#Gay #Teen

Levei jatos dos grafiteiros

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Bea me agarra, e me dá aquele beijo. Skilo se livra das roupas, e me abraça por trás. Fiquei ensanduichado, no meio dos dois

Nessa fase dos quinze anos, não surgiu mais nenhuma novidade, foi só o professor Cláudio mesmo, mas isso não quer dizer que não foi um ano intenso, vivi a maior fase com meu tio, e com meu avô...e ainda teve duas vezes com o Amilton, o amigo do meu avô.
Nesse mesmo ano, fui realmente a putinha do professor, e ninguém nunca soube.
Pena que no ano seguinte ele saiu da escola, veio um professor efetivo para o lugar dele. O professor que veio, também era bom, mas não tinha o charme e a elegância do professor Cláudio.
Bem, havia completado 16 anos, estava no segundo ano do ensino medio, estávamos no primeiro bimestre, mais especificamente em março.
_Professora, posso ir ao banheiro? Pedi.
_Pôxa Milton...estamos na última aula, não aguenta esperar?
_Desculpa professora...estou bem apertado...
_Tudo bem...vai lá então...
Não gostava de atrapalhar as aulas, mas estava muito apertado.
Sai apressado, e quando entrei no banheiro, tomei um susto, um homem de uns trinta e poucos anos, moreno claro, cheio de tatuagens, mijava no mictório.
Ele não era alto, devia ter no máximo 1,70m. O seu pau também me chamou a atenção, estava mole, mas tinha um bom tamanho.
Meu olhar indiscreto, me entregou, e o cara passou a mijar com a rola virada para o meu lado.
Nunca tinha visto aquele cara, mesmo assim, continuei admirando sua rola.
Ele termina de mijar, passa a balançar o pau, e olhando no meu rosto, vem se aproximando de mim. Meu coração começa a bater mais forte.
_Curte? Perguntou, me oferecendo a rola.
Não precisei de palavras, peguei a rola dele, que cresceu na minha mão.
Atrevido, ele leva sua mão até minha bunda, e fica apalpando. Não satisfeito, ele enfia a mão por dentro da minha bermuda, e leva seu dedo até tocar meu cuzinho. Na hora meu corpo amoleceu, soltei um gemidinho.
_Vem cá! Disse ele, me pegando pela mão e me levando para um reservado.
Assim que encostou a porta, ele disse:
_Adoro um viadinho novo igual você...
Assim que disse isso, ele me prensou contra a parede, e me tascou um beijo na boca, acalorado, de língua.
Enquanto me beijava, sua mão abaixava minha bermuda, e seu pinto, agora durinho, que ainda estava para fora da calça, passa a deslizar pelo meu corpo.
Eu estava sem ação, sem reação, estava perdendo o fôlego com aquele beijo demorado, e estava completamente desnorteado com o amasso que recebia.
Nossos lábios se descolam, e sou virado de frente para a parede, ficando de costas para ele. Suas mãos entram por baixo da minha camiseta, e apertam meus mamilos, enquanto sua rola, se aloja entre minhas coxas. Ele brinca fodendo minhas coxas, e apertando meus mamilos. Eu já estava quase gozando, quando ele morde meu pescoço, e fala bem ao meu ouvido:
_Se eu não tivesse que falar com a diretora, eu ia te comer aqui...agora...viadinho gostoso do caralho. Sei que essa é a última aula de vocês... vou te esperar na saída.
Ele saiu, e eu fiquei tentando entender o que tinha acontecido, que tsunami foi aquele que passou por ali. Contando assim, parece que durou uma eternidade, mas essa loucura durou dois, no máximo três minutos.
Meio sem rumo, lavei meu rosto, e voltei para a sala de aula.
Saía com meu amigo, quando vi o homem do outra lado da rua, em frente ao portão de saída.
Não sabia se ele estava mesmo me esperando, mas a curiosidade e o desejo de saber mais sobre aquele homem misterioso, me fizeram mudar a trajetória, para ficar no seu campo de visão. E deu certo, ele veio falar comigo.
Pedi licença para o meu amigo, e fiquei ali conversando com o homem.
Na conversa, ele me disse que era grafiteiro, que estava na escola, por causa de um projeto para grafitar os muros. Me disse seu nome, que obviamente não vou usar aqui. Utilizarei um fictício, B.A. ou Bea.
Bea falou que tinha gostado do amasso no banheiro, e ficou elogiando meu corpo. Fiquei todo encabulado.
Quando praticamente ficamos só nós dois em frente à escola, ele falou:
_Mano...fiquei no maior tesão, tô afim de uma brincadeirinha agora mesmo...topa?
Ah...um detalhe, Bea utilizava muita gíria, e nos diálogos aqui, não utilizarei.
_Você mora aqui perto? Não falei nada em casa. Comentei.
_Moro no .......(bairro do lado). E é só uma brincadeirinha rapidinha, só para a gente se conhecer melhor, também tenho uma correria para fazer agora a tarde.
_Vai ficar longe para eu voltar, vou ter que pegar ônibus.
_Ei Milton...tô de carro, tá ali...e te trago de volta, te deixo no portão da sua casa...e aí...bora?
Entrei no carro, e fui para a casa dele.
No caminho, Bea colocou a rola para fora, e eu fiquei punhetando.
_Dá uma chupadinha. Pediu.
Me abaixei, abocanhei a rola dele, e fui mamando, até chegar na sua casa.
_Aqui, só mora eu e minha mãe, ela deve estar nas costuras dela lá no quarto, só vou avisar que já cheguei...vai indo lá para os fundos, e me espera lá....
Ele entrou na casa, e eu fui para os fundos. Entrei no cômodo, que era bem bagunçado com as coisas dele, com várias latas de tinta e sprays.
Bea chegou nos fundos, tão sedento quanto estava lá no banheiro da escola. Já foi tirando minha camiseta, me agarrando e me beijando.
Recebo o mesmo amasso de lá da escola, só que agora eu reagia, eu também o abraçava, tirei sua camisa, e fui abrir sua calça. A essas alturas, eu já estava peladindo sendo tocado pelas mãos dele.
Consegui abaixar a calça dele, peguei seu pinto, e o enfiei entre minhas pernas, e fiquei apertando com as minhas coxas.
Naquele abraço apertado, naquele roça roça, nem sei como ele conseguiu se livrar da calça.
Bea se abaixa um pouco, e passa a língua nos meus peitinhos. Cheio de tesão, seguro sua cabeça, forçando contra meu corpo, e fico esfregando meus mamilos no rostos dele.
_Você tem um fogo da porra em moleque? Disse ele, se afastando um pouco de mim.
Ele segura minha mão, me faz girar, e fala:
_Olha só...pele macia...lisinha...e a bundinha... ah que delicia...
Bea me fez parar de costas para ele, e logo em seguida, me agarrou, já enfiando seu pau duro nas minhas coxas. Suas mãos tocam meus mamilos, sua boca toca meu pescoço, minhas orelhas...meus ombros.
Gemidos, sussurros, e vou sendo direcionado para uma mesinha ali do local.
Sua boca vai descendo pelas minhas costas, me causando calafrios. As bandinhas são abertas, e sua língua vai direto no meu cuzinho, minhas pernas tremem.
Depois de deixar meu anelzinho todo lambuzado, ele se ergue, passa saliva na cabeça do pau, e se encaixa atrás de mim.
Ahhhh...deslizou gostoso para dentro.
Assim que a rola fica toda alojada, ele volta a morder meus ombros, aperta meus peitinhos, e inicia o vai e vem.
Bea gemia bastante, e falava muitas bobagens o meu ouvido...eu estava entregue, e curti suas estocadas incessantes.
Quando disse que iria gozar, ele colou seu corpo no meu, e despejou seus jatos quentinhos dentro de mim. Louco de tesão, fiquei rebolando no pau dele, e acabei gozando sem tocar no meu pau.
Assim que o pau parou de pulsar, Bea voltou a socar, o "danado" ainda estava duro. Agora, o vai e vem foi frenético, e demorado. Suado, ele chegou a dar algumas paradinhas para recuperar o fôlego, mas não tirou o pau de dentro.
Eu gemia e me contorcia no pau dele...o homem gostoso, me deixou com fogo do começo ao fim.
Ele segue estocando, e eu acabo gozando...de novo...sem nem tocar no pinto.
Quando está para gozar, ele geme alto, morde meu ombro, e goza...como goza...ahhhh...que delícia.
Mesmo com o pau amolecido, ele continua engatado, me dá mais algumas mordidinhas, recupera o fôlego e fala:
_Caralho moleque...foda gostosa da porra.. uhhh. Pena que eu tenho uns negócios para resolver, senão ia descansar e dar mais uma....
_Tenho que ir embora...já está tarde...
_Beleza...vai se limpar que eu vou te levar...
Quando chegou perto de casa, falei para ele parar o carro.
_Você mora aqui?
_Não...na rua de trás...
_Então te deixo lá...
_Não...se meu vô estiver no portão, não vou conseguir explicar que estava na casa de um colega da escola...
_Tá bom...tá bom...a gente se vê por aí....
Foi dito e feito, meu vô estava no portão, e me questionou pelo fato de estar chegando aquela hora.
_Desculpa vô, o professor passou um trabalho hoje, e fui na casa de um amigo para fazer.
Ele compreendeu, falou que ia para o bar, e eu fui tomar meu banho e almoçar.
Acho que uns dez dias depois, numa sexta feira, quando saía da aula, vi Bea do lado de fora da escola, ele estava fazendo uns desenhos no muro.
Conversamos, e ele disse que no fim de semana, o pessoal faria a grafitagem.
_Ei Milton...vou terminar o esboço aqui, umas 15h...dá um jeito de passar aqui, para irmos lá em casa...
_15h? Tá...vou dar um jeito...
_Mas ó...se liga, o Skilo(fictício) ali,(apontou para um outro rapaz) é parceiro, falei de você para ele, e ele ficou afim...topa nós dois?
Olhei para o tal do Skilo, que estava desenhando uma outra parte do muro, ele aparentava uns 30 anos, também moreno, magro, 1,80m e também cheio de tatuagens pelo corpo. Dei um sorriso, e falei "tudo bem".
Às 15h eu estava lá. Eles demoraram mais um pouco para terminar, mas em seguida, fomos para a casa do Bea.
_Nossa...você todo cheirozinho, e a gente todo suado. Comentou Bea.
Meu tesão era tanto, que acho que exagerei no perfume, queria impressionar.
Assim como da outra vez, Bea colocou o pau para fora, e eu caí de boca. Sentado no banco de trás, Skilo também coloca o pau para fora, e me apresenta, entre os bancos da frente. Era comprido, mas não era tão grosso. Segurei o pau dele, e continuei mamando o Bea. Depois, inverti, passei a chupar o pau do Skiko, e fiquei segurando o do Bea. Inclinei o meu banco, e fiquei de joelhos mamando o pau do Skilo. Quando o carro parou, no farol, Bea abaixou meu calção, e enfiou o dedo no meu cú.
Por ser todo filmado, estávamos à vontade dentro do carro, na maior putaria.
Chegamos na casa do Bea, e fomos direto para os fundos. Lá, eles tiraram minhas roupas, e ficaram me tocando, e elogiando meu corpo.
Eu estava num fogo incontrolável, e como uma putinha, eu me insinuava, e me esfregava neles. Bea me agarra, e me dá aquele beijo. Skilo se livra das roupas, e me abraça por trás. Fiquei ensanduichado, no meio dos dois.
No meio daquele rala rala gostoso, Skilo me penetra, e começa a me foder. Eu tiro a camiseta do Bea, e passo a mamar seus mamilos. Ele se livra da calça, senta numa poltrona, e me puxa, levando minha boca direto para a sua rola. Engatado comigo, Skilo me acompanha, e acaba enterrando mais a rola, já que agora eu a estava inclinado para a frente.
Skilo goza no meu cú. Eu ergo meu corpo, me viro de costas para o Bea, e sento no pau dele. Quicando e rebolando no pau do Bea, chego ao primeiro orgasmo. Skilo se agacha na minha frente, e passa a mordiscar meus peitinhos. Ao me ver descontrolado, ele se levanta, e mete o pau na minha boca. Minutos depois, Bea goza, e logo em seguida, Skilo enche minha boca com seu leitinho.
Skilo vai ao banheiro, e quando volta, me encontra de joelhos na poltrona, sendo arrombado pelo seu amigo. Ele se aproxima, e fica passando a mão na minha bunda, com carinho. A outra bandinha, seguia tomando tapas do Bea.
Me vendo levar aquela surra de rola, Skilo fica excitado novamente, e volta a me dar a sua rola para mamar. Nesse momento, chego ao segundo orgasmo.
Bea dá aquela cravada, e recebo seus jatos no meu interior. Quando ele tira o pau da minha bunda, Skilo dá a volta, e enfia o dele. Bea se aproxima, e enfio seu pau na boca, deixando-o limpinho. Ele brinca, batendo com o pau na minha cara, e esfregando suas bolas no meu rosto.
Bom gente para resumir, eu estava me sentindo uma putinha insaciável, cheguei à ter cinco desses pequenos orgasmos, sem tocar no pau. Por duas horas, fiquei à mercê desses dois tarados, que me fizeram de gato e sapato.
Ao final, eu estava acabado, com o corpo mole, minha bunda ardia de tanto tapa que levei, e meu cuzinho queimava de tão esfolado que ficou.
Mas eu não fui o único a ficar assim, Skilo estava quase morto na poltrona, tanto que ele nem viu quando o Bea foi me levar em casa.
Chegando na esquina perto de casa, Bea diz que depois da escola, eles vão para um projeto grande no interior. Ele me disse que era raro ficar na área, estavam sempre se deslocando. Entendi aquilo como uma despedida. Ele me deu um selinho e disse:
_Quem sabe um dia a gente se tromba de novo por aí?
_É....quem sabe....
Quando chegamos na escola segunda feira, ficamos maravilhados com os desenhos nos muros deu outra cara. Vi as assinaturas do Bea e do Skilo nos desenhos deles.
Nunca mais vi eles...nem essas assinaturas, mas sempre me lembro deles quando vejo um grafite...

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