A Rola pesada do tio negão
Novin invadiu a casa do tio negão e soube o porquê de preto ter a fama de pirocudo.
Oiê, me chamo Robert e tenho 19 anos, quando esse relato aconteceu eu era mais novo.😅
Sou um pretin dotado, sou banhado no azeite de dendê e descobrir de onde puxei o dote nesse relato a seguir:
A casa do meu tio Rogério ficava perto da minha. Eu passava muito por lá por causa do campinho de futebol e da quadra que havia depois da casa dele, que ficava lá com meus amigos de escola. Às vezes parava para cumprimentá-lo ou pedir um copo d’água.Dessa vez não foi diferente. Saí do campinho com o tornozelo torcido, devido um racha que fiz e, morrendo de sede, passei em frente à casa e vi a sua moto estacionada. Bati na porta, mas ninguém atendeu. A moto dele estava estacionada, então ele devia estar em casa. Meu primo, que fazia faculdade, não estava, o que era normal naquele horário.Peguei a chave escondida perto da casinha do cachorro Rubens e entrei. Fui direto para a cozinha e, ao me aproximar da porta que dava para a sala, parei. Vi meu tio de costas para mim, esparramado no sofá, roncando alto. A televisão, quase no mudo, passava um pornô dos grandes lá.
Aproximei bem devagar do sofá. Vi que meu tio estava completamente pelado. Um litrão de cerveja quase vazio escorria de sua mão. As pernas abertas exibiam uma piroca preta, grossa e pesada, semi-ereta, pingando gozo. Mesmo mole, o pau dele era enorme — uns 20 centímetros de carne suculenta, muito maior que o meu. Os ovos grandes e lisos estavam estirados no sofá, e a barriga e os pelos pubianos estavam melados de esperma farto.O cheiro forte de porra e de macho encheu o ar. Nunca tinha ficado duro por outro homem, mas naquele momento meu pau latejava dentro do calção, querendo saltar para fora.
Olhei para a TV: uma negona cavalgava um cara magrelo. Sentei na poltrona velha ao lado, baixei o short e comecei a bater punheta. O tesão era insano. Ver meu tio daquele jeito e o pornô rolando foi demais. Gozei forte, segurando o gemido para não acordá-lo.Depois de gozar, tirei uma foto dele como recordação e saí. Chegando em casa, ainda com a imagem na cabeça, fui direto para o banheiro bater outra. Mesmo depois do banho, a curiosidade não me largava: será que meu primo tinha chegado e visto aquilo? Ou será que, se eu voltasse, encontraria meu tio na mesma situação?
Meu tio era um negão de respeito, sua barriga era definida pela cerveja, mas ele era um cara ajeitado. Alto e um jeito bem malandro, não entendi porquê um cara como ele via pornô sendo que ele era bem querido pela mulherada do bairro. Mas até hoje gravo essa foto e bato umas pensando. Já voltei lá algumas vezes, mas nunca conseguir presenciar uma cena parecida novamente, infelizmente.
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