De Filha odiosa, a putinha do meu pai
Meu pai sempre foi um homem bruto, autoritário e de mão pesada. Cresci apanhando dele e dos meus irmãos, e minha mãe nunca interferia. "É assim que se cria homem", ele dizia enquanto o cinto estalava nas nossas costas.
Meus irmãos se tornaram exatamente o que ele queria: saíram da escola cedo, começaram a trabalhar e saíram de casa assim que puderam. Eu, não. Eu era a filha que ele não queria. A que ele obrigava a estudar, mas só para depois me manter presa em casa. "Trabalho de mulher é dentro de casa, servindo o homem", repetia sempre, com aquele olhar frio e possessivo.
Quando entrei no ensino médio, pensei que as coisas melhorariam. Foi pior. No início deste ano meu irmão mais velho saiu de vez. Depois minha avó paterna adoeceu e minha mãe foi morar com ela, na mesma rua. No começo ela voltava para dormir, mas logo parou. Ficamos só eu, meu pai e meu irmão mais novo que logo começou a passar os finais de semana fora.
Sobraram só nós dois naquela casa.
Meu pai não bebe, não fuma, vai à igreja. Mas acredita com todas as forças que mulher nasceu para ser usada. E naquele sábado, sem minha mãe há semanas, a abstinência tinha deixado ele como um animal enjaulado.
Eu estava na cozinha terminando de lavar a louça do almoço, vestindo só um short jeans curto e um top fino, sem sutiã. Senti ele se aproximar por trás. O tapa na bunda veio forte, estalando alto. Gemi de dor. Ele parou. Algo mudou no ar. O monstro que sempre viveu dentro dele acordou de vez.
Sem dizer uma palavra, ele me agarrou pela nuca e me jogou de bruços sobre a pia. Meu rosto bateu contra o azulejo frio, o corpo pressionado com brutalidade. Tentei me mexer, mas era inútil. Ele era muito maior, muito mais forte. Puxou meu short para baixo com violência, rasgando a costura. Senti o pau dele, já duro como pedra, esfregando entre minhas nádegas, quente, grosso, latejando. Ele não falou nada. Só gemeu baixo, animalesco, enquanto se masturbava naquela fenda, pressionando a cabeça grossa contra meu cu e minha buceta por cima do tecido fino que ainda restava.
Dez minutos inteiros ele ficou assim, me prendendo, me usando como um objeto. Até que rosnou alto e gozou. Senti o jato quente, grosso, espirrando nas minhas costas e escorrendo pela bunda. Ele nem limpou. Só puxou o short de volta para cima e foi para a sala como se nada tivesse acontecido.
Fiquei ali, tremendo, com o esperma dele escorrendo entre minhas pernas.
Mais tarde, o sol ainda forte lá fora, eu estava deitada no sofá tentando recuperar o fôlego. Ele apareceu sem cueca, o pau enorme balançando pesado entre as pernas. Era monstruoso, grosso, venoso, com a cabeça roxa e inchada. Nunca tinha visto algo tão grande. Eu so tenho 15 anos, nunca nem tinha visto o pênis de ninguém.
Tentei me levantar. Ele foi mais rápido. Agarrou meu cabelo com força e pressionou meu rosto contra aquele pau mole e suado.
— Abre a boca.
Eu neguei, apertando os lábios. Ele me deu um tapa tão forte no rosto que vi estrelas. Depois outro. E outro.
— Se não colaborar, eu te mato hoje, sua vadia ingrata.
Tremendo, ajoelhei no chão. Peguei aquele pau pesado nas mãos. Ainda estava mole, mas já era maior que muitos duros. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou. Primeiro devagar, depois com força. Meu vômito subiu quando ele bateu no fundo da minha garganta. Ele não ligou. Fodeu minha boca como se fosse uma buceta, batendo os colhões pesados no meu queixo, babando, gemendo alto, xingando:
— Isso… chupa direito, porra. Engole o pau do seu pai, sua putinha.
Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Meu maxilar doía. Minha garganta ardia. Ele fodeu até ficar completamente duro de novo, babando saliva e pré-gozo por todo lado.
Quando puxou, um fio grosso de saliva ligava minha boca ao pau dele. Pensei que tinha acabado. Estava errada.
Ele me jogou no braço do sofá, de bruços, bunda pra cima. Arrancou minhas roupas com violência, rasgando o top. Me deixou completamente nua. Abriu minhas pernas com os joelhos e posicionou aquela cabeça enorme na minha entrada virgem.
— Virgem? — ele riu, surpreso e excitado. — Melhor ainda.
E empurrou.
Gritei. A dor foi lancinante. Ele me rasgou inteira. Senti a pele se rasgando, o sangue quente escorrendo pelas coxas enquanto ele forçava cada centímetro daquele pau grosso para dentro de mim. Não teve delicadeza. Não teve carinho. Ele me fodeu como um animal selvagem, batendo fundo, os colhões estalando contra minha buceta molhada de sangue e excitação forçada.
— Caralho… que buceta apertada… — rosnava, socando cada vez mais forte.
Cada estocada parecia me partir ao meio. Meu útero doía. Minha buceta queimava. Ele me segurava pelos quadris com força bruta, dedos cravados na carne, me puxando contra ele enquanto metia sem parar. O som molhado, obsceno, ecoava pela sala. Meu corpo tremia, suor escorrendo, lágrimas caindo. Ele me deu tapas fortes na bunda, nas costas, puxava meu cabelo como rédea.
Mudou de posição várias vezes. Me virou de frente, colocou minhas pernas nos ombros e meteu ainda mais fundo. Depois me virou de lado, uma perna levantada, martelando sem piedade. Gozou a primeira vez dentro de mim, jorrando forte, quente, enchendo minha buceta virgem. Mas não parou.
Continuou fodendo mesmo depois de gozar, o pau ainda duro, misturando sangue, porra e lubrificação natural. Fodeu por quase uma hora inteira, me usando como um buraco. Gozou mais duas vezes uma na minha boca, forçando até o fundo, e outra espalhando por toda a minha cara e peitos.
Quando finalmente terminou, me largou caída no chão da sala, destruída. Minha buceta inchada, vermelha, escorrendo uma mistura grossa de sangue e porra dele. O cu latejava dos tapas. Minha garganta ardia. O corpo inteiro marcado com hematomas dos dedos dele.
Ele foi tomar banho calmamente e ainda gritou da porta do banheiro:
— Levanta e faz o jantar, vadia. E limpa essa porra toda do chão.
Eu mal conseguia me mexer. Só conseguia sentir a dor latejante entre as pernas e o gosto dele ainda na boca.
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Comentários (1)
ESTUPRADOR: Faltou comer seu Cu!
Responder↴ • uid:dlnu8y3d1