com uma mão e com a outra segurando ao lado da bunda dela virada para ele de quatro, ele deu uma cutucada com a rosada cabeça no cuzinho salivado dela e foi empurrando beeemm devagar... causando na diabinha um tesão surreal, onde ela gemia muito, muito manhosa... pedindo:

- Põe devagar, porra, teu pau é grande... mmmmrrr... iiissooo, sem preessaa, mmmrrr, aaiimmrr...

Jeferson também gemeu de tesão quando sentiu a cabeça do seu pau entrando no meio da bunda dela com pregas e tudo:

- aaaii, caraaalhooo, que cu é eesseee, rraaammmrrr...

E ela, se mantendo de quatro, empinando a bunda pra ele e falando entre gemidos agoniados:

- Filho da puutaaa... Comeu o rabo da minha mãe, comeu o rabo das minhas irmãs, daquela puta da namorada da minha irmã... comeu o rabinho virgem da minha sobrinha... e agora vai comer o meu, né, seu taraadooo?

E ele, louco domando Liana pelos quadris enquanto se deliciava com o seu pau atolado no rabo loiro dela de quatro:

- Siimmrr, rraammrr... comi todas essas bundas pra chegar na mais gostosaaa... mmmrr, a tua, sua puutaaa... rraammrrr...

Jeferson domando ela de quatro e já puxando e socando, gemia constantemente num tesão absurdo... sentindo com o seu pau enterrado no rabo dela, toda a maciez do cuzinho dela... um gostoso e tesudo cuzinho rosado... e assim, em meio a tanta excitação, Jeferson foi movimentando seus quadris para melhor poder comer a bunda dela... Já Liana, numa puta agonia lhe enchendo o rosto de expressões faciais de dor, se acabava de gemer manhosa sentindo a bem dotada rola do ex macho da sua mãe lhe socando o cu. E quanto mais ele a puxava pelos quadris e a socava, mais o buraquinho anal dela ia se transformando num rombo. E o pau dele ali, enfiado e socando, socando, socando... e ainda bem que ela era acostumada a dar o rabo pro namorado da escola dela, assim o seu cu se delirou fácil com a enrabada que tomava de Jeferson... puxando ela e tome no rabo, tome no rabo, tome, tome, tooomeee...

- aaiimmrr, aaiimmrr, aaai meu cuuu, aaiimmmrrr...

Jeferson gemia alto, em total estado de realização, sentindo no seu pau um prazer sem tamanho a cada empurrada que ele dava no meio da bundinha gostosa da filha caçula da sua ex namorada, sentindo o quão tesudo era o cuzinho dela, tão apertado, macio, quentinho... e ela, por sua vez, se esforçava em aguentar seu próprio corpo de mãos e joelhos na cama e sustentar o máximo que podia a sua pose de cadela, enquanto era empurrada para frente a cada pressão que sofria do corpo avantajado do macho lhe domando por trás, lhe puxando e socando, puxando e socando, puxando e socando o pau em seu cuzinho, fazendo a safada gemer toda manhosa de dor, era um gemidinho a casa enfiada, a cada socada, aaiimmrr, aaiimmrr, aaiimmrr, e o pau socando... claro que tinha momento onde seu cu ardia com mais força, pois aguentar um porrete como o do ex macho da sua mãe no seu cuzinho não era fácil, ainda mais ele sendo tarado pela bunda dela, porém, ela era ciente de que tinha que se comportar submissa a fim de pagar a sua dívida por todos os favores que ele fez para ela... e assim ela empinava toda safada pra dar o cu bem gostoso, pra tomar na bundinha com força, deixando ele puxar ela com força e meter tudo, tudinho no meio do seu rabinho... onde ela seguia gemendo e chorando de dor, mas deixando claro que, depois de toda a confusão, se ela quisesse, ela não procuraria ele.

Ela veio atrás dele porque era safada, puta, vadia.

Tinha hora que Jeferson parava de socar e ficava ali atrás dela, de mãos abaixadas e somente olhando pra bunda dela e seu pau enfiado no meio, onde ela mesma, de quatro, toda arrebitada pra ele, ficava mexendo seus quadris e assim fazendo a sua bunda ir ao encontro da virilha dele... onde ela mesma fodia o pau dele com o seu cuzinho, fazendo cada centímetro entrar em seu cu até o talo... E ela fazia isso olhando para ele por sobre um ombro, rindo de forma safada, com aquele seu rostinho de anjo devasso toso corado e suadinho, cheio de expressões de dor, onde ela gemendo falava:

- Tá matando a vontade, né, safado? Tu tinha muita vontade fazer isso comigo, né? Me pegar assim de quatro, mmmrrr, e me meter essa rola no meu cuzinho, né?... Tá gostando, tá? É gostoso meu cu, é? rrmmmrrr?

Isso só servia para atiçar ainda mais a vontade de Jeferson pela bunda dela e assim ele a puxava mais forte ainda e recomeçava a socar, mandando ver com força, dando um sacode nessa vadiazinha, que gemia aos gritos nesse quarto fuleiro desse motel vagabundo. O melhor lugar para uma putinha manipuladora pagar sua dívida com um oportunista safado.

Jeferson ali mandando ver, só parou mesmo quando começou a sentir aquela agonia gostosa que antecede o orgasmo, onde seu pau em constante movimentação enfiado no cuzinho dela começou a doer anunciando um esporro... e ele parou puxando ela pelas ancas e grudando sua virilha na bundinha loira dela, e de pau atolado, todo atolado, sentiu o mesmo tremer enquanto esguichava dentro todo o restante de esperma que ele tinha ali em seu saco.

E nisso ele desabou por sobre as costas banhadas de suor dela, que por sua vez foi de encontro a cama de bruços, gemendo completamente sem ar... ainda sentindo a virilha dele em sua bunda e o pau dele atolado em seu cu, latejando... e quando ele saiu de cima das costas dela, deitou de costas na cama ao lado dela, consumido por suor e cansaço, gemendo bem ofegante, até mesmo sentindo dores nos quadris de tanto que teve que remexer enquanto dava conta da bunda dessa moleca... e ela ali de bandinha, gemendo e curtindo os espasmos explodindo em seu corpinho loiro todo suado, onde no meio da sua bundinha loira, suada e com as nádegas avermelhadas de tanto ser virilhada, era expelido um tanto da porra pelo seu cuzinho inchado, com as pregas do avesso de tão arrombado.

Depois da loucura realizada, da dívida paga... ele deitado na cama pelado, fazendo um carinho em seu pau já mole, e ela catando suas roupas pelo quarto, enquanto ele olhava pra ela e falava:

- Tu se parece muito com a tua mãe, sabia?

Liana: - Tá me chamando de safada e mentirosa, é?

Ele: - Que é isso? Respeita a tua mãe, moleca.

Liana: - Como foi que tu conheceu ela?

- Eu era moleque, tinha uns 9 ou 11 anos... meu pai contratou ela pra ser minha professora de reforço na época. Eu era péssimo na escola, não queria nada com nada, só queria saber de pegar as menininhas rsrss... E eu lembro até hoje... fiquei maluco quando vi tua mãe, fiz questão de assistir todas as aulas dela só pra ficar perto dela... tua mãe sempre foi gostosa, ela chegava em casa pra dar aula pra mim com uns vestidos abertos do lado mostrando as coxonas dela, decotado nos peitões dela... ela do meu lado me ensinando a tarefa da escola e eu o tempo todo de pau duro pra ela... ai quando ela ia embora eu me acabava na punheta pensando nela rsrsrs... Mas aí eu continuei mal na escola e o meu pai me mandou pra Minas Gerais pra morar com a minha mãe... Aí eu voltei há um ano atrás... reencontrei tua mãe já coroa e viúva... mas ainda gostosa... aí rolou um clima e a gente foi ficando.

Liana: - Realmente, vocês dois se merecem.

Jeferson: - Caralho, eu tô pensando aqui... tu ferrou com as tuas irmãs, né? Coitadas.

Liana: - Coitadas? Coitado é do meu pai que morreu sendo enganado pela mentirosa e safada da minha mãe, que metia chifre nele desde antes de casar com ele.

Jeferson: - Desde antes de casar? Que eu saiba eu comecei a comer a tua mãe quando teu pai já tinha morrido.

Liana: - Minha mãe nunca escondeu de mim que sempre gostou mais das minhas irmãs... e o que mais me doía era saber que ela sempre mentiu pro meu pai e pra elas que de nós três eu era a única filha biológica dela com ele.

Jeferson: - Por isso que tu é loira e as tuas irmãs morenas?

Liana: - Sim.

Jeferson: - Caralho, eu já tinha reparado nisso mesmo... E eu pensando que elas tinham puxado pra algum parente de vocês... Nossa, eu convivo com a tua mãe há um ano e ela nunca me falou isso. Mas quem é o pai das tuas irmãs?

Liana: - Teu pai.

FIM!!

Obrigada, e comentem, por favor!

Comentários (2)

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  • André: Poderia ter continuação muito bom colocar as cartas na mesa

    Responder↴ • uid:1daiannn41
  • Solteiro: Nossa que conto incrível .

    Responder↴ • uid:8ef56rn209