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O dia em que eu fodi meu amigo hétero por uma aposta parte 2

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zJhon6474

Depois de foder meu amigo contra a vontade dele por causa de uma aposta, ele se vingou e fez o mesmo comigo

Continuação do conto anterior: /2026/05/conto-131202

Os dias seguintes foram estranhos e pesados. Victor não tocava mais no assunto abertamente, mas a forma como ele me olhava tinha mudado completamente. Não era mais o olhar de melhor amigo descontraído. Era algo mais escuro, calculado, como se ele estivesse esperando o momento certo.

Na noite de sábado, nós dois estávamos em casa sozinhos. Eu estava sentado no sofá, só de short, jogando no celular. Victor saiu do banho com uma toalha enrolada na cintura, cabelo ainda úmido, e sentou do meu lado. Ficou em silêncio por uns longos minutos, só me observando.

— Você acha mesmo que eu ia esquecer o que você fez? — perguntou ele de repente, voz baixa.

Eu tentei desviar o assunto, rindo nervoso, dizendo que foi só uma aposta quente e que os dois já éramos grandes. Victor não riu. Ele se aproximou mais, colocando uma mão no meu ombro.

— Você me prendeu. Me fez engolir sua porra contra a minha vontade. Depois me fodeu enquanto eu implorava pra parar. E agora quer fingir que foi só uma brincadeira?

Eu senti o clima mudar. Tentei me levantar, mas Victor apertou meu ombro com mais força, me mantendo sentado.

— Victor… relaxa, cara. Eu sou hétero. Você também é. Não vamos estragar nossa amizade por causa de uma noite idiota.

Ele ficou em silêncio, olhando pra mim por um tempo que pareceu eterno. Depois se levantou, foi até o quarto e voltou com o frasco de lubrificante na mão. Colocou em cima da mesa de centro, bem na minha frente.

Eu engoli seco.

— Victor… não. Eu não vou deixar você fazer nada comigo. Eu sou hétero pra caralho. Não quero pau na minha bunda. Isso não vai acontecer.

Victor não respondeu imediatamente. Ele sentou do meu lado novamente, mais perto, e começou a passar a mão devagar pelo meu peito, descendo pela barriga. Eu tentei afastar a mão dele, mas ele insistiu, explorando meu corpo com calma, quase estudando.

— Você sentiu prazer me dominando… agora eu quero sentir o mesmo — murmurou ele. — Quero te ver resistindo. Quero te ouvir implorando como eu implorei.

Eu me levantei do sofá, nervoso.

— Para com isso, Victor. Eu não vou deixar. Esquece essa ideia.

Ele se levantou também e me empurrou devagar contra a parede. Não com violência, mas com firmeza. Seus olhos verdes estavam fixos nos meus.

— Você me deve isso Jhon

Ele pressionou o corpo contra o meu, o rosto perto do meu pescoço, e falou bem baixo:

— Tira o short, Jhon

Eu senti um frio na espinha. Em vez de obedecer, aproveitei um segundo de distração dele e dei um empurrão forte no peito dele, saindo correndo em direção ao corredor.

— Vai se foder! — gritei, correndo para o quarto.

Quase consegui chegar na porta, mas Victor foi mais rápido. Ele me agarrou pela cintura com os dois braços, me levantando do chão com facilidade. Eu me debati, chutando o ar, mas ele me carregou de volta para a sala como se eu não pesasse nada.

— Me solta, porra! — eu me debatia, tentando me livrar.

Victor me jogou de bruços no sofá com força e subiu em cima de mim rapidamente, prendendo meus braços nas costas com uma mão só. Eu lutava desesperadamente, mas ele era mais pesado e estava tomado pela raiva acumulada.

— Você correu de mim? — Victor perguntou, voz baixa e perigosa. — Depois de tudo que fez comigo, agora quer fugir?

Ele puxou meu short e cueca para baixo de uma vez, expondo minha bunda. Eu tentava fechar as pernas, mas ele as abriu com os joelhos.

— Victor, não! Eu não vou fazer porra nenhuma! Me solta agora!

Victor se sentou no meu peito, virando meu corpo de lado e prendendo meus pulsos acima da cabeça novamente. O pau dele, grosso e rosado, estava completamente duro, latejando bem na frente do meu rosto.

Eu virei o rosto para o lado imediatamente.

— Não… afasta essa merda da minha cara! — rosnei. — Eu não vou chupar porra nenhuma! Eu sou hétero! Tira isso da minha frente!

Victor segurou minha mandíbula com firmeza, forçando-me a olhar para o pau dele.

— Você me fez engolir contra a minha vontade. Agora é sua vez.

Ele bateu a glande quente e babando contra meus lábios fechados. Eu apertei a boca com força, virando o rosto o máximo que conseguia. Victor segurou minha nuca e pressionou a cabeça grossa contra meus lábios, esfregando, espalhando pré-gozo.

— Abre a boca agora Jhon

Eu neguei com a cabeça, mantendo os lábios bem fechados. Victor apertou minha mandíbula com mais força, forçando minha boca a abrir levemente. No momento em que eu respirei, ele empurrou a glande para dentro.

— Mmmph!! — eu gemi abafado, tentando puxar a cabeça para trás.

Victor segurou firme minha nuca e empurrou mais um pouco, enfiando a cabeça grossa na minha boca quente. Eu tentava empurrá-lo com o corpo, mas preso debaixo dele, não conseguia quase nada.

— Isso… sente o gosto — murmurou ele, respirando pesado. — Chupa devagar.

Eu fazia sons de protesto abafados, olhos cheios de raiva e humilhação, mas Victor mantinha o pau dentro da minha boca, movendo os quadris devagar, fodendo minha boca contra a minha vontade.

Victor mantinha a cabeça grossa do pau dele dentro da minha boca, segurando firme minha nuca com uma mão enquanto a outra prendia meus pulsos acima da minha cabeça. Eu tentava desesperadamente puxar a cabeça para trás, mas ele não deixava.

— Mmmph!! Nnn!! — eu protestava alto, o som saindo abafado e vibrando contra a glande dele. Meus olhos estavam arregalados de raiva e humilhação.

Victor respirava pesado, olhando pra baixo com uma mistura de vingança e tesão.

— Para de lutar, Jhon Você me fez engolir tudo. Agora vai sentir como é ter um pau enchendo a boca.

Ele empurrou mais um centímetro devagar. A glande grossa pressionava minha língua para baixo, enchendo boa parte da minha boca. Eu sentia o gosto forte do pré-gozo dele, salgado e quente. Tentei empurrar ele com a língua, mas isso só fez Victor gemer de prazer e empurrar mais fundo.

— Isso… usa a língua… — murmurou ele, voz rouca.

Eu negava com a cabeça o máximo que conseguia, fazendo sons abafados de protesto. Saliva já começava a escorrer pelos cantos da minha boca, misturada com o pré-gozo dele. Victor começou a mover os quadris bem devagar, fodendo minha boca com estocadas rasas e controladas.

Cada vez que ele empurrava, a cabeça do pau dele roçava no céu da minha boca e na minha língua. Eu engasgava levemente quando ele ia um pouco mais fundo, os olhos marejando.

— Olha pra mim enquanto chupa — ordenou Victor.

Eu recusava, fechando os olhos com força. Ele segurou minha mandíbula e empurrou mais fundo, quase chegando na garganta. Eu soltei um gemido abafado e desesperado, o corpo se debatendo debaixo dele.

— Mmmph… nnn… tira… — tentava implorar, mas saía tudo abafado e molhado.

Victor acelerou um pouco o ritmo, fodendo minha boca com mais constância. A saliva escorria abundante pelo meu queixo, pingando no sofá. Os sons molhados enchiam a sala junto com a respiração pesada dele.

— Porra… sua boca é quente pra caralho… — gemeu Victor. — Tá melhor do que eu imaginava.

Eu continuava resistindo, tentando virar o rosto, mas ele segurava firme. Lágrimas de esforço escorriam pelos cantos dos meus olhos enquanto ele enfiava e tirava o pau da minha boca, cada vez mais molhado e babado.

Victor olhou pra baixo, vendo minha expressão humilhada, e sorriu de forma vingativa:

— Isso… engole meu pré-gozo como eu engoli o seu.

Victor segurava minha nuca com força, os dedos cravados no meu cabelo. Ele respirava pesado, os olhos verdes brilhando com uma mistura de raiva e desejo de vingança.

— Você vai sentir tudo — disse ele, a voz baixa e rouca.

Ele empurrou os quadris para frente devagar, mas com firmeza, forçando mais do seu pau grosso para dentro da minha boca. A glande passou pela minha língua e chegou no fundo da garganta. Eu arregalei os olhos e engasguei forte.

— MMMMPH!! — o som abafado saiu desesperado, meu corpo inteiro se debatendo debaixo dele.

Victor não tirou. Pelo contrário, segurou minha cabeça com as duas mãos agora e empurrou mais fundo, forçando a cabeça do pau a entrar na minha garganta. Eu senti a garganta se apertando ao redor dele, o reflexo de vômito vindo forte.

— Isso… engole… — murmurou Victor, voz rouca de prazer. — Quase tudo… só mais um pouco.

Eu tentava desesperadamente puxar a cabeça para trás, as lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos, mas Victor me mantinha preso, empurrando devagar até quase metade do pau grosso estar dentro da minha garganta. Minha garganta convulsionava ao redor dele, apertando forte.

— Gluck… gluck… — os sons molhados e engasgados saíam da minha boca enquanto saliva escorria abundantemente pelos cantos, descendo pelo meu queixo e pelo peito.

Victor gemeu alto, sentindo minha garganta apertar ele.

— Porra, Jhon… sua garganta tá me apertando tanto… tá melhor do que eu imaginava.

Ele começou a mover os quadris bem devagar, fodendo minha garganta com estocadas curtas e profundas. Cada vez que ele empurrava, a cabeça do pau dele entrava mais fundo, fazendo eu engasgar e tossir ao redor dele. Meus olhos estavam vermelhos, lágrimas escorrendo, saliva babando sem parar.

Eu fazia sons desesperados e abafados o tempo todo:

— Mmmph!! Nnnn!! — tentando implorar pra ele tirar, mas só saía vibração gostosa no pau dele.

Victor segurava minha cabeça firme, sem deixar eu escapar, metendo cada vez mais fundo, até quase enfiar tudo. Minha garganta estava completamente cheia, o nariz quase encostando na virilha dele.

— Olha pra mim enquanto eu fodo sua garganta — ordenou ele, voz triunfante.

Eu olhei pra cima com os olhos marejados, expressão de humilhação e raiva, enquanto ele continuava fodendo minha boca e garganta devagar, mas fundo, aproveitando cada segundo.

Victor continuava fodendo minha garganta com estocadas profundas e ritmadas. Minha garganta apertava forte ao redor do pau dele, saliva escorrendo pelo meu queixo e pescoço. Eu estava completamente dominado fisicamente, lágrimas escorrendo, engasgando a cada estocada mais funda.

Mas algo começou a mudar.

Quanto mais Victor gemia e metia na minha garganta, mais o meu próprio pau traidor latejava dolorosamente, babando sem parar no sofá. Eu tentava lutar contra o tesão, mas o corpo não obedecia mais. A humilhação, o gosto forte dele na minha boca, a sensação de estar sendo usado… tudo isso estava mexendo comigo de um jeito que eu não queria admitir.

Victor acelerou o ritmo, respirando pesado, os músculos do abdômen tensionados.

— Porra… tô quase… vou gozar na sua garganta — disse ele, voz rouca.

Foi nesse momento que eu senti um calor absurdo subir pelo meu corpo. Mesmo com raiva, mesmo resistindo, ver Victor tão perto de gozar, sentir o pau dele latejando forte na minha boca e garganta… me dominou. Meu pau deu um pulo violento, indicando meu tesão ao ter minha boca fodida por Victor

Victor percebeu. Ele sorriu de forma vingativa enquanto metia mais fundo.

— Olha só… você tá babando todo só de chupar meu pau. Seu corpo quer isso tanto quanto o meu.

Ele deu mais algumas estocadas fundas e quando ele estava quase gozando ele retirou o pau da minha boca, mas nem me deu tempo de me recuperar, ele me virou de bruços no sofá com facilidade, prendeu meus pulsos nas costas e abriu minhas pernas. Eu ainda tentei resistir:

— Victor… não… eu não quero… — murmurei, voz rouca de tanto engasgar.

Mas o tesão já tinha me dominado. Meu cuzinho piscava involuntariamente, o corpo todo quente.

Victor cuspiu bastante e passou lubrificante (que ele tinha trazido) devagar entre minhas nádegas. Pressionou dois dedos primeiro, abrindo-me com calma enquanto eu soltava gemidos baixos de desconforto misturado com prazer. Ele demorou bastante, trabalhando-me até sentir que eu estava mais relaxado.

Então posicionou a cabeça ainda dura e melada do pau dele contra minha entrada.

— Agora você vai sentir tudo que eu senti — disse ele, voz baixa.

Ele começou a pressionar devagar. A glande grossa forçou minha entrada, centímetro por centímetro. Eu soltei um gemido longo e rouco quando a cabeça entrou, o corpo tremendo inteiro.

— Ahh… caralho… tá muito grande… — gemi, apertando os olhos.

Victor continuou empurrando lentamente, abrindo-me aos poucos, até enterrar quase todo o pau grosso dentro da minha bunda. Ele parou lá, deixando eu sentir a sensação completa de estar sendo preenchido, eu soltei um gemido longo e rouco quando a glande passou pelo anel muscular. A sensação era intensa — uma queimadura forte misturada com uma pressão estranha e profunda, como se meu corpo estivesse sendo invadido de um jeito que nunca tinha acontecido. Meus músculos internos apertavam instintivamente ao redor dele, tentando expulsar, mas isso só fazia a fricção ficar ainda mais forte.

— Ahh… porra… tá muito grosso… — gemi, o corpo tremendo. — Tá queimando… tira um pouco…

Victor não parou. Continuou empurrando devagar, e eu senti cada veia do pau dele deslizando pela minha parede interna. Era uma sensação cheia, pesada, como se ele estivesse ocupando um espaço que não existia antes. Quando ele enterrou mais da metade, eu senti uma pressão forte contra a próstata. Um choque de prazer inesperado subiu pela minha coluna, fazendo meu pau pulsar forte e soltar uma gota grossa de pré-gozo.

— Hmm… ahh… — soltei um gemido involuntário, mais manhoso.

Victor percebeu e empurrou mais fundo, até quase enterrar tudo. Agora eu me sentia completamente cheio. A sensação era avassaladora: uma mistura de dor ardente na entrada, pressão profunda na barriga e um prazer proibido toda vez que o pau dele roçava na próstata. Meu cuzinho pulsava ao redor dele, apertando e relaxando sem controle.

Victor começou a meter devagar, saindo quase tudo e voltando fundo.

— Caralho… tá tão fundo… — murmurei, voz falhando. — Eu não deveria estar sentindo isso… mas… ahh… tá apertando tanto…

Meu corpo traía cada vez mais. Quanto mais Victor metia, mais meu cuzinho relaxava e sugava ele para dentro. O desconforto inicial estava lentamente se transformando em um prazer denso, quente e profundo, que fazia minhas pernas tremerem e meu pau babar sem parar no sofá.

Victor acelerou um pouco o ritmo, metendo mais firme. Cada estocada profunda fazia minha próstata ser massacrada de prazer, enviando choques elétricos pelo meu corpo inteiro.

Ele estava no completo controle. Ele metia fundo, ritmado e preciso, acertando minha próstata a cada estocada. O prazer ia se acumulando de forma insuportável dentro de mim uma pressão quente, densa, que subia pela barriga e descia até a ponta do meu pau.

Meu corpo tremia. Meu pau latejava dolorosamente, babando sem parar no sofá. Eu estava perto… muito perto.

De repente, Victor parou completamente. Ele tirou o pau quase todo para fora, deixando apenas a glande grossa dentro de mim. O vazio foi imediato e cruel.

— Não… — eu soltei um gemido desesperado, o corpo se contorcendo.

Victor segurou meus pulsos com força e me levantou, me prensando contra a parede da sala. O peito dele pressionava minhas costas, o pau dele roçando entre minhas nádegas, mas sem entrar.

Eu tentei mexer o quadril para trás, buscando ele, mas Victor não deixou. Ele segurava meus pulsos firmemente contra a parede acima da minha cabeça, o corpo dele colado no meu, me dominando por completo.

— Por favor… — eu murmurei, voz rouca e quebrada.

Victor mordeu de leve minha nuca e falou baixo no meu ouvido:

— Fala direito. O que você quer?

Eu lutei contra o orgulho por alguns segundos, meu cuzinho piscando desesperadamente, vazio e carente. O tesão estava insuportável.

— Coloca de volta… — implorei, voz tremendo. — Eu não tô aguentando mais… por favor, Victor… enfia de novo.

Victor sorriu contra minha orelha, mas não se mexeu.

— Olha como o grande dominante tá implorando pra ser fodido. Fala mais alto. Diz que você precisa do meu pau.

Eu respirava agitado, o corpo todo quente, o pau latejando no ar sem ser tocado. A humilhação queimava no peito, mas o tesão era maior.

— Eu preciso… — eu cedi, voz baixa e envergonhada. — Eu preciso do seu pau dentro de mim… por favor… não me deixa assim… eu não aguento mais…

Victor esfregou a glande devagar contra minha entrada, provocando, mas ainda sem penetrar.

— Então implora direito — ordenou ele, apertando meus pulsos contra a parede.

Eu estava completamente quebrado pelo tesão:

— Por favor, Victor… enfia seu pau em mim… me fode… eu tô implorando… eu não aguento ficar vazio… por favor…

Ele me mantinha prensado contra a parede, meus pulsos ainda presos firmemente acima da minha cabeça. Ele ouviu cada palavra desesperada minha, cada imploração humilhante, e soltou um suspiro baixo de satisfação.

— Olha só o estado em que você tá… — murmurou ele, roçando a glande grossa e quente bem devagar contra meu cuzinho piscando. — Implorando pra ser fodido como uma puta no cio.

Eu tremia violentamente, o corpo todo suado, meu cuzinho contraindo sem parar, desesperado por ser preenchido.

— Por favor, Victor… — choraminguei, voz completamente quebrada. — Eu não aguento mais… tá doendo de vazio… enfia… enfia logo, eu imploro…

Victor finalmente cedeu.

Ele segurou minha cintura com a mão livre e pressionou a glande grossa contra minha entrada. Com um movimento lento, mas firme, ele começou a empurrar novamente.

Eu soltei um gemido longo e alto quando a cabeça do pau dele abriu-me mais uma vez. A sensação foi avassaladora — a queimadura inicial, a pressão intensa, e depois aquela sensação profunda e cheia que fazia meus joelhos fraquejarem.

— Ahhh… caralho… — gemi, a voz falhando. — Tá tão grosso… tá me abrindo todinho de novo…

Victor continuou empurrando devagar, centímetro por centímetro, até enterrar quase todo o pau grosso dentro de mim. Quando ele finalmente encostou o quadril na minha bunda, eu soltei um gemido rouco e longo, o corpo inteiro tremendo.

— Hmm… porra… tá tão fundo… — murmurei, quase delirando. — Eu sinto ele pulsando dentro de mim… tá apertando tudo…

Victor começou a meter devagar, estocadas longas e profundas, saindo quase tudo e voltando com força. Cada vez que ele entrava completamente, eu sentia a cabeça do pau dele pressionando forte contra minha próstata, enviando ondas violentas de prazer pela minha coluna.

— Ahh… ahh… não para… — eu gemia, já sem controle. — Tá tão bom… tá acertando tão fundo… eu não aguento… eu não aguento…

Meu pau babava sem parar, pingando no chão. Meu cuzinho apertava e sugava o pau de Victor a cada estocada, como se não quisesse mais soltar.

Victor acelerou o ritmo, metendo mais forte, segurando meus pulsos contra a parede enquanto me fodia com possessividade.

— Isso… geme pra mim — disse ele, voz rouca. — Quero ouvir o grande dominante gemendo feito uma putinha enquanto leva pau.

Ele metia cada vez mais forte, estocadas profundas e ritmadas, batendo fundo contra minha próstata a cada descida. O som molhado das bolas dele contra minha bunda enchia a sala junto com meus gemidos cada vez mais altos e desesperados.

Eu já não conseguia mais pensar. O prazer tinha tomado conta completamente.

— Ahh… Victor… eu tô… eu tô quase… — gemi, voz rouca e quebrada, o corpo inteiro tremendo.

Victor apertou meus pulsos com mais força contra a parede e acelerou, metendo fundo e rápido, moendo o quadril toda vez que entrava completamente.

— Goza pra mim — disse ele no meu ouvido, voz dominante. — Goza com meu pau na sua bunda. Quero ver você gozando sem nem tocar no seu pau.

Eu tentei segurar, mas era impossível. A pressão na próstata era demais. Cada estocada forte fazia um prazer insuportável subir pela minha coluna, acumulando no baixo ventre.

— Ahh… eu vou… eu vou gozar… — choraminguei, as pernas tremendo violentamente.

Victor meteu ainda mais fundo e ficou lá, pressionando forte contra minha próstata enquanto girava o quadril.

Foi o suficiente.

Meu orgasmo explodiu com uma força brutal.

Eu soltei um gemido alto, quase um grito, enquanto meu pau pulsava violentamente sem ser tocado. Jatos grossos e longos de porra jorraram forte contra a parede e no chão, um atrás do outro. Meu cuzinho apertava o pau de Victor com força, pulsando sem controle ao redor dele. O prazer era tão intenso que minhas pernas quase cederam, o corpo inteiro convulsionando.

— Ahh… caralho… tô gozando… tô gozando tanto… — gemi, a voz falhando, enquanto continuava jorrando porra sem parar.

Victor não parou de meter, prolongando meu orgasmo ao máximo, cada estocada fazendo mais porra sair do meu pau. Ele me segurava firme contra a parede, me dominando completamente enquanto eu gozava como nunca tinha gozado na vida.

Quando meu orgasmo finalmente começou a diminuir, eu fiquei mole, ofegante, apoiado na parede, porra escorrendo pela parede e pelas minhas coxas.

Victor ainda estava duro dentro de mim. Ele se inclinou no meu ouvido e sussurrou:

— Olha o que eu fiz com você… o grande dominante gozando feito uma vadia só de levar pau na bunda.
Victor e eu ficamos em silêncio por um tempo, apenas respirando pesado. Ele me soltou e deu um passo para trás. Eu deslizei devagar pela parede até ficar sentado no chão, pernas fracas, porra escorrendo de mim, o corpo todo suado e marcado.

Victor me olhou de cima, ainda respirando agitado. Havia satisfação no olhar dele, mas também algo mais complexo.

— Agora estamos quites — disse ele, voz baixa. — Você me quebrou naquela noite… e eu te quebrei hoje.

Ele se sentou no sofá, passando a mão no rosto, claramente exausto. Depois de um longo silêncio, falou novamente:

— Eu ainda me considero hétero… mas depois do que aconteceu hoje, eu não sei mais porra nenhuma. E você?

Eu fiquei quieto, olhando para o chão, sentindo a porra dele ainda escorrendo de mim, o cuzinho latejando, o corpo todo sensível. A humilhação, o prazer absurdo, a confusão… tudo misturado.

— Eu também não sei mais — murmurei finalmente, voz rouca.

Victor deu um meio-sorriso cansado e jogou uma toalha para mim.

— Então vamos tomar banho. Depois a gente finge que nada aconteceu… ou não. Depende de você.

Ele caminhou em direção ao banheiro, me deixando sozinho na sala com o corpo marcado, a mente confusa e a bunda cheia da porra dele.

Continua?

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