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Submundo Evangélico Parte IV - O novo obreiro, a tia e a sobrinha.

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Railton40

Os nomes nesse conto são fictícios, mas os fatos relatados são verdadeiros, espero que se divirtam, curtam e comentem o que acharam!

4 - O novo obreiro.

Ray, como era chamado, era um Evangelista novato, recém ordendo, já era membro há algum tempo, mas sempre exitava em assumir cargos, sua jornada no meio evangélico era diferente da maioria, ele entendia os benefícios dos ensinamentos da igreja mas sempre foi contrário ao modo que os dirigentes tocavam as coisas, era um homem cético e isso o blindava das hipocrisias que permeavam o ambiente.
Um mês atrás, o pastor presidente havia pedido a ele pra ajudar naquela congregacão, os membros haviam retornado, as coisas andavam bem, mas ainda havia um problema, uma rotatividade grande na administração da igreja, os obreiros que chegavam eram do tipo antigo, sempre focados no espiritual e não olhavam pras necessidades práticas das pessoas.
Logo nos primeiros cultos, Ray observou as pessoas e quando pegava o microfone sempre direcionava as pregações aos aspectos práticos do dia-a-dia, ele havia era professor e nos anos de docência aprendeu a ler as pessoas e fazê-las entender assuntos complexos de forma didática. Não demorou e ele caiu na graça dos irmãos e irmãs, se alguém tinha um problema, ele ajudava, se algum adolescente dava problema ele sabia lidar, se o casal tinha problema ele ouvia e aconselhava, Ray tinha o dom da oratória e em pouco tempo estabilizou os trabalhos e as pessoas.
Contudo, nenhum destaque é livre de problemas, nesse caso, tentações. As mulheres logo viram nele o tal "homem de deus" termo usado pra descrever o "homão da porra" , os homens viam nele uma figura sólida de autoridade e queriam ser amigos dele, não demorou e os segredos daquela igreja começaram a emergir.
Aos poucos ele começou a ouvir histórias sobre irmãs que buscavam consolo sexual com o conselheiro da igreja, casal que fazia sexo a três, jovens e adolescentes que tinham vida sexual ativa entre outras que não entram nessa série de relatos por este autor não ter muitos detalhes.
Qualquer evangélico das antigas ficaria escandalizado com as coisas que Ray ouvira naqueles poucos meses, mas não ele, pois entendia que a natureza humana é mais subversiva do que os dogmas e doutrinas da religião. Não demoraria e ele logo entraria nesse submundo, Ray observava do púlpito as irmãs durante o culto, observava os comportamentos, os trejeitos, as insinuações sutis, várias chamavam sua atenção pela beleza e os olhares sutis segusobrinh risinhos, a primeira a cair no laço foi Kecya.

I - Tia e sobrinha

Era uma tarde normal de sábado, o grupo de jovens ensaiava pro culto de domingo, Kecya vestia um macacão preto de tecido fino, a bunda se destacava com o tecido marcando as coxas, os pequenos seios furavam o vestido, os meninos e meninas estavam bem a vontade, estava quente e as garotas se abanavam, Ana no vestido longo colado ao corpo exibia a marca de suor no colo e nas costas, Stefani sacudia o vestido curto eventualmente deixando a calcinha a mostra, Kecya ria e mandava ela se comportar, Sofia de saia e blusinha tentava limpar o suor do rosto. Do outro lado da sala, Ray mexia em uma tomada, agachado dividia sua atenção entre o serviço e as mulheres a poucos metros, quando o ensaio acabou todos vieram curiar o que ele fazia...
- gente, deixem o irmão se concentrar, vc tão atrapalhando! Disse Kecya se aproximando, Ray levantou...
- tudo bem, irmã, já acabei aqui! Ele tinha acabado meia hora atrás, mas estava lá curtindo a presença delas.
- o sr quer ajuda com alguma coisa? Perguntou ela.
- na verdade, queria falar com a sra sobre um relatório que veio da sede, a sra tem um tempinho?
- tenho sim!
- ok, vamos na minha sala!
- irmã, esse é o relatório de frequência dos irmãos e irmãs que fazem aconselhamento na sede, as irmãs aqui tem muitas sessões, inclusive sua sobrinha, está tudo bem com ela?
Kecya naquela hora imaginou se ele sabia do que se tratavam esses aconselhamentos, ela já havia se acostumado ao real sentido daquilo e se perguntava se o obreiro sabia, se não era outra manipulação, ela olhou bem pra ele, procurando palavras mas só conseguiu dizer que estava tudo bem...
- irmã, não quero ser indiscreto, só estou perguntando por cuidado, soube que a sra passou por problemas de casal mas seu nome não aparece nessa lista, a sra resolveu tudo?
Kecya sentiu um misto de tesão e aflição, lembrou das transas que vinha tendo com Lucas e Bruna, das escapadas no meio do dia pra gozar com Lucas...
- irmão, vou lhe falar francamente!
- diga! Disse Ray se recostando na poltrona...
- eu sei o que acontece nessas sessões!
- sabe?
- eu vi minha sobrinha em uma dessas sessões!
- ela sabe que a sra a viu? Está tudo bem pra sra?
Kecya tentava esconder a expressão de excitação, mas não conseguiu, ela mordeu os lábios antes de responder...
- não, ela não sabe que eu sei, mas eu gos...! Ela parou subitamente de falar...
- a sra gosta de...?
Ela respirar fundo e falou...
- gosto de fantasiar as coisas que ela faz, meu marido e eu nunca resolvemos a questão do sexo e a Ana é meio que uma fonte de inspiração!
- entendi! Disse Ray já se levantando e indo em direção a ela, ela olhou aquele homem com os ombros largos, a calça de malhação que ele usava marcava o pau, Kecya observou ele se aproximar e encostar na mesa, ele levou a mão até o cabelo dela, ela suspirou baixinho e recebeu a carícia...
- bom, irmã, já que tá tudo bem pra sra, quero me colocar a disposição pra lhe ajudar com qualquer coisa que precise, uma conversa, um conselho ou quem sabe um toque mais intimista!
Kecya já melava a calcinha com o toque carinhoso do Ray, percebendo que ela estava em transe ele a puxou e a beijou, a pica encostou na barriga dela, com as mãos Ray abaixou o macacão revelando o corpo branco, sem sutiã, a calcinha rosa de fita, revelou antestanda boceta já encharcada, ele beijou a boceta por cima da calcinha, Kecya o empurrou de volta a poltrona, abaixou a calça dele e puxou o pau, começou a chupar com vontade, ele contemplou a visão daquela bunda branca engolindo a calcinha...
- isso, chupa essa pau, cachorra!
Kecya abocanhava e acariciava o saco, Ray concentrado na raba dela percebeu um movimento através danporta de vidro, olhou e deu de cara com o olhar fixo da Ana, não era susto nem surpresa, Ana observava a tia com a expressão de criança que quer um pedaço do doce, ele fixou o olhar nela, deu uma piscada, Ana sorriu molhando os lábios, Ray sabia como conduzir a situação, puxou Kecya a fazendo sentarvem seu colo, ela a beijou, agarrando pela bunda, ela mesmo conduziu o pau ma entrada da boceta, afastou a calcinha e começou a sentar já esfregando o grelo na pélvis dele, por cima do ombro dela Ray encarava Ana, começou a guiar a sentada da Kecya, logo o pau estava todo dentro enquanto ela rebolava gemendo...
- isso putinha, rebola nesse pau, mete ele todinho dentro de vc!
Kecya rebolava pra frente e pra trás, gemia com a jeba gorda enfiada na boceta, Ana já parecia tomada pelo tesão, Kecya já sentia a agonia dó pré-orgasmo, Ray mordeu o pescoço dela, chupou a orelha e sem aguentar ela soltou um gemido mais forte apertando a boceta contra o pau dele, desfalencendo de cansaço no ombro dele.
Ray levantou a colocando sentada na poltrona, foi até a mochila e pegou uma garrafa de água, enquanto bebia, ele colocou a mão na maçaneta, Ana se asustou do lado de fora, mas só conseguiu dar um passo pra trás. ..
- irmã, a sra é uma mulher maravilhosa, demora pra se recuperar?
- só uns minutinhos! Disse ela sorrindo.
- a sra se importa se eu continuar sem a sra?
Ainda rindo, ela respondeu que não...
- é ótimo saber que não! Nisso ele abre a porta e rapidamente puxa Ana pela mão, Kecya tomou um susto ao verbque tinha outra pessoa alí, mas a surpreasa maior foi ver que era Ana, em um movimento brusco ele a encostou na parede levantando a barra do vestido até a cintura, a outra mão puxou a calcunha branca da menina até os joelhos e numa encarcada rápida o pau abriu espaço na boceta da sobrinha, o que se ouviu foi um gemido seguido de um suspiro...
- Ana, o que faz aqui?
Kecya balbuceou as palavras enquanto procurava as roupas no chão, levantou rápido com o macacão enrolado nas mãos tentando cobrir os seios, na frente dela, Ana empinava a bunda e balançava com as estocadas do Ray, ele metia por trás, agarrado nos seios da Ana, a boca lambiabo pescoço suado da Ana e vez ou outra mosdiscava a orelha dela, ela gemia e grunia...
- vc tá louco, Ray, ela é menor!
- ah, olha pra ela, tá piscando a boceta no meu pau!
Kecya se aproximou dos dois, olhando fixamente a pica sumir entre as nadegas da sobrinha, já tinha visto a menina em ação, mas alí na frente dela, sendo comida de verdade, não era fantasia, era realidade...
- gosta de ver essa safada ser comida?
Kecya balançava a cabeça...
- vem cá! Ela a puxou e beijou de novo, metia na Ana e apertava a bunda da Kecya, Ana respirava forte, Ray empurrou Kecya pra mesma parede, agora as duas, tia e sobrinha com as mãos apoiadas na parede, as bundas empinadas, Ray com seus braços longos cobria as duas, logo aquele pau comprido começou a saltar de uma pra outra, entrava na Kecya, dava dez estocadas, voltava pra Ana e mais um punhado de estocada...
- isso, vcs são minhas putinhas, vão dar essas rabas pra mim quando eu mandar!
As duas estavam no transe só assentindo que sim, quando voltou pra Kecya, ele a puxou reclinando ela na mesa, puxou Ana e a colocou sentada na mesa ao lado da tia, ele apontou o pau melado no cuzinho da Kecya...
- olha Ana, quer ver eu arrombanbo cuzinho da sua tia putinha?
- vai, mete nela! Disse Ana.
Ray empurrou num golpe só, o ânus se alargou e Kecya soltou um gemido alto...
- caralho, que cu é esse?
Kecya jogava a bunda de encontro as metidas, Ana de pernas abertas na mesa acariciava a boceta, Ray olhou a boceta vermelha da Ana...
- quer um pouco de pau, Aninha?
Ela balançou a cabeça, ele se posicionou entre as pernas dela e pincelou a cabeça na entrada, desceu o pau até o cuzinho e encarcou de uma so vez, Ana tinha mais horas de anal que a tia e não sofreu tanto...
- ah, vc é acostumada a levar no rabinho!
Ana gemeu manhosa, a carinha de tesão encarava Ray, olho no olho, como quem o desafiasse a ir mais forte. Ray a baixou da mesa a reclinando na mesa e agora alternava entre a bunda dela e a bunda da Kecya, logo ele anunciou que viria o gozo, Kecya prontamente se ajoelhou puxando Ana, as duas abriram a boca e Ray punhetando a jeba começou a gozar, Kecya tentou receber o gozo na boca mas melou o rosto, Ana abocanhou o pau limpando o que restava, de pé olhando a visão das duas gostosas, Ray gemeu...
- isso minhas delícias, vcs são maravilhosas!
Ele abaixou bejando as duas na boca, sentindo o gosto do próprio esperma. Ray pegou uma toalha na mochila e deu pra elas se limparem.
Após aquela sessão de sexo a três, Kecya e Ana pararam em uma conveniência, as duas em silêncio olhvam pro vazio, cada uma buscando um meio de começar uma conversa...
- Ana, sobre o que aconteceu....
- tia, não precisa falar nisso!
- vc não devia ter visto aquilo, muito menos participado!
- sabe tia, essa é a diferença entre nós, vc se envergonha, se envergonha do seu passado e se envergonha de sentir desejo!
Kecya abaixou a cabeça...
- eu gosto de sexo, mas esse mundo que vcs vivem e me colocaram não é o que vcs acham, talvez pro seu marido seja, mas olha o que conteceu!
- eu sei, eu sei, vc tem razão!
- agora me diz uma coisa, eu sou solteira, e vc e seu marido, ele sabe o que vc faz?.
- não, e mesmo se soubesse é capaz dele concordar, desde que eu esteja fazendo com os homens da igreja!
Ana riu...
- é, é um corno gospel! Disse ela entre risos. Kecya sorriu junto...
- me diz uma coisa, vc ainda tá transando com o conselheiro?
Ana fez cara de surpresa e Kecya continuou...
- eu sei o que o conselheiro faz!
- vc já foi lá com ele? Perguntou Ana.
- não, mas eu vi vc e ele, faz tempo, foi numa vez que te levei lá!
- ah tá, eu vou lá com ele de vez em quando, depois de um tempo ficou chato, mas quando tô na seca eu marco uma sessão! Ana sorria enquanto falava e Kecya percebeu a naturalidade dela...
- mas voltando, sobre hoje...
- relaxa, tia, não vou comentar nada com ninguém, sei que seu marido é um broxa, se eu fosse a sra já teria despachado ele há tempos!
- bom, estamos bem então!
- estamos sim!
Depois daquela tarde de sexo, as coisas entre Kecya e Ana mudaram, passaram a se tratar melhor e a relação entre elas se estreitou, Ana continuava a transar com o conselheiro, Kecya ainda se aventurava com Lucas e de vez em quando as duas entravam na pica do Ray.
Ray continuou a frente da Congregação e muitas irmãs sentiram o peso do cajado dele, ele não dispensava eram mulheres jovens, velhas, solteiras, casadas, não havia um padrão, o cara era um comedor nato.

Nota do Autor.
Bom pessoal, essa quarta parte encerra os relatos de terceiros, provavelmente a partir dos próximos relatos eu traga experiências pessoais. Curtam e comentem o que acharam, agradeço a atenção e fiquem com deus.

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