Treinando o cuzinho da filha
Uma tentativa dolorosa que deixou aninha com o cuzinho cheio.
Era uma noite abafada de verão. A casa estava em silêncio, exceto pelo zumbido baixo do ventilador. Ana, com seus 21 anos recém-completados, caminhava descalça pela sala usando apenas uma camisola fina de algodão que mal cobria a metade das coxas. O tecido colava suavemente na pele suada, marcando os bicos dos seios firmes e a curva generosa da bunda redonda.
Ela parou em frente ao sofá onde o pai, Marcos, assistia TV. Sentou-se ao lado dele, encostando a perna macia na dele.
— Pai... posso te perguntar uma coisa bem íntima? — murmurou, corando.
Marcos desligou a TV e olhou para a filha. Ela estava linda, vulnerável e claramente excitada.
— Claro, meu amor.
— Uma amiga disse que... que o cuzinho pode dar um prazer muito forte. Mas o meu é virgem. Nunca nem coloquei dedo. Eu fico imaginando... será que cabe algo grosso? Dói muito?
O pau de Marcos inchou violentamente dentro da calça ao ouvir aquelas palavras. Ele respirou fundo, tentando manter o controle.
— Quer que o papai te ensine, Ana? Com calma... mas tem que ser bem devagar. Meu pau é bem grosso, filha. Não vai ser fácil.
Ana mordeu o lábio inferior e assentiu, os olhos brilhando de medo e tesão.
— Quero... quero sentir você dentro de mim lá.
Ele a levou para o quarto. Tirou a camisola dela lentamente, revelando o corpo jovem e perfeito: seios médios com bicos rosados, cintura fina e aquela bundinha empinada, branca e macia. Deitou Ana de bruços, colocou dois travesseiros embaixo da barriga dela para deixar o rabo bem empinado e aberto.
Marcos se ajoelhou atrás, abriu as nádegas da filha com as duas mãos grandes. O cuzinho dela era minúsculo, um pequeno anel rosado, enrugadinho e completamente fechado. Ele cuspiu ali e começou a lamber devagar, circulando, pressionando a língua contra o furinho apertado. Ana gemia baixinho, rebolando contra o rosto do pai.
Depois de deixar o cuzinho dela molhado e brilhando, Marcos tirou a calça. Sua piroca saltou pesada: **bem grossa**, veias saltadas, cabeça roxa e inchada. Tinha quase o diâmetro de uma latinha de refrigerante. Ana olhou por cima do ombro e arregalou os olhos.
— Pai... isso é muito grosso... não vai caber...
— Vamos tentar só a metade hoje, filha. Relaxa.
Ele posicionou a cabeça grossa contra o pequeno anel virgem e começou a pressionar. Ana agarrou os lençóis com força.
— Ai... ai, pai... tá queimando... tá muito grosso...
A cabeça da piroca forçava o cuzinho apertado, que resistia desesperadamente. Marcos segurou os quadris dela com firmeza e empurrou devagar, mas com determinação. O anelzinho rosado esticou ao máximo, ficando branco de tão aberto. Ana soltou um gemido longo e sofrido, o corpo tremendo.
— Aaaahh! Pai, para um pouco... tá rasgando... ai meu Deus, como é grosso...
Só a cabeça havia entrado. O resto da rola grossa ainda estava fora. Marcos parou, deixando ela se acostumar com aquela invasão enorme. O cuzinho dela pulsava loucamente ao redor da cabeça da piroca, apertando como um punho quente.
— Respira fundo, meu amor... você tá indo bem. Só mais um pouco pra entrar metade.
Ele empurrou novamente. Centímetro por centímetro, a grossura brutal abria o intestino virgem da filha. Ana choramingava, lágrimas escorrendo pelo rosto, o corpo todo tenso.
— Tá doendo muito... pai, sua piroca é grossa demais... sinto que vou rasgar... aaaahh!
Depois de vários minutos de esforço, suor e gemidos de sofrimento, **metade da piroca grossa** finalmente estava enterrada no cuzinho da filha. O anel dela estava absurdamente esticado, vermelho e brilhando, abraçando a metade da rola do pai como se fosse explodir.
Marcos começou a meter devagar, só com aquela metade. O barulho molhado e obsceno ecoava no quarto. Ana gemia alto, uma mistura de dor e prazer crescente. Aos poucos, o sofrimento deu lugar a um prazer proibido.
— Tá tão cheio... meu cuzinho tá todo aberto... continua, pai...
Ele acelerou. As bolas pesadas batiam contra a bocetinha encharcada dela. Depois de longos minutos fodendo o cuzinho virgem, Marcos não aguentou mais. Enterrou o máximo que conseguiu (ainda só um pouco mais da metade) e gozou forte, enchendo o intestino da filha com jatos grossos e quentes de porra.
Quando ele tirou o pau lentamente, o cuzinho de Ana ficou **aberto por vários segundos**, um buraco vermelho, inchado e destruído. A pele ao redor estava irritada, levemente inchada, com um filete grosso de porra branca escorrendo devagar do interior. O anelzinho, antes tão pequeno e fechadinho, agora piscava devagar, meio aberto, com as bordas avermelhadas e sensíveis. Dava para ver claramente o interior rosado e brilhante de porra.
Ana permanecia de quatro, ofegante, a bunda empinada tremendo. Ela levou a mão para trás e tocou o cuzinho usado com os dedos.
— Tá tão aberto... e latejando... parece que ainda tá sentindo você dentro, pai.
Marcos beijou as costas dela e sussurrou:
— Amanhã vamos treinar de novo até conseguir enfiar tudo, filha. Esse cuzinho agora é do papai.
Ana sorriu fracamente, ainda sentindo a ardência e o latejar profundo.
— Tá bom... mas vai com calma. Sua piroca é realmente muito grossa.
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Comentários (1)
T. Anonico: Delicia abrindo tudo a pequena
Responder↴ • uid:1ew03qizdg9y