O dia em que eu fodi meu amigo hétero por causa de uma aposta parte final - O formigamento
Após ser fodido pelo meu amigo hétero Victor comecei a sentir um formigamento estranho no cu e comecei e implorei pra sentir aquele pau novamente
Parte 1: /2026/05/conto-131202
Parte 2: /2026/05/conto-131258
Os dias depois daquela noite com Victor foram estranhos. Meu corpo não era mais o mesmo. Durante o dia eu até conseguia fingir que nada tinha acontecido, mas quando chegava a noite, começava.
Era um formigamento leve no começo, bem no fundo do cu. Como se algo estivesse faltando. No segundo dia o formigamento ficou mais forte, uma coceira quente que me deixava inquieto. Eu tentava ignorar, mas toda vez que sentava ou mexia o corpo, ele pulsava.
Na terceira noite eu não aguentei mais.
Estava sozinho no quarto, deitado de lado. Comecei passando a mão por trás, tocando o anelzinho ainda sensível. Só o roçar do dedo já me fez soltar um suspiro. Cuspi na mão e comecei a circular devagar. Quando enfiei a ponta do dedo, um gemido baixo escapou da minha boca. Estava apertado, quente e absurdamente sensível.
Fui aumentando aos poucos. Dois dedos. Depois três. Eu me fodia devagar com eles, imaginando que era o pau grosso dele de novo. Mas não era suficiente. A coceira só piorava.
No dia seguinte fui até um sex shop longe de casa. Comprei um plug médio e um dildo realístico de 18cm, bem grosso e com veias. Chegando em casa, tranquei o quarto, passei bastante lubrificante e comecei a me abrir com o plug. A sensação de estar preenchido era boa, mas ainda não era o suficiente.
Acabei tirando o plug e pegando o dildo. De quatro na cama, fui empurrando devagar. Centímetro por centímetro. Quando enterrei metade, soltei um gemido alto, abafado no travesseiro.
— Victor… ahh… porra, Victor… — gemi alto, rebolando contra o brinquedo enquanto imaginava ele me fodendo forte.
Estava tão perdido no prazer que nem ouvi a porta da frente abrir.
De repente a porta do quarto se abriu. Victor parou na entrada, mochila na mão, olhos arregalados ao me ver de quatro, com o dildo grosso enfiado até a metade na bunda, gemendo o nome dele.
Ele ficou parado alguns segundos, só olhando. Meu rosto queimou de vergonha, mas meu corpo traidor continuou rebolando levemente contra o dildo.
— Caralho, Jhon… — murmurou ele, voz rouca, fechando a porta devagar. — Você tá gemendo meu nome enquanto se fode com isso?
— Depois que você me fodeu, eu comecei a sentir um formigamento forte no cu, como se estivesse faltando alguma coisa. Eu não estava aguentando mais... Foi você que fez isso comigo, seu desgraçado!
Ele riu, largou a mochila no chão e começou a tirar a camisa, os olhos fixos no meu cuzinho esticado pelo dildo.
— Então é assim que você anda se divertindo quando eu não tô em casa? — perguntou ele, voz rouca e baixa.
Eu congelei, o rosto queimando de vergonha. Tentei tirar o dildo, mas ele foi mais rápido e segurou minha mão.
— Não tira — ordenou ele. — Continua. Quero ver você se fodendo pensando em mim.
Com o rosto vermelho, eu obedeci. Comecei a mover o dildo devagar para dentro e para fora, gemendo baixo. Ele tirou o resto da roupa e subiu na cama, ajoelhando atrás de mim.
— Mais fundo — murmurou ele, observando tudo. — Mostra pra mim como você quer meu pau.
Eu empurrei o dildo mais fundo, soltando um gemido mais alto. Ele passou a mão na minha bunda, apertando uma das bandas.
— Olha como você tá aberto… todo molhado de lubrificante… gemendo meu nome como uma putinha.
Ele tirou minha mão do dildo e começou a mover ele mesmo, metendo mais forte e mais fundo do que eu estava fazendo. Eu gemi alto, empinando a bunda para trás instintivamente.
— Victor… ahh… — escapei sem querer.
Ele soltou uma risada baixa e tirou o dildo de uma vez, deixando meu cuzinho piscando vazio.
— Agora você vai ter o original — disse ele, posicionando a cabeça grossa e quente do pau dele contra minha entrada.
Ele segurou minha cintura com firmeza e empurrou devagar, mas sem parar, abrindo-me novamente. Eu soltei um gemido longo quando ele me preencheu completamente.
— Isso… aperta meu pau — murmurou ele, começando a meter com estocadas longas e profundas. — Você passou dias se fodendo pensando em mim… agora vai levar de verdade.
Ele metia com força, estocadas profundas e ritmadas, acertando minha próstata toda vez. Eu gemia alto, completamente entregue, empinando a bunda para trás para receber ele mais fundo.
De repente, ele tirou o pau quase todo para fora, deixando só a glande grossa dentro de mim. O vazio foi imediato e insuportável. Meu cuzinho piscava desesperado, como se estivesse implorando para ser preenchido de novo.
— Não… — soltei um gemido desesperado, tentando empurrar a bunda para trás. — Victor… não tira… por favor…
Ele segurou minha cintura com firmeza, impedindo que eu me movesse, e esfregou só a cabeça do pau na entrada, provocando.
— O que foi? — perguntou ele, voz rouca e provocadora. — Tá sentindo falta já?
Eu tremia inteiro, o cuzinho contraindo no ar, sentindo um vazio dolorido e quente.
— Por favor… — implorei, voz quebrada de tesão. — Enfia de novo… eu não aguento ficar vazio… tá doendo… Victor, por favor… me fode…
Ele deu uma risadinha baixa e esfregou a glande mais devagar, me torturando.
— Olha como você implora… Logo você, que era o dominante. Fala direito. Diz que precisa do meu pau.
Eu estava completamente destruído pelo tesão. Sem orgulho nenhum, choraminguei:
— Eu preciso do seu pau… por favor, Victor… enfia tudo de novo… me enche… eu não aguento mais ficar assim… me fode, por favor…
Victor continuou esfregando a glande grossa contra minha entrada, me torturando com o vazio.
— Por favor… — implorei mais uma vez, voz tremendo. — Victor… enfia logo… eu tô implorando…
Ele soltou um suspiro satisfeito e finalmente empurrou. A cabeça grossa abriu-me novamente, deslizando devagar, mas firme, até ele enterrar tudo de uma vez. Eu soltei um gemido alto e aliviado quando me senti completamente cheio outra vez.
— Isso… assim… — gemi, empinando a bunda contra ele.
Victor começou a meter com força, estocadas longas e profundas, batendo fundo. Cada vez que ele entrava completamente, eu sentia a cabeça do pau dele pressionando forte contra minha próstata, enviando ondas de prazer pelo corpo inteiro.
— Ahh… caralho… tá tão bom… — choraminguei, sem controle.
Ele segurava minha cintura com firmeza, metendo cada vez mais rápido. O som molhado das estocadas enchia o quarto junto com meus gemidos.
— Olha como você tá apertando meu pau… — murmurou ele, voz rouca. — Tava morrendo de saudade disso, né?
Eu só conseguia gemer em resposta, o corpo tremendo. Meu pau babava sem parar no lençol, latejando dolorosamente.
Victor acelerou ainda mais, metendo fundo e forte, moendo o quadril toda vez que entrava. A pressão na próstata ficou insuportável. Eu sentia o orgasmo subindo rápido.
— Victor… eu tô quase… — avisei, voz falhando.
— Goza pra mim — ordenou ele, sem parar de meter.
Com mais algumas estocadas brutais, eu gozei forte. Jatos grossos de porra jorraram no lençol enquanto meu cuzinho apertava o pau dele com força. O prazer foi tão intenso que minha visão ficou branca por alguns segundos.
Victor não parou. Continuou metendo durante meu orgasmo, prolongando ele ao máximo, até que, com um gemido rouco, ele enterrou tudo e gozou dentro de mim. Senti os jatos quentes enchendo minha bunda, pulsando forte enquanto ele esvaziava tudo.
Nós dois ficamos ofegantes, suados, o corpo dele colado no meu.
Depois de gozar forte dentro de mim, ele ficou alguns segundos parado, o pau ainda pulsando fundo na minha bunda. Eu tremia inteiro, pernas fracas, corpo mole contra a cama. A porra dele escorria devagar pelas minhas coxas quando ele finalmente saiu.
Nós dois caímos de lado na cama, suados e exaustos. Ficamos em silêncio por um bom tempo, apenas respirando pesado.
Victor me puxou contra o peito e beijou minha nuca.
— Jhon… isso que a gente tá fazendo não é mais só vingança, né?
— Eu também não sei mais — respondi baixinho. — Era pra ser só uma vez… e agora tá tudo confuso.
Ficamos abraçados por um tempo, sem pressa. Tinha tesão, carinho e muita confusão. Mas quanto mais os dias passavam, mais eu sentia que precisava de espaço para organizar a cabeça.
Um mês depois, tomei a decisão.
— Victor… eu vou me mudar — falei uma noite, enquanto estávamos deitados. — O Eduardo me chamou pra morar com ele num apê pequeno. Preciso de um tempo pra pensar em tudo isso que tá acontecendo.
Victor ficou tenso imediatamente. Ele se apoiou no cotovelo e me olhou sério.
— Eduardo? Quem é esse Eduardo? — perguntou, a voz mudando de tom.
— Um amigo que fiz a uns anos no cursinho de vestibular. A gente se aproximou bastante e ele precisava de alguém pra dividir o aluguel.
Victor franziu a testa e sentou na cama.
— Você vai morar com outro cara? Assim, do nada? Jhon, para com isso… Não precisa ir. Você pode ficar aqui comigo. A gente dá um jeito.
Eu suspirei.
— Victor, eu preciso de espaço. Tá tudo muito intenso, muito rápido. Eu preciso pensar.
— Espaço? — ele repetiu, visivelmente incomodado. — Você quer espaço pra quê? Pra esquecer o que a gente fez? Pra fingir que não gostou de levar meu pau?
Ele segurou meu braço com mais força, quase suplicando.
— Não vai, Jhon. Fica aqui. Eu sei que você também sente isso. Não precisa correr pra morar com outro cara.
Fiquei em silêncio por um momento, sentindo o peso da decisão.
— Eu já decidi, Victor. Vou me mudar na semana que vem.
Ele explodiu de raiva quando eu confirmei que estava me mudando. “Então é isso? Do nada você resolve me abandonar pra ir morar com esse tal de Eduardo? Tá traindo a nossa amizade, Jhon! Depois de tudo que fizemos, depois de eu ter te comido e você gemendo meu nome como uma puta, você simplesmente vira as costas e vai viver com outro cara? Vai se foder! Fiquei em silêncio, olhando para o chão enquanto ele falava. Quando Victor terminou de desabafar e bloqueou meu número na minha frente, senti um aperto forte no peito. Apesar de tudo que tinha rolado entre nós, o tesão, as noites intensas, a confusão, ver nossa amizade acabar daquele jeito me deixou triste pra caralho. Eu não esperava tanto rancor dele. Victor tinha sido meu melhor amigo por anos, e agora parecia que tudo tinha virado cinzas.
Suspirei fundo e terminei de arrumar minhas coisas em silêncio. Mesmo com o peso no peito, eu sabia que precisava desse espaço. Eduardo me ajudou com o resto da mudança, e nos dias seguintes tentei focar na nova fase. Mas às vezes, de noite, ainda lembrava do que corpo dele contra o meu, do jeito que ele me olhava… e do quanto as coisas tinham mudado.
Eu não sabia o que viria pela frente. Só sabia que algo dentro de mim tinha mudado para sempre.
Continuação com Eduardo: /2026/05/conto-131360
Fim de Jhon e Victor.
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