A Flor de Detroit (Parte II)
Takahashi não consegui mais resistir e termina cedendo aos deliciosos e grossos paus pretos e traindo o namorado
**A Flor de Detroit – A Queda da Princesinha**
Passaram-se três semanas desde a morte de Tyrone, Jamal e do grupo principal. A escola estava mais calma, mas não pacífica. Os garotos negros mais fracos — Rico, Trey, Darius (o magrelo) e um novo grupo que subiu de patente — sentiram o vácuo de poder e decidiram preenchê-lo. Eles não eram tão grandes quanto os antigos, mas eram ousados, vingativos e sabiam exatamente quem humilhar para subir na hierarquia.
Aiko e Ethan ainda viviam seu romance doce, mas algo tinha mudado dentro dela. As imagens daqueles paus mais grossos não saíam da sua cabeça. À noite, enquanto Ethan dormia, ela às vezes se tocava pensando neles, depois chorava de culpa.
Uma tarde, Ethan ficou preso numa reunião de reforço escolar. Aiko caminhava sozinha pelo corredor dos fundos quando eles apareceram.
Rico bloqueou o caminho, sorrindo.
— Olha só... a princesinha japonesa tá sozinha hoje. O ghost boy te deixou desprotegida?
Aiko recuou, abraçando os livros contra o peito pequeno, rosto já corando.
— P-por favor... eu não quero problema... — murmurou, voz miudinha e trêmula.
Trey se aproximou por trás e passou a mão na cintura dela, apertando.
— Relaxa, asiática. A gente só quer conversar. Você viu o que aconteceu com os grandões... agora a gente manda aqui.
Eles a levaram para o vestiário masculino abandonado depois do treino. Aiko tentou resistir, mas eram quatro contra uma. Lágrimas já escorriam pelo seu rostinho delicado.
— Ethan... Ethan vai me procurar... — soluçou ela dramaticamente.
Rico riu, abrindo o zíper.
— Quando ele te encontrar, você já vai estar diferente.
Ele puxou o pau para fora. Mais grosso que o de Ethan, escuro, pesado, veias marcadas. Aiko arregalou os olhos, soltando um pequeno gritinho.
— Hiii... não... é muito grosso... por favor...
Mas eles não pararam. Tiraram a saia e a calcinha dela. Aiko tremia inteira, pernas finas fechadas, mas Trey as abriu com força.
— Olha essa bucetinha virgenzinha... ainda tá apertadinha mesmo depois que o branquelo te fodeu?
Rico foi o primeiro. Esfregou a cabeça grossa na entradinha molhada dela e empurrou.
— Aaaahn~! — Aiko deu um gritinho agudo, olhos marejados. — Dói... tá muito grosso... vai rasgar... hnnngh!
Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, esticando as paredes apertadas dela. Aiko chorava, unhas cravando nos ombros dele, corpo miúdo se contorcendo.
— Ai, meu Deus... é tão diferente do Ethan... tá enchendo tudo... hiii... eu sou uma garota ruim...
Rico começou a meter mais rápido, o som molhado ecoando no vestiário. Aiko gemia alto, mistura de dor e prazer forçado, lágrimas escorrendo sem parar.
— Olha pra ela... já tá gostando — riu Trey, filmando com o celular.
Aiko balançava a cabeça, dramática:
— Não... eu amo o Ethan... eu não posso... ahh~! mais fundo... nãooo...
Mas seu corpo traía. Depois de alguns minutos, ela gozou pela primeira vez com outro pau, tremendo violentamente, bucetinha apertando em volta do pau grosso de Rico.
Eles revezaram. Trey fodeu ela de quatro, segurando os cabelos longos pretos como rédea. Darius fez ela sentar no colo dele, obrigando-a a quicar enquanto chorava de vergonha e prazer.
Quando Rico gozou pela segunda vez, encheu a bucetinha dela até transbordar. Aiko estava destruída, olhos vidrados, rosto corado, saliva escorrendo do canto da boca.
— Eu... eu traí o Ethan... — soluçou baixinho, voz quebrada. — Sou uma vadia... uma princesinha suja...
Mas quando Trey colocou o pau na frente da boquinha dela, Aiko, ainda tremendo, abriu os lábios rosados e chupou. Tímida no começo, depois com mais fome, lágrimas caindo enquanto lambia o pau preto grosso.
Naquela tarde, Aiko Takahashi foi fodida por quatro paus pretos, gozou incontáveis vezes e engoliu porra pela primeira vez na vida.
Quando Ethan finalmente a encontrou, horas depois, ela estava sentada no chão do vestiário, saia rasgada, sêmen escorrendo pelas coxas, olhar perdido.
— Aiko... o que aconteceu?! — perguntou ele, voz falhando.
Ela levantou o rostinho inchado de choro, olhos cheios de culpa, vergonha... e algo novo.
— Eles... eles me foderam, Ethan... — sussurrou, voz miúda. — Eu tentei resistir... mas... era tão grosso... eu gozei tanto... me perdoa... eu ainda te amo... mas... acho que não consigo mais parar...
Aiko baixou a cabeça, soluçando dramaticamente, enquanto mais sêmen escorria da sua bucetinha inchada.
O começo do fim da princesinha tinha começado.
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**A Flor de Detroit – A Queda da Princesinha (Continuação)**
Ethan ficou paralisado na entrada do vestiário abandonado, o rosto pálido como nunca. Seus olhos azuis percorreram o corpo miúdo de Aiko: saia rasgada e amassada na cintura, blusa aberta, seios pequenos marcados com chupões vermelhos, coxas trêmulas cobertas de sêmen grosso e branco escorrendo da bucetinha inchada e vermelha.
— Aiko... — a voz dele saiu rouca, quebrada. — O que... o que eles fizeram com você?
Aiko levantou o rostinho devagar. Seus olhos grandes e castanhos estavam inchados de tanto chorar, bochechas coradas, lábios inchados e brilhantes. Um fiozinho de porra escorria do canto da boca. Ela soltou um soluço dramático, alto, e cobriu o rosto com as duas mãozinhas.
— Ethan...! — gritou miudinho, voz embargada e tremendo. — Eles me foderam... todos eles... eu tentei dizer não... eu juro! Mas eles eram tão grossos... tão fortes... eu... eu gozei tanto... hiii... me perdoa, por favor... eu sou uma garota horrível!
Ela tentou se levantar, mas as pernas fraquejaram. Caiu de joelhos na frente dele, sêmen escorrendo mais forte pela coxa. O cheiro forte de sexo enchia o ar.
Ethan se ajoelhou também, tremendo. Lágrimas escorriam pelo rosto dele.
— Eu devia ter te protegido... eu falhei de novo...
Antes que ele pudesse abraçá-la, Rico e Trey apareceram no fundo do vestiário, ainda com os paus semi-duros para fora, rindo.
— Olha o ghost boy chegou pra ver o estrago — debochou Rico, batendo o pau grosso na palma da mão. — Quer ver como a sua princesinha japonesa fica quando leva pau de verdade?
Aiko choramingou, envergonhada, mas não conseguiu esconder o olhar que desceu para os paus deles novamente. Seu corpo traía — a bucetinha piscou visivelmente, soltando mais porra.
— N-não... Ethan, vamos embora... — pediu ela, voz fraca, mas os olhos estavam vidrados.
Trey agarrou os cabelos longos e pretos dela por trás e puxou sua cabeça para trás com delicadeza cruel.
— Fala pra ele a verdade, asiática. Fala como você gemeu quando eu te fodi de quatro.
Aiko soluçou, lágrimas caindo, mas a voz saiu quase um sussurro envergonhado:
— Eu... eu gozei quatro vezes... a bucetinha doía mas era tão bom... o pau dele é muito mais grosso que o seu, Ethan... me esticou todinha... me encheu bem fundo... eu... eu pedi pra gozar dentro...
Ethan parecia ter levado um soco no estômago. Ficou em silêncio, destruído.
Rico se aproximou e esfregou a cabeça grossa do pau na bochecha de Aiko, sujando-a de porra fresca.
— Olha pra ela, branquelo. Essa princesinha tímida agora é nossa putinha. Quer ver de novo?
Aiko olhou para Ethan com olhos marejados, expressão de pura culpa e vergonha. Mas sua boquinha entreabriu sozinha quando Rico pressionou o pau contra seus lábios.
— Me perdoa... — sussurrou ela para Ethan, antes de abrir a boca e começar a chupar o pau grosso de Rico na frente do namorado.
Ela chupava com uma mistura de timidez e fome crescente — barulhinhos molhados, lágrimas caindo, olhos ora fechados de vergonha, ora olhando para Ethan como quem pede desculpas. Trey se ajoelhou atrás dela e enfiou novamente na bucetinha melada.
— Haaaaan~! — Aiko soltou um gritinho agudo, o pau na boca abafando o som.
Eles a foderam ali mesmo, na frente de Ethan. Rico segurava a cabeça dela e metia na garganta, Trey estocava forte por trás, fazendo o corpinho delicado dela balançar. Aiko gemia, chorava, gozava. Seu rostinho fofo estava uma bagunça de lágrimas, saliva e porra.
— Eu amo você, Ethan...! — gritou ela entre uma estocada e outra, voz dramática e quebrada. — Mas... mas a bucetinha... a bucetinha quer mais... me perdoa... eu sou fraca... hiii... tô gozando de novo!!!
Ela teve outro orgasmo violento, corpo miúdo tremendo inteiro, olhos revirando.
Quando os dois gozaram dentro e na cara dela, Aiko desabou no peito de Ethan, completamente destruída, coberta de sêmen.
— Eu ainda te amo... — sussurrou ela, voz quase inaudível, enquanto mais porra escorria dela. — Mas... acho que agora eu preciso dos dois... do seu amor... e dos paus grossos deles... sou uma princesinha suja agora...
Ethan, destruído por dentro, apenas a abraçou. Não tinha mais forças para lutar.
### **Capítulo 1: A Primeira Traição e o Despertar do Vício**
Aiko Takahashi mal conseguia ficar em pé quando saiu do vestiário abandonado. Suas pernas finas e trêmulas pareciam gelatina. A saia do uniforme estava amarrotada e manchada, a calcinha enfiada no bolso. Grossos fios de sêmen branco e viscoso escorriam lentamente pela parte interna de suas coxas lisas, descendo até as meias até o joelho. Sua bucetinha pequena e virgem (agora bem fodida) latejava forte, inchada e vermelha, pulsando a cada passo.
Ethan esperava no final do corredor, o rosto branco como papel. Assim que o viu, Aiko soltou um soluço alto e dramático, correndo para os braços dele com as mãozinhas tremendo.
— Ethan...! Meu loirinho... meu amor... — chorou ela alto, voz miúda e embargada, enterrando o rostinho no peito dele. — Eles me foderam... todos eles... eu tentei dizer não... eu juro pela minha vida! Mas eles eram tão fortes... os paus deles tão grossos... hiii... me perdoa... eu sou uma garota horrível... uma princesinha suja...
Ethan sentia o cheiro forte de sexo e porra no cabelo e na roupa dela. Aiko soluçava sem parar, o corpinho delicado sacudindo contra ele.
— Rico... ele enfiou primeiro... era tão grosso que eu pensei que ia rasgar... eu gritei tanto... mas depois... depois minha bucetinha começou a gostar... eu gozei tanto, Ethan... gozei como nunca gozei com você... me perdoa... eu sou fraca... sou uma vadia...
Ela levantou o rostinho inchado de choro, olhos grandes e castanhos cheios de lágrimas, bochechas vermelhas de vergonha.
— Quando Trey meteu por trás... eu pedi pra ele ir mais fundo... eu pedi... ai, meu Deus... eu sou tão nojenta...
Ethan estava destruído, mas a abraçou forte. Levaram quase uma hora para chegar em casa. Aiko chorou o caminho inteiro.
Mais tarde, sozinha no quarto, Aiko tomou banho. Enquanto a água caía, ela passou os dedinhos na bucetinha inchada e soltou um gemidinho. Ainda estava sensível. Fechou os olhos e lembrou da sensação daqueles paus grossos esticando ela.
— Não... eu não posso... — sussurrou para si mesma, corando violentamente.
Mas às 22:47, seu celular vibrou. Mensagem de Rico:
**“Vestiário dos fundos. 23:15. Sozinha. Se não vier, mando todos os vídeos pro seu namoradinho branquelo.”**
Aiko ficou sentada na cama por dez minutos, mordendo o lábio inferior, lágrimas escorrendo. Seu coração batia forte. A bucetinha, traidora, ficou molhada novamente.
— Só... só vou pedir pra eles apagarem os vídeos... — mentiu para si mesma, voz miudinha.
Ela vestiu uma blusa folgada e uma saia curta, sem calcinha, e saiu de casa escondida.
Quando chegou no vestiário escuro, os quatro garotos já estavam esperando: Rico, Trey, Darius e Marcus. Todos sorrindo.
Aiko parou na porta, mãos juntas na frente do corpo, cabeça baixa, rosto queimando de vergonha.
— Eu... eu vim... — murmurou, voz quase inaudível. — Mas por favor... apaguem os vídeos... eu sou uma boa garota... eu tenho namorado... eu amo o Ethan...
Rico se aproximou, segurou o queixo dela com a mão grande e levantou seu rosto.
— Boa garota? Então por que sua bucetinha tá sem calcinha e já molhada?
Aiko soltou um gritinho fofo de vergonha.
Rico a virou de costas, levantou a saia e passou dois dedos grossos na fenda dela.
— Olha isso... pingando. Sua princesinha já é viciada.
Ele a empurrou contra um armário, abriu as pernas dela e enfiou o pau grosso de uma vez, até o fundo.
— HAAAAAAN~!!! — Aiko gritou alto, olhos arregalados, lágrimas escorrendo imediatamente. — Tá muito grosso... tá batendo fundo... ai, ai, ai... devagar, por favor... você vai me quebrar...
Rico começou a meter com força, segurando a cintura fina dela. O som obsceno de carne contra carne ecoava:
**PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP!**
— Fala a verdade, asiática — rosnou ele, puxando os cabelos longos pretos dela. — Qual pau é melhor? O do seu namoradinho branquelo ou o meu?
Aiko chorava, mas gemia alto, bundinha média empinando para trás instintivamente.
— O seu...! O seu é muito melhor... é tão grosso... me enche toda... hiii... Ethan tem um pauzinho rosadinho... não chega nem perto... ahh~! tô gozando... tô gozando de novo!!!
Seu corpinho delicado tremeu violentamente no primeiro orgasmo da noite. As pernas fraquejaram, mas Rico a segurou e continuou metendo sem piedade.
Um atrás do outro, eles usaram ela por quase duas horas. Aiko foi fodida de quatro, sentada no colo, contra a parede, de lado. Chupou todos, engoliu porra, deixou gozarem na cara, nos peitinhos pequenos e dentro da bucetinha.
Quando terminou, ela estava ajoelhada no chão, rosto e corpo cobertos de sêmen, olhos vidrados, respiração pesada.
Aiko olhou para os garotos com uma mistura de vergonha, medo e desejo, voz trêmula e dramática:
— Eu... eu traí o Ethan hoje... de novo... sou uma princesinha ruim... mas... por favor... me chamem amanhã também... minha bucetinha... não quer parar...
### **Capítulo 2: A Culpa, o Prazer e a Comparação Cruel**
Na manhã seguinte, Aiko mal conseguia sair da cama. Sua bucetinha estava inchada, vermelha e sensível demais. Cada movimento fazia ela soltar um gemidinho fofo de dor e prazer residual. Havia marcas roxas de chupões nos peitos pequenos, no pescoço e nas coxas. Ela se olhou no espelho e começou a chorar baixinho.
— O que eu fiz... — sussurrou para seu reflexo, voz miúda e dramática. — Eu traí meu loirinho... traí o Ethan... sou a pior namorada do mundo...
Mesmo assim, a imagem daqueles paus pretos grossos não saía da sua cabeça. Ela sentiu a bucetinha contrair só de lembrar.
Ethan foi buscá-la para ir à escola. Assim que a viu, notou o estado dela. Aiko baixou a cabeça, envergonhada, e segurou a mão dele com as mãozinhas trêmulas.
— Ethan... — começou ela, voz embargada, lágrimas já se formando nos olhos grandes e castanhos. — Eu fui lá ontem de novo... eles me chamaram... e eu fui... me perdoa... eu sou fraca... minha bucetinha ficou pedindo o dia inteiro...
Ethan ficou em silêncio, o coração apertado. Durante o caminho, Aiko chorou baixinho no ombro dele, contando detalhes:
— Rico me fodeu contra o armário... o pau dele é tão grosso que eu senti ele abrindo tudo lá dentro... eu gozei três vezes só com ele... depois Trey me fez sentar no colo dele e quicar... eu quiquei sozinha, Ethan... eu pedi pra ele gozar dentro... eu sou uma vadia... hiii... me perdoa...
Na hora do almoço, Aiko estava inquieta. Sua bucetinha não parava de latejar. Recebeu uma mensagem de Trey:
**“Banheiro do 3º andar. Agora. Traga o branquelo se quiser que ele veja como você realmente é.”**
Aiko mordeu o lábio com força, rosto corando violentamente. Olhou para Ethan com olhos úmidos.
— Eles querem que eu vá pro banheiro... e querem que você veja... — sussurrou envergonhada. — Eu... eu vou... você vem comigo?
Ethan, destruído, acompanhou.
No banheiro masculino do terceiro andar, Rico, Trey e dois outros já esperavam. Assim que Aiko entrou, Rico a agarrou pela cintura fina e a beijou com força. Ela soltou um gemidinho tímido, mas correspondeu, língua se enroscando na dele.
— Olha como ela já tá manhosa hoje — riu Rico, virando Aiko de frente para Ethan. — Fala pra ele o que você quer.
Aiko, com lágrimas escorrendo, olhou para Ethan com expressão de pura culpa e desejo.
— Ethan... meu amor... eu quero que eles me fodam de novo... — confessou, voz tremendo. — Minha bucetinha tá doendo de saudade dos paus grossos deles... o seu é tão delicadinho... tão rosadinho... mas não me enche mais como antes...
Rico levantou a saia dela na frente de Ethan, mostrando que ela não estava de calcinha. A bucetinha inchada brilhava de excitação.
— Olha isso, ghost boy. Sua namoradinha já tá encharcada só de pensar em pau preto.
Eles não perderam tempo. Trey sentou no vaso e puxou Aiko para sentar no colo dele. O pau grosso entrou de uma vez na bucetinha melada.
— HAAAAAAN~!!! — Aiko soltou um grito agudo e longo, olhos revirando. — Tá tão fundo... tá batendo no meu útero... ai, ai, ai... que delícia... me perdoa Ethan... tá bom demais...
Ela começou a quicar sozinha, bundinha média subindo e descendo, fazendo barulhos molhados obscenos. Seus peitinhos pequenos balançavam dentro da blusa aberta.
— Olha pra mim, Ethan... — gemia ela, chorando enquanto quicava mais rápido. — Olha como sua princesinha tá sendo comida... o pau dele é muito mais grosso que o seu... me abre toda... hiii... tô gozando... tô gozando no pau dele!!!
O corpinho delicado dela tremeu violentamente. Ela gozou forte, squirting um pouco no chão do banheiro, pernas tremendo sem controle.
Rico se aproximou e enfiou o pau na boquinha dela. Aiko chupou com fome, olhos semicerrados de prazer, baba escorrendo pelo queixo enquanto Trey continuava metendo por baixo.
— Gluck... gluck... gluck... — ela engasgava, mas não tirava. — Mmmph... pau gostoso... pau preto delicioso...
Eles trocaram de posição. Rico a fodeu de quatro, segurando os cabelos longos pretos como rédea, batendo forte contra a bundinha média.
**PLAP! PLAP! PLAP! PLAP!**
— Fala pra ele, asiática! — ordenou Rico, dando um tapa forte na bunda dela.
Aiko, com o rostinho destruído de prazer e lágrimas, olhou para Ethan:
— Ethan... seu pauzinho rosa é bonito... eu amo você... mas eu prefiro esses paus pretos grossos... eles me fazem sentir mulher de verdade... me enchem... me destroem... ahh~! vai gozar dentro? Goza... me enche toda... quero sair daqui pingando pra você ver...
Rico gozou com um grunhido, enchendo a bucetinha dela até transbordar. Trey fez o mesmo logo depois. Quando terminaram, Aiko estava ajoelhada no chão sujo do banheiro, rosto e peito pequenos cobertos de porra, bucetinha aberta e vermelha escorrendo sêmen grosso.
Ela engatinhou até Ethan, olhou para cima com olhos úmidos e dramáticos, e sussurrou:
— Você ainda me ama... mesmo vendo sua princesinha ser usada assim? Mesmo sabendo que eu virei uma viciada em pau preto?
### **Capítulo 3: A Degradação Pública e a Rendição**
Os dias seguintes foram um turbilhão de culpa, prazer e degradação crescente para Aiko. Ela mal conseguia olhar no espelho sem corar violentamente. Sua bucetinha continuava inchada e sensível, e toda vez que lembrava das estocadas grossas, suas pernas fraquejavam e ela soltava um gemidinho tímido.
Ethan tentava conversar com ela, mas Aiko sempre começava a chorar antes mesmo de falar.
— Eu sei que sou horrível... — soluçava ela dramaticamente, ajoelhada no chão do quarto dele, abraçando as próprias pernas. — Eu traí você várias vezes... mas quando eles me chamam... meu corpo todo treme... minha bucetinha molha sozinha... eu sou uma princesinha fraca e depravada...
Naquela sexta-feira à tarde, durante o último tempo de aula, Aiko recebeu uma mensagem em grupo:
**“Ginásio antigo depois da aula. Todos os sete. Venha sozinha ou mandamos tudo pra escola inteira.”**
Aiko leu a mensagem no banheiro, mordendo o lábio inferior com força. Suas mãos tremiam. Ela sabia que Ethan estava esperando por ela na saída. Mesmo assim, respondeu com apenas um emoji de carinha envergonhada.
Quando chegou ao ginásio antigo, o coração dela batia descontrolado. Sete garotos negros já esperavam — Rico, Trey, Darius, Marcus e três outros mais velhos do time reserva. O lugar cheirava a mofo e suor antigo. Havia colchões velhos no chão.
Aiko parou na porta, cabeça baixa, mãos segurando a barra da saia, rosto já completamente vermelho.
— Eu... eu vim... — murmurou com voz miudinha, quase sumindo. — Mas por favor... não sejam muito brutos hoje... eu sou delicada... hiii... tô com medo...
Rico riu alto e se aproximou, segurando o queixo dela.
— Delicada? Depois de tudo que já fizemos com você? Tira a roupa, princesinha. Hoje vamos te mostrar o que é ser uma puta de verdade.
Aiko olhou para o chão, lágrimas escorrendo silenciosamente. Com as mãozinhas trêmulas, começou a tirar o uniforme. Blusa, sutiã, saia, meias. Ficou completamente nua no meio do ginásio, tentando cobrir os peitinhos pequenos com um braço e a bucetinha com a outra mão. Seu corpinho miúdo tremia inteiro.
— Por favor... não filma meu rosto... — pediu choramingando. — Eu ainda sou namorada do Ethan... eu sou uma boa garota... só minha bucetinha que é vadia...
Eles não tiveram nenhuma piedade.
Dois garotos a pegaram e a deitaram sobre os colchões sujos. Rico abriu as pernas dela bem abertas, expondo a bucetinha rosada e pequena. Cuspiu na mão e enfiou dois dedos grossos de uma vez.
— Olha como ela já tá encharcada... essa asiática é uma puta nata.
Aiko arqueou as costas e soltou um grito agudo:
— Aaaahn~!!! Devagar... seus dedos são grandes demais... ai, ai... tá roçando no meu ponto... hnnngh...
Rico tirou os dedos e enfiou o pau grosso de uma só vez, até o fundo. Aiko gritou alto, unhas cravando nos braços dele.
— HAAAAAAAAN~!!! Tá muito fundo!!! Tá batendo no meu útero!!! Vai me quebrar... por favor... continua... fode sua putinha japonesa!!!
Ele começou a meter com força bruta. O som molhado e violento ecoava pelo ginásio inteiro:
**PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP!**
Aiko gemia sem parar, lágrimas escorrendo pelo rostinho fofo, boca aberta, língua levemente para fora. Seus peitinhos pequenos balançavam a cada estocada violenta.
Enquanto Rico a fodia, Trey ajoelhou na frente dela e enfiou o pau na boquinha.
— Chupa direito, vadia.
Aiko obedeceu, chupando com vontade, olhos semicerrados de prazer, baba escorrendo pelo queixo enquanto gemia abafado:
— Mmmph... gluck... gluck... pau gostoso... pau preto delicioso...
Eles revezaram por quase duas horas. Foderam ela em todas as posições possíveis. De quatro, com os cabelos puxados como rédea. Sentada no colo de um enquanto outro metia no mesmo buraco (dupla penetração vaginal). De lado, enquanto dois paus esfregavam no seu rostinho.
Em certo momento, Aiko estava de quatro, sendo fodida por trás por Darius, enquanto chupava Rico. Ela tirou o pau da boca por um segundo, olhou para o nada e gritou dramática:
— Ethan... se você pudesse ver isso... sua princesinha delicada tá sendo destruída... tô levando dois paus ao mesmo tempo... minha bucetinha tá toda arregaçada... hiii... tô gozando de novo!!! Tô gozando como uma cachorra!!!
Ela teve um orgasmo tão forte que squirtou no chão, corpo miúdo convulsionando, olhos revirando. Os garotos riam e continuavam metendo.
No final, eles formaram um círculo ao redor dela. Aiko ficou de joelhos, olhos fechados, língua para fora, enquanto os sete gozavam em seu rosto, cabelo, peitos pequenos, boca e bucetinha.
Quando terminaram, ela estava irreconhecível: completamente coberta de sêmen grosso e branco, cabelo grudado no rosto, bucetinha e bundinha vermelhas e escancaradas, escorrendo porra sem parar.
Aiko respirava pesado, olhar perdido. Então, lentamente, engatinhou até a parede, encostou as costas e abriu as pernas bem abertas, mostrando o estrago.
Com voz fraca, miúda e dramática, ela sussurrou para si mesma:
— Eu... eu não consigo mais voltar atrás... eu amo o Ethan... mas eu amo ser usada assim... sou uma japonesa depravada agora...
### **Capítulo 4: A Festa da Corrupção**
Depois da degradação no ginásio, Aiko mal conseguia andar direito por dois dias. Sua bucetinha e bundinha estavam tão inchadas que ela tinha dificuldade para sentar. Mesmo assim, na quinta-feira à noite, recebeu uma nova mensagem de Rico:
**“Festa amanhã à noite numa casa abandonada no East Side. 20h. Vamos te apresentar pros nossos amigos. Se não aparecer, os vídeos vão pra escola inteira e pro seu pai.”**
Aiko leu a mensagem deitada na cama, mordendo o dedo, o rostinho corado. Ela sabia que era errado. Sabia que estava traindo Ethan cada vez mais. Mas sua bucetinha traidora já estava molhada só de imaginar.
No dia seguinte, ela mentiu para Ethan dizendo que ia estudar com uma “amiga nova”. Escolheu com cuidado o que vestir: um vestidinho branco curto e inocente, daqueles que a faziam parecer uma verdadeira princesinha japonesa. Meias 7/8 brancas, sapatilhas e o cabelo solto, brilhante.
Quando chegou na casa abandonada, já havia mais de **15 garotos** esperando. A maioria negros, altos, fortes, alguns mais velhos (19-20 anos). A música estava alta, cheiro de maconha e álcool no ar.
Assim que Aiko entrou, todos os olhares caíram sobre ela. Rico a puxou para o centro da sala.
— Olha só a putinha japonesa que eu prometi pra vocês. Ela é tímida, dramática e chora gostoso quando leva pau grosso.
Aiko ficou vermelha até as orelhas, mãos tremendo na frente do corpo, cabeça baixa.
— Por favor... — murmurou com voz miudinha e envergonhada. — Não sejam muito brutos... eu sou delicada... sou namorada de alguém... hiii... tô com muito medo...
Os garotos riram. Em menos de cinco minutos, tiraram seu vestidinho branco. Aiko ficou só de meias, completamente nua no meio da sala lotada. Tentava cobrir os peitinhos pequenos e a bucetinha com as mãos, mas era inútil.
Rico a jogou sobre um sofá velho e sujo. Abriu suas pernas bem abertas e enfiou o pau grosso de uma vez.
— HAAAAAAN~!!! — Aiko gritou alto, olhos arregalados, lágrimas escorrendo imediatamente. — Tá muito grande... tá abrindo tudo... ai, ai, ai... devagar... por favor... meu Deus... tá batendo tão fundo...
Ele meteu com força, segurando as coxas finas dela. O som molhado e violento ecoava pela sala:
**PLAP! PLAP! PLAP! PLAP!**
Aiko gemia sem parar, chorando dramaticamente:
— Ethan... me perdoa... eles estão me destruindo... o pau dele é enorme... tá me rasgando... hnnngh... mas é tão bom... não para... fode sua princesinha japonesa!!!
Os outros não esperaram. Dois garotos se aproximaram e enfiaram os paus na boca e nas mãos dela. Aiko chupava e masturbava enquanto era fodida, baba escorrendo pelo queixo, olhos revirando de prazer.
Eles revezaram por horas. Aiko foi usada como uma boneca sexual. Foderam ela de quatro no chão, contra a parede, no colo de um enquanto outro metia no mesmo buraco. Fizeram dupla penetração vaginal pela primeira vez — Aiko gritou de dor no começo, depois implorou por mais.
— Tá me abrindo demais!!! Minha bucetinha vai ficar destruída!!! Ahhh~! Mais fundo... me encham os dois... eu sou uma vadia... uma japonesa vadia!!!
Quando um garoto mais velho pediu para foder sua bundinha virgem, Aiko chorou muito, mas não resistiu. Ele cuspiu na rola e empurrou devagar. Aiko soltou um grito agudo e prolongado:
— Nãaaaaao!!! Tá entrando na minha bundinha!!! Dói muito!!! Hiii... devagar... ai, ai, ai... tá enchendo meu cuzinho... que sensação estranha... não para... fode meu cuzinho também!!!
A festa virou um completo depravação. Aiko foi passada de mão em mão. Levou porra na boca, na cara, nos peitos pequenos, dentro da bucetinha e da bundinha. Em certo momento, estava deitada no chão, pernas abertas, enquanto quatro garotos gozavam ao mesmo tempo em cima dela.
Seu rostinho fofo estava irreconhecível: coberto de sêmen, rímel escorrido, cabelo grudado na testa. Mesmo assim, ela olhava para os garotos com olhos úmidos e voz manhosa:
— Mais... por favor... me usem mais... eu quero ser a putinha de todos vocês... Ethan nunca mais vai me satisfazer depois disso...
Perto das 3h da manhã, Aiko estava exausta, deitada numa poça de porra, bucetinha e bundinha vermelhas, abertas e escorrendo sêmen sem parar. Barriguinha levemente inchada de tanto gozo dentro.
Rico filmou o close final:
— Fala pra câmera, princesinha.
Aiko, com a voz fraca, miúda e dramática, olhou para a câmera:
— Meu nome é Aiko Takahashi... eu era uma garota tímida, virgem e apaixonada... agora sou uma vadia insaciável de pau preto... traí meu namorado branquelo... e eu amo isso... por favor... me chamem sempre... quero ser usada todos os dias...
### **Capítulo 5: A Rendição Total e o Novo Normal**
Três semanas depois da festa na casa abandonada, Aiko Takahashi já não era mais a mesma garota delicada que havia chegado a Detroit. Seu corpo miúdo continuava frágil e bonito, mas agora carregava marcas constantes: chupões roxos nos peitos pequenos, mordidas nas coxas, e uma bucetinha e bundinha que raramente voltavam ao normal de tão fodidas.
Ela e Ethan ainda estavam “juntos”, mas de uma forma doentia e distorcida.
Naquela noite de sexta-feira, Aiko chegou na casa de Ethan por volta das 22h. Seus passos eram lentos, as pernas tremiam. O vestidinho preto curto que usava estava manchado de porra seca, o cabelo longo preto desgrenhado, e o rosto ainda com vestígios de rímel escorrido misturado com sêmen.
Ethan abriu a porta e sentiu o cheiro forte de sexo antes mesmo de vê-la.
Aiko entrou, olhou para ele com aqueles olhos grandes e úmidos, e imediatamente começou a chorar alto, dramaticamente, caindo de joelhos no chão da sala.
— Ethan... meu amor... meu loirinho... — soluçou ela, voz miúda e embargada, cobrindo o rosto com as mãozinhas. — Hoje foram muitos... foram quinze... eu vim direto pra cá... me perdoa... eu sou a pior namorada do mundo... mas eu não consigo parar...
Ela abriu as pernas ali mesmo, sentada no chão, e levantou o vestidinho. Sua bucetinha estava vermelha, inchada, escancarada, e grossos fios de sêmen ainda escorriam lentamente, formando uma poça no chão.
— Olha o que fizeram com sua princesinha... — choramingou. — Eles me foderam por quase quatro horas seguidas... duplo vaginal, anal, garganta... eu gozei tantas vezes que perdi as contas... hiii... olha como minha bucetinha ficou destruída...
Ethan se ajoelhou na frente dela, lágrimas escorrendo em silêncio. Aiko segurou o rosto dele com as mãos trêmulas e o puxou para perto.
— Limpa pra mim... por favor... — pediu com voz manhosa e culpada. — Limpa a porra deles da sua namorada...
Enquanto Ethan obedecia, lambendo devagar sua bucetinha inchada e cheia de porra alheia, Aiko acariciava os cabelos loiros dele, gemendo baixinho e chorando.
— Você é tão bom pra mim... mesmo sabendo que eu virei uma vadia completa... eu ainda te amo, Ethan... de verdade... mas minha bucetinha... meu corpo... agora pertencem a eles...
De repente, o celular de Aiko vibrou. Ela leu a mensagem e mordeu o lábio, corando violentamente.
— Eles querem que eu volte amanhã... vai ter uma festa maior... mais de vinte caras... e eles querem que você vá junto... pra assistir tudo...
Ethan parou de lamber, olhando para ela em choque.
Aiko se inclinou, beijou a testa dele com carinho e sussurrou:
— Eu vou aceitar... e quero que você veja... quero que você veja sua princesinha sendo completamente destruída...
**No dia seguinte, na festa.**
A casa abandonada estava lotada. Mais de 22 garotos. Aiko chegou de mãos dadas com Ethan, vestindo um shortinho jeans e uma blusinha cropped branca, parecendo ainda mais inocente.
Assim que entraram, Rico anunciou alto:
— A putinha japonesa chegou com o namoradinho branquelo pra assistir!
Todos riram. Aiko corou até o pescoço, mas não resistiu quando a puxaram para o centro da sala. Em poucos minutos, estava completamente nua.
— Por favor... — pediu ela com voz tímida e dramática, olhando para todos. — Eu sou muito sensível... mas podem usar todos os meus buracos... eu quero ser a vadia de vocês hoje...
Eles não tiveram misericórdia.
Aiko foi fodida sem parar por mais de três horas. Dupla penetração vaginal, dupla anal, garganta profunda, mãos ocupadas. Seu corpinho delicado era passado de mão em mão como um brinquedo.
Em certo momento, estava de quatro no sofá, sendo fodida por trás por dois paus ao mesmo tempo na bucetinha enquanto chupava outro. Lágrimas escorriam pelo seu rostinho enquanto gemia:
— Tá me abrindo demais!!! Minha bucetinha vai rasgar!!! Haaaaan~!!! Ethan... olha pra mim... olha como sua princesinha tá sendo destruída... tô levando dois paus grossos na bucetinha ao mesmo tempo... tô virando uma puta completa!!!
Ethan assistia sentado numa cadeira, destruído, enquanto Aiko olhava para ele entre as estocadas, olhos cheios de amor e luxúria.
— Eu te amo... — gemia ela entre um orgasmo e outro. — Mas eu preciso disso... preciso ser usada... preciso de porra grossa todo dia... me perdoa por ser assim...
No clímax da festa, colocaram Aiko deitada no centro de um círculo. Mais de vinte garotos gozaram em cima dela — no rosto, cabelo, boca aberta, peitos pequenos, barriga, bucetinha e bundinha. Aiko ficou literalmente pintada de branco, engolindo o máximo que conseguia, tossindo, chorando e gozando ao mesmo tempo.
Quando tudo terminou, ela engatinhou até Ethan, completamente destruída, coberta de porra da cabeça aos pés. Segurou o rosto dele com as mãozinhas sujas e o beijou, passando gosto de sêmen.
— Esse sou eu agora... — sussurrou ela, voz fraca mas cheia de emoção. — Uma princesinha japonesa tímida que virou uma vadia insaciável de pau preto... Eu ainda te amo, Ethan... mais que tudo... mas eu não vou parar... eu quero continuar sendo usada... todo dia... por quantos quiserem...
Aiko encostou a testa na dele, lágrimas misturadas com porra escorrendo pelo rosto.
— Você aceita continuar comigo assim? Aceita ter uma namorada que é namorada de verdade só pra você... mas uma puta completa pra eles?
Ethan, completamente quebrado, apenas assentiu.
Aiko sorriu timidamente entre as lágrimas, o rostinho fofo destruído de prazer e depravação.
— Então vem... limpa sua princesinha de novo... amanhã tem mais...
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**Fim da História.**
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