#Bissexual #Grupal

Minha primeira transa com um cara

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Betocasado

Era pra ser mais uma noite com os caras. Mas, por ser final de ano, alguns acabaram se atrasando, e ficamos só eu e o Leo.

Perdi a reunião seguinte; foi a primeira que perdi desde que entrei pro "clube". Quando chegou a hora da próxima reunião, eu estava mais do que pronto para comparecer e deixar rolar de tudo, sem me travar. Aquela sexta-feira era alguns dias pro Natal. Ao contrário da Kelly, eu detesto as festas de fim de ano. Ela fica um caos com a decoração, os presentes e o estresse. Uma época alegre, definitivamente não. Sexo? Tá brincando? Eu não transava há umas três semanas. O verdadeiro apelo do "clube" era evidente, apesar do segredo.

Estava meio frio naquela sexta-feira, mas eu precisava sair de casa, precisava ir à reunião. Eu morava relativamente perto e cheguei à casa do Leo por volta das 19h. Quando ele me recebeu com um sorriso e um abraço, me deixando entrar, ele era o único lá.

"Parece que você é o único que vem hoje. Se quiser, podemos cancelar a reunião", ele me disse. "Ou podemos aproveitar ao máximo, se preferir", o seu sorriso foi o que me convenceu.

Ficamos ali nos olhando, e mais parecíamos os garotos que fomos um dia. Olhando pro Leo, eu passei a admirá-lo e ao "clube" de uma forma peculiar. Tendo visto o pênis um do outro, tendo visto a ejaculação e até mesmo tocado a ereção um do outro, masturbando-nos até o clímax, suponho que se possa dizer que tínhamos um "relacionamento sexual".

Vou dizer logo: já aconteceu de você conhecer alguém e ter aquela primeira impressão ambígua? Naquele primeiro encontro com o Leo, depois de tantos anos, a voz dele era suave e polida, e o aperto de mão meio frio e mole. Ele estava vestido impecavelmente. A impressão que tive foi que ele era gay ou pelo menos bissexual, mas tudo muito sutil.

Eu já tinha me enganado antes sobre as pessoas, e toda aquela confusão sobre o que o clube realmente representava anulou minha ideia. Mas se masturbar com um grupo de caras, fazendo sexo oral, na verdade, não é um pouco gay?

Eu estava meio atordoado por estarmos ali sozinhos, quando o Leo me sorriu de um jeito que só posso descrever como "sedutor". Ele pegou minhas duas mãos nas dele e eu soube o que estava por vir. E de novo nossos lábios se encontraram num beijo terno e hesitante. Ficamos assim por alguns instantes, e foi uma sensação gostosa de intimidade.

Então ele se afastou e me olhou detidamente, pois tudo aconteceu muito depressa. Em seguida, segurando a minha mão, ele me fez entrar na sua casa, naquela noite de sexta. Enquanto me conduzia pro quarto, eu estava tão excitado, sabendo o que estava prestes a acontecer: eu transaria com outro cara. Mas não era um cara qualquer; era o Leo, meu amigo de infância, com quem eu experimentei meu primeiro boquete.

Sim, eu já tive um envolvimento com outro cara. Aconteceu há muito tempo, quando eu e o irmão mais novo da minha namorada acabamos na cama uma noite, depois de bebermos. Honestamente, foi bem excitante, dois caras excitados nus na cama juntos, brincando com os pênis um do outro, se beijando, se chupando e se masturbando.

Isso nunca me incomodou; era o meu segredo. Eu não era gay e gostava de mulheres. Ele foi o único, mas foi excitante. Sexo é excitante independentemente do gênero. O irmão da minha namorada e eu ficamos juntos mais duas vezes depois disso; era tão proibido e erótico, mas não disso.

No quarto, o Leo e eu nos despimos calmamente; eu estava de calça de moletom e roupa de ginástica, como de costumel. O Leo estava um pouco mais arrumado. Assim que ficamos nus, puxamos os cobertores e nos deitamos juntos na cama. Era algo discreto, mas erótico, como se fosse casual, quase por acaso. Mas, à medida que o erotismo de dois homens nus na cama aumentava, começamos a rolar um sobre o outro, nos beijando e nos acariciando.

Não vou mentir, foi incrível. Sexo é sexo. De jeito nenhum eu largaria minha esposa para virar gay, mas estar na cama com o Leo, nu e excitado, foi muito gostoso. O pênis dele era tão gostoso de tocar, acariciar e masturbar. Essa é a questão do sexo bissexual/gay: é como ver um reflexo ou uma expressão da sua própria sexualidade masculina, excitada e com tesão, em outro cara.

Se você conseguir superar todas as conotações e o estigma, na verdade, é muito erótico e excitante, se estiver a fim. Além disso, sendo casado e tendo relações sexuais interrompidas com tanta frequência, o sexo voraz, carne com carne, era uma distração bem-vinda. Eu não esperava nada além de uma masturbação com os amigos naquela noite, então pensei que poderia muito bem aproveitar.

Em certo momento, o Leo e eu estávamos rolando na cama, nos beijando e nos esfregando, quando ele sussurrou no meu ouvido: "Você é tão gostoso, Beto, eu sempre quis você pra mais do que apenas uma punheta".

Eu sabia que ele queria isso pelo jeito que tocou no meu pau quando me masturbou na última reunião. O toque da mão dele no meu pau, enquanto olhava nos meus olhos naquele dia, me desarmou. Estávamos tão perto de nos beijar na frente dos outros caras, mas eu me contive, e amarelei. Outros caras já tinham feito sexo oral nele e eu estava tão perto de fazer o mesmo naquele dia, eu teria feito. Eu queria, mas me contive.

Agora não havia motivo pra me conter quando peguei o pau duro do Leo e o levei à boca. Tinha um gosto bom, e a sensação proibida de chupar um pau fez o meu próprio pau latejar, de tão duro que estava.

Lambi e passei a língua no freio, na parte de baixo da cabeça do pau dele, com a glande linda brilhando de saliva. Então engoli tudo de uma vez e comecei a chupar vorazmente por alguns minutos antes de voltar para os braços dele, beijando-o tomado de excitação. O Leo retribuiu, lambendo e chupando o meu pau, depois abrindo minhas pernas, ele passou a me lamber.

Puta merda, aquilo foi bom demais; a Kelly nunca pensaria nisso, mesmo eu adorando lamber o buraquinho apertado dela e ela tendo a bunda mais linda de todas. Só uma garota já fez isso comigo e agora, com a língua quente, úmida e firme do Leo, era incrível. Ele chupou meu pau mais um pouco, e isso me fez querer o pau dele de novo porque eu queria que ele gozasse primeiro. Se eu ia tão longe com ele, eu queria provar o gozo dele e experimentar fazer um cara gozar na minha boca.

Eu me dediquei a chupar o pau duro do Leo pela segunda vez. Ele se contorcia e soltava uns gemidos suaves, curtindo receber uma mamada de um amigo. Era obsceno e fazer isso escondido da minha esposa e de qualquer um que me conhecesse, nu na cama com outro cara, chupando o pau dele. Mas eu tava adorando cada segundo.

Como eu disse, eu estava lá, eu estava fazendo aquilo e eu ia curtir. O que o Renan me disse, quando me fez um boquete pela primeira vez, "que nenhum de nós estaria aqui se nossas esposas nos dessem o que precisamos", era mais do que um pouco verdade. Se a Kelly tivesse se entregado um pouco mais do que se entregou, eu nunca teria à casa do Leo, nunca teria participado de uma reunião me masturbando em uma sala cheia de caras, e certamente não estaria nu na cama com um cara, chupando o pau dele. Agora era tarde demais.

A sensação de provar e chupar um pau era algo de que me lembrava um tanto vagamente. Se bem que nem fazia tanto tempo assim. Fantasiar sobre isso, me masturbar pensando em chupar um pau enquanto assisto a pornô, é muito excitante. Mas fazer aquilo é muito mais intenso do que simplesmente se masturbar fantasiando.

Eu lambi, chupei, beijei e masturbei o pau do Leo, querendo lhe dar prazer. Tentei fazer um boquete nele o melhor que pude enquanto ele estava deitado, e com aquela expressão de prazer. Ele fez alguns comentários como "os caras casados chupam melhor" e "aposto que sua esposa não faz ideia de como você chupa bem". Quando ele começou a dizer "Isso, Beto, continua" repetidamente, eu soube que ele estava perto do clímax.

Então aconteceu. Jatos enormes de porra encheram a minha boca enquanto eu sentia, pelo gosto e pela sensação, o pau dele ejaculando no fundo da minha garganta. Continuei chupando e o meu próprio pau formigava e doía enquanto eu continuava a engolir tudo. E jato atrás de jato, o Leo não parava de gozar na minha boca.

Por um longo tempo, continuei, saboreando o gosto do pau dele e da sua porra, enquanto ele murmurava e passava as mãos pelo meu cabelo. O que eu mais gostava no Leo era a quantidade de porra que ele gozava. Já tinha notado isso das outras vezes, de quando um outro cara tentava chupá-lo, sem dar conta de beber tudo.

Eu já estava com porra em volta da boca, e me escorrendo pelo queixo. Mas continuava a me esforçar pra engolir tudo. Usando a língua, eu lambia toda em volta a cabeça do seu pau, deslizando por toda a sua extensão e colhendo tudo o que podia. Depois voltava a abocanhar tudo e deixava ele foder a minha boca, segurando a minha cabeça.

Quando finalmente consegui me afastar, deslizei para os seus braços, pra um beijo de boca aberta, faminto e excitado como nunca. Ele parecia adorar o gosto do seu próprio gozo na minha língua, enquanto a chupava. E como eu sonhei com a sua boca colada na minha!

Mas aquele nosso momento mais romântico não durou muito, pois logo me inclinei sobre o eu rosto e lhe ofereci meu pau pra ele chupar.

O Leo retribuiu o gesto e sua boca quente e úmida me fez quase entrar em êxtase. A sensação de ser chupado depois de ter chupado o pau dele fez com que eu não aguentasse muito. Enquanto a sensação proibida de ser um homem casado fazendo sexo com outro cara percorria o meu pênis, minha ejaculação na boca do Leo foi o ápice de tudo que "o clube" havia despertado em mim. Foi simultaneamente errado, vergonhoso e repleto de culpa, e um dos melhores orgasmos da minha vida.

Ainda úmido de saliva e um restinho de porra, meu pau estava em repouso pós-orgasmo. Ficamos deitados na cama, o Leo sorridente, e eu com minha mente girando com o remorso habitual de "isso foi incrível, o que diabos eu fiz!" Virando-me pro Leo eu disse:

"Costuma fazer muito isso?", eu acariciava o seu peito liso.

"Só com os caras que realmente valem a pena!", ele me sorriu, e nos beijamos mais uma vez.

"E sua esposa?", perguntei.

"Você nunca perguntou...", ele respondeu. "Eu moro aqui. Nunca disse nada sobre ser casado."

"Não imaginava...", fiquei meio sem jeito.

"Mas eu adoro uma xoxota de vez em quando!", ele concluiu e nós rimos.

Já estávamos nos preparando pra uma segunda rodada, quando eu já tava doido pra subir em cima dele e cavalgar o seu pau. Mas de repente a campainha toca insistentemente na sala. Era o Renan e o Lucas. E atrás deles vinham também chegando o Breno e o Caio. Acho que alguns caras acabaram mesmo ficando bem próximos, e eu nem imaginava o que faziam depois das reuniões.

Mas não tinha como simplesmente dar uma desculpa e ir embora, com vergonha de admitir e assumir na frente de todos que eu tinha chupado um pau. Eu não podia amarelar dessa vez. Só não podia esperar pelo desfecho da reunião daquela noite.

"Pensei que iam dar o cano na gente!", o Leo soltou o laço do seu roupão.

"Ainda bem que a gente chegou a tempo...", disse o Renan.

"Bem na hora de pegar os dois!", o Breno completou.

Sorrindo pros dois, o Leo abriu seu roupão e o deixou sobre a mesinha ao lado, sentando-se nu no sofá.

"Não sei quanto a vocês, pessoal, mas essa noite eu tô a fim de uma coisa. Podem ficar à vontade e fazer o mesmo, se quiserem...", eu disse, me virando por Leo.

Então peguei no seu pau duro...

Depois eu conto tudo o que rolou.

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