#Incesto #Teen #Virgem #Voyeur

Dividindo meu marido com minha filha

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Cláudia

Eu e minha filha sempre fomos muito próximas, amigas mesmo, ela nunca deixou que me procurar para pontuar suas dúvidas e sentimentos, nem mesmo escondeu de mim seu despertar próprio da idade para o sexo, passou a fazer-me perguntas sobre minhas experiencias que eu ia respondendo conforme a conveniência, o que me fez leva-la a nossa ginecologista e passar a dar a ela pílulas misturada ao leite do café da manhã sem que ela percebesse. Em uma quinta feira, enquanto eu estava com o celular desligado em uma audiência, a orientadora educacional tentou contato comigo, não conseguindo ligou para o meu marido que largou tudo e correu para a escola, lá, tomou conhecimento que Suzi foi surpreendida por uma funcionária da escola beijando uma coleguinha de classe. Arthur se desesperou e naquele fim de tarde me esperou na portaria do prédio, expondo-me a questão. Para acalma-lo, fui obrigado a revelar para ela alguns segredos da minha adolescência, inclusive que a primeira boca que tinha me feito gozar de fato, tinha sido a da irmã dele, esperei ele se recuperar das notícias e disse a ele que eu tinha a solução para a situação e passei a expor meus planos, o que o deixou estupefato, ansioso e cheio de tesão. Naquela noite mesmo, enquanto minha filha assistia a novela sentada na poltrona, eu deitei no canto do sofá e Arthur na minha frente usando um shorts bem largo. Logo que começou o intervalo da novela, "distraidamente" passei a mão para frente comecei a alisar a caceta de meu marido, em poucos minutos aquela ereção chamou a atenção de nossa filha e logo que percebi que ela estava olhando o pau do pai com o canto do olho, puxei o roliço pela perna do shorts e passei o masturbei uma quatro ou cinco vezes. Suzi parecia hipnotizada, certamente era o primeiro caralho duro que ela via na vida, como combinado, nos levantamos e fomos para nosso quarto, onde só estava acessa a luz do abajur. Tivemos o cuidado de apagar a luz do corredor, mas "esquecemos" de fechar a porta. Me joguei na cama já nuazinha, levantei uma perna e Arthur deitado atrás de mim, enfiou a rola na minha buceta enquanto devorava com a boca minha nuca. Certos de que nossa filha estava assistindo a tudo gozamos como dois loucos e para deixar a adolescente mais excitada, depois da foda, abocanhei a piroca de Arthur, deixando-a limpinha, posicionando meu corpo de lado para que Suzi pudesse ver aquele caralho que não amoleceu e assim que terminei a limpeza apontei a piroca em direção a porta e falei ainda com voz tesuda: "Vem ver como ao pinto do papai está duro filha, pega nele". Suzi entrou no quarto com os olhos fixos na piroca apontada para o teto, só desviou o olhar para olhar em meus olhos que deveriam estar brilhando de tesão ao ver aquele rostinho inocente cheio de curiosidade e tesão. Suzi sentou na cama e segurou firme a piroca do pai que não se contendo, baixou a alça do penhoar da filha exibindo eu daqueles seios em crescimento e alisou como quem alisa uma peça de cristal, fazendo a filha dar seu primeiro suspiro de prazer. Foi minha vez de perder o controle, ao ver a minha menina masturbar o cacete do pai, bastou eu encostar meu dedo em meu grelo duro para instintivamente iniciar uma masturbação louca e vi minha adolescente se curvar e engolir com a boca a cabeça da pica enquanto meu marido se contorcia de prazer. Com minha mão livre, ajudei Suzi a acabar de tirar o penhoar e ver que daquela bucetinha virgem escorria liquido de mulher, entrei em êxtase gozando enquanto os dois se abraçavam na minha frente. Arthur se levantou e ficou de pé ao lado da cama, puxando o corpo de nossa filha, levantou as duas pernas dela para cima, mantendo as pernas em "V" exatamente na posição que ele tinha me arrombado anos antes e olhei para o rosto da menina que esperava para ser penetrada e perguntei: "Quer que seu pai pare?" Ela por alguns segundos saiu de sua concentração e disse: "Não mamãe, quero sentir papai dentro de mim". Arthur com as duas mãos na perna de Suzi empurrou o quadril para frente fazendo sua piroca passear naqueles lábios vaginais encharcados e Suzi não escondeu seu prazer ao sentir a piroca deslizar sobre sua rachinha. Segurei a pica que estava mais dura que nunca na entrada da bucetinha virgem e ouvi Suzi implorar: "Vai papai enfia ... enfia...". Eu não estava mais me contendo segurando aquela piroca que parecia feita de aço e a cara de tesuda de minha menina, estava quase me fazendo gozar novamente, quando Arthur empurrou pela primeira vez, nossa filha fez uma careta e empurrou o próprio quadril para frente deixando escapar um "aiiii". Em seguida o pai empurrou novamente e nossa menina passou a mover o corpo de um lado para o outro para facilitar a entrada da cobra na caverna e logo os dois estavam fazendo movimentos coordenados e meu marido emitiu aquele som indicando que estava enchendo a grutinha de leitinho pela primeira vez. Assim que Arthur tirou o caralho da filha, percebi que ela não tinha gozado e cai de boca na bucetinha melada e suguei o grelinho durinho e enfiei minha língua naquela bucetinha adolescente, lembrando da época que fazia o mesmo com minhas coleguinhas de escola, mas o clima erótico que estava nos envolvendo estava muito intenso e Arthur ainda de pau duro me puxou pelo ombro e enfio novamente o cacete na racha de nossa filha enfiando tudinho, até bem no fundo e o corpo de nossa filha passou a tremer enquanto ela chorava e gozava como uma adulta. Abracei minha filha e cochichei em seu ouvido: "O que você achou filha?". Suzi me deu eu selinho e cochichou no meu ouvido: "Você tem razão, papai é uma delícia, você divide ele comigo?".

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