Eu sou Fabio e irei contar minha vida
Outra história real minha, uma das poucas vezes que eu comi mulher.
Eu sou o Fábio, na época tinha 23 anos. Sou assumidamente gay, mas isso nunca impediu a Emily de me provocar como uma cadela no cio. Ela namorava o Robson, um cara alto, musculoso, daqueles com corpo de academia, abdômen definido e cara de macho alfa. Ela vivia esfregando ele na minha cara toda oportunidade que tinha.
— Olha pro meu homem, Fabio... não é uma delícia? — dizia, passando a mão pelo peito dele bem na minha frente, sorrindo com aquela cara de safada.
Mas quando o Robson virava as costas, o jogo mudava completamente. Ela se aproximava por trás e esfregava aquela bunda empinada e macia contra mim, devagar, pressionando bem na minha virilha. Depois virava, alisava meu braço com as unhas, descia a mão devagar e sussurrava no meu ouvido:
— Você fala que é gay, mas não é morto, né?
Eu respondia seco:
— Emily, para com essa merda. Eu sou gay. Não tô interessado.
Ela só ria, mordia o lábio e rebolava se afastando, como se meu “não” fosse um desafio. Isso durou meses. Cada festa, cada churrasco, cada encontro de amigos era a mesma tortura. Tesão zero por ela, mas uma raiva crescente. Raiva daquela provocação constante, daquela falta de respeito.
Até que chegou a festa de aniversário do Robson.
A casa estava cheia, música alta, muita bebida. Robson exagerou na cerveja e no whisky. Lá pelas três da manhã ele estava completamente grogue no sofá da sala, apagado, babando, morto pro mundo.
Emily me encontrou na cozinha, olhos brilhando de álcool e malícia.
— Ele dormiu pesado. Nem acorda com bomba.
Ela vestia um short jeans minúsculo que mal cobria a bunda e um top que deixava a barriga de fora. Pegou minha mão e me puxou para a varanda dos fundos, um espaço escuro e isolado, só com a luz fraca de um poste distante.
Assim que a porta de vidro fechou, eu explodi.
Empurrei ela contra a parede com força, sem carinho nenhum. Minha raiva de meses saiu toda de uma vez.
— Você quer tanto assim, sua puta provocadora? Então toma.
Beijei ela com brutalidade, mais pra calar do que por desejo. Minhas mãos desceram e apertaram aquela bunda que tanto esfregou em mim. Ela gemeu, surpresa com a minha agressividade.
— Fabio... caralho...
— Cala a boca. Você pediu isso todo esse tempo.
Abri o botão do short dela e baixei tudo junto com a calcinha. A boceta dela já estava molhada, inchada. Enfiei dois dedos com força, sentindo o calor melado. Ela arqueou as costas, gemendo.
Ajoelhei rápido, levantei uma perna dela e enfiei o rosto entre as coxas. Lambi com raiva, chupando o clitóris, enfiando a língua fundo, sugando os lábios carnudos. Não era tesão por ela. Era ódio. Ódio de cada vez que ela se ofereceu sabendo que eu era gay.
— Isso... come minha buceta — gemeu ela, segurando minha cabeça.
Levantei, abri minha calça e tirei o pau. Estava duro, mas era puro tesão acumulado da provocação, não atração por ela. Virei Emily de costas, empinei aquela bunda e esfreguei a cabeça do pau entre os lábios molhados.
— Você vai levar agora, Emily. Tudo que ficou me provocando.
Empurrei de uma vez. Entrei até o fundo na buceta quente e apertada. Comecei a meter com força, segurando os quadris dela com raiva, batendo fundo. A bunda macia balançava a cada estocada forte. O som molhado de pele contra pele enchia a varanda.
— Ai, Fabio... mais forte... me fode!
Dei tapas duros na bunda dela, deixando marcas vermelhas. Puxei o cabelo dela pra trás, arqueando seu corpo enquanto metia sem piedade. Cada estocada era uma vingança. Por cada esfregada de bunda, cada alisada no braço, cada “você não é morto”.
Virei ela de frente, levantei uma perna e voltei a enfiar fundo, olhando nos olhos dela.
— Isso é o que você queria, né? Ser comida pelo amigo gay enquanto seu macho dorme lá dentro.
Ela gemia alto, unhas cravadas nas minhas costas. A boceta apertou forte ao redor do meu pau quando ela gozou, tremendo inteira, gozo escorrendo pela minha coxa.
Puxei pra fora e gozei com raiva, jatos grossos acertando a barriga, os peitos e o top dela. Esfreguei o pau lambuzado na pele dela, marcando.
Emily ficou ofegante, olhando pra mim com um misto de surpresa e excitação.
— Porra, Fabio... não esperava isso de você.
Puxei minha calça pra cima e respondi frio:
— Isso foi pra você aprender a parar de se oferecer pra quem não quer.
Ela sorriu, ainda suja da minha porra, e sussurrou:
— Mas você gostou...
— Gostei de te usar. Só isso.
Voltei pra dentro da casa, deixando ela na varanda se arrumando. Robson continuava apagado no sofá, sem fazer ideia do que tinha acontecido a poucos metros dele.
Dois dias depois da festa, eu estava em casa, relaxado no sofá do meu apartamento. Ainda pensava na loucura que tinha sido comer a Emily na varanda. Meu pau até endurecia um pouco só de lembrar da raiva e do tesão misturados. Estava de short largo e camiseta, apenas descansando depois da semana puxada no serviço.
A campainha tocou. Quando abri a porta, Robson estava lá. Alto, musculoso, vestindo uma camisa preta justa que marcava o peito e os braços definidos. O rosto dele estava sério, mandíbula travada, olhos queimando de raiva.
— Então é verdade… — disse ele, entrando sem esperar convite e fechando a porta atrás de si com um baque. — Você comeu a Emily na minha própria festa, seu filho da puta.
Eu dei um passo pra trás, fingindo surpresa.
— Robson… calma. Foi ela que…
Ele me interrompeu, me empurrando contra a parede da sala com força. Seu corpo grande e quente pressionou contra o meu.
— Eu não quero saber. O Pedro viu tudo. Viu você metendo nela, viu vc até lambendo a xota dela, seu escroto. Você fodeu a mulher que é minha.
A voz dele era baixa, grossa, carregada de fúria. Senti o cheiro dele: suor limpo, perfume masculino e raiva pura. Meu coração acelerou, com medo de levar uma surra.
— E agora você vai aprender a não mexer com o que não é seu.
Robson agarrou minha camiseta e puxou por cima da minha cabeça, jogando no chão. Suas mãos grandes desceram e abaixaram meu short de uma vez, deixando meu pau balançando no ar. Ele olhou pra baixo e deu um sorriso debochado.
— Olha só… foi essa coisinha q comeu minha mina, viadinho. Acho que você pode até gostar da lição, sua puta.
Ele abriu o cinto e puxou o pau pra fora. Grosso, pesado, veioso, já semi-duro. Segurou minha nuca e me forçou de joelhos no tapete da sala.
— Chupa. Engole o que é meu.
Eu fingi resistência, empurrando levemente as coxas dele.
— Robson… para… não quero isso com você… é errado.
Ele segurou meu cabelo com força e enfiou o pau na minha boca. O gosto era forte, salgado, viril. Ele começou a foder minha garganta com estocadas pesadas, batendo fundo.
— Cala a boca e mama. Isso é pra você aprender.
Eu gemia abafado, baba escorrendo pelo queixo, engasgando naquela rola. Por dentro, eu estava delirando. O pau dele era perfeito — grosso, quente, cheirando a macho. Eu comecei a chupar com vontade, mas fingia que estava sendo forçado.
Depois de alguns minutos, ele me levantou, virou de costas e me empurrou contra o sofá, inclinando meu corpo. Cuspiu na mão, passou no pau e pressionou a cabeça grossa contra o meu cu.
— Agora você vai sentir dor de verdade.
Empurrou com força. A cabeça entrou, abrindo meu buraco. Eu gritei alto, doeu de verdade me dando desespero:
— Ai, caralho! Tá muito grosso… Robson, para! Dói pra porra!
Ele segurou meus quadris com as mãos grandes e meteu mais fundo, abrindo meu cu centímetro por centímetro até as bolas encostarem na minha bunda. Começou a foder forte, estocadas brutais, o som de pele batendo ecoando pela sala.
— Isso… toma no cu, seu safado. Comeu minha mulher, agora vai levar minha rola.
Eu gritava a cada estocada:
— Tá rasgando… ai, por favor… mais devagar… tá doendo muito!
Meu corpo tremia, mãos agarradas no encosto do sofá. Na verdade, eu comecei a curtir cada centímetro, agora q meu cu já tava laceado. O pau dele batia fundo, enchendo meu rabo completamente, roçando em todos os pontos certos. Cada estocada forte me fazia delirar de prazer. Eu rebolava discretamente pra trás, apertando ele por dentro.
Robson metia sem piedade, suado, rosnando:
— Grita mais, vai. Quero ouvir você sofrendo enquanto toma o que merece.
Ele mudou de posição. Me deitou no sofá de lado, levantou uma das minhas pernas e enfiou novamente, olhando pra mim enquanto fodia. O pau entrava e saía brilhando, abrindo meu cu vermelho e inchado.
— Tá gostando, né? Olha como seu cu engole tudo.
— Não… tá doendo… eu não aguento… — gemia , enquanto meu cu engolia toda aquela vara.
Robson acelerou, metendo fundo e forte. Gozou com um grunhido rouco, enchendo meu cu de porra quente, jatos grossos pulsando lá dentro. Ficou alguns segundos enterrado, depois puxou devagar, deixando o cu piscando e escorrendo porra dele.
Ele deu um tapa forte na minha bunda e se levantou, guardando o pau ainda semi-duro.
— Isso foi só o começo. Se chegar perto da Emily de novo, eu volto e te fodo até você não conseguir sentar.
Robson saiu do apartamento, batendo a porta.
Eu fiquei deitado no sofá, cu latejando, cheio da porra dele, pau duro latejando. Sorri, passando a mão na bunda e sentindo o líquido quente escorrendo.
Valeu cada segundo que comi a Emily. Só pra sentir o Robson me invadindo com raiva, com força, com aquele pau grosso. Eu levaria essa “punição” quantas vezes ele quisesse.
Pena que ele e Emily se afastaram de mim depois disso.
Pra ganhar a foda, perdi os amigos.
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