Meu casal de filhos
Aos dezenove anos, casei-me com Arthur, homem bonito, atlético e muito inteligente e aos vinte dei a luz a um casal de gêmeos, Sergio e Silvia. Nós os criamos com todo amor e nossa família era como todas as famílias de classe média, meu filho super esperto, levado como ele só e minha filha bem calminha e com ar angelical. Quando eles tinham quatorze anos em uma tarde que Sergio estava estudando com um colega na minha sala de jantar e o passa prato estava aberto, avisei meu filho que ia ao super mercado, saindo pela porta de sala de estar, mas ao chegar no carro percebi que tinha esquecido meus documentos na gaveta da cozinha, voltei e entrei pela porta dos fundos, logo que ouvi a voz do colega de meu filho:
Puta merda ela é gostosa pra caralho, que puta bucetão.
Em seguida meu filho diz: Porra eu tenho lá em cima uma foto que ela está de costas, sou tarado nesse bundão.
Com cuidado olhei pelo cantinho do passa prato e vi que os dois estavam olhando uma fotografia, achando que era uma foto da Silvia já estava pronta para mandar o menino embora e dar mais uma surra no Sergio, mas os comentários continuaram.
O colega diz: Porra, será que ela dá o cu?
Com voz claramente excitada meu filho responde: A duas noites atrás, ela estava choramingando dizendo que adorava quando meu pai enfiava bem no fundo, pedindo para enfiar tudo com força e pelas palmadas que eu ouvi, com certeza eles estavam fazendo um anal, porra meu, tive que bater duas punhetas para conseguir dormir, uma na porta do quarto deles e outra no banheiro, olhando a foto da bunda dela que eu tirei na praia.
Eles não estavam falando de minha filha, estavam falando de mim. Saí de mansinho e no super mercado passei a imaginar Sergio se masturbando ouvindo a minha foda com seu pai e surpreendentemente fiquei extremamente excitada. Voltei para casa e os dois estavam ainda estudando. Subi e comecei a procurar nas coisas de meu filho até que encontrei uma foto tirada na praia e que eu estava de costas, foto que eu nunca tinha visto, com um detalhe, a foto estava dobrada e parecia que tinha sido colada, logo imaginei meu filho tocando uma e gozando em cima da foto. Não resisti, corri para meu quarto, tirei toda a roupa, deitei na minha cama, levantei os joelhos como se estivesse esperando meu marido para um papai e mamãe e massageei meu grelo duro, imaginando meu filho se masturbando pensando na minha bundinha gozei como uma louca fazendo no lençol uma mancha de liquido vaginal enorme, levantei tomei um banho frio, troquei o lençol e quando desci, coloquei o lanche para os dois meninos e vi que realmente os dois acompanhavam minha bunda com seus olhares gulosos e quando mandei Sergio escovar os dentes, ele levantou com um volume entre as pernas que eu jamais tinha reparado. Naquela noite, diferente das anteriores, apaguei o abajur, ajoelhei olhando para a porta e meu marido safado como é, logo estava com a rola todinha enfiado no meu cu me dando palmadas nas nádegas e vi o que esperava, uma sobra por debaixo da porta com dois dedos enfiados na buceta e um pau no cu, imaginei meu filho se matando na punheta do outro lado da porta, gozei como uma louca certa de que ele estava ouvindo meus gemidos de prazer e gozando junto comigo. Na manhã seguinte enquanto fazia café tive um lampejo imaginando a ereção matutina de Sergio e subi as escadas correndo antes de meu filho acordar e não deu outra, abri a porta do quarto e lá estava ele dormindo com a barriga para cima fazendo uma bela barraca com seu shorts e meu cuzinho piscou. Sentei-me ao lado daquele corpo jovem ainda sem pelos no peito e fiz carinho em seu rosto para acorda-lo, Sergio abriu aquele lindo sorriso para mim e instintivamente levou a mão ao cacete, minha pressão foi lá em cima e sem ação, acabei olhando por alguns segundos para aquela mão segurando a pica pronta para me empalar, o sacana percebeu e sorriu com ar de safado, levantei rapidamente dizendo que estava na hora e o mandei ao banho. Eu estava vivendo um conflito louco a ponto de aproveitar que ele estava embaixo da ducha, para entrar no banheiro com a desculpa de trocar a toalha e ver aquele belo caralho com meia ereção. Por sorte, meu machinho nem desconfiou do meu tesão, pois se ele tivesse me agarrado eu teria me entregue ali mesmo com minha filha e meu marido ainda em casa. Quando todos saíram, comecei os trabalhos de casa e ao passar pelo espelho de corpo inteiro no quarto de minha filha, eu parei e como uma adolescente passei a alisar meu corpo, tirei a camiseta e o sutiã alisando meus seios que apesar dos meus quase trinta e cinco anos ainda eram bonitos e pior, sensíveis ao toque e meu grelo endureceu, para colaborar vi um banquinho com a altura exata, tirei a bermuda junto com a calcinha, apoiei meu pé no banquinho e enfiei dois dedos em minha buceta já inundada e me masturbei em homenagem a piroca daquele menino gostoso que por acaso era meu filho e o orgasmo foi mais forte que o que eu tinha tido na noite anterior com meu marido me fodendo. Felizmente, meu filho naquela tarde tinha contra turno na escola e só voltaria para casa no fim da tarde. Mas nem tudo sai como nós queremos, minha filha me chamou para ajuda-la na lição de ciências. Silvia estava estudando aparelho reprodutor e não conseguia entender como uma pênis igual o que estava na figura em forma de anzol podia entrar em sua vagina e enquanto eu explicava para ela que aquele formato se modificava com a ereção, eu só lembrava da piroca do meu filho e ela em sua inocência me perguntou se Arthur, meu marido podia mostrar para ele seu pênis ereto, sorri e prometi falar com o pai dela "depois". A noite, meu marido percebeu minha agonia e me perguntou o que estava havendo, me tranquei com ele no quarto e não tive coragem de falar de minha tara por Sergio, mandei ele tirar a calça de pijama e deitar na cama, com o risco de ser chamado de louca, peguei um espelho de mão e coloquei de forma a que meu marido visse sua pica caída sobre o saco e falei: Como pode algo com esse formato penetrar uma vagina?
Arthur fazendo uma cara de quem não estava entendendo nada olhou dentro do meus olhos exigindo uma explicação e eu esclareci: Essa foi a pergunta que nossa filha me fez, o desenho do livro de ciências dela mostra um pênis voltado para baixo, depois que eu expliquei da ereção, ela pediu para ver seu pau duro. Mal acabei de explicar e lá estava aquela piroca linda apontando para o teto e admitindo que Arthur também já devia ter visto a bundinha linda de nossa filha e aqueles peitinhos que estavam se formando, abocanhei a grande salivando a área e perguntei: Como você vai fazer? Vai mandar ela chupar assim humm, humm ? Ou vai mandar ela te punhetar assim ? Ou talvez esfregar aquela rachinha virgem assim haaa? Mete essa piroca na minha buceta caralho ! Imagina que é tua filha em cima de você, assim! Imagina que você está estourando o cabaço dela haaa, humm, vou gozar, vou gozar! E meu marido encheu meu canal vaginal com seu leitinho em um extase excepicional. Sem sair de cima dele eu falei: Mas acho que seu filho deve ter muitas dúvidas quanto a sexo também. Mas acho que Arthur nem ouviu, pois ainda estava nas nuvens, com certeza na cabeça dele tinha passado um filme dele deflorando nossa inocente filha. Tomamos banho durante o qual bolamos um plano... conto na segunda parte pois o texto completamente verdadeiro está muito extenso.
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Comentários (4)
Beto: Delicia
Responder↴ • uid:1d697l2fgue0Beto: betsgostoso
Responder↴ • uid:gqb0tbcd4Beto: Que delícia
Responder↴ • uid:gqb0tbcd4Rosanum: Bem escrito. Parabéns
Responder↴ • uid:g6313hfi9