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De Filha odiosa, a putinha do meu pai prt2

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Babydoll

Depois daquela primeira noite brutal, meu pai não encostou em mim por vários dias. Nada. Nem um tapa na bunda, nem um olhar mais longo. Era como se tivesse descarregado toda a raiva e tesão acumulado e agora me ignorasse. Eu também não abria a boca. Mal conseguia andar direito nos primeiros dois dias. Minha buceta estava inchada, roxa, latejando a cada movimento. Sentar doía. Caminhar doía. À noite eu dormia de lado, com a calcinha suja de sangue seco e porra ressecada, tremendo só de ouvir os passos dele no corredor.

Cada vez que ficávamos sozinhos em casa, meu corpo inteiro reagia com medo. Meu estômago revirava. As mãos tremiam. Eu evitava olhar para ele, falava o mínimo possível e corria para o quarto trancando a porta. Mas eu sabia que era só questão de tempo.

Até que chegou sexta-feira.

Voltei da faculdade mais cedo. Sabia que meu irmão mais novo ia ficar na casa de um amigo. A casa estava estranhamente arrumada, silenciosa. Assim que abri a porta do meu quarto, congelei.

Meu pai estava completamente nu, deitado na minha cama, pernas abertas, relaxado. O pau enorme descansava sobre a coxa grossa, brilhando de óleo ou saliva, já semi-duro, latejando devagar. As veias grossas marcadas, a cabeça rosada e inchada. Ele me olhava com aquele olhar frio, possessivo, como se eu fosse apenas um buraco esperando por ele.

— Vai me chupar como a puta que você é — ordenou, voz grave e rouca.

Minha mochila caiu no chão com um baque. As pernas fracas me levaram até a cama. Sentei na beira do colchão, inclinei o corpo e segurei aquele pau pesado com as duas mãos. Ainda estava quente, cheirando a homem, suor e sexo. Comecei a chupar com cuidado, passando a língua devagar pela cabeça grossa, sentindo o gosto salgado. Lambia a extensão toda, subindo e descendo com a boca apertada, tentando não engasgar.

Ele gemeu baixo, satisfeito. Suas mãos grandes subiram pelas minhas costas, sem pudor nenhum. Apertou minha cintura, desceu até a bunda e apertou forte, abrindo minhas nádegas por cima da calça. Depois subiu novamente, puxando minha camisa para cima com violência.

— Para de chupar e tira essa roupa, porra.

Mal parei o boquete e ele já arrancou minha camisa, rasgando um botão. Abriu minha calça jeans com brutalidade, puxando junto com a calcinha para baixo num só movimento. Fiquei nua em segundos, exposta. Ele me agarrou pelos quadris e me arrastou para cima da cama, me colocando sentada bem ao lado do pau dele, minhas coxas abertas.

Seus olhos desceram direto para os meus peitos.

— Porra… olha o tamanho desses tetos — rosnou, quase surpreso. — Bem maiores que os da sua mãe. Bem mais safados.

Ele atacou meus seios com fome animal. Segurou os dois com as mãos grandes, apertando com força, amassando a carne macia. Seus dedos grossos cravaram na pele, deixando marcas vermelhas. Puxou meus mamilos duros, torcendo eles com vontade, fazendo eu gemer de dor e um estranho calor subir pela barriga. Depois abaixou a cabeça e mordeu. Não chupou. Mordeu. Os dentes cravando na pele sensível do meu peito direito enquanto ele puxava o esquerdo com a mão. A dor era lancinante, quente, misturada com um tesão doentio que eu odiava sentir.

— Ai… pai… dói… — choraminguei.

Ele só riu baixo e mordeu mais forte, deixando uma marca de dentes ao redor do mamilo. Depois lambeu a mordida, sugando o bico inchado com força, puxando ele para dentro da boca quente enquanto sua mão descia entre minhas pernas.

Seus dedos grossos invadiram minha buceta sem aviso. Dois de uma vez, forçando passagem. Eu ainda estava dolorida da surra da outra noite, mas ele não ligava. Entrou fundo, girando os dedos, abrindo meu interior.

— Ainda tá inchada… mas já tá molhando de novo, sua vadia — murmurou contra meu peito, mordendo o outro seio agora.

Ele me dedou com força, o som molhado e obsceno enchendo o quarto. Meu corpo traía, lubrificando os dedos dele mesmo contra a minha vontade. Ele puxou os dedos melados e esfregou na minha boca.

— Chupa. Prova seu gosto de puta.

Enfiou os dedos na minha garganta enquanto voltava a atacar meus peitos, chupando e mordendo os mamilos até ficarem vermelhos e inchados. Meu corpo inteiro tremia. Dor. Medo. E um calor vergonhoso entre as pernas.

Ele me empurrou de costas na cama, abriu minhas pernas com os joelhos e posicionou aquele pau monstruoso contra minha entrada ainda sensível.

— Hoje eu vou te foder direito, filha. Vou usar cada buraco seu até você aprender seu lugar.

Ele empurrou com força. Meu corpo arqueou na cama quando ele me invadiu de uma vez, rasgando fundo. Gritei. A dor voltou intensa, mas dessa vez misturada com uma sensação cheia, pesada, que me deixava sem ar. Ele começou a meter com estocadas brutais, segurando meus peitos grandes como alças, apertando com força enquanto socava fundo.

Cada vez que batia o pau até o fundo, eu sentia meu útero sendo atingido. O quarto se enchia do barulho molhado de carne contra carne, dos meus gemidos misturados com choro e dos grunhidos dele.

— Porra… que buceta gostosa… aperta o pau do pai, vai…

Ele me fodeu sem piedade, mudando de posição várias vezes. De quatro, puxando meu cabelo como rédea. De lado, com uma perna levantada bem alto. Sentada no colo dele, forçando-me a quicar enquanto ele mordia meus peitos balançando.

Ele socava fundo, sem dó, segurando meus peitos grandes como se fossem alças de uma máquina de foder. Cada estocada era brutal. O pau grosso e venoso rasgava meu interior ainda sensível, batendo fundo no meu útero com um baque molhado e doloroso. Eu gritava, as lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto ele me usava.

— Cala a boca e aguenta, porra! — rosnou ele, dando um tapa forte no meu rosto. — Essa buceta é minha agora.

Ele me virou de bruços com violência, puxando meus quadris para cima e me colocando de quatro. Sem aviso, enfiou tudo de novo, batendo os colhões pesados contra minha buceta. A dor era lancinante. Meu corpo tremia. Ele metia com fúria, segurando minha cintura com força bruta, os dedos cravando na carne, deixando marcas roxas.

— Isso… toma o pau do pai, sua filha vadia. Abre essa bucetinha pra mim.

Ele cuspia nas minhas costas enquanto fodia, depois dava tapas fortes e seguidos na minha bunda, fazendo a pele arder. Cada tapa vinha acompanhado de uma estocada mais profunda. Eu soluçava, o travesseiro molhado de lágrimas e baba.

Mas algo começou a mudar.

Meu corpo, traidor, começou a reagir. A dor continuava ali, queimando, mas misturada com um calor estranho, profundo, que subia pela minha barriga. Minha buceta, antes só dolorida, começou a ficar absurdamente molhada. O som das estocadas ficou mais obsceno, molhado, grudando. Eu sentia meu clitóris inchado, latejando.

— Porra… tá ficando encharcada — ele riu, surpreso, dando um tapa ainda mais forte. — Tá gostando, não tá? Sua putinha safada.

Tentei negar, balançando a cabeça, mas um gemido involuntário escapou da minha garganta quando ele acertou um ponto especialmente fundo dentro de mim. Ele percebeu. Começou a meter mais ritmado, girando o quadril, esfregando a cabeça grossa exatamente naquele lugar que fazia minhas pernas tremerem.

— Ahhh… — gemi, mordendo o travesseiro.

Ele puxou meu cabelo com força, arqueando minhas costas, e acelerou. O quarto se enchia do barulho molhado de carne batendo, do cheiro de sexo e suor. Meus peitos balançavam pesados, mamilos roxos e doloridos das mordidas de antes.

Ele me virou de novo, agora de frente, e colocou minhas pernas sobre seus ombros. Nessa posição ele conseguia meter ainda mais fundo. O pau entrava inteiro, batendo fundo, esticando minhas paredes. A dor ainda estava lá, mas o prazer começava a dominar. Meu corpo se entregava aos poucos. Meus quadris começaram a se mover sozinhos, subindo para encontrar as estocadas dele.

— Olha só pra você… — ele grunhiu, suado, os músculos do peito brilhando. — Tá rebolando no pau do pai. Que vadia.

Ele atacou meus peitos novamente, chupando os mamilos com força enquanto metia sem parar. Eu gemia alto agora, sem conseguir controlar. O prazer subia em ondas quentes. Minha buceta apertava o pau dele involuntariamente, ordenhando ele.

Ele sentiu e sorriu com maldade.

— Tá apertando todinho… vai gozar no pau do pai, vai?

Eu neguei com a cabeça, envergonhada, mas meu corpo não obedecia mais. Ele metia cada vez mais forte, rápido, batendo fundo. O orgasmo me atingiu de repente, violento. Meu corpo inteiro convulsionou. Gritei alto, as pernas tremendo, a buceta apertando e piscando em volta do pau grosso dele. Gozei forte, encharcando o pau e as coxas dele.

Ele não parou. Continuou metendo através do meu orgasmo, prolongando ele até eu ficar mole e ofegante.

— Boa garota… — rosnou.

Ele me puxou para cima, me colocou sentada no colo dele, de frente. Segurou minha bunda com as duas mãos e me fez quicar. Meus peitos enormes batiam no rosto dele enquanto eu subia e descia no pau. Ele mordia e chupava eles com fome, deixando marcas de dentes por toda parte.

Agora eu quicava sozinha, o corpo completamente entregue. O pau dele entrava e saía fácil, escorregando na minha lubrificação abundante. Eu gemia sem parar, rebolando, sentindo ele roçar em todos os pontos certos.

— Mais forte… — eu sussurrei, quase sem voz, odiando-me por isso.

Ele riu e me segurou pela garganta, apertando enquanto metia de baixo para cima com força bruta. Me fodeu assim até gozar pela primeira vez. Rosnou alto, cravando os dedos na minha bunda, e jorrou dentro de mim. Senti o esperma quente, grosso, enchendo minha buceta, transbordando enquanto ele continuava metendo.

Não parou.

Me jogou de lado, levantou uma das minhas pernas e continuou fodendo, o pau melado de porra e minha lubrificação. Depois me colocou de quatro novamente, dessa vez enfiando o dedo grosso no meu cu enquanto metia na buceta.

— Um dia eu vou foder esse cuzinho também — prometeu, enfiando o dedo mais fundo.

Eu gozei de novo, mais fraca, gemendo o nome dele sem querer. Meu corpo estava completamente rendido. Suada, tremendo, marcada de tapas, mordidas e esperma.

Ele gozou mais duas vezes: uma na minha boca, forçando o pau fundo na garganta até eu engolir quase tudo, e a última espalhando pelos meus peitos grandes, esfregando a cabeça melada nos meus mamilos sensíveis.

Quando finalmente terminou, eu estava destruída na cama. Buceta inchada, vermelha e escorrendo porra. Corpo cheio de marcas. Respiração ofegante.

Ele se levantou, o pau ainda semi-duro brilhando, e olhou para mim com satisfação.

— Amanhã eu volto. E você vai me esperar de quatro, pelada, com essa buceta aberta. Entendeu?

Eu só consegui balançar a cabeça, fraca, enquanto sentia o corpo ainda latejando de prazer misturado com dor.

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