Comendo a princesa do projeto social
Relato do dia em que aproveitei pra ensinar (ou aprender) algo com uma novinha safada de um projeto social.
Fala, turma!
Esse relato é real, do dia em que aproveitei pra ensinar umas coisinhas pra princesinha que meus sogros pegaram pra criar.
Meus sogros, João e Claudia, são de uma igreja na periferia de Belém e participam de um projeto bem bonito com crianças e adolescentes da área. As vezes dona Cláudia traz algumas crianças do projeto para ficar um tempo com eles, mesmo meu sogro insistindo para que não faça isso. Normalmente são crianças "boas" do projeto, que não dão problema, participam das atividades, são esforçadas, tranquilas, mas por causas da vida estão em situação de miséria em casa, vão muito mal na escola, tem problemas familiares sérios, como abusos, drogas, etc. Algumas vezes, ela fica mais de um ano com a molecada em casa, até as coisas se resolverem.
Minha esposa e eu moramos por cerca de cinco anos na casa dos pais dela. Para ajudar eles num momento em que estavam passando por problemas financeiros e de saúde.
Certo dia eles chegam com uma menina chamada Jéssica. Eu estava lá na hora. Ela era negra, com cabelo longo, cheio de trancinhas; corpo bem magro, peitinhos pequenos, perninhas torneadas, uma bundinha firme e bem redondinha; olhos castanhos grandes e vivos; boca pequena, mas com lábios lindos... Uma pequena deusa de ébano. Devia ter uns 16 anos, mas parecia menos, por causa da altura; ela mal passava de 1,50. Como era magra também, isso ajudava a parecer mais nova.
Jéssica chegou meio acanhada, ficou um dia, dois, uma semana, duas, dois meses, três, seis... E foi ficando cada vez mais íntima de todos e se soltando. Eu não fazia ideia do pq ela tinha ido pra lá e nem fazia questão de saber. Mas a gente conversava bastante sobre como melhorar na escola, um futuro pra ela, sobre coisas do dia a dia, etc... Ela deitava na mesma cama que eu e minha esposa, cuidava da nossa filha, tratava todos como família e era tratada como tal.
Certo dia, eu estava deitado pra dormir após o almoço. Como o quarto onde eu ficava era perto da rua e também não tinha central de ar, eu deitei no quarto de visitas, que era o mesmo de Jéssica. Ela já estava na escola, meu sogro e sogra estavam no trabalho e minha esposa havia ido levar nossa filha pra consultar. Era meio longe, então todos iam demorar. De repente, ouvi um barulho no portão de casa e a voz de Jéssica se despedindo de uma amiga. Ela havia saído mais cedo, pois faltou energia na escola e "não tinha como ter aula", segundo os professores. Então liberaram todo mundo antes mesmo do intervalo. Como era Jéssica, eu continuei deitado pra dormir. Ouvi ela jogando a mochila no sofá, indo ao banheiro, tomando banho... O normal para quem chega da rua. Eu só não contava que ela iria entrar nua no quarto onde eu estava deitado.
O quarto era todo fechado e ficava bem escuro. Jéssica entrou, com a lanterna do celular ligada, mas não me viu na cama. Tanto que sentou nua, do meu lado. Eu sentia aquele cheiro maravilhoso de sabonete e shampoo e admirava aquela silhueta perfeita de uma pequena mulher. Não resisti e meu pau ficou duro na hora. Jéssica se levantou e saiu do quarto, depois voltou e vestiu sua calcinha e uma blusa longa que eu mesmo tinha "dado de presente" (ela se apossou!) pra ela dormir. Então, acendeu a luz do quarto e me viu. Tomou um susto, gritou e eu fingi que acordei.
"Tio Ted!!"
"Oi, meu amor. Boa tarde. O que vc faz aqui?" (Disse eu de pau duríssimo!)
"Sai cedo, pq não ia ter aula. Não vi que o senhor estava aí. Desculpa."
"Tudo bem, meu amor. Vou deitar lá na frente!"
Então eu levantei e não consegui esconder que estava animado ao ver ela. Sei que ela percebeu, mas não falou nada. Então ela disse:
"Não precisa, tio. Fica aí que eu deito na outra cama. Está muito quente e lá na frente é muito barulho por causa da rua."
Eu deitei de novo, como se nada tivesse acontecendo. Mas não conseguia tirar aquela cena da cabeça. Eu já olhava pra Jéssica com muito desejo e, as vezes, via que ela estava me olhando disfarçadamente. Mas nunca imaginei que ela também queria algo.
Meu pau não abaixava nem um segundo de tanto tesão por aquela menina.
Então ela se deitou na outra cama, eu virei de costas pra Jéssica e comecei a bater uma punhetinha, bem de leve. Bem devagar... Só pra curtir aquele pico de tesão. Passado uns minutos, percebi que Jéssica estava ofegante e comecei a ouvir um barulhinho parecido com um leve gemido. Virei bem devagar, pra ela não perceber e vi que a putinha estava, de costas pra mim, também batendo uma siririca. Com certeza deve ter ficado cheia de tesão quando viu o volume que eu tentava esconder quando levantei
Eu levantei pra ir em direção dela, pois já queria chegar beijando levemente seu pescoço (coisa que eu já havia feito e percebido que deixava ela toda arrepiada) mas aconteceu que fiz barulho. Rapidamente ela tirou a mão de dentro da calcinha e se virou pra olhar pra mim. Mas eu já havia visto tudo.
"Tá tudo bem tio? O que foi?" perguntou nervosa.
"Nada, minha filha... O tio ouviu um barulho e pensou que você estava passando mal." Eu inventei na hora.
"Ah tá, tio. Tá tudo bem. Vou dormir..."
"Tá ok, então. Mas se você tivesse dodói, o tio já ia dar uns beijinhos no seu pescoço que você tanto gosta. rsrs" disse eu, cheio de inocência, só que não.
Ela disse: "Tá tudo bem. Mas se o senhor quiser vir dar os beijinhos, eu aceito. Beijinho no pescoço sempre é bom, né?"
Vi ali a minha chance.
Me ajoelhei do lado da cama, vendo aquela safadinha de costas pra mim. Levantei as trancinhas dela e comecei a dar beijos na sua nuca, que faziam ela se arrepiar inteira. Então, comecei a seguir com os beijos mais pra cima, perto da orelha, e comecei a fazer carinho nas suas costas.
Eu, cheio de tesão, segurei firme na sua cintura, bem na dobra com a coxa. Ela, sem conseguir controlar o tesão, gemeu mais alto.
Eu parei de beijar seu pescoço e ela olhou pra mim, assustada:
"O que foi isso, meu amor?" Perguntei.
Jéssica me encarava, assustada, ofegante, incrédula... Olhava meus olhos e minha boca, como se pedisse algo mais
Ela se virou com a barriga pra cima colocou a mão no meu rosto e eu entendi exatamente o que era aquilo
Me abaixei e dei um beijo naquela boca deliciosa.
Jéssica apertava minha nuca, forçando minha boca contra a dela.
Eu deslizava minha mão pela sua barriga e costelas, sentia a respiração pesada e a pele arrepiada.
"Tu tá com tesão no titio, é?"
Ela sacudiu a cabeça dizendo que sim.
"Então deixa o tio ver como está essa bucetinha!"
Coloquei a mão na calcinha dela, que já estava melada por fora.
Ela já se contorceu inteira.
Puxei a calcinha dela pro lado e coloquei o dedo, bem de leve, na entrada daquela pepekinha e senti o quanto estava melada. Eu não podia fazer outra coisa se não sentir o gosto daquele mel.
Fui pra cima da cama onde ela estava e me posicionei entre suas pernas. Fui tirando devagar aquela calcinha rosa e pude ver a bucetinha mais linda que já tinha visto.
Fechadinha, gordinha e sem pelos.
Como ela tinha tomado banho há alguns minutos, estava cheirosinha.
Eu fui beijando devagar seus lindos pezinhos... Fui descendo pela panturrilha, joelhos, pelas coxas, até chegar a sua jovem pepekinha.
Beijei e lambi sua virilha e fui, levemente, acariciando os lábios. Jéssica se retorcia e gemia mais alto, sem ligar pra nada além do prazer.
Comecei a lamber sua bucetinha. Dos lados, dentro e chupava seu clitóris.
Em poucos segundos ela já estava com as duas mãos segurando a minha cabeça e esfregando aquela ppk na minha cara.
"Chupa, tio! Chupa minha bucetinha, chupa! Aaaah! Aaaah!!"
Eu me empolgava e enfiava a língua lá dentro, como se quisesse engolir aquela putinha inteira.
Então, Jessica apertou ainda mais minha cabeça e tremeu na minha boca. Aquela safadinha tinha gozado!!
Há poucos minutos, tudo era desejo. Agora era real. Aquela bucetinha escorria na minha boca e eu estava bebendo tudo aquilo!
Jéssica desfaleceu em cima da cama, enquanto eu lambia sua buceta. Ela tirou minha cabeça do meio das suas pernas e virou de bruços
Eu olhei aquela bunda, enquanto ela respirava fundo tentando se recuperar e comecei a fazer uma massagem e beijar.
Ela disse: "o que o senhor ainda quer aí?"
Eu não disse nada...
Só continuei a massagear e beijar aquele rabinho. Fui, aos poucos abrindo cada lado e chegando meus dedos cada vez mais perto do seu cuzinho.
Ela não reagia. Ainda estava bamba. Mas eu estava doido de tesão
Jéssica disse: "o senhor quer comer meu cuzinho, tio?"
Eu não acreditei!
Nem falei nada! Num ímpeto, me coloquei de joelhos e puxei aquela bunda pra cima, deixando Jéssica de 4, com a cara no colchão e aquele seu cuzinho bem a mostra pra mim.
Eu comecei a esfregar meu pau naquela buceta melada pra lubrificar de alguma forma e Jéssica perguntou se eu não queria uma camisinha e lubrificante. Mas com todo o tesão que eu estava, podia colocar até areia que eu ia comer aquele cu de qualquer jeito.
Dei um tapa na bunda dela e disse: "Fica tranquila, meu amor. O tio vai devagar!"
Fui passando meu pau no rabinho dela e encostando a cabecinha com cada vez mais força até encaixar perfeitamente e não escorregar mais.
Fiz uma pequena pressão e a ponta do meu cacete entrou naquele rabo. Jéssica se contorceu e deu um leve gemido, como se doesse, mas não fugiu.
Eu tirei e dei uma cuspida no cuzinho dela. Ela sorriu e disse:
"Mete, tio! Come sua putinha!" (Filha da puta! Safada!)
Aquilo me deu um tesão mil vezes maior.
Eu coloquei o pau, sem pena! Ia enfiar tudo de uma vez naquela safadinha.
Ela gritou e colocou uma mão na minha cintura pra segurar a minha vontade!
"Aí!! Calma!! Coloca devagar, tio!!! Ai! Ai! ai!"
Então eu fiquei parado uns segundos pra ela se recuperar e fui colocando o pau dentro daquele rabinho gostoso e guloso.
O cuzinho dela engoliu tudo.
Ficaram só as bolas de fora.
MDS!!!
QUE DELÍCIA!!!
Ela dava umas reboladas de leve e eu sentia meu pau girando dentro do seu rabo. Então, ela começou a fazer um movimento pra frente e pra trás.
Eu já não aguentava mais...
Rapidinho eu gozei.
E ela se vingou.
Enquanto ela estava tendo o orgasmo mais maravilhoso da minha vida, aquela putinha começou a sacudir a bunda pra frente e pra trás; bem rápido, como se punhetasse meu cacete com seu cuzinho.
Eu gemia e tremia inteiro.
Ela sorria.
"é bom, né tio?" Kkkkkkkk
Então, cai pro lado junto com ela e tirei o meu pau do seu cuzinho. A minha porra escorria pela sua bundinha. Depois fomos tomar um bom banho juntos
Chupei novamente sua bucetinha debaixo do chuveiro.
Ganhei um belo boquete, onde gozei de novo...
Enfim.
Várias e várias vezes eu comi aquela safadinha depois disso.
Esse é mais um relato de algo que me aconteceu.
Posso ter aumentado alguma coisa; mas inventado, jamais!
Deixem suas opiniões e, qualquer coisa, deixem seus contatos.
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