Eu sei o que o negão quer toda vez que me liga
Reparo de canto a forma como o vendedor mede o tamanho do homem que insiste em colocar sozinho o colar ao redor do meu pescoço delicado. Não é de estranhar que nos admire ou nos julgue.
“Com essa sua cara de puta, qualquer coisa brilhante vai combinar.” Ele sussurrou pertinho do meu ouvido.
“Vai entregar o enredo assim de bandeja?”
“Que enredo? Não tem nada de estranho aqui, sou só um bom amigo comprando coisa cara pro meu…”
“Pro seu objeto sexual?” Sugeri.
“Tente não usar palavras tão escrachadas aqui.”
“Como se homens do seu tipo não trouxessem putas em lojas caras pra comprar brilhantes cafonas com frequência. Até parece que não te conheço.”
O negão riu. Não tinha como segurar o riso diante das minha provocações, assim como era impossível não reparar em como somos completamente diferentes um do outro. Cael por pouco alcança os dois metros de altura, já eu sou mais baixo, tanto que preciso erguer meu queixo quando quero encarar minha montanha negra. Seu corpo é forte, moldado com robustez, a pele reluz de um jeito bonito por ser tão escura em contraste perfeito com a minha que é alva e delicada. Só a sua mão espalmada já é suficiente para cobrir meu rosto inteiro, imagino que o vendedor fica me encarando e pensando no estrago que o pau desse homem faz em mim.
Eu poderia mostrar, afinal carrego os sinais desse estrago.
Cedo me ligou, voz rouca ainda de sono. Atendi de qualquer jeito e sem esperanças alguma. Provoquei, perguntei que contrato caro tinha jogado no colo do safado do meu pai, e o nosso amigo riu sem precisar responder. Esse é o jogo da vida: você ignora as partes sujas e foca no prazer. Nesse caso, toda excitação e indecência é válida porque isso vem acompanhado do perfume incrível que o homem usa, da rola que o tempo inteiro parece estar dura e visível na calça de tecido bom, nos braços enormes ao redor do seu pescoço. São vantagens demais para ignorar.
Almoçamos trocando olhares cúmplices na mesa. Meu cu ainda ardia porque Cael me colocou sentado sobre suas coxas enquanto socava forte e rápido, fui seu aperitivo antes do prato principal. Me comeu enquanto eu me deliciava com mordias em seus bíceps, chupadas no pescoço largo e fungadas profundas em seu suvaco. É lindo como o macho levanta o braço e sorri pra mim convencido de que tudo nele é delicioso. E é mesmo. Faço uma trilha com minhas lambidas que vão dos pulsos, passo por veias enormes nos antebraços, percorro o ombro torneado, a nuca cheirosa, termino nos lábios macios. Tudo vira alvo da minha língua molhada.
Me coloca fácil de quatro no banco pra vasculhar meu rabo com seu queixo marcado. Sua vez de me lamber, e faz isso intercalando com mordidas e chupadas vigorosas. É ardiloso o jeito que me faz esquecer o quanto dói aguentar seu pau inteiro socado só porque usa muito bem a língua quente. Enfia no meu cu, me lambe nas nádegas, massageia e aperta meu quadril, me cheira e diz que sou perfeito nessa posição.
Comi leve, só uma salada, e na caminhada pelo shopping fingi admirar um colar bonitinho na vitrine de uma joalheria só pra ver a reação do cara que me comeu no banco de traz do seu carrão caro no estacionamento. Dentro da loja ele propôs ao vendedor dar uma conferida naquelas peças mais caras, as que exigem uma sala especial. A desculpa é de que precisava presentear sua esposa e o meu pescoço servia perfeitamente como manequim.
“Acha que mereço esse tipo de tratamento?” Perguntei no caminho para o espaço reservado.
“Pra sua surpresa, acho que merece. Não é por ser nossa moeda de troca que vou diminuir você. Não tem culpa de ter um pai sujo.”
Tive que rir. Eu poderia sim estar sendo usado, mas uma parte enorme de mim adorava estar ali ganhando atenção de um homem desse porte.
“Decência não combina com o seu cheiro, Cael.”
“Não gostou desse perfume?”
“Não disse isso. Falei só que não dá pra tentar ser decente e cheirar como um cafajeste.”
“Sua boca é muito suja pra um moleque de dezessete anos” ele riu.
“Eu sei que gosta assim.”
Mas ele me cortou e escondidos atrás do vendedor botou a mãozona inteira sobre minha bunda com uma apertada sugestiva.
“Prefiro isso aqui.”
A sala é realmente muito reservada. Nosso vendedor curioso nos serviu água, depois café e sugeriu que poderíamos ficar a vontade, sem qualquer receio. Quando foi embora, Cael não demorou a me puxar pela cintura para a poltrona que estava sentado. Não precisei sentar em seu colo, continuei em pé entre as coxas e o homem levantou apressado a minha camiseta. Sugou meu mamilo com fome, lambeu e sorria me olhando tarado. Buscou um beijo e eu dei. Pensei que ia engolir minha língua. A mão foi rápida se enfiando em minha calça, em segundos o dedo enorme estava caçando o buraco que ele mesmo alargou não muito tempo antes. Precisei gemer quando brincou com os resquícios de porra que abandonou dentro de mim.
“Você ainda tá molhadinho, Dudu. Seu cuzinho tá pegando fogo.”
“Fico assim quando tô perto de você, culpa dessa sua pica enorme que não cansa de me abrir.”
“Cada dia sua boca fica mais suja.”
“Isso é um elogio?”
Ele riu e abocanhou meus lábios, mas perece que nosso instinto grita mais alto e nos afastamos a tempo do vendedor entrar na sala carregando suas melhores joias.
Entre olhares sugestivos, sorrisinhos contidos e picas duras por baixo da roupa, fui experimentando cada peça fingindo que minha opinião valia de alguma coisa na nossa encenação. Cael não mostrou interesse em nada.
“Ela é muito exigente” se explicou.
“Talvez eu possa mostrar pedras mais especiais.”
“Seria ótimo!” Sugeri rápido, pingando tesão.
Nem a porta tinha fechado direito e eu fui caindo de joelhos no carpete exatamente entre as pernas do homem que afundou o corpo na poltrona, relaxado e excitado. Arranquei a rola fervente da calça, cheirei a cueca que exalava o perfume do nosso sexo, porque ainda tinha porra secando naquela virilha, e expus de uma vez com as bolas e tudo. Me enfiei por baixo, contorcido e sem frescuras, engoli os pentelhos grosseiros, suguei a pele, lambi e chupei cada bola antes de viajar pela extensão da madeira e começar botando a cabeça enorme pra dentro. Engasguei na primeira colocada na garganta e Cael adorou. Segurando pela nuca botou fundo outras vezes e me fez chorar rapidinho. Mamei rápido e minha saliva escorreu no cantinho dos lábios. Meu coração estava acelerado, primeiro porque o perigo é a melhor parte do que fazemos, mas também porque a rola do negão é um monumento incrível. Às vezes preciso parar com aquilo presa entre minhas duas mãos, olhar atento apreciando cada veia, cada pulsar, cada gota que desprende e vem dançando até a base. Ele sorri me vendo amar sua pica.
“Apaixonado no meu pirocão, hein. Fica com carinha de maluco por mim.”
“Nunca por você” respondi logo. “Sou todo dessa pica linda. Você não é nada pra mim, já essa rola…”
“Será que dá tempo de botar no seu cu de novo?”
“Vai doer demais” falo quase choramingando.
“Não tô perguntando sua opinião, se eu quiser botar de novo, não vou perguntar se posso. Tô preocupado com esse vendedor curioso. Ele já sacou que você cai na pica.”
“Então me bota.”
“Risco demais, daqui a pouco ele chega e você tá sendo destruído pelo macho aqui.”
“Tá com medo ou eu entendi errado?”
Meu olhar é quase pidão e enquanto falo a rola segue roçando meus lábios. Deixo alguns beijos com um gemidinho quase infantil e Cael fecha os olhos lutando contra o instinto que manda cair pesado em mim. Eu que decido, então. Levanto e escalo as coxas sem precisar de permissão nenhuma depois que arranco minha calça e arrasto a cueca de lado, no jeito de segurar o pau rude e ir socando com a destreza de uma puta treinada. Ele não aguenta e sorri encantado com minha audácia. Faz o que eu esperava, me agarra pela cintura com o braço que pesa muito e lembra que poderia me quebrar facinho enquanto endireita a pica lá dentro, sem capa, no cuspe, usando a própria gala como lubrificante. É violento na socada, está sentado, confortável, me deixa segurar em seus ombros. Tem o apoio necessário pra caber inteiro dentro de mim.
“Você vai me destruir desse jeito” é ele quem avisa.
“Não tem nada de errado em gastar seu tesão no rabo de um viadinho sem vergonha.”
“Tem.” Ele geme, soca forte, me aperta mais e sussurra no meu ouvido. “Sou enorme pra você, mais velho também. Poderia ser meu filho, mas está sentado no meu colo tomando piroca no rabo. Isso poderia me destruir.”
“Poderia…” Paro de falar pra gemer alto. “Mas é você quem está me destruindo toda vez que bota assim…”
“Assim como?”
“Forte. Você me come forte demais. Caralho, bota mais. Come o rabo do seu novinho. Isso! Mais rápido, quero mais porra lá dentro.”
Cael não me ignora. Sabe que não temos tempo e o perigo de um flagra faz seu pau endurecer tanto e pulsar tão forte que a porra vem cada vez mais rápido, sujando minha bunda, inundando o buraco que não cansa de abusar. Tem tempo para respirar profundo e procurar minha boca. Me beija lento com a pica escorregando para fora do meu corpo me fazendo seguir com os gemidos, mas logo me arranca do seu copo, me faz vestir a calça e seca o suor em sua testa com a palma das mãos. Meu rosto vermelho denuncia que alguma coisa aconteceu na ausência do nosso vendedor. De novo só conseguimos sorrir e esconder nossa sujeira por baixo dos panos.
Saio da loja com uma pulseira bonita do pulso ouvindo Cael dizer que vai pensar sobre os colares. Não esconde o volume na virilha, nem a boca beijada. O cheiro do nosso sexo acompanha pelo corredor, no caixa e até a saída da loja. Exalamos o perfume da carne usada.
Se eu ganhar uma pulseira bonita toda vez que sentar direito pro cara, estou certo de que terei uma coleção admirável em pouco tempo.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)